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Marília Arraes comemora apoios a sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco

Por André Luis

A deputada lidera a corrida ao Palácio do Campo das Princesas com 28% das intenções de voto

A deputada federal e pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, filiou, neste sabado (2/4), ao Solidariedade, o ex-prefeito de Lajedo, Rossine Blesmany. Importante liderança política do Agreste Meridional, Rossine chega para se somar a outras lideranças que estão apoiando a pré-candidatura de Marília.

“É com muita alegria que recebemos Rossine, que chega para somar com sua experiência e competência”, afirmou. 

Ao longo da última semana,  se filiaram ao Solidariedade o prefeito reeleito de Paudalho, na Zona da Mata Norte, Marcelo Gouveia, que será o coordenador da campanha de Marília, e o deputado estadual Gustavo Gouveia, eleito em 2018 com mais de 50 mil votos. Ele disputará a reeleição pelo SD. 

“Marcelo e Gustavo são nomes que trazem um recall político fundamental para a construção da nossa pré-candidatura. Marcelo é um dos melhores prefeitos de Pernambuco.” 

Quem também declarou apoio à Marília foi Lula Cabral, ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho por três vezes e ex-deputado estadual por três mandatos, e a deputada estadual Fabíola Cabral, eleita com mais de 40 mil votos em 2018. Ambos irão integrar a chapa do Solidariedade neste ano. 

“Fiquei muito feliz com a vinda de Lula e Fabíola para a nossa chapa. Tenho certeza que os dois serão eleitos e farão um grande trabalho a partir do ano que vem”, afirmou Marília.

Sob o comando de Marília, o SD também recebeu a filiação do advogado Júlio Lóssio Filho, que disputou a Prefeitura de Petrolina em 2020 e é pré-candidato a deputado estadual.  “A chegada de Júlio Lóssio Filho é de grande importância e Petrolina e toda a região sabe disso”, destacou.

Os deputados estaduais Fabrizio Ferraz e Wanderson Florêncio também irão compor a chapa do Solidariedade nestas eleições.

Também se filiaram ao partido o pré-candidato a deputado estadual, Dr. Roland, e o ex-prefeito Palmeirina, Eudson Catão, pré-candidato a deputado federal.

Não se filiou ao Solidariedade, mas imputou apoio a Marília, o ex-prefeito de Petrolina Julio Lossio. Ele se filiou ao Agir 36 (antigo Partido Trabalhista Cristão – PTC), que apoiou Marília em 2020 quando disputou a Prefeitura do Recife.

Outras Notícias

Prefeitura de Itapetim inaugura Sala de Telessaúde com consultas online em cinco especialidades médicas

A Prefeitura de Itapetim inaugurou, nesta quinta-feira (5), uma Sala de Telessaúde destinada à realização de consultas online com médicos especialistas. O serviço funciona na Unidade Básica de Saúde (UBS) Alzira Alves, ao lado do Hospital Municipal Maria Silva, e foi implantado pela Secretaria Municipal de Saúde em parceria com o Governo Federal. A nova […]

A Prefeitura de Itapetim inaugurou, nesta quinta-feira (5), uma Sala de Telessaúde destinada à realização de consultas online com médicos especialistas. O serviço funciona na Unidade Básica de Saúde (UBS) Alzira Alves, ao lado do Hospital Municipal Maria Silva, e foi implantado pela Secretaria Municipal de Saúde em parceria com o Governo Federal.

A nova estrutura permitirá que pacientes recebam atendimento especializado por videoconferência, sem a necessidade de deslocamento para outros municípios em determinados casos. Segundo a gestão municipal, o serviço atenderá moradores de todas as localidades de Itapetim.

O acesso às consultas começa pela Unidade Básica de Saúde. Inicialmente, o paciente passa por uma avaliação médica e, caso seja identificada a necessidade de acompanhamento especializado, o profissional da unidade realiza o agendamento. No dia marcado, a consulta acontece de forma remota, com a presença do médico da UBS ao lado do paciente.


Nesta primeira etapa, serão oferecidos atendimentos em cinco especialidades: cardiologia, estomatologia, oncopediatria, psiquiatria ambulatorial e obstetrícia (PNAR).

Na área de cardiologia, a estrutura também permitirá a realização de eletrocardiogramas, quando houver indicação médica. O exame registra a atividade elétrica do coração e auxilia na avaliação de possíveis alterações cardíacas.

De acordo com a Prefeitura, o município trabalha para ampliar o número de especialidades disponíveis. A previsão também é implantar o serviço nos distritos de Piedade e São Vicente, embora ainda não tenham sido divulgadas datas para o início dos atendimentos nessas localidades.

A inauguração contou com a presença da prefeita Aline Karina, do vice-prefeito Chico, da secretária municipal de Saúde, Alda Araújo, além de vereadores, secretários, diretores municipais e profissionais da unidade.


O atendimento será realizado mediante avaliação e encaminhamento médico pela rede municipal de saúde. A Prefeitura não informou a quantidade de consultas previstas nem os horários específicos de funcionamento da Sala de Telessaúde.

Fotos: Divulgação

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Aliados de Lula repercutem renúncia de presidente do Paraguai e comparam crise do Ueno Bank ao caso Master

A renúncia do presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciada nesta quinta-feira (5), provocou reações de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes sociais. Parlamentares brasileiros associaram a crise política no país vizinho ao colapso do Ueno Bank, fizeram críticas a governos de direita na América Latina e estabeleceram comparações com o […]

A renúncia do presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciada nesta quinta-feira (5), provocou reações de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes sociais. Parlamentares brasileiros associaram a crise política no país vizinho ao colapso do Ueno Bank, fizeram críticas a governos de direita na América Latina e estabeleceram comparações com o escândalo do Banco Master, no Brasil.

Peña anunciou sua saída após perder apoio político em meio às denúncias de irregularidades envolvendo o banco paraguaio. A instituição, que atendia aproximadamente três milhões de clientes, sofreu intervenção do Banco Central depois que foram identificados problemas em sua situação financeira.

O caso ganhou dimensão política porque Peña havia sido acionista de uma empresa ligada ao grupo controlador do Ueno Bank até março de 2025. A instituição também administrava centenas de milhões de dólares em recursos públicos, incluindo depósitos relacionados à Previdência Social.

Entre os políticos brasileiros que repercutiram a renúncia está o deputado federal Marcelo Freixo (PT-RJ). Ele classificou a saída de Peña como mais uma derrota de aliados do presidente norte-americano Donald Trump na América Latina e criticou a relação entre interesses financeiros privados e governos.

A ex-ministra da Igualdade Racial Anielle Franco também se manifestou. Ela prestou solidariedade aos paraguaios afetados pela crise bancária e questionou modelos econômicos que, em sua avaliação, favorecem grupos financeiros em prejuízo dos trabalhadores.

O deputado Alencar Santana (PT-SP) relacionou o episódio à atuação de governos de direita e mencionou os brasileiros que se mudaram para o Paraguai atraídos pelas condições econômicas do país.

Já a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) destacou a proximidade política de Santiago Peña com Donald Trump e com integrantes da família Bolsonaro. Para ela, a renúncia representa um revés para esse campo político na América do Sul.

A comparação com o Banco Master também entrou nas discussões. No Brasil, a instituição financeira de Daniel Vorcaro teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, após problemas financeiros e irregularidades identificadas pelo órgão regulador.

Embora os dois episódios envolvam instituições financeiras submetidas à intervenção das autoridades e suspeitas de irregularidades, os processos têm características e desdobramentos distintos. No Paraguai, a crise atingiu diretamente a Presidência em razão dos vínculos empresariais anteriores de Peña com o grupo controlador do banco.

A renúncia do presidente paraguaio ainda depende de apreciação pelo Congresso. Após o anúncio, a Câmara dos Deputados aprovou a abertura de um processo de impeachment. A definição sobre a saída definitiva e seus efeitos institucionais caberá ao Legislativo do país.

Peña não assumiu responsabilidade pelas irregularidades investigadas e afirmou que decidiu deixar o cargo para preservar a estabilidade política e institucional do Paraguai.

Fonte: O Globo/CBN
Foto: Brenno Carvalho

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TSE encerra processo sobre quebra de sigilos de Lula e Flávio Bolsonaro

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou o encerramento do processo que tratava da abertura dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi publicada nessa quarta-feira (4) e extinguiu o pedido sem análise do mérito. Mendonça seguiu […]

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou o encerramento do processo que tratava da abertura dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi publicada nessa quarta-feira (4) e extinguiu o pedido sem análise do mérito.

Mendonça seguiu o parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), que se manifestou pelo encerramento do procedimento. O entendimento é de que não cabe à Justiça Eleitoral determinar quais informações pessoais os candidatos devem tornar públicas.

Segundo a manifestação acolhida pelo ministro, “o que se quiser divulgar é escolha de cada um, e avaliar essa escolha cabe ao eleitor”.

O processo teve origem durante a campanha presidencial de 2026, após um desafio feito por Lula a Flávio Bolsonaro no primeiro debate entre os candidatos antes do segundo turno. Na ocasião, o petista propôs abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, desde que o adversário adotasse a mesma medida.

Em 18 de outubro, Lula anunciou que encaminharia ao TSE uma autorização para a divulgação de informações pessoais e de seus cinco filhos, condicionada à abertura dos dados de Flávio e de seus familiares.

Entre os dias 20 e 22 de outubro, as duas campanhas apresentaram documentos ao tribunal para autorizar a divulgação das informações. Flávio também concordou com a proposta, mas acrescentou exigências e solicitou que a abertura abrangesse registros dos últimos 20 anos.

As equipes dos candidatos chegaram a apresentar um pedido conjunto para que o TSE requisitasse os dados e providenciasse sua divulgação simultânea ao público.

Antes da eleição, André Mendonça já havia esclarecido que não existia impedimento legal para a divulgação voluntária dessas informações. Entretanto, afirmou que a Justiça Eleitoral não tinha a atribuição de organizar ou determinar a exposição dos dados.

Com a decisão publicada nesta semana, o procedimento foi encerrado sem que o tribunal determinasse a quebra dos sigilos. Nenhum dos dois candidatos chegou a divulgar voluntariamente os dados previstos no acordo.

O encerramento do processo não representa uma decisão sobre a existência ou inexistência de irregularidades financeiras envolvendo os políticos. A análise ficou restrita à competência da Justiça Eleitoral para atuar no pedido apresentado durante a campanha.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Ricardo Stuckert e Raul Spinassé

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Bolsonaro pede para receber Rogério Marinho e Tereza Cristina em meio à disputa pela presidência do Senado

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu, nesta quinta-feira (5), autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que ele receba os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS). A solicitação ocorre em meio às articulações da oposição para a eleição da presidência do Senado, marcada para fevereiro de […]

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu, nesta quinta-feira (5), autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que ele receba os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS). A solicitação ocorre em meio às articulações da oposição para a eleição da presidência do Senado, marcada para fevereiro de 2027.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em Brasília e depende de autorização judicial para receber os parlamentares. No pedido encaminhado ao STF, os advogados sugeriram que as visitas sejam realizadas preferencialmente às terças, quartas ou quintas-feiras, em datas definidas por Moraes e respeitando as condições de segurança estabelecidas.

Os dois senadores anunciaram a intenção de disputar o comando do Senado. Na quarta-feira (4), o PL confirmou a candidatura de Rogério Marinho, líder da oposição na Casa e ex-ministro do Desenvolvimento Regional durante o governo Bolsonaro.

Tereza Cristina, que comandou o Ministério da Agricultura na mesma gestão, também mantém sua pré-candidatura. A senadora, integrante do PP, afirmou que continua conversando com Marinho sobre a possibilidade de um entendimento entre os dois.

A preocupação de setores da oposição é evitar a divisão de votos entre candidaturas do mesmo campo político, o que poderia favorecer o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que pretende disputar a recondução ao cargo e conta com apoio do governo Lula.

Entre as alternativas discutidas está um possível acordo para que Marinho e Tereza Cristina se alternem na presidência da Casa, com um deles disputando a eleição de 2027 e o outro a de 2029. Até o momento, entretanto, não há definição sobre essa possibilidade.

Rogério Marinho também recebeu apoio público do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que anunciou sua candidatura durante uma transmissão realizada dos Estados Unidos, para onde viajou após a derrota na eleição presidencial.

A disputa pela presidência do Senado ocorre em um momento de reorganização das forças políticas no Congresso, com partidos da oposição buscando ampliar sua influência na próxima legislatura.

O pedido de visitas ainda depende de decisão de Alexandre de Moraes. A solicitação apresentada pela defesa não significa que os encontros estejam autorizados.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Flávio Bolsonaro nega ter recebido ajuda na fuga para os EUA: “Vou levar para o túmulo”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou ter recebido ajuda de governos estrangeiros para deixar o Brasil após sua derrota na eleição presidencial. Em entrevista ao jornal americano The New York Times, publicada nesta quinta-feira (5), o parlamentar afirmou que organizou a viagem por conta própria e declarou que não pretende revelar os detalhes de como […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou ter recebido ajuda de governos estrangeiros para deixar o Brasil após sua derrota na eleição presidencial. Em entrevista ao jornal americano The New York Times, publicada nesta quinta-feira (5), o parlamentar afirmou que organizou a viagem por conta própria e declarou que não pretende revelar os detalhes de como chegou aos Estados Unidos.

“Não houve ajuda de absolutamente ninguém, de nenhum governo”, afirmou o senador. Questionado sobre o trajeto até Miami, acrescentou: “Como cheguei aqui, vou levar isso para o túmulo”.

A versão apresentada por Flávio contrasta com informações obtidas pelo jornal junto a autoridades norte-americanas. Segundo a reportagem, um funcionário da Casa Branca teria providenciado o avião particular utilizado na viagem, enquanto a entrada do senador nos Estados Unidos teria sido autorizada diretamente pelo presidente Donald Trump.

Flávio deixou o Brasil em 27 de outubro, dois dias depois de perder o segundo turno da eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A viagem ocorreu após uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para que entregasse seus passaportes à Polícia Federal no prazo de 24 horas.

O senador não cumpriu a determinação e deixou o país pela fronteira entre Foz do Iguaçu, no Paraná, e Puerto Iguazú, na Argentina. De lá, seguiu em uma aeronave particular que fez escala no Equador antes de chegar a Miami, em 28 de outubro.

Na entrevista, Flávio afirmou que decidiu sair do Brasil após visitar o pai, Jair Bolsonaro, e ser informado sobre a ordem de entrega dos documentos. Segundo ele, a decisão foi tomada juntamente com a esposa, Fernanda Bolsonaro, sem participação de aliados ou autoridades estrangeiras.

O parlamentar também declarou acreditar que seria preso caso permanecesse no Brasil. Flávio é investigado em procedimentos relacionados a suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção, mas ainda não foi formalmente denunciado nesses casos. Ele nega irregularidades e atribui as investigações a uma suposta perseguição política.

Durante a conversa, o senador voltou a questionar o resultado da eleição presidencial, classificando sua derrota como matematicamente impossível, sem apresentar provas de fraude.

A vitória de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e não foram apresentadas evidências de irregularidades capazes de alterar o resultado da votação. O presidente foi reeleito com uma vantagem de aproximadamente 4,4 milhões de votos.

Flávio afirmou que pretende buscar meios jurídicos para contestar o resultado, embora reconheça que as possibilidades de êxito são pequenas. Também disse que continuará acompanhando a política brasileira e apoiando propostas defendidas por seus aliados, como a redução da maioridade penal e a anistia para o pai e os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

O senador e sua família receberam autorização temporária para permanecer nos Estados Unidos. Ele não descartou retornar ao Brasil nem disputar novamente a Presidência da República.

Fonte: O Globo/The New York Times
Foto: Reprodução

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