Miguel faz agenda para fortalecer propostas no Litoral Sul
Por André Luis
O pré-candidato a governador Miguel Coelho faz um giro por cidades do Litoral e Mata Sul nesta quinta-feira (16). No roteiro, visitas aos municípios de Sirinhaém, Rio Formoso, Tamandaré, Água Preta e Maraial.
O pré-candidato do União Brasil aproveitará as visitas para apresentar as propostas para a região e fortalecer alianças com lideranças políticas nas cinco cidades.
O giro começa em Sirinhaém com um café da manhã com aliados e uma entrevista na rádio local. Em seguida, Miguel visita Rio Formoso acompanhado da liderança da oposição, Doutora Abnair, e depois almoça em Tamandaré com o vice-prefeito Mundinho.
Na Mata Sul, o pré-candidato a governador vai até Água Preta, onde visita o padre Agivaldo Lessa e circula pelo comércio com lideranças políticas. A agenda encerra em Maraial num encontro com a pré-candidata a deputada Carol Paiva.
O ex-deputado federal Fernando Ferro (PT) esteve, na última quinta-feira (23), no lançamento do livro “Papo Reto”, do pré-candidato a governador Ivan Moraes, da chapa PSOL/Rede e PCB. O evento ocorreu no Boteco do Carioca e contou com a participação do pré-candidato ao Senado Paulo Rubem Santiago e de pré-candidaturas proporcionais da Federação PSOL/Rede. Em […]
O ex-deputado federal Fernando Ferro (PT) esteve, na última quinta-feira (23), no lançamento do livro “Papo Reto”, do pré-candidato a governador Ivan Moraes, da chapa PSOL/Rede e PCB.
O evento ocorreu no Boteco do Carioca e contou com a participação do pré-candidato ao Senado Paulo Rubem Santiago e de pré-candidaturas proporcionais da Federação PSOL/Rede.
Em suas redes sociais, Ferro publicou uma foto ao lado de Ivan Moraes e do vice-presidente do PT, Pedro Alcântara. “Noite de grandes encontros”, destacou.
O ex-deputado federal, nos debates internos do PT, defendeu incluir o apoio do partido à pré-candidatura de Ivan Moraes para o governo de Pernambuco, a fim de construir múltiplos palanques para o Presidente Lula no estado.
O juiz eleitoral de Tabira, Jorge Willian Fredi Juiz da 50ª ZE, manteve após Embargos de Declaração a condenação por abuso de poder político-econômico os dois candidatos governistas Flávio Marques e Aldo Santana nas eleições de 2020. Na decisão inicial, ainda foram condenados o ex-prefeito Sebastião Dias, a ex-secretária de saúde Zeza Almeida e a ex-coordenadora […]
O juiz eleitoral de Tabira, Jorge Willian Fredi Juiz da 50ª ZE, manteve após Embargos de Declaração a condenação por abuso de poder político-econômico os dois candidatos governistas Flávio Marques e Aldo Santana nas eleições de 2020.
Na decisão inicial, ainda foram condenados o ex-prefeito Sebastião Dias, a ex-secretária de saúde Zeza Almeida e a ex-coordenadora do CREAS Socorro Leandro. A ação de investigação foi formulada pela Coligação “Por Uma Tabira Melhor”, da prefeita Nicinha Melo e do marido, Dinca Brandino.
A acusação era de aumento considerável de funcionários públicos nas mais diversas áreas, entre os meses de fevereiro e agosto de 2020, através de notas de empenho e contratos temporários, tendo se dado única e exclusivamente com o propósito de captação de sufrágio, visto que foram realizadas pelo então Prefeito, Sebastião Dias, e por Flávio Marques, secretário de Administração à época, que já anunciava ostensivamente, quando ainda compunha os quadros da administração municipal, seu propósito de concorrer ao pleito de 2020, recebendo apoio de Sebastião.
Num segunda ação, que tramitou em segredo de justiça e em conexão com a primeira, a coligação de Nicinha Melo alegou que os denunciados se utilizaram dos servidores do município para realizar, dentro e fora do horário de expediente, diversos atos de campanha, notadamente os popularmente conhecidos como “porta a porta”.
Os grupos de acordo com a acusação eram dirigidos por Socorro Leandro, Coordenadora do CREAS, e Zeza Almeida, secretária de saúde. Os candidatos a prefeito e vice, Flávio Marques e Aldo Santana, tinham notório conhecimento de sua existência, tendo o último até mesmo participado de um deles. Para comprovação do alegado, solicitou a oitiva de testemunhas, bem como acostou aos autos inúmeros documentos, a exemplo de áudios de reuniões e prints de conversa.
O juiz decretou a inelegibilidade dos investigados para as eleições que se realizarem no período de oito anos, a contar de 15 novembro de 2020.
O juiz recebeu a ação de embargo, que pedia para reconsiderar a decisão. Dentre os argumentos da defesa de Flávio, Sebastião e cia, a de que houve a percepção errônea da contratação. “Muitos prestaram serviços apenas um mês e tiveram seus contratos suspensos por conta da pandemia”. Ainda que no mês de fevereiro e normal o acréscimo de servidores em qualquer município devido ao retorno das atividades escolares. “As contratações sobre o argumento de excepcional interesse público são corriqueiras em todo país”.
Mas disse o magistrado: “Em que pesem as alegações dos embargantes, não verifico a presença de contradição ou obscuridade. O entendimento deste juízo foi manifestado no ato decisório ora embargado, tendo sido devidamente fundamentado. A sentença deixou claro que a união das ações de nºs 0600147- 43.2020.6.17.0050 e 0600249-65.2020.6.17.0050 foi fator primordial para delinear o abuso de poder perpetrado pelos embargantes”. Clique aqui e veja a decisão .
Cabe recurso: a decisão ainda pode ser revisada. Cabe á defesa de Flávio Marques, Sebastião Dias, Zeza Almeida, Aldo Santana e Socorro Leandro recorrerem ao Tribunal Regional Eleitoral, TRE.
Alvo de setores da imprensa pelas medidas impopulares recentes, o prefeito Wellington Maciel e a primeira dama Rejane Maciel buscam as pazes hoje com um clássico rega bofe. Eles convidaram comunicadores e influenciadores para um jantar às 19 horas no Cantana Restaurante, no centro da cidade. O cardápio não foi revelado. Também não foram listados […]
Alvo de setores da imprensa pelas medidas impopulares recentes, o prefeito Wellington Maciel e a primeira dama Rejane Maciel buscam as pazes hoje com um clássico rega bofe.
Eles convidaram comunicadores e influenciadores para um jantar às 19 horas no Cantana Restaurante, no centro da cidade. O cardápio não foi revelado. Também não foram listados os convidados.
O convite era pessoal e intransferível, as corre trecho em Arcoverde, regado a questionamentos nas redes.
Registre-se, encontros de cortesia com a imprensa são absolutamente normais. Mas o momento de tensão com parte da blogosfera e imprensa levantou críticas. Qual a real motivação?
Sabe-se dos desconvidados: recentemente, blogueiros reclamaram descumprimento de contratos estabelecidos com a municipalidade. Até uma emissora de rádio estaria na lista, com meses sem pagamento da mídia institucional.
Opositores em contato com o blog voltaram a comparar o episódio com o da novela Mar do Sertão, e LW/Rejane com o casal Sebá Bodó e Nivalda.
“Olha o cala boca. Não bastasse a tentativa de tentar tirar do povo mais tributos e impostos, essa tentativa de silenciar a imprensa. Só está faltando descobrir petróleo”, disse um nome da oposição ao blog.
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) respondeu, nesta terça-feira (1º), às declarações do secretário estadual de Educação, Gilson Monteiro, que atribuiu atrasos em licitações da pasta a “cautelares e impugnações judiciais” do órgão durante audiência pública na Alepe. Em nota oficial, o TCE-PE negou que sua atuação seja um entrave à execução […]
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) respondeu, nesta terça-feira (1º), às declarações do secretário estadual de Educação, Gilson Monteiro, que atribuiu atrasos em licitações da pasta a “cautelares e impugnações judiciais” do órgão durante audiência pública na Alepe.
Em nota oficial, o TCE-PE negou que sua atuação seja um entrave à execução de políticas públicas e reforçou que suas medidas visam garantir a correta aplicação dos recursos públicos.
O órgão destacou que ações como alertas e cautelares são adotadas de forma excepcional, baseadas em indícios concretos de irregularidades, e têm o objetivo de evitar prejuízos ao erário, assegurar segurança jurídica aos gestores e preservar a efetividade das políticas públicas, especialmente nas áreas de saúde e educação.
“O controle externo exercido pelo Tribunal é parte do Estado Democrático de Direito e pressupõe uma convivência institucional madura entre os gestores e os órgãos de controle”, afirmou a nota, enfatizando que a governança pública deve considerar a importância dos mecanismos de fiscalização.
O TCE-PE também reiterou que mantém diálogo aberto com todos os entes da administração pública, dentro do princípio da colaboração republicana, mas garantiu que continuará exercendo seu papel fiscalizador com independência e responsabilidade.
A resposta do Tribunal surge em meio a críticas ao governo estadual por problemas na gestão da Educação, incluindo atrasos na distribuição de kits escolares, fardamento e infraestrutura precária em diversas unidades de ensino. Leia abaixo a íntegra da nota do TCE-PE:
Sobre as declarações do Secretário de Educação do Estado de Pernambuco, em audiência pública na Assembleia Legislativa (Alepe), nas quais foi mencionada a atuação deste Tribunal, como fator de entrave à execução de políticas públicas, na área da educação, o TCE-PE esclarece:
A atuação do Tribunal de Contas é pautada pelo interesse público e tem como foco o aperfeiçoamento da gestão e a garantia da correta aplicação dos recursos públicos. Medidas como alertas e cautelares são adotadas em caráter excepcional, com base em indícios concretos de irregularidades, e têm como objetivo prevenir danos ao erário, assegurar segurança jurídica aos gestores e preservar a efetividade das políticas públicas — especialmente nas áreas mais sensíveis, como saúde e educação.
O TCE-PE reitera que o controle externo exercido é parte do Estado Democrático de Direito e pressupõe uma convivência institucional madura entre os gestores e os órgãos de controle. O tempo das políticas públicas deve necessariamente considerar o papel dos controles internos e externos, como condição para a boa governança e o fortalecimento da confiança nas instituições.
O TCE-PE mantém-se aberto ao diálogo institucional com todos os entes da administração pública, no espírito da colaboração republicana. Contudo, não abrirá mão de cumprir, com independência e responsabilidade, sua missão constitucional de fiscalizar os atos de gestão e proteger o interesse da sociedade.
Desde a redemocratização, é a primeira vez que aquele que deixa o Planalto não passa a faixa ao sucessor O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou que não passará a faixa presidencial ao eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O general teria que cumprir o ritual no lugar de seu chefe, Jair Bolsonaro, que […]
Desde a redemocratização, é a primeira vez que aquele que deixa o Planalto não passa a faixa ao sucessor
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou que não passará a faixa presidencial ao eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O general teria que cumprir o ritual no lugar de seu chefe, Jair Bolsonaro, que está nos Estados Unidos e não participará da posse, no dia 1º de janeiro. Com a recusa, não está claro quem irá passar a faixa ao petista.
“Eu considero isso um dever e uma responsabilidade do presidente que sai. É um ato simbólico da troca de comando. O presidente da República já sinalizou que não deve participar dessa cerimônia. Ao tomar essa decisão, não compete a mim participar, porque não sou o presidente”, explicou Mourão ao site Metrópoles.
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