Mais uma jovem morre na PE 275, entre São José do Egito e Tuparetama
Por Nill Júnior
Uma jovem identificada como Regina Rodrigues de Oliveira, de 28 anos, morreu neste domingo (17), vítima de um acidente de motocicleta na PE-275 entre São José do Egito e Tuparetama.
Segundo informações apuradas pelo Repórter do Sertão, Regina se deslocava de Itapetim para a cidade de Ouro Velho, Paraíba, e teria caído da moto por volta de meia noite e meia próximo ao Corujão Bar. As causas do acidente ainda são desconhecidas.
A jovem era filha de Diniz de Dedé de Nô, do Sítio Malhada, na zona rural de Itapetim, mas morava atualmente na Rua José Gongô, no Bairro São José. Regina deixou dois filhos, um de um ano e outro de 10 anos.
O corpo foi encaminhado para o IML de Caruaru. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.
Por Juliana Lima A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou nesta quinta-feira (30) o calendário de abastecimento do mês de junho em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. O abastecimento será diário no centro, Borborema, AABB (parte baixa), Várzea e Caxixola; de domingo a sexta no Bom Jesus e Malhada; de quinta a sábado no […]
A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou nesta quinta-feira (30) o calendário de abastecimento do mês de junho em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú.
O abastecimento será diário no centro, Borborema, AABB (parte baixa), Várzea e Caxixola; de domingo a sexta no Bom Jesus e Malhada; de quinta a sábado no setor novo e de segunda a quarta no setor antigo do Vila Bela; e de segunda a quarta no setor Granjas.
Terão água na torneira de domingo a sexta, no período de 02 a 07 e de 16 a 21, os bairros São Cristóvão, CAGEP, Universitário, Propac e Alto da Conceição, além da Praça Manoel Pereira Lins e Rua Ademar Xavier. De segunda a sexta terá água também no IPSEP e nas ruas Luiz Alves de Melo Lima, Joaquim Alves Magalhães e Floriano Peixoto, no período de 09 a 14 e de 23 a 28 de junho; parte alta da AABB de 09 a 14 e de 23 a 28, parte alta da Cohab de 09 a 14 e de 23 a 28, além de Mutirão, parte baixa da Cohab e Tancredo Neves, de 02 a 07 e de 16 a 21 do mês.
Quitandinha, Preto Inácio, Malhada da Pedra, Pitombas e ruas projetadas da AABB serão abastecidos de quarta a sábado, no período de 29/05 a 01/06, de 12 a 15 e de 26 a 29 do referido mês.
Faleceu nesta sexta-feira (29), aos 93 anos, de causas naturais, o ex-deputado estadual Waldemar Alberto Borges Rodrigues Filho, carinhosamente conhecido como Deminha. Ele foi eleito deputado em 1966 e teve o seu mandato cassado durante o AI5. Em uma sessão comovente, a Assembleia Legislativa restituiu simbolicamente seu mandato em 2012. Três anos depois, Deminha relatou […]
Faleceu nesta sexta-feira (29), aos 93 anos, de causas naturais, o ex-deputado estadual Waldemar Alberto Borges Rodrigues Filho, carinhosamente conhecido como Deminha.
Ele foi eleito deputado em 1966 e teve o seu mandato cassado durante o AI5. Em uma sessão comovente, a Assembleia Legislativa restituiu simbolicamente seu mandato em 2012. Três anos depois, Deminha relatou à Comissão da Verdade as violações de direitos humanos enfrentadas por parlamentares pernambucanos na época do regime ditatorial.
O ex-deputado deixa a esposa Lucia Borges Rodrigues, quatro filhos, entre eles o atual deputado estadual Waldemar Borges, e sete netos.
“É um momento de muita dor e tristeza, mas também de agradecimento. Quero agradecer o privilégio, muito grande privilégio, de ter contado com um pai cuja vida foi um testemunho de decência, correção, generosidade e coerência. Valores que ele transmitiu, sobretudo, através de atitudes – algumas tomadas em momentos muito difíceis. Os ensinamentos repassados através dos inúmeros exemplos que deixou, continuarão sempre a inspirar nossos passos”, declarou o deputado Waldemar Borges.
O velório será realizado nesta sexta-feira (29), às 17h, na Assembleia Legislativa de Pernambuco, e o sepultamento acontecerá logo depois no Cemitério Morada da Paz.
Trajetória
Waldemar Alberto Borges Rodrigues Filho, conhecido como Deminha, nasceu no Recife em 08.11.1930. Começou a fazer política como estudante no Diretório Acadêmico de Agronomia. Ingressou formalmente na política em 1962 quando foi nomeado para a Superintendência para a Reforma Agrária – Supra.
Em 1964, por ser muito ligado aos sindicatos rurais e as Ligas Camponesas, Miguel Arraes pediu a ele para mobilizar os camponeses para resistir ao golpe militar, mas voltou dos engenhos que visitou com poucos camponeses e acabou sendo recebido pelo Exército. Acabou tendo que entrar na clandestinidade com então 33 anos.
Foi eleito deputado estadual pelo MDB em 1966 e teve seu mandato cassado quando foi instituído o AI5. Voltou para a semi-clandestinidade e foi reorganizar os movimentos camponeses para depois fugir do Brasil rumo ao Paraguai, onde passou seis anos. Lá continuou engajado nos movimentos políticos. Trabalhou no BID e depois foi convidado para ser economista principal da OEA – Organização dos Estados Americanos – para Assuntos Agrários, quando se mudou para Washington, nos Estados Unidos, onde passou 10 anos. Visitou muitos países e conheceu muitas experiências de Desenvolvimento Agrário. Ainda na OEA foi nomeado Embaixador da OEA no Paraguai, onde passou mais cinco anos.
Voltou para o Brasil, em 1987, a chamado de Miguel Arraes para assumir o Prorural. Logo depois saiu e trabalhou na iniciativa privada elaborando projetos de desenvolvimento rural. Depois foi secretário adjunto de Agricultura no governo de Carlos Wilson e coordenador do DNOCS em Pernambuco. Ainda trabalhou no Promata durante o Governo Eduardo Campos.
Investigação identificou uma sequência de repasses entre entidades e empresas ligadas à produtora; a própria PF ressalta que ainda não há comprovação direta da origem do dinheiro. A Polícia Federal identificou indícios de que ao menos R$ 750 mil provenientes de recursos públicos possam ter chegado à Go Up Entertainment, produtora de “Dark Horse”, filme […]
Investigação identificou uma sequência de repasses entre entidades e empresas ligadas à produtora; a própria PF ressalta que ainda não há comprovação direta da origem do dinheiro.
A Polícia Federal identificou indícios de que ao menos R$ 750 mil provenientes de recursos públicos possam ter chegado à Go Up Entertainment, produtora de “Dark Horse”, filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A informação consta de elementos apresentados ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), para embasar a operação deflagrada nesta quinta-feira (10) contra o deputado federal Mario Frias (PL-SP) e outros investigados.
Segundo a PF, o Instituto Conhecer Brasil (ICB), apontado como principal entidade captadora de recursos da rede investigada, recebeu verbas públicas por meio de contrato com a Prefeitura de São Paulo e R$ 2 milhões em emendas parlamentares destinadas por Frias.
Ao analisar o caminho do dinheiro, os investigadores identificaram pagamentos do ICB a empresas do mesmo grupo empresarial. No mesmo período, a NTT Brasil transferiu R$ 750 mil para a Go Up Entertainment, valor próximo aos R$ 700 mil recebidos por duas dessas entidades a partir de recursos vinculados ao instituto.
A Polícia Federal ressalta, porém, que os dados reunidos até o momento não comprovam que os recursos públicos recebidos pelo ICB sejam exatamente os mesmos que chegaram à produtora. A proximidade temporal e a sequência das operações financeiras passaram a integrar a linha de investigação.
A Go Up também recebeu R$ 645,4 mil diretamente de Mario Frias durante o período analisado. Esse repasse e a movimentação de aproximadamente R$ 19 milhões registrada nas contas da empresa entre novembro e dezembro de 2025 já haviam sido apontados pela investigação.
As filmagens de “Dark Horse” ocorreram entre outubro e dezembro de 2025. Frias nega ter destinado emendas parlamentares para financiar a produção do longa.
A apuração sobre eventuais recursos públicos integra a investigação conduzida por Dino. Outro inquérito, sob relatoria de André Mendonça, trata dos valores repassados por Daniel Vorcaro para o financiamento do mesmo filme.
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Divulgação
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202Mesmo assim, a reforma seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça. Segundo líder do governo, a derrota ‘nada muda’ no plano do Planalto de aprovar o texto. Do G1 Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou nesta terça-feira (20), por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo […]
202Mesmo assim, a reforma seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça. Segundo líder do governo, a derrota ‘nada muda’ no plano do Planalto de aprovar o texto.
Do G1
Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou nesta terça-feira (20), por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que era favorável ao texto aprovado pela Câmara.
No lugar do parecer de Ferraço, a comissão aprovou um texto alternativo, do senador oposicionista Paulo Paim (PT-RS). O relatório de Paim recomenda a rejeição integral da reforma.
O resultado representa uma derrota para o governo Michel Temer, que vê na reforma trabalhista uma das principais medidas para a área econômica.
Apesar de o texto do governo ter sido rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais, a reforma trabalhista ainda vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, por fim, pelo plenário do Senado.
Segundo a Mesa Diretora do Senado, os relatórios da CAE, CAS e CCJ vão servir de orientação para a votação em plenário. O texto que vai ser analisado em plenário é a matéria que veio da Câmara.
Após o fim da sessão na CAS, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que o resultado “não deixa de ser uma derrota” para o governo. Na avaliação dele, porém, “nada muda”, porque os três relatórios – da CAE, da CAS e da CCJ – serão enviados a plenário e analisados separadamente.
“Os três relatórios irão para o plenário. Não muda nada, não muda a posição do governo, não muda o plano de aprovar”, disse.
Para Jucá, o governo perdeu votos na comissão com a ausência do senador Sérgio Petecão (PSD-AC) e os votos contrários de Otto Alencar (PSD-BA), Hélio José (PMDB-DF) e Eduardo Amorim (PSDB-SE), todos da base do governo.
A reforma foi enviada ao Congresso pelo presidente Michel Temer no ano passado. Um dos principais dispositivos do projeto é estabelecer pontos que poderão ser negociados entre patrões e empregados. Em caso de acordo coletivo, esses pontos passam a ter força de lei.
No Senado, o texto já havia sido aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Na última terça-feira (13), o relator Ricardo Ferraço leu parecer favorável à aprovação da reforma. Ele rejeitou todas as emendas que haviam sido apresentadas ao texto e manteve todo teor do projeto que foi aprovado pela Câmara.
Sessão tumultuada
A sessão da Comissão de Assuntos Sociais teve momentos de debates acalorados entre senadores desde o início.
Logo que a sessão foi aberta, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) fez críticas à votação do projeto em um momento que, para ele, é inoportuno, porque o Brasil passa por uma crise. “Não vamos dar ares de normalidade ao que está acontecendo aqui. Isso é um escândalo”.
A presidente da comissão, Marta Suplicy (PMDB-SP), respondeu em tom ríspido e, ao ser confrontada com um pedido de “calma”, afirmou que não tinha que se acalmar. Em seguida, ela disse para Lindbergh: “Olha o machismo e seu cuida, tá?” (veja o vídeo abaixo).
A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), que fez discurso contrário à aprovação do parecer de Ferraço, também bateu boca com a presidente da comissão. Para ela, Marta Suplicy, que veio do PT, estaria incomodada em conduzir a aprovação do projeto. “Se a senhora está incomodada, retire-se da comissão”, afirmou. Marta respondeu que não está incomodada e que faz o trabalho de presidente do colegiado.
Críticas de Renan
O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi outro senador do mesmo partido de Temer a criticar a reforma trabalhista. Durante a sessão, ele disse que a proposta causará “males” ao país.
“Quando nós somarmos essa reforma trabalhista – com o que de maldade ela contém – com a reoneração de setores da economia, vamos ter um desemprego alarmante no Brasil”, afirmou.
Nesse momento, Jucá, antigo aliado de Renan, rebateu as críticas do colega. “Não se está abrindo a porteira, é falta de responsabilidade dizer isso. Retirar décimo terceiro, não é verdade. Estamos fazendo um ajuste para melhorar a situação de empregabilidade do país”, afirmou, argumentando que o projeto também não trará redução de salários.
Veja como cada senador da CAS votou no relatório de Ferraço:
Uma missa neste sábado às 08h30 da manhã marca o primeiro ano da morte da ex-prefeita de Afogados da Ingazeira, Giza Simões. Há exatamente um ano, em 26 de setembro de 2013, menos de um ano depois da disputa que teve para prefeita da cidade, Giza perdia a luta para tratar uma complicação fruto da síndrome […]
Uma missa neste sábado às 08h30 da manhã marca o primeiro ano da morte da ex-prefeita de Afogados da Ingazeira, Giza Simões.
Há exatamente um ano, em 26 de setembro de 2013, menos de um ano depois da disputa que teve para prefeita da cidade, Giza perdia a luta para tratar uma complicação fruto da síndrome mielodisplásica. Ela havia sido submetida a um tranplante de medula, mas faleceu em Curitiba.
Giza Simões foi casada com Orisvaldo Inácio da Silva, falecido em fevereiro de 2011. Foi prefeita de Afogados por dois mandatos. Disputou sua última eleição em 2012, quando foi derrotada por José Patriota obtendo 9.820 votos. Pouco depois teve que intensificar o tratamento de saúde.
Os filhos Eugênia e Danilo, netos, irmãos e demais familiares deverão participar da celebração na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.
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