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Miguel e secretário nacional de Cultura visitam terreno do futuro teatro municipal

Por André Luis

Em visita à capital do São Francisco, o secretário de Infraestrutura do Ministério da Cultura, Alfredo Bertini, anunciou a liberação de recursos federais para a elaboração do projeto do primeiro teatro municipal de Petrolina. O gestor foi recepcionado pelo prefeito Miguel Coelho para conhecer equipamentos e projetos culturais do município sertanejo ao longo desta quarta (06).

Bertini e Miguel visitaram o terreno onde será construído o teatro municipal, próximo ao Centro de Convenções. Bertini garantiu que será liberado já no início do próximo ano um valor R$ 250 mil para os estudos e projeto do teatro. O secretário nacional ainda conheceu a Philarmonica 21 de Setembro e a Oficina do Artesão, um dos principais centros de artesanato de Pernambuco.

Além de pleitear investimentos para o novo teatro, o prefeito solicitou recursos para a requalificação do Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) do Rio Corrente e outras ações. “Petrolina é uma cidade repleta de talentos e oportunidades. Ficamos muito felizes com essa confirmação do apoio do Ministério da Cultura para a construção de um teatro, um sonho antigo dos petrolinenses. Agora vamos lutar para trazer mais recursos para outros setores e potencializar a cultura e o turismo de Petrolina”, comemorou Miguel.

Bertini se comprometeu a trazer mais investimentos para a capital do São Francisco. “Eu tenho um grande apreço por Petrolina até porque já morei nessa cidade incrível por um ano. O principal projeto de minha vida, o Cine PE, foi concebido quando eu morava em Petrolina. Portanto, é uma grande satisfação poder contribuir para a cidade garantindo os recursos para um novo teatro e vamos lutar para pelo menos levar mais duas realizações em 2018”, disse o secretário na visita a Petrolina.

Outras Notícias

Ministério Público investiga 124 viagens de Aécio para o Rio de Janeiro durante governo em Minas

O Ministério Público de Minas Gerais instaurou um procedimento prévio para apurar a informação de que o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), utilizou aeronaves oficiais para realizar 124 viagens ao Rio de Janeiro no período em que governou o Estado, entre 2003 e 2010. Em termos jurídicos, a Promotoria de Defesa […]

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O Ministério Público de Minas Gerais instaurou um procedimento prévio para apurar a informação de que o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), utilizou aeronaves oficiais para realizar 124 viagens ao Rio de Janeiro no período em que governou o Estado, entre 2003 e 2010. Em termos jurídicos, a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Belo Horizonte abriu na semana passada uma “notícia de fato” para investigar o caso.

A notícia de fato é o primeiro passo da investigação, que pode resultar ou não na instauração de um inquérito civil. O relatório que lista as viagens de Aécio foi produzido pelo governo de Minas, atualmente comandado pelo petista Fernando Pimentel.

Os registros das viagens foram enviados no início de setembro pelo governo mineiro à Assembleia Legislativa a partir de requerimento do deputado Gustavo Valadares (PSDB), aliado de Aécio. (R7)

Segunda vaga ao Senado na chapa de Raquel segue sem definição

A configuração das chapas majoritárias para a disputa pelo Governo de Pernambuco em 2026 está praticamente definida, restando apenas a escolha do segundo nome ao Senado na candidatura liderada pela governadora Raquel Lyra. De acordo com comentário do jornalista Nill Júnior, veiculado nesta segunda-feira (30) na Rádio Itapuama FM, a Frente Popular de Pernambuco consolidou […]

A configuração das chapas majoritárias para a disputa pelo Governo de Pernambuco em 2026 está praticamente definida, restando apenas a escolha do segundo nome ao Senado na candidatura liderada pela governadora Raquel Lyra.

De acordo com comentário do jornalista Nill Júnior, veiculado nesta segunda-feira (30) na Rádio Itapuama FM, a Frente Popular de Pernambuco consolidou no último sábado a formação de sua chapa, com João Campos como candidato ao governo, Carlos Costa como vice, além de Marília Arraes e Humberto Costa na disputa pelo Senado.

Segundo o comentário, a adesão do PT ao projeto de João Campos formalizou um alinhamento que já vinha sendo construído, com respaldo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda conforme a análise, a entrada de Marília Arraes na composição foi considerada estratégica, diante do desempenho da ex-deputada em pesquisas e da possibilidade de uma candidatura avulsa que poderia impactar o bloco.

Com esse cenário consolidado, a atenção se volta para o campo governista. A principal indefinição está na escolha do segundo nome ao Senado na chapa de Raquel Lyra, que já conta com Miguel Coelho como pré-candidato.

Entre os nomes cogitados, ganhou força nos últimos dias o do deputado federal Túlio Gadêlha. De acordo com o comentário, a eventual entrada de Gadêlha poderia agregar um componente de aproximação com setores alinhados ao lulismo, estratégia que dialoga com o discurso de “palanque amplo” defendido pela governadora.

Outro cenário avaliado envolve a vice-governadora Priscila Krause. A possibilidade de sua candidatura ao Senado é vista como uma alternativa competitiva, embora haja resistência da própria governadora em retirá-la da chapa majoritária como vice, apostando na manutenção da atual composição para a tentativa de reeleição.

Ainda segundo o jornalista, outros nomes seguem no radar, como Eduardo da Fonte, que voltou a ser citado após movimentações políticas recentes, e Fernando Dueire, embora com avaliação de menor robustez eleitoral.

Família de vítima diz que condução da reportagem não foi isenta

O blog apurou que nem Ministério Público,  nem o Delegado Ubiratan Rocha, nem Polícia Civil,  se manifestaram na reportagem na Record sobre o caso Cleiton Leite. Isso porque consideram o caso encerrado com a condenação do fisioterapeuta.   O TJPE nem MP não se manifestam sobre casos julgados, a não ser exclusivamente nos autos do processo […]

O blog apurou que nem Ministério Público,  nem o Delegado Ubiratan Rocha, nem Polícia Civil,  se manifestaram na reportagem na Record sobre o caso Cleiton Leite.

Isso porque consideram o caso encerrado com a condenação do fisioterapeuta.   O TJPE nem MP não se manifestam sobre casos julgados, a não ser exclusivamente nos autos do processo através de seus magistrados e promotores .

O blog foi procurado após a primeira chamada da reportagem por familiares de Aiane Michele Pereira Gomes Leite, que tinha 26 anos à época do crime, dia 28 de setembro do de 2020.

Eles acusam a reportagem de ser direcionada, para buscar reforcar ambiente favorável à anulação do Júri e posterior desaforamento,  para que ele não seja julgado em Afogados da Ingazeira.

No meio da guerra de narrativas,  a família de Aiane Michele Pereira Gomes Leite, de 26 anos, diz que não tem dúvidas da autoria de Cleiton e diz que deve se manifestar após a reportagem que vai ao ar nesse domingo.

Eles não foram ouvidos na reportagem.  O repórter  Mauro Júnior diz que tentou ouví-los,  mas não quiseram se manifestar.

Segundo um familiar, a decisão de não gravar se deu porque, dizem eles, a reportagem teria sido guiada pelo irmão de Cleiton, Joaquim Neto, que mora nos Estados Unidos.  Asseguram que ele chegou a acompanhar o repórter Mauro Júnior.  “Chamamos a polícia para que eles deixassem o local”, diz um dos familiares.

O repórter nega que tenha sido orientado rigorosamente por ele. Confrontado com a informação, o negou essa possibilidade.  “Isso não aconteceu. Fomos imparciais! Demos espaço para os dois lados. Fomos atrás de todos para ouvir. E ninguém quis falar. Fomos corretos”, argumentou.

Diz que, como precisava localizar os personagens envolvidos no episódio,  é normal que ele tenha ajudado a achar alguns,  a seu pedido, assim como o advogado de Cleiton. Mas disse ser normal na construção da reportagem. Joaquim Neto já foi funcionário da Record.

O advogado assistente de acusação,  Daniel Aragão,  foi procurado pelo blog e sinalizou que se manifestaria. O blog aguarda para atualização.

Nos bastidores, campanha de Wellington da LW fala em “hora da virada”

O resultado da última pesquisa do Instituto Opinião, que configurou empate técnico, mais o ato de campanha do último domingo estão levando o staff de Wellington da LW a comemorar os resultados da reta final e falar em “hora da virada”. O mesmo instituto Opinião mostrou Zeca com 20 pontos de frente sobre LW em […]

O resultado da última pesquisa do Instituto Opinião, que configurou empate técnico, mais o ato de campanha do último domingo estão levando o staff de Wellington da LW a comemorar os resultados da reta final e falar em “hora da virada”.

O mesmo instituto Opinião mostrou Zeca com 20 pontos de frente sobre LW em setembro. Agora, o quadro de empate técnico aferido em 26 e 27 (41,7 x 35,7%) pela margem de erro de 5,2% deu gás à campanha do emedebista para a reta final.

A leitura é de que pelo alto conhecimento do nome, Zeca não cresce mais, batendo a cabeça no teto. E LW pode crescer entre os indecisos, que são 8,6% e até no voto útil que pode migrar de Cybelle Roa para o emedebista.

Zeca Cavalcanti sabe que essa é a última cartada de sua história política. Se vencer, ganha fôlego e volta a gerir uma da cidades mais importantes do Sertão. Se perder, viverá um sepultamento político, depois de perder com a esposa Nerianny e não conseguir renovar o mandato federal há dois anos.

TRE mantêm decisão e julga improcedente uma das ações da União Pelo Povo contra chapa Sandrinho e Daniel

Ainda resta uma ação por abuso de poder econômico,  ainda em análise na primeira instância, com participação da PF Primeira mão  O TRE manteve a sentença do juiz do primeiro grau e julgou improcedente o recurso da Coligação “União pelo Povo” em uma das ações contra a Frente Popular. O Tribunal entendeu que deve ser […]

Ainda resta uma ação por abuso de poder econômico,  ainda em análise na primeira instância, com participação da PF

Primeira mão 

O TRE manteve a sentença do juiz do primeiro grau e julgou improcedente o recurso da Coligação “União pelo Povo” em uma das ações contra a Frente Popular.

O Tribunal entendeu que deve ser mantida a extinção da ação sem resolução do mérito por “existência de litispendência com AIJE já ajuizada pela coligação”.

A litispendência ocorre quando duas ou mais ações judiciais idênticas estão em curso simultaneamente, com as mesmas partes, causa de pedir e pedido. Ela visa evitar decisões conflitantes e garantir a eficiência do sistema judiciário, impedindo a análise duplicada da mesma questão. 

Em outra decisão em fevereiro,  o juiz Osvaldo Teles Lobo Júnior decidiu pela improcedência da ação da União Pelo Povo, dos candidatos Danilo Simões e Edson Henrique, contra a Frente Popular, de Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares, sob acusação de abuso de poder econômico.

A Coligação alegou que os investigados, na condição de candidatos à reeleição como prefeito e vice-prefeito do município de Afogados da Ingazeira nas eleições de 2024, promoveram o transporte de eleitores aos eventos de campanha, capitaneados pela chapa majoritária da qual faziam parte, utilizando, para isso, ônibus escolares para conduzir simpatizantes de bairros mais distantes, e até de zonas rurais, aos locais onde eram realizados os eventos.

Em resumo, o juiz alega que a Lei Complementar nº 64/90 dispõe, no inciso XVI do seu art. 22, que “para a configuração do ato abusivo, não será considerada a potencialidade de o fato alterar o resultado da eleição, mas apenas a gravidade das circunstâncias que o caracterizam.” Diz que o fato não teve poder de alterar o sufrágio dos eleitores. E julgou improcedência da ação.

Ação com maior aposta da oposição segue

A ação é diferente da representação especial que tramita na Justiça Eleitoral contra a chapa da Frente Popular envolvendo o episódio de um ex-secretário flagrado com dinheiro e notas de combustível no veículo.

Essa aguarda conclusão do inquérito da Polícia Federal, que o MP quer anexar ao processo, que, segundo a oposição reúne denúncias de corrupção eleitoral, abuso de poder político e econômico, e caixa dois.

De acordo com a acusação, os elementos reunidos até o momento são graves e suficientes para sustentar a cassação da chapa. Os governistas, entretanto,  dizem confiar na alegação de que não houve ilicitude no processo eleitoral.