Magno Martins e os bastidores de “Histórias de Repórter”
Por Nill Júnior
Magno esteve com o irmão Augusto Martins, que é vereador, no Debate das Dez
Magno esteve com o irmão Augusto Martins, que é vereador, no Debate das Dez
Lançamento foi ontem em Afogados. Antes, ele falou de bastidores das histórias que conta no Debate das Dez
O jornalista Magno Martins lançou ontem na Câmara de Vereadores o seu livro “Histórias de Repórter”. O evento foi bastante prestigiado por afogadenses e pessoas de outras cidades da região.
Dentre elas, o prefeito José Patriota, o gestor de Iguaraci Zeinha Torres, o presidente da Câmara Igor Mariano, o jornalista Júnior Duarte e o Secretário de Desenvolvimento Econômico de Serra Talhada, Marcos Oliveira.
Mais cedo, Magno Martins esteve no Debate das Dez do programa Manhã Total e falou dos bastidores do livro é das personalidades com as quais conviveu em 35 anos de jornalismo.
Dentre as revelações, a de que Mário Covas foi o político mais antipático que entrevistou, apesar da imagem diferente ao ligar das câmeras.
Martins também falou sobre a relação com políticos como Eduardo Campos, com quem chegou a viver um período de afastamento, sem acesso a notícias do seu governo, fruto de uma decisão do governador, motivada por questionamentos de Magno à gestão em sua coluna na Folha de Pernambuco. Os bombeiros da política se encarregaram de reaproximá-los.
Quanto às críticas à Lula, Martins reiterou que o ex-presidente liderou um esquema de corrupção único, a partir do mensalão. “Sempre tive boa relação com ele. Publiquei várias entrevistas dele. Já fui com ele uma vez a Cuba. Quando ele queria falar com o Nordeste era comum me chamar. Me chamava de ‘Pernambuco”, revelou.
Martins ainda falou de Arraes e outros personagens, como Dom Francisco. “Era destemido”, disse, sobre a defesa do bispo aos saques para matar a fome. Sobre o seu programa, o Frente a Frente, foi objetivo ao comentar a saída de Adriano Roberto da bancada. “Ele deixou o programa pela segunda vez e seguiu seu caminho”, resumiu.
Onde encontrar o livro de Magno
Aos que não puderam prestigiar o lançamento do livro Histórias de Repórter, do jornalista Magno Martins, ontem, na Câmara de Vereadores, pode encontrar para compra na lojinha do pai dele, Gastão Cerquinha, no Beco de Zezé.
Dados do fechamento das contas do Estado em 2022 apontam deterioração do quadro fiscal e gastos acima das receitas O Governo de Pernambuco divulga, nesta segunda-feira (30), os relatórios de Gestão Fiscal (RGF) e o Resumido de Execução Orçamentária (RREO) referentes ao fechamento das contas no exercício de 2022. De acordo com os dados prévios, […]
Dados do fechamento das contas do Estado em 2022 apontam deterioração do quadro fiscal e gastos acima das receitas
O Governo de Pernambuco divulga, nesta segunda-feira (30), os relatórios de Gestão Fiscal (RGF) e o Resumido de Execução Orçamentária (RREO) referentes ao fechamento das contas no exercício de 2022.
De acordo com os dados prévios, a atual gestão recebeu as contas em 1º de janeiro de 2023 com disponibilidade líquida (para utilização livre) de R$ 395 milhões, tendo a obrigatoriedade de utilizar ainda na primeira semana de janeiro R$ 303 milhões com despesas já contratadas: transferências aos municípios de ICMS e do Fundeb e pagamento da dívida. Do montante livre em caixa, portanto, restaram na primeira semana R$ 92 milhões.
Em relação a 2022, Pernambuco registrou mais despesas que receitas: enquanto a receita total foi de R$ 51,4 bilhões, a despesa total somou R$ 51,427 milhões, apontando um resultado orçamentário com déficit de R$ 27 milhões. Em relação ao resultado primário (que exclui receitas e despesas relacionadas à dívida), o déficit foi de R$ 567 milhões, descumprindo a meta fiscal estabelecida pela própria gestão anterior, que era de superávit primário de R$ 439,6 milhões.
No ano passado, enquanto a receita cresceu 16,2% (incremento de R$ 7,15 bilhões), a despesa aumentou em um ritmo ainda maior (21,7%, R$ 9,18 bilhões), inviabilizando o equilíbrio fiscal.
De acordo com o secretário da Fazenda, Wilson José de Paula, o resultado recebido carrega consequências. “O quadro apresentado gerará impacto no selo Capag, mas a gestão da governadora Raquel Lyra já está tomando as medidas necessárias para retomar o equilíbrio fiscal do Estado”, explicou.
Por André Luis Nesta sexta-feira (8), um homem foi assassinado na comunidade de São Vicente, distrito de Itapetim. as informações sobre o ocorrido foram divulgadas pelo blogueiro Marcello Patriota durante sua participação no programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú. A vítima, identificada como Pedro dos Santos, de 39 anos, mais conhecido como ‘Pedro […]
Nesta sexta-feira (8), um homem foi assassinado na comunidade de São Vicente, distrito de Itapetim. as informações sobre o ocorrido foram divulgadas pelo blogueiro Marcello Patriota durante sua participação no programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú.
A vítima, identificada como Pedro dos Santos, de 39 anos, mais conhecido como ‘Pedro de Duzim’, foi brutalmente assassinada a tiros. Segundo relatos preliminares, dois indivíduos a bordo de uma motocicleta se aproximaram de Pedro, que estava acompanhado de um amigo, que estava na garupa de sua moto, mandaram o carona descer e sair andando sem olhar para trás e abriram fogo contra Pedro. Os disparos foram fatais, resultando na morte de Pedro no local do crime, enquanto seu amigo saiu ileso.
A polícia foi acionada para investigar o homicídio, e o Instituto de Criminalística (IC) compareceu à cena do crime para realizar as devidas análises.
O corpo de Pedro dos Santos foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru para procedimentos adicionais. Até o momento, informações sobre o velório e o local de sepultamento não foram divulgadas.
Pedro deixa esposa e filhos, e as razões por trás desse ato violento ainda não foram esclarecidas, mas segundo Marcello, o motivo pode ser vingança, visto que Pedro matou um homem há oito anos. Detalhe que o homem era seu primo. Segundo o blogueiro, a justiça considerou que Pedro agiu em legítima defesa, permitindo que ele respondesse em liberdade. O ato aconteceu após uma discussão entre os dois.
De acordo com números do Datafolha, a crise do governo Dilma Rousseff está corroendo a imagem do ex-presidente Lula no imaginário do eleitor. As informações são da Folha de S.Paulo. Pouco mais de quatro anos depois de passar o cargo à sua afilhada política, um em cada dois eleitores ainda consideram Lula o melhor presidente […]
De acordo com números do Datafolha, a crise do governo Dilma Rousseff está corroendo a imagem do ex-presidente Lula no imaginário do eleitor. As informações são da Folha de S.Paulo.
Pouco mais de quatro anos depois de passar o cargo à sua afilhada política, um em cada dois eleitores ainda consideram Lula o melhor presidente que o Brasil já teve. Porém, essa taxa é 21 pontos menor que a de novembro de 2010, período em que o petista terminava seu mandato.
Naquela época, quando a economia cresceu mais de 7%, Lula era considerado o melhor presidente da história por 71% do eleitorado.
Em dezembro de 2014, no entanto, com a reeleição de Dilma e crescimento econômico de 0,1%, o índice de aprovação de Lula despencou para 56%. Já na semana passada, véspera dos protestos, a taxa caiu mais ainda e chegou a 50%. Segundo o Datafolha, a margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos.
“Há uma conjunção de crises política e econômica que poucas vezes se viu e o Lula não saiu ileso”, disse Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.
Outro sintoma da pesquisa é o fato de Lula aparecer, pela primeira vez, atrás de Aécio Neves (PSDB) nas intenções de voto do eleitor: o mineiro vence o pernambucano por 33% a 29%.
No sentido contrário ao do desgaste de Lula, a imagem do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso melhorou: com os problemas de Dilma, 15% dos eleitores o consideram o melhor presidente da história do país. Em 2010, este índice era de 6%.
Circula pelos grupos de WhatsApp dos caminhoneiros um áudio do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, em que ele aparece dizendo que não vai atender a nenhum item da pauta dos motoristas que anunciaram greve para amanhã. A fala atribuída ao representante do governo está sendo muito criticada e inflamou ainda mais o movimento. […]
Circula pelos grupos de WhatsApp dos caminhoneiros um áudio do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, em que ele aparece dizendo que não vai atender a nenhum item da pauta dos motoristas que anunciaram greve para amanhã. A fala atribuída ao representante do governo está sendo muito criticada e inflamou ainda mais o movimento. A reportagem é da coluna de Chico Alves no UOL.
A conversa teria ocorrido ontem. A um representante da categoria, que se identifica como vice-presidente da associação de caminhoneiros da cidade gaúcha de Capão da Canoa, Freitas disse que é impossível não só atender as reivindicações atuais, como também fiscalizar o cumprimento dos benefícios conquistados pelos caminhoneiros na greve de 2018.
Naquela ocasião, a paralisação foi apoiada pelo então candidato a presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Depois do movimento, a maior parte da categoria anunciou que votaria nele.
Em nota enviada ao UOL, o Ministério da Infraestrutura informou que Freitas conversou, por telefone, com um representante da associação e “reafirmou o seu posicionamento em referência às ações setoriais adotadas pela pasta”, além de manter o posicionamento de não negociar quando há indicação de paralisação (leia mais abaixo).
Entre outras coisas, na gravação, o ministro diz: que os caminhoneiros precisam “desmamar” do governo; que os integrantes da categoria devem pensar como empresários; haver obstáculos econômicos agravados pela ação de prefeitos e governadores que “fecharam tudo” (referência a localidades que tiveram lockdown para conter a pandemia)
que suspeita de motivação política na paralisação, por estar marcada para o mesmo dia da votação da presidência da Câmara dos Deputados.
No início da conversa, Freitas lembra que sempre recebeu os representantes da categoria para ouvi-los. “Achar que tem que fazer paralisação para conversar… esquece. Na verdade, a paralisação fecha portas”, diz. “Enquanto tiver a paralisação eu não converso com ninguém”.
Muitos participantes dos grupos de caminhoneiros comentam que as reuniões realizadas desde que o governo atual assumiu não resultam em medidas concretas.
Os motoristas pedem isenção de impostos nos derivados de petróleo, para derrubar as despesas com combustível, pneus e itens de manutenção; fiscalização nas estradas que garanta o cumprimento da lei que estabelece piso mínimo do frete; gratuidade nos pedágios e outros itens.
Ao ser cobrado sobre o cumprimento do valor básico do transporte, Freitas diz que nada pode fazer. “A fiscalização não é efetiva e não vai ser nunca. Venderam pra vocês o piso mínimo de frete, que não vai funcionar nunca”, afirma. Ele relata que foram aplicadas 13 mil multas nos contratantes que descumpriram a lei, que de nada adiantaram.
“Como vai tirar o direito de um embarcador ou de uma transportadora de contratar mais barato?”, argumenta. Em seguida, diz que o problema é de mercado, não de governo, e conclui que a greve de 2018 “deixou as empresas mais fortes”.
Enquanto vocês não desmamarem do governo, vão ver as empresas crescendo e vocês com cada vez mais dificuldades.
O representante dos caminhoneiros argumenta que os motoristas estão ganhando muito pouco e a situação está insustentável. Volta a pedir que o governo seja efetivo no cumprimento das leis existentes.
“Botaram esse negócio na lei, botaram um doce na boca do caminhoneiro para o caminhoneiro voltar a trabalhar em 2018”, responde o ministro. A seguir, o representante do governo lista as atuais dificuldades econômicas, afirma que “o Brasil encolheu” e “passa por crise sem precedentes”.
O caminhoneiro lembra ao titular da pasta da Infraestrutura que a categoria votou no presidente “na esperança de um Brasil melhor”.
Freitas volta a falar das dificuldades enfrentadas. “O presidente tá tomando porrada 24 horas por dia, os governadores e prefeitos fecharam todo o Brasil”, alega. “O presidente faz o que pode, mas o presidente está extenuado”.
Por fim, Tarcísio Gomes de Freitas levanta a hipótese de haver direcionamento político na greve, por ter sido marcada para o mesmo dia da eleição da presidência da Câmara dos Deputados.
O motorista responde que o movimento dos caminhoneiros só teve conotação política na eleição do presidente Jair Bolsonaro, em 2018. “Não estamos contra o governo, mas está insuportável para nós.”
Nas dezenas de grupos de WhatsApp onde a greve vem sendo articulada, o áudio atribuído ao ministro foi recebido com indignação. Muitos caminhoneiros autônomos fizeram críticas contundentes a ele e se disseram dispostos a parar as atividades amanhã.
O que diz o ministério
Em nota enviada à coluna, a assessoria do Ministério da Infraestrutura diz que na conversa por telefone com um representante da Associação dos Caminhoneiros e Condutores de Capão da Canoa (RS), o ministro reafirmou “a total abertura para o diálogo com todas as entidades que demonstraram interesse em fazer parte da formulação da política pública” e “o posicionamento de não negociar com qualquer indicativo de paralisação ou locaute”.
Leia a íntegra da nota:
“O Ministério da Infraestrutura esclarece que o ministro Tarcísio conversou, por telefone, com representantes da Associação dos Caminhoneiros e Condutores de Capão da Canoa/RS. Durante a conversa reafirmou o seu posicionamento em referência às ações setoriais adotadas pela pasta; a total abertura para o diálogo com todas as entidades que demonstraram interesse em fazer parte da formulação da política pública; o posicionamento de não negociar com qualquer indicativo de paralisação ou locaute; e sua opinião, de amplo conhecimento de todo o setor, sobre temas de interesse, como a tabela de frete e a necessidade de estimular a economia para ampliar o mercado do transporte rodoviário de cargas”.
Pesquisa da Quaest Consultoria realizada presencialmente, contratada pela Genial Investimentos e divulgada hoje, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 12 pontos de diferença para o presidente Jair Bolsonaro (PL) no cenário principal e estimulado —quando os entrevistados escolhem a partir de uma lista de candidatos. O petista lidera com 44% […]
Pesquisa da Quaest Consultoria realizada presencialmente, contratada pela Genial Investimentos e divulgada hoje, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 12 pontos de diferença para o presidente Jair Bolsonaro (PL) no cenário principal e estimulado —quando os entrevistados escolhem a partir de uma lista de candidatos.
O petista lidera com 44% das intenções de voto, e o presidenciável do PL tem 32%. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro lugar, com 8%. Ele é seguido por Simone Tebet (MDB), com 3%, e Vera Lúcia (PSTU) e Felipe D’Ávila (Novo), que têm 1% cada. Tebet, Vera e D’Ávila estão tecnicamente empatados. Os demais não pontuaram, mas empatam na margem de erro com os candidatos do PSTU e do Novo.
Na Genial/Quaest divulgada em 17 agosto, Lula (45%) também tinha 12 pontos à frente de Bolsonaro (33%); Ciro aparecia com 6%, e Tebet, com 3%. O período de realização da pesquisa contempla as sabatinas do Jornal Nacional e o início das propagandas de rádio e televisão.
A pesquisa entrevistou 2.000 pessoas face a face, entre os dias 25 e 28 de agosto. O índice de confiança, segundo o instituto, é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-00585/2022 e custou R$ 139.005,86.
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