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Marília Arraes lidera disputa pelo Senado em Pernambuco, aponta pesquisa DataTrends

Por Michael Andrade

Levantamento mostra a candidata do PDT com 29% das intenções de voto.

Marília Arraes (PDT) aparece numericamente à frente na disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado, segundo pesquisa DataTrends divulgada neste sábado (29). A candidata registra 29% das intenções de voto.

Humberto Costa aparece em seguida, com 24%. Mendonça Filho tem 21%, enquanto Eduardo da Fonte registra 19%. Túlio Gadêlha alcança 11%. Paulo Rubem Santiago e Carlos Sant’Anna aparecem com 2% cada.

A diferença numérica entre Marília e Humberto é de cinco pontos percentuais. A candidata do PDT está oito pontos à frente de Mendonça Filho e dez pontos acima de Eduardo da Fonte.

Como a margem de erro do levantamento é de 2,83 pontos percentuais, os percentuais devem ser considerados dentro dos respectivos intervalos de variação. A cautela é especialmente necessária na leitura da disputa entre Humberto Costa, Mendonça Filho e Eduardo da Fonte, cujas diferenças são menores que a margem informada.

Na comparação com a rodada anterior do DataTrends, Marília passou de 30% para 29%, oscilação de um ponto percentual e, portanto, dentro da margem de erro.

O DataTrends ouviu 1.200 eleitores de Pernambuco entre os dias 25 e 27 de agosto. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro máxima de 2,83 pontos percentuais.

A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob os números PE-02222/2026 e BR-01927/2026.

Foto: Crysli Viana

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Outras Notícias

Governo Municipal de Sertânia e Codevasf assinam construção de pátio multiuso

A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em parceria com o Governo Municipal de Sertânia, assinou ordem de serviço, nesta segunda-feira (15), para construção de um pátio para múltiplos usos no bairro do Ferro Novo. A assinatura da ordem de serviço contou com a participação do prefeito Ângelo Ferreira, […]

A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em parceria com o Governo Municipal de Sertânia, assinou ordem de serviço, nesta segunda-feira (15), para construção de um pátio para múltiplos usos no bairro do Ferro Novo.

A assinatura da ordem de serviço contou com a participação do prefeito Ângelo Ferreira, dos deputados Pedro Campos (federal) e Sileno Guedes (estadual) e de Elijalma Augusto, gerente administrativo da Codevasf.

Estiveram presentes ainda os secretários Tácio Henrique, Renato Remígio, Marco Aurélio, Paulo Henrique Ferreira, Ana Cristina Leandro, Jozenilda Batista, Wilson Zalma, Simoni Laet, Irineu Cordeiro e Antônio Cajueiro Neto. Também prestigiaram o evento os vereadores Washington Passos, Mundico, Tadeu Queiroz, Rita Rodrigues, Marinho do Ônibus e Niltinho Souza e o ex-prefeito, prof. Ivan.

Esse é mais um equipamento anunciado pela Codevasf no Estado que pretende promover a interação social nas comunidades atendidas, além de aquecer a economia local.

A Prefeitura se comprometeu com a Companhia em conceder livre acesso da população para utilização coletiva e assumiu ainda a responsabilidade pela guarda, manutenção e conservação do pátio.

Alertas de desmatamento, degradação do Rio Pajeú e nascentes ameaçam região

Representantes do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú estiveram no Debate das Dez da Rádio Pajeú. Eles voltaram a falar da pauta ambiental e da total falta de ação de governos e sociedade ante o desmatamento ilegal de nascentes e poluição desenfreada do Rio, sem um plano de tratamento dos esgotos. Estiveram nos estúdios […]

Representantes do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú estiveram no Debate das Dez da Rádio Pajeú.

Eles voltaram a falar da pauta ambiental e da total falta de ação de governos e sociedade ante o desmatamento ilegal de nascentes e poluição desenfreada do Rio, sem um plano de tratamento dos esgotos. Estiveram nos estúdios Ita Porto, presidente do Comitê  (Diaconia), o professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Genival Barros Júnior, um dos integrantes da Câmara Técnica da Bacia Hidrográfica do Pajeú, Manoel dos Anjos (CECOR) e a representante do Centro Sabiá, Riva Almeida.

Desertificação acelerada da caatinga, falta de cumprimento ou ausência de planos diretores, retirada de madeira ilegalmente sem nenhuma fiscalização, são apenas alguns dos problemas enfrentados. O professor Genival lembrou que a realidade socioeconômica tem relação direta com essa realidade. E lembrou Josué de Castro para dizer que, apesar do quadro, mantém a esperança na reversão desse cenário.

Após o Debate sobre o balanço da Caravana do Rio Pajeú, o grupo foi convocado pelo Promotor de Justiça de Afogados da Ingazeira, Lúcio Luiz de Almeida Neto, para tratar dos desdobramentos desses atos em seu evento de culminância.

O promotor fez sugestões à proposta e se colocou à disposição para estar junto nesse momento e oficializar ações de desdobramentos importantes para garantir que as reivindicações tenham peso jurídico com chances de cumprimento e monitoramento das recomendações.

“Foi uma reunião muito produtiva e saímos fortalecidos e fortalecidas, contando com o compromisso do poder judiciário no reforço da nossa luta enquanto Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú e da rede Pajeú de Agroecologia”, informou Ita Porto.

TCE dá 90 dias para Prefeituras apresentarem plano de ação de fim dos lixões

O Tribunal de Contas de Pernambuco decidiu determinar às prefeituras, que ainda não substituíram os “lixões” por aterros sanitários, que no prazo de 90 dias apresentem ao órgão de controle um plano de ação explicando como pretendem enfrentar o problema após esse período. Levantamento divulgado pelo TCE em março deste ano mostra que houve uma […]

O Tribunal de Contas de Pernambuco decidiu determinar às prefeituras, que ainda não substituíram os “lixões” por aterros sanitários, que no prazo de 90 dias apresentem ao órgão de controle um plano de ação explicando como pretendem enfrentar o problema após esse período.

Levantamento divulgado pelo TCE em março deste ano mostra que houve uma evolução no número de municípios que depositam seus resíduos sólidos em locais adequados, seguindo o que preceitua a Lei 12.305/2010. Mas, de acordo com o estudo do Núcleo de Engenharia do TCE, 105 dos 184 municípios pernambucanos ainda fazem uso de “lixões” ou de aterros que não atendem às exigências legais e ambientais.

Em razão disto, estabeleceu-se no TCE uma discussão sobre se os gestores públicos de primeiro mandato (que tomaram posse em 2017) deveriam ou não ser penalizados pela questão dos “lixões”.

Como os votos nem sempre eram uniformes, o Tribunal decidiu unificar o entendimento. Ou seja, essas auditorias especiais não mais serão julgadas regular ou irregular. Elas foram transformadas em “determinações” para que no prazo de 90 dias as prefeituras informem ao TCE em que situação se encontram e como pretendem regularizar a situação da destinação dos resíduos sólidos.

Pernambuco conta atualmente com apenas 17 aterros sanitários licenciados (cinco privados e 12 públicos). Segundo indicação do Plano Estadual de Resíduos Sólidos, realizado em 2012 pelo Governo do Estado, seriam necessários 54 para atender toda a demanda da população. Em 2018, foram instaurados 112 processos de Auditoria Especial para apurar o descumprimento pelos municípios da Lei de Resíduos Sólidos.

Lixão Zero 

O TCE, o Ministério Público de Contas e o Ministério Público de Pernambuco deram início em maio deste ano a uma parceria visando à implantação do projeto Lixão Zero, cuja meta é estabelecer um conjunto de ações para acabar com a situação irregular existente em 105 municípios do Estado, em cumprimento da Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos (nº 12.305/2010).

Prefeito de Pesqueira recebeu Hilux e R$ 77 mil de empresários favorecidos por fraudes, diz MPPE

Do Diário de Pernambuco O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) acusa o prefeito de Pesqueira, Cacique Marcos Xukuru (Republicanos), de receber indevidamente R$ 77 mil, em transações bancárias, e até uma Hilux, para uso pessoal, de empresários favorecidos em um suposto esquema de corrupção no Agreste. Cacique Marcos e outras 12 pessoas viraram réus na […]

Do Diário de Pernambuco

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) acusa o prefeito de Pesqueira, Cacique Marcos Xukuru (Republicanos), de receber indevidamente R$ 77 mil, em transações bancárias, e até uma Hilux, para uso pessoal, de empresários favorecidos em um suposto esquema de corrupção no Agreste.

Cacique Marcos e outras 12 pessoas viraram réus na última sexta-feira (25). A denúncia, obtida com exclusividade pelo Diario de Pernambuco, trata de organização criminosa, fraude em licitações e desvio de mais de R$ 15,7 milhões do município.

Os crimes teriam acontecido entre janeiro de 2021 e setembro de 2022. Também respondem à acusação os vereadores Jucenildo José Simplício Freira, conhecido como Sil Xukuru (PT), e José Maria Alves Pereira Júnior, o Pastinha Xukuru (PP), que é ex-presidente da Câmara Municipal de Pesqueira, além de funcionários públicos e empresários.

No documento, o MPPE afirma que Cacique Marcos seria o líder do esquema, responsável por validar os acordos e “bater o martelo” sobre as ações do grupo. Também diz ter encontrado provas de que ele “solicitou e aceitou promessa de vantagem indevida” de empresários.

Segundo a investigação, o direcionamento das licitações seria para retribuir o apoio financeiro – de cerca de R$ 2 milhões – recebido durante a campanha eleitoral de 2020.

Alvo da Operação Pactum Amicis, deflagrada pela Polícia Civil, o prefeito de Pesqueira chegou a ser afastado do cargo no início deste mês. Na ocasião, ele alegou inocência e disse ser vítima de perseguição política.

Indícios contra Cacique Marcos

Um dos casos que pesam contra o Prefeito de Pesqueira é o de uma tomada de preço, no segundo semestre de 2022, com suspeita de direcionamento para uma construtora. Segundo o MPPE, mensagens interceptadas na investigação mostram que um dos empresários envolvidos teria aceitado R$ 400 mil para não participar da disputa.

O acerto teria sido autorizado pelo próprio Cacique Marcos, segundo a promotoria. “Marquinho vai vir em casa aqui amanhã de manhã, pra gente resolver esse negócio da licitação lá de Pesqueira… aí eu passo uns 400 mil de obra pra Washington e eu vou sozinho entendesse?”, diz mensagem atribuída ao empresário Paulo Antônio Paezinho de Araújo, também denunciado. “Já conversei com o homem [Marquinhos] ta tudo resolvido, beleza?”, registra outro áudio.

Segundo o MPPE, em outra conversa, o mesmo investigado menciona que iria destinar “5% ao homem” para garantir a vitória em uma licitação. Essa seria uma das formas em que os participantes da suposta organização criminosa se referiam ao líder do esquema, também chamado de “chefe”, “cacique” ou “prefeito”.

A investigação aponta uma série de transferências bancárias envolvendo o prefeito de Pesqueira e empresas privadas. Os pagamentos fracionados serviriam para dissimular as propinas e lavar dinheiro, de acordo com a promotoria.

Segundo a denúncia, Cacique Marcos recebeu R$ 38.686, em sete depósitos bancários, da empresa Cavalcanti & Cavalcanti Ltda, ligada ao empresário José Janailson Cavalcanti, outro réu no processo. Os pagamentos seriam referentes “à sua cota na divisão ilícita de valores de contrato com a Compesa, conforme extrato bancário e diálogos interceptados”.

A promotoria diz, ainda, que encontrou uma anotação manuscrita (“Chefe 20.000 maio”), que seria referente a um pagamento de R$ 20 mil, além de canhotos de cheque, destinados a “Marquinhos”, no valor de R$ 18.400.

Em uma planilha de controle, atribuída a Cavalcanti, o MPPE afirma ter encontrado registro de que o prefeito recebeu um carro de luxo. “Verificou-se, ainda, o direcionamento de recursos da organização para seu benefício pessoal, como o uso de veículo Hilux associado ao seu nome”, diz.

“Ao receber as mencionadas vantagens indevidas, de forma dissimulada (…) [Cacique Marcos] concorreu, durante todo o período, para a Lavagem de Dinheiro Majorada pela Prática via Organização Criminosa”, afirma a promotoria, na denúncia.

Quem são os denunciados

Ao todo, o MPPE lista 15 certames com indícios de fraude em Pesqueira. Segundo a promotoria, o grupo era organizado em dois núcleos.

Formado por integrantes da Prefeitura, o núcleo “Público” seria responsável por direcionar concorrências, fornecer informações privilegiadas e aprovar pagamentos indevidos. Já o “Privado”, composto por empresários, pagavam propinas e participavam da lavagem dos valores obtidos.

Acusados de participar do primeiro núcleo, também viraram réus Adailton Suesley Cintra Silva Taumaturgo, então secretário municipal de Infraestrutura; Francisco Alves do Nascimento, engenheiro responsável por fiscalizar os contratos, e Adilson Ferreira, que foi presidente de Comissões Permanentes de Licitação entre 2021 e 2022.

A lista de empresários denunciados, além de Paezinho e Cavalcanti, inclui José Washington Marques Cavalcanti, apontado como o verdadeiro proprietário da DLG Construtora Ltda, registrada no nome de familiares.

Os outros réus são Rozelli Cícera de Souza, Maria Janaína Cavalcanti, Jaelson dos Santos Júnior e José Djailson Lopes da Silva. Esse último, que é 1º Tenente da Polícia Militar de Pernambuco, também responde à investigação na Corregedoria da Secretaria de Defesa Social (SDS).

O Diario procurou a Prefeitura e Câmara Municipal de Pesqueira neste domingo (27), mas ainda não obteve resposta. A defesa dos demais citados não foi localizada. O espaço segue aberto para manifestação.

Tabira: Ônibus adquirido com parceria entre Câmara e Prefeitura começa a atender população nesta 2ª

Comandada desde janeiro de 2015 pelo vereador Marcos Crente (PSB), a Câmara de Vereadores de Tabira vem cumprindo o seu papel tanto na fiscalização junto à administração pública, quanto na utilização adequada e responsável dos recursos repassados ao Legislativo. Adotando medidas necessárias para a contenção de despesas, o presidente Marcos Crente conseguiu fazer uma economia […]

DSCN3558Comandada desde janeiro de 2015 pelo vereador Marcos Crente (PSB), a Câmara de Vereadores de Tabira vem cumprindo o seu papel tanto na fiscalização junto à administração pública, quanto na utilização adequada e responsável dos recursos repassados ao Legislativo.

Adotando medidas necessárias para a contenção de despesas, o presidente Marcos Crente conseguiu fazer uma economia de R$ 100 mil que foram devolvidos à prefeitura e utilizados na compra de um ônibus para o Transporte Fora de Domicílio-TFD.

O ônibus adquirido tem capacidade para 50 passageiros e custou R$ 180 mil, sendo R$ 100 mil devolvidos pela Câmara e R$ 80 mil do Fundo Municipal de Saúde do município.

Segundo Marcos, para conseguir poupar o dinheiro do orçamento do Legislativo foi necessário fazer ajustes e um bom planejamento.

“Isso é reflexo de um trabalho que estamos fazendo desde que assumimos a presidência da Casa, temos comprometimento com a gestão responsável dos recursos e sabemos que esse dinheiro é muito importante para o município, principalmente nesse momento de crise”, disse.