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Márcia Conrado participa de seminários do TCE e TJPE no Recife

Por André Luis

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, esteve no Recife nesta terça-feira (18), onde participou de dois eventos voltados à gestão pública e à colaboração entre os órgãos do Estado. 

Pela manhã, ela participou do Seminário de Novos Gestores Municipais promovido pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), ao lado do vereador Manoel Enfermeiro, e à tarde, representou os prefeitos e prefeitas do Estado no Simpósio: Cooperação Judiciária Interinstitucional e Execução Fiscal, realizado pelo TCE-PE em parceria com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

“É fundamental que os gestores municipais estejam atualizados sobre as boas práticas de gestão pública, especialmente em tempos de crise. O evento do TCE-PE traz um conteúdo relevante, que contribuirá diretamente para melhorar a qualidade dos serviços públicos oferecidos à população de Serra Talhada e de todo o Estado”, afirmou a prefeita Márcia Conrado.

À tarde, Márcia Conrado participou do Simpósio: Cooperação Judiciária Interinstitucional e Execução Fiscal, cujo objetivo foi estreitar o diálogo entre as instituições estaduais e melhorar as estratégias de execução fiscal e recuperação de créditos municipais. O evento proporcionou um espaço para debates e o fortalecimento das ações conjuntas entre os tribunais, com ênfase na eficiência da gestão fiscal e no aumento da arrecadação para os municípios.

“A cooperação entre os tribunais é essencial para que possamos implementar soluções eficazes na recuperação de créditos e no aprimoramento das políticas fiscais municipais. O simpósio foi uma grande oportunidade para trocar experiências e alinhar estratégias que beneficiarão todos os municípios pernambucanos”, destacou a prefeita.

Outras Notícias

Brasil sob ataque

Por Jamil Chade – colunista do Uol O governo dos EUA, com sua base de extrema direita e aliado ao movimento ultraconservador no mundo, decidiu que causar uma profunda instabilidade política no Brasil é uma prioridade estratégica. Não implementou tarifas. Mas sanções. Não aplicou vetos individuais contra juízes. Fez um ataque às instituições de um […]

Por Jamil Chade – colunista do Uol

O governo dos EUA, com sua base de extrema direita e aliado ao movimento ultraconservador no mundo, decidiu que causar uma profunda instabilidade política no Brasil é uma prioridade estratégica.

Não implementou tarifas. Mas sanções.

Não aplicou vetos individuais contra juízes. Fez um ataque às instituições de um país.

O governo brasileiro já sinalizou que não negocia sua soberania. Mas reconhecer a gravidade dos atos é necessário, inclusive para que haja uma compreensão de quem está de que lado nessa história.

Por anos, a extrema direita mundial construiu e costurou uma aliança com o objetivo de chegar ao poder pelo mundo. A meta é a de desconstruir a ordem internacional, os parâmetros civilizatórios e, em seu lugar, erguer um mundo à sua imagem e semelhança.

Ganharam, na posse de Donald Trump, a arma que precisavam. A Casa Branca passou a desvirtuar leis nacionais para usar contra estrangeiros, assumiu e repetiu narrativas mentirosas e acolheu os movimentos ultranacionalistas que flertam com o neofascismo.

O Brasil passou a ser o campo de provas dessa ofensiva pelo desmonte de um mundo que, para esses grupos, é um obstáculo. Não se trata aqui de defender ou não Lula. De simpatizar ou não com Alexandre de Moraes.

O que está em jogo é a capacidade de a jovem democracia do país sobreviver a um ataque externo e que conta com a ajuda de seus capachos “patriotas”.

Reduzir o desafio que o Brasil enfrenta hoje como uma questão tarifária é uma ilusão. Imaginar que memes vão ser suficientes é ingênuo.

Hoje, o país está sob ataque. O teste é ambicioso: descobrir se uma democracia da dimensão de um país de 200 milhões de pessoas resiste à ofensiva radical da extrema direita globalizada e seu arsenal.

PF recupera mensagens enviadas a Temer no celular de Rocha Loures

Perícia realizada em aparelho mostra que ex-assessor conversou com presidente sobre ser indicado para assumir vice-presidência da Caixa. Material está em inquérito que os investiga. Do G1 Durante perícia no celular do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), a Polícia Federal conseguiu recuperar mensagens enviadas por ele ao presidente Michel Temer e que haviam sido apagadas. […]

Perícia realizada em aparelho mostra que ex-assessor conversou com presidente sobre ser indicado para assumir vice-presidência da Caixa. Material está em inquérito que os investiga.

Do G1

Durante perícia no celular do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), a Polícia Federal conseguiu recuperar mensagens enviadas por ele ao presidente Michel Temer e que haviam sido apagadas.

Nas mensagens, Rocha Loures conversa com Temer sobre possíveis cargos que ele poderia ocupar no governo. A Polícia Federal afirma que as anotações não têm data, mas desconfia que sejam de 2014, quando Loures concorreu para deputado federal, mas foi derrotado.

Em uma das mensagens ele afirma que teve “uma ótima conversa com Henrique” e que pediu apoio a ele para permanecer em Brasília. Ele afirma que poderia ocupar a vice-presidência da Caixa, que foi ocupada anteriormente pelo atual ministro Moreira Franco.

“Michel, acabo de ter ótima conversa com Henrique. Pedi a ele apoio para permanecer em Brasília. Ele concordou e sugeriu a VP Caixa ocupada anteriormente pelo Moreira. Ressaltou-me que pelo meu perfil e estilo posso ajudá-Io e apoiá-lo (agora e no futuro)”, diz a mensagem.

Uma segunda mensagem enviada por Loures diz: “Michel, pode ser ltaipu. ldealmente, como sabe, gostaria de estar em Brasília ao seu lado servindo nosso governo, ao PMDB e ao Paraná. O que você decidir está bom para mim”.

Procurada, a assessoria de Michel Temer negou que o presidente tenha discutido com Rocha Loures a possibilidade de indicá-lo para Itaipu.

Rocha Loures foi indicado para o cargo de assessor especial da Presidência por Temer, mas deixou o cargo para assumir o posto de deputado federal. Ele assumiu o mandato como suplente de Osmar Serraglio, que foi ministro da Justiça.

Depois que Serraglio foi exonerado do cargo e retomou o mandato na Câmara, Rocha Loures foi preso pela Polícia Federal.

Deputado alerta para possível paralisação da Civil no Carnaval

A possibilidade de paralisação da Polícia Civil durante o Carnaval foi apresentada pelo deputado Joel da Harpa (PP), durante a Reunião Plenária desta terça (11). O parlamentar informou que na próxima quinta, a categoria realiza uma Assembleia Geral e o deputado esteve reunido com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis, Áureo Cysneiros, para tratar […]

A possibilidade de paralisação da Polícia Civil durante o Carnaval foi apresentada pelo deputado Joel da Harpa (PP), durante a Reunião Plenária desta terça (11).

O parlamentar informou que na próxima quinta, a categoria realiza uma Assembleia Geral e o deputado esteve reunido com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis, Áureo Cysneiros, para tratar do assunto.

Ele fez um apelo ao Governo do Estado para que chame o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol-PE) para a mesa de negociação. “Não podemos ficar sem a nossa Polícia Civil no período carnavalesco. Faço um apelo ao Governo de Pernambuco para que possa chamar os companheiros, a fim de abrir um canal de diálogo. Até a Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe) sinalizou que pode apoiar esse movimento do Sinpol”, declarou o deputado na tribuna.

O parlamentar disse que pretende estar presente à assembleia desta quinta e apresentou a pauta de reivindicações do Sinpol.   A categoria pede salário inicial de R$ 6 mil, novo enquadramento no Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) para todos os policais civis (incluindo os que estão em estágio probatório) e unificação dos cargos de agente e escrivão, entre outras demandas relativas à carreira.

Joel também alertou sobre os policiais militares. “O que temos visto em Estados vizinhos, como Paraíba, Ceará e Alagoas, é que policiais civis e militares estão criando movimentos unificados de reivindicação. Se a Polícia Civil já tem ameaças de paralisação, eu me preocupo com o que pode haver também na Polícia Militar. Seria uma coisa muito difícil para toda a população”, conclui.

Serra Talhada: Pedro Campos agradece homenagem ao pai

O deputado federal eleito acompanhou a inauguração do Hospital Eduardo Campos Já diplomado deputado federal, Pedro Campos representou a sua família na inauguração da segunda etapa do Hospital Eduardo Campos, localizado no município de Serra Talhada.  Durante o evento, realizado nesta terça-feira (20), ele fez uma fala emocionada de agradecimento pela homenagem ao seu pai, […]

O deputado federal eleito acompanhou a inauguração do Hospital Eduardo Campos

Já diplomado deputado federal, Pedro Campos representou a sua família na inauguração da segunda etapa do Hospital Eduardo Campos, localizado no município de Serra Talhada. 

Durante o evento, realizado nesta terça-feira (20), ele fez uma fala emocionada de agradecimento pela homenagem ao seu pai, governador de Pernambuco por dois mandatos.

“É um momento de grande emoção ver esse novo ciclo que se inicia aqui. Primeiro, parabenizo o governador Paulo Câmara por seguir firme na missão de cuidar do povo pernambucano. A construção desse hospital começou há muitos anos, quando Eduardo Campos ousou dizer que o estado iria ter três novos grandes hospitais metropolitanos. Muita gente não acreditou, mas ele honrou o compromisso. Depois, avançamos com o Mestre Vitalino, todas as UPAs e as OSs. E agora estamos chegando a mais uma entrega, dessa vez nessa unidade que vai receber tantos pernambucanos do Sertão. Isso só aumenta a nossa responsabilidade para continuar lutando e trabalhando pelas pessoas”, ressaltou, ladeado por Renata Campos e seu irmão, José Campos.

“Tenho certeza que as refeições, roupa de cama trocada, atendimento, cirurgia e exame realizado terão um pouco do dedo de cada um de vocês que viabilizaram esse Hospital e de Eduardo Campos, que começou essa história na saúde”, pontuou.

A unidade conta com leitos de internação, de emergência, bloco cirúrgico, setor de imagem e ambulatório. Vai desafogar parte importante da demanda por atendimentos que vem do interior do estado, principalmente de cidades do entorno do Pajeú, mas também de localidades espalhadas por outras microrregiões sertanejas, atendendo a uma demanda de 35 municípios.

“A gente sabe todo o esforço que é trabalhar na saúde pública, o quanto isso demanda recursos. Eduardo Campos revolucionou a saúde de Pernambuco em 8 anos, entregando hospitais e estruturando toda a rede. Coube a nós a tarefa de ampliar os serviços no Sertão e Agreste”, destacou o governador Paulo Câmara.

Também presente no evento, a prefeita Márcia Conrado destacou “a nova página” que se cria na história da saúde do povo sertanejo, com o hospital contando com investimento de mais de R$ 70 milhões. No total, são 90 leitos de internação e 63 de emergência, em uma área construída de 10.000 metros quadrados.

Lula diz que vai se entregar e provar sua inocência: ‘Não estou escondido’

G1 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou neste sábado (7) em frente à sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo Campo, negou os crimes pelos quais foi condenado, disse que vai se entregar e provar sua inocência. Ele saiu do prédio para participar de um ato religioso e falou pela […]

G1

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou neste sábado (7) em frente à sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo Campo, negou os crimes pelos quais foi condenado, disse que vai se entregar e provar sua inocência. Ele saiu do prédio para participar de um ato religioso e falou pela primeira vez desde sua ordem de prisão, expedida na quinta-feira (5).

Lula afirmou que está agindo de forma “consciente”. “Mas muito consciente. Eu falei para os companheiros: ‘Se dependesse da minha vontade, eu não iria. Mas eu vou’. Eu vou porque eles vão dizer a partir de amanhã que o ‘Lula está foragido’, que o ‘Lula está escondido'”.

“Eu não estou escondido. Eu vou lá na barba deles, para eles saberem que eu não tenho medo, para eles saberem que eu não vou correr e para eles saberem que eu vou provar a minha inocência. Eles têm que saber disso.”

Depois do discurso, Lula voltou ao prédio do sindicato. Para o ex-presidente, haverá continuidade após a prisão. “Minhas ideias estão pairando no ar, não há como prendê-las. Quando eu parar de sonhar, eu sonharei pela cabeça de vocês. Não adianta achar que tudo vai parar quando o Lula enfartar, o meu coração baterá pelo coração de vocês. Por milhões de corações. Não adianta acharem que vão fazer com que eu pare, eu não pararei porque não sou mais um ser humano. Eu sou uma ideia”, disse.