Manhã Total no ar
Foto: André Luis
Foto: André Luis
O governador Paulo Câmara realizou, nesta sexta-feira (06), a entrega do conjunto habitacional Júlia Beatriz às 224 famílias beneficiárias dos imóveis, no bairro de Rio Doce, em Olinda, Região Metropolitana do Recife. O Governo do Estado de Pernambuco cedeu o terreno para a construção, no valor de aproximadamente R$ 445 mil, e investiu mais R$ […]
O governador Paulo Câmara realizou, nesta sexta-feira (06), a entrega do conjunto habitacional Júlia Beatriz às 224 famílias beneficiárias dos imóveis, no bairro de Rio Doce, em Olinda, Região Metropolitana do Recife. O Governo do Estado de Pernambuco cedeu o terreno para a construção, no valor de aproximadamente R$ 445 mil, e investiu mais R$ 500 mil nas obras iniciais de terraplenagem e drenagem. O residencial integra o programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, de onde recebeu investimentos da ordem de R$ 15 milhões.
Paulo Câmara comentou a representatividade dessa conquista para os novos moradores, que realizaram o sonho da casa própria. “Foi uma luta, uma resistência dos que moram aqui. São 12 anos e nós conseguimos, efetivamente, entregar uma obra que é importante, pois são 224 famílias que vão passar o Natal numa moradia digna, com cidadania, podendo ter cada vez mais condições de ter uma qualidade de vida melhor”, disse o governador, reafirmando que a agenda de habitação e moradia também é uma prioridade da sua gestão.
O habitacional é destinado a pessoas de baixa renda, integrantes de movimentos de luta por moradia. O residencial tem oito blocos e cada apartamento possui 48 m², distribuídos em sala, dois quartos, banheiro e cozinha. Do total dos imóveis, oito serão destinados a portadores de deficiência física. O empreendimento conta ainda com playground, pracinha, estacionamento e um centro comunitário.
O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Bruto, elogiou a capacidade de mobilização e de realizar parcerias dos novos moradores.
Participaram ainda da solenidade a vice-governadora Luciana Santos; o deputado estadual João Paulo; os vereadores Marcelo Soares e Márcio Barbosa; o diretor-presidente da Cehab Bruno Lisboa; o secretário de Desenvolvimento Social de Olinda Odin Neves; o coordenador da União Nacional por Moradia Popular Marcos Cosmo; e a representante da Associação de Apoio aos Sem Teto da Região Nordeste Lídia Brunes.
Homenagem – O nome do residencial Júlia Beatriz é uma homenagem à filha da coordenadora geral do Movimento Independente Sem Teto (MIST), Josidete Barbosa da Silva, que também esteve presente na ocasião. Ela é uma das responsáveis pela luta incessante para conquista do terreno e construção do habitacional, resultando na realização do sonho da casa própria.
Do blog do Jamildo O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco (PE) ajuizou ação civil pública para que a Justiça Federal cancele a concessão do serviço de radiodifusão sonora da Rede Brasil de Comunicações Ltda., com sede em Sertânia, e da Rádio Rio Pontal FM Ltda., com sede em Afrânio, por terem deputados federais ou […]

Do blog do Jamildo
O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco (PE) ajuizou ação civil pública para que a Justiça Federal cancele a concessão do serviço de radiodifusão sonora da Rede Brasil de Comunicações Ltda., com sede em Sertânia, e da Rádio Rio Pontal FM Ltda., com sede em Afrânio, por terem deputados federais ou seus familiares nos quadros societários.
A ação, de responsabilidade da procuradora da República Mona Lisa Ismail, foi ajuizada contra os parlamentares, as rádios e a União.
De acordo com as apurações, a Rede Brasil de Comunicações conta com o deputado federal Luiz Gonzaga Patriota como sócio, enquanto a Rádio Rio Pontal FM tem familiares do parlamentar Adalberto Cavalcanti Rodrigues no seu quadro societário.
“A participação dos deputados nas emissoras é inconstitucional, tendo em vista o potencial risco de se utilizarem do canal para defesa ou divulgação de interesses próprios ou de terceiros, violando o direito fundamental à liberdade de expressão e informação”, diz o MPF.
Conforme consta na ação, Adalberto Cavalcanti foi sócio da rádio até julho de 2016, quando houve alteração contratual após notificação pelo MPF.
Segundo a procuradora da República, no entanto, a alteração indica a intenção de simular a regularização da sociedade, uma vez que o deputado continuaria a participar da empresa por meio de familiares.
O MPF requer que a Justiça suspenda, com urgência, a execução do serviço de radiodifusão da Rede Brasil de Comunicações Ltda. e da Rádio Rio Pontal FM Ltda., deixando de conceder às empresas novas outorgas de serviço de radiodifusão, ainda que por intermédio de pessoas jurídicas das quais sejam sócias.
O MPF também requer que a União seja condenada a realizar nova licitação do serviço outorgado à Rede Brasil de Comunicações e à Rádio Rio Pontal FM Ltda.
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informa neste sábado, 4 de abril, que os dois casos suspeitos de Coronavírus já anunciados durante a semana, de um homem de 59 anos e de uma mulher de 79 anos, continuam sendo investigados no município. “O número de casos e mortes do Covid-19 cresce a cada dia no […]
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informa neste sábado, 4 de abril, que os dois casos suspeitos de Coronavírus já anunciados durante a semana, de um homem de 59 anos e de uma mulher de 79 anos, continuam sendo investigados no município.
“O número de casos e mortes do Covid-19 cresce a cada dia no Brasil. É preciso respeitar as medidas restritivas de circulação. No mundo inteiro tem sido assim, quem demorou a adotar o isolamento, viu a mortalidade disparar”, diz a municipalidade em nota.
Para dúvidas, denúncias ou sugestões ligue para o Disk Coronavírus do município: 0800-281-55-89 e 3821-0082.
Afogados da Ingazeira: ainda é informado como caso suspeito do novo coronavírus, o da paciente, de 56 anos, que regressou do estado do Ceara.
Ela apresentou sintomatologia compatível para síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Foi realizado um exame de imagem sugestivo na Tomografia Computadorizada (TC).
No momento, aguarda exames laboratoriais na Unidade de Referência, em Recife.
Casos no Brasil e Pernambuco: o relatório dos casos de Covid-19 divulgados pelo Ministério da Saúde neste sábado (4) aponta 431 mortes, 10.278 casos confirmados, com 4,2% de taxa de letalidade.
Nesta sexta-feira (3), havia 9.056 casos confirmados e 359 mortes.
Em Pernambuco, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) anunciou, por meio de boletim, neste sábado (4), mais quatro mortes pelo novo coronavírus em Pernambuco, totalizando 14 óbitos pela covid-19.
Quarenta novos casos também foram confirmados nas últimas 24 horas. Com isso, já são 176 infectados no Estado. No total, 23 pessoas já foram curadas.
Número de casos ativos na região passa dos 4,3 mil. Solidão confirmou mais um óbito pela doença. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta segunda-feira (31), foram notificados 1.300 novos casos de Covid-19, 1.183 recuperados e 1 novo óbito na região […]
Número de casos ativos na região passa dos 4,3 mil. Solidão confirmou mais um óbito pela doença.
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta segunda-feira (31), foram notificados 1.300 novos casos de Covid-19, 1.183 recuperados e 1 novo óbito na região nas últimas 72h.
O óbito confirmado foi registrado em Solidão, no sábado (29). A Secretaria de Saúde do município não deu detalhes sobre o óbito.
Dezesseis das dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos. Foram 180 em Afogados da Ingazeira, 11 em Brejinho, 41 em Calumbi, 42 em Carnaíba, 52 em Iguaracy, 44 em Ingazeira, 175 em Itapetim, 21 em Quixaba, 27 em Santa Cruz da Baixa Verde, 48 em Santa Terezinha, 128 em São José do Egito, 275 em Serra Talhada, 37 em Solidão, 129 em Tabira, 63 em Triunfo e 27 em Tuparetama.
Flores foi a única cidade a não divulgar boletim epidemiológico nesta segunda-feira.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 42.809 casos confirmados, 37.748 recuperados (88,17%), 676 óbitos e 4.385 casos ativos da doença.
Ação da PF também fez buscas em Roraima, principal estado da organização. Nome do investigado sertanejo não foi revelado pela PF. Crimes movimentaram R$ 64 milhões. Um dos alvos é Vanda Garcia, irmã do governador de Roraima, Antônio Denarium. Nesta manhã de 10 de fevereiro, a Polícia Federal iniciou a operação BAL com o objetivo de […]
Ação da PF também fez buscas em Roraima, principal estado da organização. Nome do investigado sertanejo não foi revelado pela PF. Crimes movimentaram R$ 64 milhões.
Um dos alvos é Vanda Garcia, irmã do governador de Roraima, Antônio Denarium.
Nesta manhã de 10 de fevereiro, a Polícia Federal iniciou a operação BAL com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa suspeita de coordenar um esquema de lavagem de dinheiro derivado do comércio ilegal de ouro.
Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão, além de bloqueios de bens, nas regiões de Roraima e Pernambuco, de acordo com a decisão da 4ª Vara Federal Criminal da Justiça Federal em Roraima.
Tudo começou quando a PRF interceptou um dos suspeitos em uma rodovia em Roraima. Durante a verificação de rotina, os policiais perceberam incongruências nas informações dos passageiros de um veículo que tentavam esconder uma recente viagem a Rondônia. Eles então encaminharam o caso à Polícia Federal para investigação.
Em Pernambuco, dentro da Operação BAL foi cumprido um mandado de busca e apreensão na cidade de São José do Belmonte, na residência de um dos investigados e nada foi apreendido. O nome do investigado não foi informado.
Um dos alvos de busca da operação é Vanda Garcia, irmã do governador de Roraima, Antônio Denarium.
Análises da PF indicaram envolvimento do passageiro com outros suspeitos já investigados em outros procedimentos e conseguiram revelar um esquema que teria movimentado R$ 64 milhões em pouco mais de dois anos. Os valores seriam oriundos da compra e venda de ouro ilegal, e contaria com o uso de empresas de fachada, que buscariam dar aspecto de legalidade às transações financeiras.
Suspeitos receberiam valores de diversos financiadores pelo Brasil e sacariam ou transfeririam os valores para pessoas e empresas no estado de Roraima, as quais seriam responsáveis pela compra de ouro ilegal. O nome da operação faz alusão a um composto utilizado no tratamento de envenenamento por ouro, o BAL (British anti-Lewisite), situação da qual, figurativamente, padeceria o estado de Roraima no momento.
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