Manoel Santos e Pedro Eugênio entraram no Partido dos Trabalhadores por idealismo e não para fazer negócio
Por Nill Júnior
O PT de Pernambuco saiu fragilizado das eleições de 2014 ao perder a disputa pela vaga do Senado com o ex-prefeito do Recife, João Paulo, que liderou as intenções de voto até a semana que antecedeu o pleito.
Amargou também a inesperada derrota dos dois deputados federais que tinha, Pedro Eugênio e Fernando Ferro, a não eleição para a Câmara Federal de João da Costa e Mozart Salves, e a não reeleição para a Assembleia Legislativa do deputado Sérgio Leite.
Em resumo, o partido saiu menor daquelas eleições em que pese ter administrado o Recife durante 12 anos e ter assistido à reeleição da presidente Dilma Rousseff.
Para complementar essa má fase, o partido perdeu no espaço de apenas 48 horas dois dos seus melhores quadros, e aqui não significa lugar comum: Manoel Santos e Pedro Eugênio. Ambos era produtos da luta política e não disputaram mandato para fazer negócio. Por isso vão fazer uma falta enorme ao partido. A análise é de Inaldo Sampaio, em sua coluna Fogo Cruzado.
Na manhã desta sexta-feira (8), o prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, entregou um novo caminhão compactador de lixo para o serviço de limpeza urbana no município. Além do veículo 0 Km, três ensiladeiras e duas grades aradoras também foram entregues para os agricultores. Os equipamentos são fundamentais para o trabalho do homem do campo. Essas […]
Na manhã desta sexta-feira (8), o prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, entregou um novo caminhão compactador de lixo para o serviço de limpeza urbana no município.
Além do veículo 0 Km, três ensiladeiras e duas grades aradoras também foram entregues para os agricultores. Os equipamentos são fundamentais para o trabalho do homem do campo.
Essas novas aquisições são fruto de emendas do deputado federal Felipe Carreras.
Além do prefeito Adelmo, a entrega também contou com a presença do vice-prefeito Chico de Laura, além de secretários e diretores municipais.
No Brasil, foi removida uma rede de 196 páginas administradas por 87 perfis falsos que estariam disseminando notícias mentirosas e desinformação Da Folha PE Em nota publicada em seu perfil no Facebook, Mark Zuckerberg, fundador da rede social, disse que a empresa hoje foca em evitar interferências eleitorais por desinformação e contas falsas. Segundo ele, entre outubro e março […]
No Brasil, foi removida uma rede de 196 páginas administradas por 87 perfis falsos que estariam disseminando notícias mentirosas e desinformação
Da Folha PE
Em nota publicada em seu perfil no Facebook, Mark Zuckerberg, fundador da rede social, disse que a empresa hoje foca em evitar interferências eleitorais por desinformação e contas falsas. Segundo ele, entre outubro e março deste ano, o Facebook removeu cerca de 1 bilhão de perfis fakes na rede social.
Zuckerberg mencionou que o Facebook removeu uma rede de 196 páginas administradas por 87 perfis falsos no Brasil, que estariam disseminando notícias mentirosas e desinformação. Entre os conteúdos removidos estão páginas ligadas a apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL), ao Movimento Brasil Livre (MBL) e a Flávio Rocha, ex-candidato à Presidência pelo PRB, que disseram que as remoções são censura à opinião política dos perfis que as mantinham.
A remoção das páginas se tornou objeto de representação oferecida à procuradora-geral da República Raquel Dodge pelo procurador Ailton Benedito de Souza, do Ministério Público de Goiás. O procurador embasou pedido contra o Facebook alegando restrição de liberdade de expressão após audiência com representantes do MBL e do PSL (partido de Jair Bolsonaro).
A nota escrita por Zuckerberg é a primeira de uma série que o executivo pretende publicar até o fim do ano.
O Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, ouviu, nesta terça-feira (12), o prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques. Ele falou sobre o seminário Novos Gestores realizado pela Amupe em Gravatá com orientações para os prefeitos eleitos e reeleitos em outubro deste ano. Durante sua fala, Flávio antecipou que irá a Brasília duas vezes este […]
O Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, ouviu, nesta terça-feira (12), o prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques. Ele falou sobre o seminário Novos Gestores realizado pela Amupe em Gravatá com orientações para os prefeitos eleitos e reeleitos em outubro deste ano.
Durante sua fala, Flávio antecipou que irá a Brasília duas vezes este ano. A primeira ida será para participar do encontro da CNM – Confederação Nacional dos Municípios – que reunirá também os novos gestores.
A segunda ida à capital federal será para fazer o que ele chamou de verdadeira peregrinação nos gabinetes dos ministros, deputados e senadores em busca de verbas para Tabira. Nessa missão estará com ele o deputado federal Carlos Veras.
Flávio disse que todos os ofícios com pedidos já estão prontos. Provocado a dizer, em primeira mão, um dos pedidos que levará na bagagem, o prefeito eleito disse que uma das pautas será para aumentar a verba da Saúde.
Disse também que está construindo uma grande e competente equipe que vai cuidar da Saúde em Tabira e que em breve estará anunciando o novo modelo de gestão e funcionamento da unidade municipal. Flávio disse que em seu governo a Saúde, Agricultura e Educação terão uma atenção especial. As informações são do Instagram de Júnior Alves.
Em entrevista coletiva da Frente Parlamentar do Observatório da Pandemia — grupo criado para fiscalizar e acompanhar os desdobramentos jurídicos, legislativos e sociais das conclusões da CPI da Pandemia — nesta quarta-feira (23), os senadores Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Renan Calheiros (MDB-AL), criticaram a posição do procurador-geral da República, Augusto Aras, que […]
Em entrevista coletiva da Frente Parlamentar do Observatório da Pandemia — grupo criado para fiscalizar e acompanhar os desdobramentos jurídicos, legislativos e sociais das conclusões da CPI da Pandemia — nesta quarta-feira (23), os senadores Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Renan Calheiros (MDB-AL), criticaram a posição do procurador-geral da República, Augusto Aras, que estaria protelando a tomada de uma decisão sobre o resultado da CPI.
Omar Aziz, que foi presidente do colegiado, chegou a dizer que não cabe confundir a população com o argumento de que as provas da CPI não existem.
“[Aras] pode condenar ou absolver, mas nunca dizer que não há provas. Se ele absolver, entrará na História absolvendo quem contribuiu para a morte de 630 mil pessoas. Se ele condenar, estará fazendo o dever dele. O único argumento que ele não pode dizer é que não há provas. As provas são públicas, de conhecimento do povo brasileiro”, declarou.
Na abertura da entrevista, Omar Aziz manifestou seu respeito a Augusto Aras, mas argumentou que não podem ser diminuídos nem o trabalho da CPI, nem o papel fiscalizador do Ministério Público. Ele acrescentou que os documentos da CPI que apontam crimes do presidente Jair Bolsonaro e de membros do primeiro escalão do governo foram devidamente enviados à Procuradoria-Geral da República (PGR), que, segundo o senador, segue insistindo que “não tem prova nenhuma”.
“Houve omissão. Poderíamos ter muito menos mortes. O Brasil errou, e não podemos permitir que o Brasil erre novamente. Caso ninguém seja punido pelo que aconteceu com os brasileiros e brasileiras neste país, não tenham dúvidas que, futuramente, pode aparecer um outro presidente e fazer o que foi feito agora, ou pior”, lamentou.
Vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues cobrou do Ministério Público a mesma “dedicação, zelo e afinco” com que os senadores se dedicaram durante seis meses na comissão de inquérito. Ele apresentou um cronograma da entrega à PGR das provas dos crimes apurados pela CPI, salientando que os senadores cumpriram todas as exigências técnicas e protocolares dos procuradores, mas Aras insistiu que a CPI não tinha entregado os documentos. Ele considera que o colegiado tem sido “embromado” pela PGR.
“A velocidade com que está sendo encaminhado na PGR não é a mesma que o procedimento anda na Procuradoria da República da 1ª Instância do Distrito Federal e no Ministério Público de São Paulo”, sublinhou.
Apesar de elogiar a decisão de Aras de pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura do sigilo imposto às investigações derivadas da CPI, ele ressaltou a responsabilidade do Senado de, caso necessário, processar eventual pedido de impeachment do procurador-geral da República.
Para o relator da comissão, Renan Calheiros, há um esforço da PGR para desmerecer as provas, que prometeu apresentar “quantas vezes forem necessárias”.
“A CPI investigou tudo à luz do dia, com farto material probatório. A sociedade acompanhou os interrogatórios e as provas que esses interrogatórios produziram” explicou.
Renan se mostrou confiante de que Aras não terá coragem de continuar criando obstáculos às investigações. Ele reconheceu a importância do procurador-geral da República no “desmonte” da Lava Jato, mas avalia que ignorar os crimes apontados pela CPI, incluindo os atribuídos a Bolsonaro, poderá levar o Ministério Público ao descrédito.
“Essas coisas não podem ficar impunes. Precisamos fazer justiça. Primeiro, a justiça dos homens, que é o que nos compete fazer, defender, cobrar e reivindicar. Depois, a justiça de Deus, de onde, sem dúvida, eles não escaparão”, acrescentou.
Para Renan, o governo continua praticando omissão e negacionismo no combate à Covid, o que teria sido evidenciado com o episódio da resistência do Ministério da Saúde à vacinação de crianças. Ele associou o atraso na aplicação da vacina infantil ao aumento da incidência do vírus nos últimos meses.As informações são da Agência Senado.
Durante o 1º Encontro de Lideranças Nacionais, governador destacou que a educação pública de qualidade é o caminho para mudar a realidade desigual brasileira O governador Paulo Câmara disse nesta sexta (11) que o Brasil deve aproveitar a eleição presidencial deste ano para debater o futuro do País. “Não se constrói uma nação se não […]
Durante o 1º Encontro de Lideranças Nacionais, governador destacou que a educação pública de qualidade é o caminho para mudar a realidade desigual brasileira
O governador Paulo Câmara disse nesta sexta (11) que o Brasil deve aproveitar a eleição presidencial deste ano para debater o futuro do País. “Não se constrói uma nação se não discutimos o futuro, se não planejamos os próximos 20, 30 anos”, afirmou Paulo, durante sua participação no “1º Encontro de Lideranças Nacionais”, realizado no Hotel Palácio Tangará, na capital paulista.
Paulo Câmara criticou as campanhas presidenciais de 2010 e 2014, que, na sua avaliação, não debateu as questões importantes para o País. “Nosso País tem grandes desigualdades sociais, desigualdades regionais. Ainda precisamos fazer o dever de casa”, alertou. Na avaliação do governador, o Brasil precisa resolver os “gargalos” do passado, mas sem perder de vista a agenda do futuro. “Precisamos aliar o desenvolvimento econômico, a industrialização à economia do conhecimento”, frisou.
O governador lembrou que Pernambuco é um dos poucos Estados brasileiros que tem um planejamento estruturado até 2035, o “Pernambuco 2035”, idealizado pelo ex-governador Eduardo Campos. “Precisamos ter o desenvolvimento econômico andando junto o desenvolvimento social, priorizando a sustentabilidade”, destacou.
Paulo Câmara afirmou também que esse “olhar para o futuro” do Governo de Pernambuco é encontrado de forma exemplar na área da Educação. “Só se constrói a agenda do futuro por meio da Educação. Em 11 anos, Pernambuco deu um salto. Saiu da 21ª colocação no Ideb, em 2007, para a 1ª colocação. Temos a menor diferença do Brasil entre a escola pública e a escola privada e a menor taxa de abandono, que caiu de 24%, em 2007, para 1,7%, em 2016. E 52% dos nossos alunos estudam em escolas em tempo integral”, relatou o governador pernambucano, que participou do painel “Diálogos sobre o Brasil: desafios políticos e estruturais do país nos próximos 20 anos”.
O 1º Encontro de Lideranças Nacionais teve o objetivo de discutir o Brasil, pensar o futuro e propor ideias inovadoras e factíveis para que a política possa se renovar e influenciar na construção de um País mais próspero nos próximos anos. O evento é realizado pelo Instituto Justiça e Cidadania e pelo ePúblika.
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