Notícias

Mesmo com grade menor, CDL queria atração nacional para ExpoSerra

Por Nill Júnior

Mesmo com a programação cultural reduzida, como já tinha informado em coletiva, era sentimento da CDL trazer ao menos um grande artista nacional para a ExpoSerra.

O problema, segundo o blog apurou, foi que não vingou por falta de datas disponíveis a vinda da atração, articulada até poucos dias pela produtora de eventos M2, de responsabilidade de Maurício Melo Júnior, o Mauricinho e Marcos Belo, que já trouxeram a Serra nomes como GD e Maiara e Maraisa.

Delegada pela Diretoria, a empresa teria tentado, mas não conseguiu fechar com um nome expressivo, passando a informação para a CDL que a partir daí assumiu sozinha o fardo de, em meio à articulação de uma feira tão grande, ter que em cima da hora correr atrás de fechar a  grade.

Não dava mais tempo. Nos bastidores, ficou a certeza de que a própria produtora anteriormente contactada teria deixado para muito em cima a busca de atrações que já fecham o calendário com meses de ante cedência.

Na programação, dia 13 de julho, no Palco Cultural, haverá shows com Cabras de Lampião, As Severinas e  Henrique Brandão. Na sexta, dia 14, no  Palco Cultural, Radiola Serra Alta e  Banda Kaêra.

No Sábado,  dia 15, Show de Encerramento no palco Principal com Letícia Bastos, Flor de Mandacaru, Gleydson e Henrick. O acesso à feira terá o custo de cinco reais, e dará direito à área de shows, com exceção da área vip.

A aposta nos negócios será o mote da campanha publicitária lançada em todos os veículos de comunicação parceiros. Com o tema ‘Aqui se faz negócios’, a ExpoSerra, que nasceu da pujança e do espírito empreendedor do empresariado e do povo serra-talhadense. “Manteremos a tradição e força que transformaram Serra Talhada em um dos mais importantes municípios para se fazer negócios em Pernambuco”, disse a CDL em nota.

Outras Notícias

Gonzaga Patriota quer que emancipação de municípios seja discutida por Estado

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar o projeto do governo que viabiliza a privatização de seis distribuidoras de energia elétrica controladas pela Eletrobras (PL 10332/18). A urgência para a proposta foi aprovada nesta terça-feira (03). O governo preferiu colocar o projeto no regime de tramitação urgente – que precisa de maioria simples –, […]

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar o projeto do governo que viabiliza a privatização de seis distribuidoras de energia elétrica controladas pela Eletrobras (PL 10332/18). A urgência para a proposta foi aprovada nesta terça-feira (03).

O governo preferiu colocar o projeto no regime de tramitação urgente – que precisa de maioria simples –, em vez da chamada “urgência urgentíssima” que requer apoio de maioria absoluta.

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) criticou a manobra para aprovação da proposta e se posicionou contrário à privatização do setor elétrico. “A gente lamenta que essa maioria que o governo tem aprove os projetos sem discuti-los de maneira adequada. A gente não pode vender a Eletrobras, acabar com a Chesf ou a Petrobras porque alguém roubou e desviou bilhões de reais dessas empresas. Elas não são de Michel Temer, essas empresas pertencem ao povo brasileiro e a gente vai brigar até o fim”, afirmou.

Também pode ser votado o Projeto de Lei Complementar (PLP) 137/15, do Senado, que regulamenta o desmembramento e a fusão de municípios. A proposta precisa do apoio de um mínimo de 257 deputados para ser aprovada. Hoje, o Brasil tem 5.570 municípios.

De acordo com o texto, os plebiscitos realizados até 31 de dezembro de 2013, e os atos legislativos que autorizam sua realização serão validados para dar prosseguimento aos casos pendentes.

Para Gonzaga Patriota (PSB), o projeto de emancipação de municípios deve ser discutido em cada Estado. “Acredito que esse projeto não deveria ser discutido em Brasília e sim nos municípios. Na Assembleia Nacional Constituinte briguei muito contra trazer para o Parlamento Nacional a emancipação de municípios, ainda bem que a gente tem quase que unanimidade de apoio para que essa discussão retorne para os Estados, obviamente dentro das regras legais e constitucionais para que os Estados possam saber quais os municípios podem ser emancipados”, disse.

E acrescentou: “quando fui deputado estadual apresentei vários projetos de emancipações de municípios, como Lagoa Grande, por exemplo, que hoje é a capital da uva e do vinho”, avaliou.

Autor de assassinato no Maranhão disse em depoimento que tinha reuniões com governador no palácio do governo

G1 Pivô de um escândalo que lançou suspeitas sobre autoridades do Maranhão, Gilbson Júnior, condenado por homicídio, afirmou em depoimento que frequentava o Palácio dos Leões, sede do Executivo estadual, para fazer reuniões com o governador Carlos Brandão (MDB) e seu sobrinho, Daniel Brandão. “Eu tinha uma vaga [de garagem] no Palácio dos Leões. Eu […]

G1

Pivô de um escândalo que lançou suspeitas sobre autoridades do Maranhão, Gilbson Júnior, condenado por homicídio, afirmou em depoimento que frequentava o Palácio dos Leões, sede do Executivo estadual, para fazer reuniões com o governador Carlos Brandão (MDB) e seu sobrinho, Daniel Brandão.

“Eu tinha uma vaga [de garagem] no Palácio dos Leões. Eu chegava, entrava, a vaga número 6”, disse.

Gilbson Júnior também implicou um desembargador do estado em um suposto pagamento para que ele permanecesse em silêncio.

Gilbson Júnior foi condenado por matar um homem em um centro comercial de São Luís em agosto de 2022. Segundo decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), há indícios de que o homicídio esteja relacionado à divisão de propinas no estado.

O depoimento foi prestado por Gilbson Júnior a uma delegada da Polícia Federal (PF) e um procurador da República em 24 de junho de 2025, no âmbito da investigação que, naquele momento, tramitava no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O caso subiu para o STF em outubro passado, e o ministro Flávio Dino foi sorteado para ser o relator.

Os trechos do depoimento estão transcritos em uma decisão sigilosa de Dino, de novembro de 2025, a que o g1 teve acesso e que fixou a competência do STF para acompanhar as investigações do caso.

Gilbson Júnior contou no depoimento à PF que era aliado de Carlos Brandão, com quem teve várias reuniões a partir de 2021, quando ele ainda era vice-governador.

Brandão assumiu o governo do estado em abril de 2022, com a saída do então governador Flávio Dino para concorrer ao Senado. Ele foi reeleito em outubro daquele ano.

Já nas reuniões iniciais, Carlos Brandão teria colocado Gilbson Júnior em contato com Daniel Brandão, que viria a ser nomeado conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) em 2023.

Nesta segunda-feira (17), ele foi afastado do cargo por 180 dias por decisão de Dino, que atendeu a um pedido da PF

Animal solto quase causa tragédia em Afogados

Um acidente entre uma ambulância da Prefeitura de Afogados da Ingazeira e um animal solto na entrada foi registrado nas mediações do Hotel Brotas. O motorista do veículo foi surpreendido com o animal na pista, uma vaca, o que provocou o choque. A vaca morreu na hora. Por sorte não houve maiores proporções e apenas […]

Um acidente entre uma ambulância da Prefeitura de Afogados da Ingazeira e um animal solto na entrada foi registrado nas mediações do Hotel Brotas.

O motorista do veículo foi surpreendido com o animal na pista, uma vaca, o que provocou o choque. A vaca morreu na hora.

Por sorte não houve maiores proporções e apenas danos materiais. Motorista e passageira expressaram indignação com os donos de animais que, de forma irresponsável os deixam soltos na pista. “Pelo o impacto poderia ter sido bem pior. E se fosse, quem seria responsabilizado?” – disse Daniela Moura.

Mais um alerta para os órgãos públicos punirem pessoas que sem nenhuma preocupação podem encerrar a vida de outras. Acidentes assim tiraram vidas em cidades sertanejas nos últimos meses.

Comissão de Educação fará Audiência Pública sobre piso salarial dos professores

A Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa (CEC) vai convocar uma audiência pública sobre o “Piso Salarial dos Professores da Rede Estadual de Ensino” que será realizada ou no dia 11 ou 18 de março, de acordo com negociação entre a Secretaria de Educação do Estado e a CEC sobre a melhor data. […]

10408504_448764005286397_6615100997699955912_n

A Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa (CEC) vai convocar uma audiência pública sobre o “Piso Salarial dos Professores da Rede Estadual de Ensino” que será realizada ou no dia 11 ou 18 de março, de acordo com negociação entre a Secretaria de Educação do Estado e a CEC sobre a melhor data. A comissão também vai convocar o secretário de Cultura para apresentar as ações da pasta e realizará outra audiência sobre o Plano Estadual de Educação, ambas em abril.

A presidenta do colegiado, deputada Teresa Leitão, também apresentou outras propostas de atividades até junho deste ano. Além das três primeiras atividades, a comissão também vai convocar o Secretário de Educação para apresentação dos indicadores educacional, de acordo com a Lei 13.273/2007; vai realizar o Seminário de Educação do Poder Legislativo entre 20 e 22 de maio; outra audiência pública sobre o Sistema Nacional de Cultura em 27 de maio e um Seminário sobre Educação Não Sexista, Não Homofóbica e Laica em 10 de junho.

Além desse cronograma, os deputados membros da comissão poderão apresentar outras atividades, de acordo com a conjuntura e as solicitações da sociedade civil. As reuniões da CEC serão realizadas nas quartas-feiras às 9h.

Compete a CEC analisar projetos de lei na Alepe que dizem respeito à aplicação de recursos vinculados à educação, regime de colaboração entre Estado e municípios, formulação da política estadual de educação, indicadores educacionais, apreciação do Plano Estadual de Educação, preservação do patrimônio histórico, produção artística, aplicação de recursos vinculados à cultura, garantia do direito a comunicação de pessoas com deficiência visual e auditiva, formulação da política estadual de cultura e fixação de datas comemorativas.

Um ano sem Emídio Vasconcelos

Hoje faz um ano da morte do político e empresário Emídio Vasconcelos. Ele faleceu em um domingo, dia 21 de junho, no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru. Tinha 54 anos e  faleceu por uma combinação envolvendo um infarto dia 25 de maio e contraiu Covid-19. Emídio foi candidato do PT à prefeitura de Afogados da Ingazeira […]

Hoje faz um ano da morte do político e empresário Emídio Vasconcelos. Ele faleceu em um domingo, dia 21 de junho, no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru. Tinha 54 anos e  faleceu por uma combinação envolvendo um infarto dia 25 de maio e contraiu Covid-19.

Emídio foi candidato do PT à prefeitura de Afogados da Ingazeira em 2016, tendo sido o segundo mais votado, com 2.650 votos,  ou 14,11%.  Em 2020,  havia se colocado a disposição para nova disputa, juntamente com o advogado Clóvis Lira, Gildázio Moura e José Arthur Padilha. Dia 18 de maio daquele ano, falou dessa pré-candidatura no Debate das Dez da Rádio Pajeú.

Filho de Braz Emidio, ex-sindicalista rural e dona Luiza, saiu muito jovem de Afogados da Ingazeira.  Costumava contar a história de que saiu com o que tinha de patrimônio “em uma caixa de manteiga”.

Trabalhou em cooperativas e depois de muito tempo começou a construção de uma rede de lojas para o campo, a Renovare, com  sede em Caruaru, Mossoró e Petrolina. Também era produtor de hortifrutis.

Mas mesmo a vida construída não o afastou da vontade de fazer política em Afogados da Ingazeira.  Em sua candidatura de 2016, foi criticado porque, ao contrário da maioria costuma fazer,  se negou à compra de votos ou montagem de grande estrutura econômica.

Acabou herdando a condição de candidato da oposição e se disse vitorioso político,  com os pouco mais de 14% dos votos que teve. “Vim debater a política, do que é o melhor pra Afogados e  não me arrependo. Combati o bom combate”, disse.