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Maioria do STF aprova validade de delação da JBS

Por André Luis
Ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin (REUTERS/Adriano Machado/Reuters)

Do Exame.com

Até agora, seis do onze ministros votaram a favor da validação dos acordos de colaboração e optaram por manter Fachin como relator

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou a favor da manutenção do ministro Edson Fachin como relator do caso do Grupo J&F, dono da JBS, e aprovou a homologação dos executivos do grupo.

Até agora, seis dos onze ministros votaram nesse sentido. Os outros cinco ainda devem dar seu voto.

A corte retomou nesta quinta-feira (22), a discussão para validar o acordo de delação premiada dos executivos do grupo, que foi homologado por Fachin, e decidir se o ministro poderia ser mantido na relatoria do caso.

A possibilidade de mudança na relatoria surgiu do recurso feito pelo governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB). Citado pelos executivos da J&F como receptor de propina, o governador alega que o caso, por não ter conexão com o desvio da Petrobras, não deveria ter o mesmo relator que a operação Lava-Jato, Fachin.

“Não se verifica no meu modo de ver qualquer ilegalidade na distribuição por prevenção do pedido de homologação do acordo de colaboração premiada em análise, diante da evidência de fatos relatados conexos com investigação em curso sob minha relatoria”, disse Fachin durante a sessão de quarta-feira (21).

O ministro disse ainda que desde que assumiu a relatoria da Lava Jato no lugar de Teori Zavascki, em 12 de janeiro, já homologou cinco acordos de colaboração premiada sem ter sido alvo de questionamentos.

A outra discussão, sobre a homologação do acordo, partiu do próprio relator do caso. Dois pontos devem estar no centro do debate dos ministros do STF sobre o tema hoje.

O primeiro deles é sobre de quem é a competência para homologar as colaborações premiadas – um ministro sozinho ou todo o plenário? Outra discussão deve ser sobre qual é o momento para o Supremo discutir a validade do acordo – na homologação ou só na hora da sentença?

Para a força-tarefa da Lava Jato, uma eventual sentença pela revisão do acordo afetaria não só o caso que envolve o presidente Michel Temer como poderia colocar em xeque um dos principais instrumentos para o avanço das investigações dos casos de corrupção na Petrobras e em outras estatais até agora.

Outras Notícias

Ingazeira divulga programação da tradicional Festa de Agosto 2026

O prefeito Luciano Torres anunciou oficialmente a programação da tradicional Festa de Agosto de Ingazeira 2026, um dos eventos mais aguardados do calendário cultural do município. A festa será realizada nos dias 21 e 22 de agosto, no distrito de Santa Rosa, com shows a partir das 22h. Na sexta-feira (21), o público vai curtir […]

O prefeito Luciano Torres anunciou oficialmente a programação da tradicional Festa de Agosto de Ingazeira 2026, um dos eventos mais aguardados do calendário cultural do município.

A festa será realizada nos dias 21 e 22 de agosto, no distrito de Santa Rosa, com shows a partir das 22h.

Na sexta-feira (21), o público vai curtir as apresentações de Heraldo Jr. e Emanoel e do cantor Jonas Esticado. Já no sábado (22), Day Araújo e da cantora Raphaela Santos.

Ao lançar a programação, o prefeito Luciano Torres destacou o compromisso da gestão em promover um evento organizado, seguro e capaz de movimentar a economia local.

 

São José do Egito comemorou 111 anos de emancipação política

Nó último final de semana São José do Egito comemorou cento e onze anos de emancipação política. A programação que começou no sábado (7). Um Festival de Violeiros reunidos as maiores duplas de cantadores do Brasil, shows musicais, entrega de obras e corte do bolo gigante. O festival classificou duas duplas em cada noite e […]

Nó último final de semana São José do Egito comemorou cento e onze anos de emancipação política. A programação que começou no sábado (7). Um Festival de Violeiros reunidos as maiores duplas de cantadores do Brasil, shows musicais, entrega de obras e corte do bolo gigante.

O festival classificou duas duplas em cada noite e a grande final ocorreu na noite dessa segunda (09), com as duplas; Severino Feitosa e Ivanildo Vilanova, Jonas Bezerra e Fenelon Dantas, João Lourenço e Zé Carlos do Pajeú e Rogério Menezes e Raulino Silva.

Numa noite inspirada Fenelon Dantas e Jonas Bezerra levaram o troféu de campeão, para alegria geral da plateia que acompanhou tudo até o fim. Ivanildo Vila Nova e Severino Feitoza ficaram em segundo lugar.

O dia do aniversário da cidade ainda teve entrega do calçamento da rua Fábio Sizenando, no bairro Borja, com cerca de 3.400 metros quadrados de pavimentação e da nova Escola São José Rosa do Prado Lopes, obra orçada em cerca de R$ 3,4 milhões.

Além da final do Festival de Violeiros, ainda teve shows musicais com Sevy Nascimento e Vozes e Versos e corte do bolo gigante medindo 12 metros de cumprimento ao som da banda dos meninos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, da Assistência Social.

Chuvas rompem barreira de contenção em açude da PB

Paraíba On Line A barreira de contenção construída em torno do canal que foi aberto, em caráter provisório, no açude de Camalaú, para facilitar a passagem das águas da transposição, se rompeu nesta segunda-feira (9) devido ao grande volume de chuvas registrado nos últimos dias na região do Cariri. O ‘rasgo’ no açude de Camalaú […]

Paraíba On Line

A barreira de contenção construída em torno do canal que foi aberto, em caráter provisório, no açude de Camalaú, para facilitar a passagem das águas da transposição, se rompeu nesta segunda-feira (9) devido ao grande volume de chuvas registrado nos últimos dias na região do Cariri.

O ‘rasgo’ no açude de Camalaú foi feito para que as águas da transposição pudessem chegar ao açude Epitácio Pessoa (Boqueirão) de forma mais rápida, sendo essa a solução imediata para que o manancial, que abastece Campina Grande e mais 18 cidades, não entrasse em colapso no ano passado.

O canal aberto estava sendo diminuído pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) devido a uma recomendação do Ministério Público Federal, que suspendeu o bombeamento da transposição do Rio São Francisco para a realização de intervenções nos açudes de Camalaú e Poções, de forma que as águas pudessem seguir até Boqueirão de modo seguro, sem prejuízos aos municípios.

Com o rompimento da barreira de contenção, construída para diminuir a abertura feita, a água transbordou e ocasionou vários pontos de alagamento, incluindo o balneário público da cidade, bem como a destruição da passagem molhada que dá acesso ao canal.

Crise financeira e Estado de Calamidade pública nos municípios

Por João Batista Rodrigues* Embora alguns atribuam a atual crise financeira vivenciada pelos Municípios à ausência de boa gestão, as dificuldades existem! E mesmo quando a compensação das perdas do FPM adentrar aos cofres municipais, irão subsistir. Ocorre que a crise é estrutural, alguns municípios são inviabilizados pelo déficit previdenciário de seus fundos próprios de […]

Por João Batista Rodrigues*

Embora alguns atribuam a atual crise financeira vivenciada pelos Municípios à ausência de boa gestão, as dificuldades existem! E mesmo quando a compensação das perdas do FPM adentrar aos cofres municipais, irão subsistir. Ocorre que a crise é estrutural, alguns municípios são inviabilizados pelo déficit previdenciário de seus fundos próprios de previdência, planos de cargos e carreiras insustentáveis, fixação de pisos salariais sem recursos suficientes para cobrir a despesas e o subfinanciamento de programas federais tocados pelos entes locais.  

Evidentemente alguns poucos municípios não se enquadram neste contexto, porém a grande maioria já se encontrava à beira do abismo, e o empurrão se deu com acentuadas perdas no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), ocorridas principalmente no segundo semestre deste exercício de 2023.

Neste cenário, Pernambuco poderá ser o estado pioneiro na declaração do estado de calamidade pública, com o reconhecimento legal realizado pela Assembleia Legislativa a partir de Decretos emitidos pelos prefeitos municipais.

O Ministro Luiz Fux destacou a “necessidade de fixação exata da interpretação das regras da Lei de Responsabilidade Fiscal quanto ao estado de calamidade fiscal” (ACO 2.981 TA/DF, 2017, p. 5 e 6), todavia, é certo que os precedentes de declaração de calamidade pública em decorrência de crise financeira esposados na Lei nº 7483/2016 do Estado do Rio de Janeiro e em declarações similares dos Estados do Rio Grande do Sul e Minas Gerais produziram seus efeitos e encontram-se validos até os dias atuais.

É fato incontestável que a baixa arrecadação pode influenciar no descumprimento do limite de gastos com pessoal da LRF, ocasião em que as despesas com pessoal inativo e pensionista ultrapassam os limites definidos na lei (LRF artigos 18 a 20; art. 24, §2º; art. 59, §1º, IV).

Coaduno a esse entendimento, o artigo 65 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC n° 101/2000), Veja:

Art. 65. Na ocorrência de calamidade pública reconhecida pelo Congresso Nacional, no caso da União, ou pelas Assembleias Legislativas, na hipótese dos Estados e Municípios, enquanto perdurar a situação:

I – Serão suspensas a contagem dos prazos e as disposições estabelecidas nos arts. 23, 31 e 70;

II – serão dispensados o atingimento dos resultados fiscais e a limitação de empenho prevista no art. 9°.

A crise financeira, que se agravou no segundo semestre de 2023, tem levado vários municípios a descumprirem suas obrigações previdenciárias e, neste sentido, o reconhecimento legal da grave crise financeira nos entes municipais pela Assembleia Estadual também pode ajudar, uma vez que o próprio Tribunal de Contas do Estado já tem entendimento sumulado sobre a matéria e pontua a grave queda na arrecadação como excludente de ilicitude, vejamos:

Súmula nº 08. Os parcelamentos de débitos previdenciários não isentam de responsabilidade o gestor que tenha dado causa ao débito, salvo se demonstrar força maior ou grave queda na arrecadação. (Publicada no DOE em 03.04.2012)

Sobre esse aspecto, uma tese sedimentada no processo TCE/PE nº 17100153-9 prevê a consideração da queda real de arrecadação, descontando o percentual de inflação do exercício anterior em casos de baixo crescimento da receita municipal.

No entanto é de bom alvitre lembrar aos gestores mais incautos que a decretação do Estado de Calamidade pública visa primordialmente a adoção de medidas dispostas a minimizar os efeitos da calamidade, condicionando assim a sua validade. Portanto, não produz efeitos quando, durante sua vigência, não forem reduzidos os gastos com eventos festivos ou forem incrementados gastos com cargos comissionados, a título de exemplo.

Em resumo, a situação de calamidade enfrentada pelos municípios pernambucanos evidencia a necessidade de uma abordagem estratégica e responsável.

Afinal, a decretação do estado de calamidade financeira, por si só, não isenta o ente público de suas obrigações, tampouco de ser penalizado. No entanto, quando o município a decreta e obtém o reconhecimento da Assembleia Estadual, isso pode efetivamente reduzir os impactos da Lei de Responsabilidade Fiscal. Tal reconhecimento pode até contribuir para uma flexibilização por parte dos órgãos de controle em casos de inadimplência previdenciária. Entretanto, todo esse processo deve ser acompanhado por medidas para minimizar os efeitos da crise financeira na gestão.

*Advogado, Ex-Prefeito de Triunfo, Ex-Presidente da União dos Vereadores de Pernambuco – UVP, Secretário da Comissão de Direito Municipal da OAB/PE.

Anúncio de chapa da Frente com André pro Senado e PT na vice não passa do dia 7

Rádio Corredor: com não de Teresa Leitão,  vice pode ir pra Deputada Dulcicleide Amorim  Uma informação que chegou ao blog indica que o anúncio do nome de André de Paula para o Senado na chapa encabeçada por Danilo Cabral não passa do próximo dia 7. Como as conversas avançaram muito essa semana, resta apenas o […]

Rádio Corredor: com não de Teresa Leitão,  vice pode ir pra Deputada Dulcicleide Amorim 

Uma informação que chegou ao blog indica que o anúncio do nome de André de Paula para o Senado na chapa encabeçada por Danilo Cabral não passa do próximo dia 7.

Como as conversas avançaram muito essa semana, resta apenas o anúncio da chapa completa.

O PSB e partidos aliados articulam um grande ato político para dar status de “pontapé pra valer da campanha”, reforçando a identificação de Danilo Cabral com o ex-presidente Lula. Isso para gerar um movimento que ajude a repercutir nas pesquisas e  faça o socialista decolar.

E o PT? Como Teresa Leitão já avisou que não quer disputar a vice, cresce a possibilidade de a Deputada Estadual Dulcicleide Amorim aceitar disputar a vice. Essa semana deve fechar essa questão, a última para alinhamento e definição plena da chapa.