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“Lula vai ajudar muito João Campos”, diz diretor da Quaest sobre pesquisa em Pernambuco

Por Nill Júnior

A mais recente pesquisa da Quaest mostrou que a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), mantém índices de aprovação positivos em áreas do governo, mas enfrenta dificuldades quando o eleitor é questionado se ela merece a reeleição em 2026. A reprodução foi do JC On Line.

Guilherme Russo, diretor de inteligência da Quaest, explica que o cenário é contraditório: “A governadora tem uma aprovação mais alta do que a desaprovação. A educação é a melhor área de avaliação, mas quando a gente olha para segurança e infraestrutura, já cai bastante”, declarou em entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal.

Mesmo assim, o problema maior surge quando o eleitor é confrontado com a questão da reeleição. “Não é que a governadora tá fazendo um mau trabalho, mas, para a pesquisa, ela não tá entregando o que a gente esperava, ela não tá merecendo continuar pensando nas eleições de 2026″.

Para Russo, essa percepção funciona como um teste de confiança. “É quase uma entrevista de emprego. A gente deve manter essa pessoa ou não? Ela merece continuar? E aí que a governadora tá sofrendo um pouco mais”, disse, acrescentando que o quadro se torna mais adverso quando surge o nome do prefeito do Recife, João Campos (PSB), como potencial concorrente.

“Ele tem todo o legado político da família e uma avaliação muito positiva, tanto no estado, mas especialmente na capital”, apontou.

O fator ideológico também pesa contra Raquel Lyra. Pernambuco é um dos estados mais identificados com a esquerda, junto com a Bahia. A pesquisa mostra 44% dos eleitores alinhados à esquerda contra 25% de direita.

“O Lula, de certa forma, vai ajudar o João Campos. A governadora poderia captar alguns votos da esquerda e da direita, mas como a esquerda já está muito preenchida por Lula e João Campos, sobra para ela mais esse centro e a direita. E o PL deve lançar candidato, o que complica ainda mais”, analisou.

Outras Notícias

MPPE recomenda ao prefeito de São José do Egito providências urgentes para áreas de risco

Do site do MPPE O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao prefeito de São José do Egito, Romério Augusto Guimarães, a adoção urgente de providências adequadas para resguardar a integridade física das pessoas que residem em áreas de risco, sobretudo às margens do rio São José e do riacho dos Porcos, além da efetiva […]

Captura-de-Tela-2016-03-18-às-03.26.06-600x338Do site do MPPE

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao prefeito de São José do Egito, Romério Augusto Guimarães, a adoção urgente de providências adequadas para resguardar a integridade física das pessoas que residem em áreas de risco, sobretudo às margens do rio São José e do riacho dos Porcos, além da efetiva observância às normas contidas na lei que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil.

O MPPE obteve, por meio de audiências públicas, reuniões e atendimentos realizados na Promotoria de Justiça local, informações sobre desabamentos e danos patrimoniais decorrentes das últimas chuvas. As perdas também foram relatadas através de notícias veiculadas pela imprensa e pelos moradores, nas redes sociais.

De acordo com os promotores de Justiça Adriano Camargo Vieira e Aurinilton Leão Carlos Sobrinho (foto), por conta do crescimento urbano desordenado, com ocupações irregulares em áreas de risco, os moradores do município estão sujeitos aos efeitos não só de inundações, mas de uma simples cheia dos rios. Há construções de unidades habitacionais, redes de água, esgoto e energia elétrica dentro de áreas de preservação permanente, sobretudo às margens e leitos do riacho dos Porcos e do rio São José.

Os representantes do MPPE recomendaram ao prefeito identificar e mapear as áreas de risco de desastre, promover a fiscalização e vedar novas ocupações nessas áreas, iniciando-se pelo riacho dos Porcos, onde há risco iminente de desastre. Romério Guimarães deve também vistoriar edificações e áreas de risco e promover, quando for o caso, a intervenção preventiva e a evacuação da população das áreas de alto risco ou das edificações vulneráveis.

Quanto aos riscos, a gestão municipal deve manter a população informada sobre áreas de risco e ocorrência de eventos extremos, sobre protocolos de prevenção e alerta e sobre as ações emergenciais em circunstâncias de desastres.

O prefeito de São José do Egito tem um prazo de dez dias úteis para informar ao MPPE sobre o acatamento da recomendação ou não e as providências adotadas para o cumprimento. A recomendação foi publicada no Diário Oficial da quinta-feira (14).

Sertão do Pajeú notifica 60 novos casos de Covid em 72h

Número de casos ativos caiu para menos de 200. Triunfo e Serra Talhada confirmaram novos óbitos Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta segunda-feira (07.03), foram notificados 60 novos casos de Covid-19, 81 recuperados e 2 novos óbitos na região nas […]

Número de casos ativos caiu para menos de 200. Triunfo e Serra Talhada confirmaram novos óbitos

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta segunda-feira (07.03), foram notificados 60 novos casos de Covid-19, 81 recuperados e 2 novos óbitos na região nas últimas 72h. 

Óbitos

Triunfo confirmou o 32º óbito pela doença. A Secretaria de Saúde não detalhou o ocorrido no boletim epidemiológico.

Serra Talhada confirmou o 203º óbito por Covid-19. Se trata de paciente do sexo feminino, 93 anos, moradora do bairro Bom Jesus.  Comorbidade: Doença cardíaca crônica. Faleceu no  dia 06/03/22, no Hospital Eduardo Campos.

Treze das dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos. Foram 11 em Afogados da Ingazeira, 1 em Brejinho, 2 em Carnaíba, 5 em Flores, 7 em Iguararacy, 3 em Ingazeira, 1 em Quixba, 5 em Santa Cruz da Baixa Verde, 7 em São José do Egito, 10 em Serra Talhada, 3 em Triunfo, 2 em Tabira e 3 em Tuparetama. 

Calumbi, Itapetim, Santa Terezinha e Solidão não registraram novos casos da doença. 

Agora o Sertão do Pajeú conta com 50.849 casos confirmados, 49.944 recuperados (98,22%), 709 óbitos e 196 casos ativos da doença.

Marconi Santana diz que MEC apontou falhas em quadras na gestão anterior

O prefeito de Flores, Marconi Santana (PSB), iniciou na Capital Federal, nesta quarta-feira (05), uma agenda para tratar de educação no MEC – Ministério da Educação. O gestor florense foi recebido por Leonardo Leão Assessor especial de Mendonça Filho, atual Ministro da Educação do Governo Federal. É o que informa em nota ao blog. Com […]

O prefeito de Flores, Marconi Santana (PSB), iniciou na Capital Federal, nesta quarta-feira (05), uma agenda para tratar de educação no MEC – Ministério da Educação. O gestor florense foi recebido por Leonardo Leão Assessor especial de Mendonça Filho, atual Ministro da Educação do Governo Federal. É o que informa em nota ao blog.

Com Leonardo o prefeito tratou da ampliação de oferta em ações para o nosso município. “Também sobre as duas quadras esportivas (Distrito de Sítio dos Nunes e Povoado do Saco do Romão), que recebemos da gestão anterior inacabadas. Por duas vezes a Diretoria de Gestão, Articulação e Projetos Educacionais apontou restrições e inconformidades na cobertura de ambas, o que nos preocupou e nos motivou a vir tratar de perto o assunto”, explicou.

Já o Secretário de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano, Júnior Campos declarou que já notificou a empresa por duas vezes e encaminhou o relatório de inconformidades. “Mas, até o momento não recebemos respostas”, ressaltou.

Em outubro, o departamento de engenheira da Diretoria de Gestão, Articulação e Projetos Educacionais fez uma visita e constatou irregularidades no que já foi executado com o que foi colocado no projeto.

Ainda segundo Marconi, a postura de sua gestão será pautada no caminho da legalidade junto aos órgãos de controle e os assuntos que estão sendo tratados, para que a população tenha o respaldo do zelo e da responsabilidade pelos recursos públicos que são e serão aplicados no município, para que em sua gestão não aconteçam os mesmos transtornos deixados pela gestão passada.

Iterpe discute medidas de enfrentamento aos conflitos fundiários da área da Usina Frei Caneca

O presidente do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe), Henrique Queiroz, junto com a equipe do Instituto, com a missão de contribuir com as ações do Governo de Pernambuco que buscam soluções para os conflitos na área da Usina Frei Caneca se reuniu, nesta segunda-feira (09), com a prefeita de Jaqueira, Ridete […]

O presidente do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe), Henrique Queiroz, junto com a equipe do Instituto, com a missão de contribuir com as ações do Governo de Pernambuco que buscam soluções para os conflitos na área da Usina Frei Caneca se reuniu, nesta segunda-feira (09), com a prefeita de Jaqueira, Ridete Pellegrino. 

A reunião contou com a participação dos advogados dos agricultores, Lenivaldo e Gabriela; o vereador do município, Manoel Messias; o secretário de governo de Jaqueira; Amadeu Henrique, e as lideranças locais que representam as famílias de agricultores da região.

“O Iterpe se compromete em enviar equipe técnica para georreferenciar todas as posses dos trabalhadores; efetuar o levantamento sociocupacional da área; buscar um imóvel que seja demarcado para que as famílias sejam remanejadas para um novo local e possam viver de forma digna na terra”, elucidou Henrique Queiroz durante o debate.

O Iterpe vem atuando nesse processo, por meio da Comissão Estadual de Mediação de Conflitos Agrários, junto com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH); a Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA); a Secretaria de Defesa Social (SDS); a Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ); a Procuradoria Geral do Estado (PGE), e a Defensoria Pública, buscando os meios necessários para encontrar resoluções pacíficas.

Brasil não está dividido, diz Humberto‏

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), traçou as perspectivas da vitória da presidenta Dilma Rousseff durante discurso na tribuna da Casa nesta terça-feira (28). Para o parlamentar, com a reeleição de Dilma, o Brasil se abre para um novo ciclo histórico de desenvolvimento, em que é preciso radicalizar o diálogo. “O povo […]

HC discursando 2810

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), traçou as perspectivas da vitória da presidenta Dilma Rousseff durante discurso na tribuna da Casa nesta terça-feira (28). Para o parlamentar, com a reeleição de Dilma, o Brasil se abre para um novo ciclo histórico de desenvolvimento, em que é preciso radicalizar o diálogo. “O povo brasileiro não quer mais a política do toma lá da cá. A presidenta Dilma vai ampliar o conceito de governabilidade. E a sociedade irá participar desse processo”, declarou.

Segundo Humberto, os representantes devem abrir um canal permanente de discussão com os representados para a construção de uma agenda de mudanças e de reformas. “Não há mais espaço, na democracia representativa e participativa, para a política de gabinete, realizada pela burocracia e de maneira apartada dos setores sociais diretamente envolvidos”, afirmou.

Ele avalia que a presidenta foi muito feliz quando, no discurso após a reeleição, fez um chamamento ao diálogo a todos os brasileiros e pediu união em torno do interesse comum do país. “As paixões político-partidárias não podem turvar o caminho do desenvolvimento inclusivo que queremos trilhar. É reprovável a ideia de que o Brasil está dividido após as eleições”, afirmou.

Ele ressaltou que nas duas últimas eleições americanas, em que o presidente Obama saiu vencedor com placar apertado, não se falou em divisão dos Estados Unidos. O mesmo ocorreu na eleição francesa de 2012, quando o atual presidente François Hollande venceu o postulante à reeleição, Nicolas Sarkozy, por um percentual similar ao do segundo turno aqui no Brasil. “E ninguém falou em divisão da França. Então, não há que se falar em divisão do Brasil”, analisou.
O líder do PT também lembrou o papel fundamental que terá o Congresso Nacional nos próximos anos. De acordo com Humberto, os deputados federais e senadores são agentes ativos dessa agenda de mudanças e reformas que se quer para o país.

“E podemos dar início a ela pela reforma política, sem a qual o sistema político brasileiro seguirá sofrendo sérias distorções. É necessário discutir: cláusula de barreira, coligações proporcionais, sistema de votação, reeleição, maior participação das mulheres e, principalmente, a questão do financiamento das campanhas”, acredita. O senador avalia que a reforma deve nascer de um plebiscito para que, a partir de perguntas claras, a população possa decidir objetivamente sobre as mudanças que deseja no sistema político brasileiro.