É a primeira iniciativa do gênero da qual se tem notícias no Sertão do Estado. Caso gerou debate entre defensores do legado da vereadora e apoiadores de Bolsonaro
A vereadora Marielle Franco foi homenageada com o nome de uma rua em Sertânia, no Sertão do Moxotó. É a primeira iniciativa do gênero da qual se tem notícias no Sertão do Estado.
A rua recebeu o nome da vereadora fruto de projeto do vereador Antônio Henrique Ferreira dos Santos, o Fiapo (PSB) e teve aprovação dos pares.
A fixação da placa aconteceu nesta quinta com as presenças do prefeito Ângelo Ferreira, do vereador autor, integrantes da equipe de governo e do ex-deputado Estadual e presidente do PSOL em Pernambuco, Edilson Silva.
O projeto 001/2019 justifica a luta da vereadora, assassinada há um ano, na luta pelos direitos humanos. Os executores da legisladora foram presos esta semana. São os policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz.
Nas redes sociais, apoiadores de Jair Bolsonaro questionaram a homenagem alegando que Marielle não tinha serviços prestados em Sertânia que justificassem a placa, que fica no Bairro Jardim Cocane, perto da rodoviária.
Já os apoiadores da iniciativa argumentam que o caso tem que ser lembrado em todo o país para que ninguém seja assinado por suas posições políticas ou pela condição de mulher, KGBT e negra.
Da Folha de São Paulo Após o pior momento de sua relação com o governo de Michel Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse à Folha que, se quisesse, poderia ter dificultado a vida do presidente da República na votação da denúncia de corrupção passiva feita pela PGR (Procuradoria-Geral da República). “Não cabia […]
Após o pior momento de sua relação com o governo de Michel Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse à Folha que, se quisesse, poderia ter dificultado a vida do presidente da República na votação da denúncia de corrupção passiva feita pela PGR (Procuradoria-Geral da República).
“Não cabia à minha pessoa fazer nenhum movimento que me beneficiasse pessoalmente. Isso mancharia minha biografia”, disse o deputado, que nega almejar uma candidatura à Presidência por não ter “apoio popular necessário”.
Folha – Temer barrou a primeira denúncia com votos de 51% da Câmara, 53% dos presentes. Está longe dos 308 votos para aprovar qualquer PEC.
Rodrigo Maia – Olhando para a necessidade das reformas, precisa reconstruir parte da base para que se possa ter 308 votos necessários para aprovar principalmente a da Previdência. Mas, olhando para trás, para o momento de mais tensão do presidente nesta crise, foi um bom resultado.
Esse resultado dimensiona o tamanho da base?
Não, porque é uma votação atípica. Agora que vai ser mais delicado. O governo vai ter de esquecer o passado recente e construir uma base incluindo aqueles que votaram contra o presidente. Tem que ter muita tranquilidade, conversa.
O governo consegue reconquistar o PSDB?
Se estiver em cima da agenda de reformas, que também é a agenda do PSDB, tenho certeza de que o governo tem condição de reconstruir a maioria do PSDB apoiando as matérias do governo.
O centrão acha inadmissível o PSDB continuar com o mesmo espaço. A disputa dificulta o relacionamento com o PSDB?
Não adianta exigir do governo um posicionamento que pode inviabilizar a votação de projetos que podem gerar um resultado nos indicadores econômicos e, principalmente, na redução do desemprego.
Seus aliados diziam que o sr. avaliava a segunda denúncia como mais complicada para o presidente. Com a base que ele tem hoje, sobrevive?
Nunca disse. Ouvi isso de muita gente. A cada dez deputados, oito avaliavam dessa forma. As poucas vezes que falei foi para deixar claro que não ia me movimentar contra o presidente. Infelizmente, especularam movimentos meus que não existiram.
Qual a sua opinião? Ele sobrevive a uma próxima denúncia?
Ela não existe ainda. Se haverá ou não segunda denúncia é uma questão que não está sob meu comando.
Hoje há possibilidade de se derrubar o presidente?
Ele venceu a primeira denúncia. Não posso falar de hipótese que não conheço.
Quando a crise se agravou, seu entorno começou mobilização para eventual governo seu. clima mudou. Dizem que o sr. se recolheu porque seria alvo de delação. Por que esse discurso esfriou?
Porque vocês apuram mal. Se vocês apurassem bem, você ia ver que eu nunca me mexi para governo Maia algum.
Por que o sr. nunca desmentiu?
Sempre desmenti isso. Mas muitos preferem a matéria do que a verdade. Infelizmente é assim. E os resultados das dez votações provam isso.
O sr. também nega que seu entorno tenha se movimentado?
Eu não tenho entorno. Não tenho patota. Sou presidente da Câmara porque não tenho patota. Entendeu?
Mas tem aliados.
Ninguém ouviu da minha boca que eu ia ficar contra o presidente da República.
Em algum momento o sr. pensou que, se quisesse, teria condições de derrubar o presidente?
Eu teria condições de gerar uma votação muito difícil para o presidente na última quarta-feira e não o fiz. O resultado é prova disso.
Por que o sr. não fez?
Acredito que não cabia à minha pessoa fazer nenhum movimento que me beneficiasse pessoalmente. Isso mancharia minha biografia. Sou de um partido da base do governo, que apoia o presidente. Não cabia este movimento.
O sr. pretende disputar a Presidência da República?
Pretendo ser deputado. Sou candidato à reeleição.
Por que não a Presidência?
Eleição presidencial não se constrói da noite para o dia nem eu tenho a projeção necessária, o apoio popular necessário para estar pensando nisso neste momento. Não é a presidência da Câmara que gera as condições para você ser candidato nem a governador nem a presidente da República. Acho que não tenho votos majoritários no Rio e muito menos a nível nacional para ter a pretensão de me colocar candidato a presidente.
Como lidou com a pecha de “traidor” e “conspirador” que lhe foi atribuída por integrantes do Planalto quando se discutia eventual governo seu?
Este é assunto do passado. Os resultados na CCJ e no plenário provam que assessores do Planalto mais atrapalharam o presidente que ajudaram.
Após a sessão de quarta, o sr. disse que “o entorno do presidente teve uma relação muito ruim comigo”. O que houve?
Já passou. Este assunto já está encerrado para mim. O tempo vai resolver minha relação com o governo.
De 0 a 10, que nota o sr. dá para sua relação com o governo?
Nove. Não preciso esperar os seis segundos [quando a mesma pergunta foi feita pela Folha ao ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, sobre o grau de confiança em Maia, ele levou este tempo para responder.
Por que não 10?
Você não constrói relações perfeitas em nenhum ambiente. Nem na sua casa, nem no seu trabalho. É óbvio que não tem relação perfeita, mas é uma relação muito boa.
O prefeito Edmilson Alves dos Reis (MDB) e o vice-prefeito José Amarildo (PSB) do município de Teixeira/PB, tiveram os mandatos cassados pelo juiz da 30ª Zona Eleitoral, Carlos Gustavo Guimarães Albergaria Barreto. Cabe recurso da decisão ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba. O prefeito informou ao Jornal da Paraíba que vai recorrer após ser notificado. […]
O prefeito Edmilson Alves dos Reis (MDB) e o vice-prefeito José Amarildo (PSB) do município de Teixeira/PB, tiveram os mandatos cassados pelo juiz da 30ª Zona Eleitoral, Carlos Gustavo Guimarães Albergaria Barreto.
Cabe recurso da decisão ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba. O prefeito informou ao Jornal da Paraíba que vai recorrer após ser notificado. A sentença foi publicada nesta quarta-feira (31), no Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).
O prefeito Edmilson Alves dos Reis (MDB) e o vice-prefeito José Amarildo Meira de Vasconcelos (PSB) foram acusados por abuso de poder político praticado nas Eleições de 2016.
Uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) foi aberta após representação pela coligação adversária durante as últimas eleições. O juiz determinou a perda dos diplomas do prefeito e vice, incluindo a aplicação de inelegibilidade por oito anos e a realização de novas eleições para os cargos majoritários no município.
Faleceu às 11h30 da manhã desta sexta-feira (10), no Hospital Regional Emília Câmara o radialista Anchieta Santos, 61 anos. Nas últimas horas, seu quadro teve um agravamento e os médicos informaram à família que era irreversível. Ele estava internado na unidade. Ele foi operado dia 5 de julho no Hospital da Restauração para tratar um […]
Faleceu às 11h30 da manhã desta sexta-feira (10), no Hospital Regional Emília Câmara o radialista Anchieta Santos, 61 anos. Nas últimas horas, seu quadro teve um agravamento e os médicos informaram à família que era irreversível. Ele estava internado na unidade.
Ele foi operado dia 5 de julho no Hospital da Restauração para tratar um tumor no cérebro. O procedimento foi conduzido pela equipe do neurocirurgião Paulo Brayner.
Desde então, o radialista alternou momentos de melhora e de complicações. A família pediu privacidade e orações. Foi informado pelo médicos ainda em Recife que o tipo de tumor que acometeu Anchieta era extremamente agressivo e invasivo.
O comunicador apresentou seu último programa dia 18 de junho, com um quadro de fortes dores que duravam alguns dias e não cedia a remédios convencionais. Se despediu dizendo: “um abraço a todos e até amanhã, se houver amanhã”. Não voltou mais.
Anchieta Santos é um dos profissionais mais respeitados da história da Rádio Pajeú. Iniciando sua vida na radiodifusão na década de 70, é responsável pela formação de muitos profissionais e também pela migração para o rádio notícia, marca da Pajeú até hoje.
Natural de Carnaíba, filho do casal Nair e Valdeci, Começou com um programa da Igreja Católica chamado “O Galileu”, convidado por Osório Rodrigues. Era acompanhado por Waldecyr Menezes, que percebeu seu talento e o convidou para participar da programação da emissora. “Ficava esperando algum comunicador faltar para assumir”.
Para se ter uma ideia de sua importância, da atual formação da emissora, boa parte foi formada por ele: Aldo Vidal, Nill Júnior, Celso Brandão, Augusto Martins, Michelli Martins, só para dar alguns exemplos, foram formados ou descobertos por ele, fora ou quando já tinham alguma atividade na Rádio Pajeú.
Nos anos 80, especialmente em 1983, imprimiu sua marca a programas como o Rádio Repórter Pajeú e Grande Jornal Falado. Passou por outras emissoras como A Voz do Sertão, Liberdade de Caruaru, Rádio Jornal Caruaru, Rádio Clube de Pernambuco, Cardeal Arcoverde e recentemente Cidade FM de Tabira. Mas nunca escondeu seu grande amor e identidade com a Rádio Pajeú.
Nos últimos anos, apresentava o programa Rádio Vivo. Na reformulação da grade da emissora, em 2001, Anchieta estava tocando outros projetos. Mas, convidado pela então Gerência de Programação, voltou à sua casa. Amava fazer o Rádio Vivo, um desafio pelo horário, das 5h às 7h da manhã, mas dizia gostar muito por “poder informar primeiro”.
Em entrevista a Fernando Pires em 2007, disse: “até o início dos anos 90 a Pajeú viveu a fase de entretenimento. Não tinha a parte informativa, comandada pelo professor Waldecyr Xavier de Menezes. Foi uma fase da carta, da música, da brincadeira, do entretenimento”.
Disse que a parte da conscientização já existia com Dom Francisco. “Depois de a gente ter passado por rádios em Serra Talhada e Caruaru, a grande escola da época, convidados por Doutor Rogério Oliveira, passamos a fazer dois programas diários de jornalismo, o Grande Jornal das 6h30 ás 7h e o Rádio repórter Pajeú, de 11h30 às 12h”.
“Sou o último produto de Waldecyr Menezes no Rádio”, brincava em homenagem a quem considerava um mestre, assim como o Monsenhor Assis Rocha, o Diretor com o qual ele mais conviveu e respeitou, a ponto de convidá-lo para retomar um comentário semanal na Rádio Pajeú até este sábado, 11. “É meu amigo e irmão. Tenho uma admiração por ele muito grande”.
Passou da fase da rádio escuta, tendo que ouvir rádios de fora para informar à internet, com a informação em tempo real. “Pelo que eu conheço de rádio, a rádio referência de informação no interior você tem Caruaru, Petrolina e Afogados da Ingazeira com a Rádio Pajeú”, disse em 2007. Elogiava a contribuição do Monsenhor João Acioly, Diretor Administrativo á época.
No mesmo documentário, lembrou de Rogério Oliveira, Fernando Souza, Zé Leite, Ednar Charles, Carlos Pessoa, Dinamérico Lopes, Abílio Barbosa, Miguel Alcântara, Márcia Xavier, Tatiana Genésio, Sônia Ricardo, Geni Rodrigues, Naldinho Rodrigues, Luciete Martins, Adalva Duarte, Roberval Medeiros, Juracy Torres, João Almeida e Marlene Brito.
Era fundador da equipe esportiva Seleção do Povo, que teve nomes como Wanderley Galdino, Elias Mariano, Augusto Martins, José Patriota, Celso Brandão, Nill Júnior, Aldo Vidal e tantos outros nomes. Atuou inicialmente como narrador e atualmente, comentarista esportivo.
Era também conhecido como o “maior palanqueiro do Brasil”, marcado por campanhas históricas de Miguel Arraes a apresentação de eventos de presidenciáveis como Luiz Inácio Lula da Silva. Trabalhou intensamente nas eleições municipais de 2020 em várias cidades, emprestando sua voz potente aos palanques e ao guia eleitoral em cidades de Pernambuco e Paraíba.
Tinha três filhos, Marlon, Rhayssa e Laysa Era casado com Marineide Santos. Tinha ultimamente um amor especial pelos netos que vinham chegando. A morte de Anchieta gera comoção e dor nas redes sociais.
Velório e sepultamento: o velório acontecerá no Cine Teatro São José. Antes, o corpo será levado para Tabira, onde será velado na Cidade FM. Depois será trazido para Afogados. Será montado um esquema de segurança para organizar filas e evitar gerar aglomerações. O sepultamento acontecera na tarde deste sábado (11), 17h. O cemitério será o São Judas Tadeu.
A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu, nessa terça-feira (29), o apoio de integrantes da Primavera Socialista, corrente interna do PSOL em Pernambuco. A manifestação ocorre na reta final da campanha e se soma à orientação adotada pela direção estadual do partido para a segunda vaga ao Senado. Entre os nomes que anunciaram apoio […]
A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu, nessa terça-feira (29), o apoio de integrantes da Primavera Socialista, corrente interna do PSOL em Pernambuco. A manifestação ocorre na reta final da campanha e se soma à orientação adotada pela direção estadual do partido para a segunda vaga ao Senado.
Entre os nomes que anunciaram apoio estão João Arnaldo (PSOL), que integrou a chapa de Marília na disputa pela Prefeitura do Recife em 2020, além dos candidatos a deputado estadual Carlos Freitas, Eduardo Paysan, Ruana Bezerra, Alda Arantes e Daniel Valença. As candidatas a deputada federal Márcia Azevedo e Jessica Medeiros também participaram da manifestação.
Durante o encontro, Marília destacou a aproximação política com integrantes do PSOL apesar de divergências entre os partidos.
“Aqui a gente já travou muitas batalhas juntos. Nossas convergências são infinitamente maiores que nossas divergências. Pernambuco tem uma responsabilidade com o Brasil: eleger dois senadores comprometidos com a governabilidade do presidente Lula”, afirmou.
João Arnaldo relacionou o apoio à disputa nacional e à composição do Senado.
“Parte da luta de eleger Lula presidente está também no desafio de eleger Marília senadora”, declarou.
O apoio ocorre poucos dias depois de a direção estadual do PSOL aprovar uma resolução orientando sua militância a concentrar o segundo voto para o Senado em Marília Arraes ou Humberto Costa (PT).
A Federação PSOL-Rede tem Paulo Rubem Santiago (Rede) como candidato ao Senado em Pernambuco. Como duas vagas estão em disputa neste ano, o partido manteve a candidatura de Paulo Rubem e liberou a indicação do segundo voto entre Marília e Humberto.
A resolução estadual também orientou candidatos e militantes da federação a participarem das campanhas de Lula à Presidência e dos dois candidatos indicados para o segundo voto ao Senado.
Foto: Léo Caldas
Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr
A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu, esteve em Brasília nesta quarta-feira (23) e utilizou suas redes sociais para divulgar os resultados de uma reunião com o deputado federal Carlos Veras (PT), que também é o primeiro-secretário da Câmara dos Deputados. Durante o encontro, foram discutidas ações em benefício do município. Segundo Pollyanna, o deputado se […]
A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu, esteve em Brasília nesta quarta-feira (23) e utilizou suas redes sociais para divulgar os resultados de uma reunião com o deputado federal Carlos Veras (PT), que também é o primeiro-secretário da Câmara dos Deputados.
Durante o encontro, foram discutidas ações em benefício do município. Segundo Pollyanna, o deputado se comprometeu com a destinação de uma emenda parlamentar voltada ao fortalecimento da saúde pública local, além de apoiar a construção de um novo Pátio Multiuso, espaço destinado a atividades de lazer e cultura.
A agenda também incluiu a articulação para a realização da 1ª Corrida das Águas, evento esportivo que visa promover qualidade de vida e incentivar a prática de atividades físicas na cidade.
“Em visita ao gabinete do deputado federal e primeiro-secretário da Câmara, Carlos Veras, reafirmamos nosso compromisso com o progresso de Sertânia”, escreveu a prefeita. “Agradecemos ao deputado Carlos Veras por sua parceria e dedicação ao desenvolvimento de Sertânia. Juntos, seguimos avançando!”, completou.
A agenda na capital federal faz parte das articulações da gestão municipal para buscar recursos e apoio a novos projetos estruturantes.
Você precisa fazer login para comentar.