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Lula reúne apoiadores em caminhada em Copacabana na véspera do segundo turno; veja vídeo

Por Michael Andrade

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, participou na manhã deste sábado (24) de uma caminhada de campanha na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O ato reuniu apoiadores na Avenida Atlântica, um dia antes do segundo turno da eleição presidencial contra Flávio Bolsonaro (PL).

A concentração começou nas primeiras horas da manhã, nas proximidades do Posto 5. Lula percorreu parte da avenida acompanhado de lideranças políticas, cumprimentou apoiadores e discursou de um carro de som.

Entre os participantes estavam a primeira-dama Janja, a deputada federal Benedita da Silva (PT), o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD), o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) e o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT).

Durante o discurso, Lula voltou a criticar Flávio Bolsonaro e defendeu a participação dos eleitores no segundo turno. O presidente pediu aos apoiadores que mobilizassem pessoas que não compareceram às urnas no primeiro turno.

O candidato também abordou temas como segurança pública, direitos trabalhistas e soberania nacional, além de questionar posições políticas do adversário. Janja discursou e destacou a participação das mulheres na eleição.

A mobilização ocorreu sob forte calor. A organização distribuiu água aos participantes, e equipes de atendimento foram acionadas para socorrer pessoas que passaram mal durante o evento.

Depois da passagem pelo Rio de Janeiro, Lula seguiu para São Paulo, onde tinha prevista uma caminhada na Avenida Paulista, encerrando sua agenda de rua antes da votação deste domingo (25).

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo do ato de campanha realizado em Copacabana.

 

Fonte: Poder360
Vídeo: Reprodução/RedesSociais

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Outras Notícias

Flávio Bolsonaro participa de ato de campanha em Belo Horizonte na véspera do segundo turno; veja vídeo

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, participou na manhã deste sábado (24) de um ato de campanha em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mobilização reuniu apoiadores e lideranças políticas na Praça da Liberdade, um dia antes do segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A programação […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, participou na manhã deste sábado (24) de um ato de campanha em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mobilização reuniu apoiadores e lideranças políticas na Praça da Liberdade, um dia antes do segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A programação começou com uma motociata que saiu da Praça do Papa, no bairro Mangabeiras, em direção à Praça da Liberdade, na região Centro-Sul da capital mineira. O candidato acompanhou o percurso e participou da concentração ao lado de aliados.

Entre os presentes estavam o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo).

Também participaram parlamentares eleitos e representantes de partidos aliados. A mobilização integrou uma série de eventos organizados por Nikolas Ferreira durante a campanha presidencial.

Flávio acompanhou a manifestação em um carro de som, mas não fez discurso aos participantes. Antes do ato, em vídeo divulgado nas redes sociais, o candidato afirmou que pretende manter uma relação de parceria com o futuro governo de Minas Gerais.

Belo Horizonte foi o penúltimo compromisso de rua da campanha de Flávio Bolsonaro antes da votação deste domingo (25). Depois da passagem pela capital mineira, o senador tinha outro ato previsto na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo do ato de campanha realizado em Belo Horizonte.

Fonte: Poder360
Vídeo: Reprodução/RedesSociais

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Cadê a Michelle Bolsonaro? Senadora eleita “desaparece” da campanha de Flávio no segundo turno

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), eleita senadora pelo Distrito Federal, chegou à véspera do segundo turno da eleição presidencial sem participar de atos de campanha ao lado do enteado, Flávio Bolsonaro (PL). Apesar de ter declarado apoio à candidatura, Michelle concentrou suas atividades em Brasília e em cidades próximas, priorizando também a campanha de Celina […]

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), eleita senadora pelo Distrito Federal, chegou à véspera do segundo turno da eleição presidencial sem participar de atos de campanha ao lado do enteado, Flávio Bolsonaro (PL). Apesar de ter declarado apoio à candidatura, Michelle concentrou suas atividades em Brasília e em cidades próximas, priorizando também a campanha de Celina Leão (PP) ao governo do Distrito Federal.

Segundo reportagem de O Globo, publicada neste sábado (24), a ausência chamou a atenção de aliados que esperavam uma participação mais ativa da ex-primeira-dama na reta final da disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A expectativa era de que Michelle percorresse quatro ou cinco capitais brasileiras para participar de atos em apoio ao enteado, especialmente em regiões consideradas importantes para a mobilização do eleitorado feminino e evangélico. Manaus, Salvador e João Pessoa estavam entre os destinos cogitados, mas o roteiro não foi executado conforme o planejamento inicial.

Até mesmo a presença de Michelle no último debate presidencial, realizado pela TV Globo nessa sexta-feira (23), chegou a ser articulada por aliados. A proposta era que ela acompanhasse Flávio na chegada à emissora e assistisse ao confronto na plateia. A participação, entretanto, não ocorreu.

Nas redes sociais, a presença do candidato presidencial também foi limitada. A última publicação feita diretamente por Michelle no Instagram pedindo votos para Flávio ocorreu em 7 de outubro, três dias depois do primeiro turno.

Levantamento citado por O Globo aponta que, entre 23 de julho, quando houve a reconciliação entre os dois, e 15 de outubro, Michelle realizou 107 publicações em seu perfil. Desse total, apenas cinco deram maior destaque ao senador, o equivalente a 4,7% das postagens.

A relação entre Michelle e Flávio passou por desentendimentos durante a pré-campanha. Meses antes, a ex-primeira-dama havia divulgado vídeos nos quais acusava o enteado de desrespeitá-la e de desconsiderar suas posições políticas. Após a repercussão, Flávio pediu desculpas publicamente, e os dois retomaram a aproximação em julho.

Em agosto, chegaram a gravar material de campanha juntos, utilizado na propaganda eleitoral. No início do segundo turno, Michelle também sinalizou que ampliaria sua participação e defendeu o envolvimento das mulheres nas atividades eleitorais do PL.

Apesar da ausência nos principais eventos ao lado do enteado, Michelle participou de compromissos de apoio à candidatura presidencial em Palmas, no Tocantins, acompanhada da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), e na Cidade de Goiás (GO).

No Distrito Federal, esteve presente em carreatas realizadas em Brasília, Ceilândia e Taguatinga. Também se dedicou à campanha de Celina Leão, candidata ao governo local e aliada política da ex-primeira-dama.

Um dos fatores apontados para a permanência de Michelle na capital federal é a situação do marido, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília. De acordo com a reportagem, a condição do ex-presidente dificulta ausências prolongadas da esposa.

A previsão é de que Michelle acompanhe a apuração dos votos neste domingo (25) em casa, ao lado de Jair Bolsonaro.

Com a participação mais restrita da ex-primeira-dama, outras lideranças bolsonaristas assumiram maior presença na mobilização nacional. Entre elas está o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que percorreu diferentes regiões do país realizando atos de apoio a Flávio, incluindo compromissos no Nordeste.

Uma aliada de Michelle ouvida por O Globo avaliou que a atuação de Nikolas e de outras lideranças femininas ajudou a compensar a ausência de uma agenda nacional conduzida pela ex-primeira-dama.

A maior participação de Michelle havia sido incentivada pelo próprio Jair Bolsonaro, que, impossibilitado de comparecer aos eventos eleitorais, estimulou familiares e aliados a reforçarem a campanha do filho.

Fonte: O Globo
Foto:  Brenno Carvalo

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Live de Janones em apoio a Lula supera 600 mil aparelhos conectados após 13 horas de transmissão

A transmissão ao vivo organizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou a marca de 600 mil aparelhos conectados no início da tarde deste sábado (24). A audiência foi registrada após mais de 13 horas de programação ininterrupta no YouTube. Intitulada “Live da […]

A transmissão ao vivo organizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou a marca de 600 mil aparelhos conectados no início da tarde deste sábado (24). A audiência foi registrada após mais de 13 horas de programação ininterrupta no YouTube.

Intitulada “Live da Virada”, a transmissão começou na madrugada deste sábado, após o último debate presidencial realizado pela TV Globo, e tem duração prevista de 24 horas. A programação é exibida no canal oficial de Lula na plataforma.

Depois que a transmissão atingiu a marca de 500 mil aparelhos conectados, Janones telefonou para o presidente, que cumpria compromissos de campanha na região Sudeste. Durante a conversa, Lula pediu que os apoiadores convidassem outras pessoas para participar do canal de WhatsApp “Exército do Lula”.

O canal, administrado por Janones e utilizado para mobilização digital em favor da candidatura petista, já reunia quase 11 milhões de seguidores, segundo as informações divulgadas durante a transmissão.

Na ligação, Lula brincou ao se referir ao deputado como “general Janones” e afirmou que a mobilização deveria ocorrer de maneira pacífica. O presidente também pediu a ampliação da participação dos apoiadores nas atividades digitais da campanha.

Outro número registrado neste sábado foi o crescimento do canal oficial de Lula no YouTube, que alcançou a marca de 3 milhões de inscritos durante a programação.

A transmissão acontece na véspera do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25), quando Lula enfrenta o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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Toffoli defende novas regras para evitar ataques pessoais em debates e propagandas eleitorais

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), defendeu neste sábado (24) que a Justiça Eleitoral estabeleça novas regras para reduzir ataques pessoais durante debates e propagandas políticas. Segundo ele, a polarização tem afastado as campanhas da discussão de propostas e políticas públicas, substituídas por confrontos entre candidatos. […]

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), defendeu neste sábado (24) que a Justiça Eleitoral estabeleça novas regras para reduzir ataques pessoais durante debates e propagandas políticas. Segundo ele, a polarização tem afastado as campanhas da discussão de propostas e políticas públicas, substituídas por confrontos entre candidatos.

A declaração foi feita durante um encontro com representantes e observadores internacionais, realizado na sede do TSE, em Brasília, na véspera do segundo turno da eleição presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Para Toffoli, a Justiça Eleitoral precisa enfrentar o desafio de fazer com que o debate político volte a tratar de questões relacionadas à administração pública, ao funcionamento do Estado e às propostas apresentadas pelos candidatos.

“Nós temos que fazer com que a política volte a discutir política, e esse é um grande desafio, eu penso não só no Brasil, mas para grande parte do mundo democrático”, afirmou.

O ministro criticou especialmente a utilização do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para ataques entre adversários. Ele lembrou que as emissoras recebem compensações fiscais pela cessão do espaço, o que representa um custo indireto para a sociedade.

“Não pode ser pago pelo cidadão brasileiro para ouvir ofensas entre candidatos”, declarou.

Toffoli também chamou atenção para o ambiente digital. Segundo o magistrado, é necessário estabelecer critérios capazes de distinguir a atuação política legítima de práticas que envolvam impulsionamento irregular de conteúdos, uso de robôs e outras formas de interferência tecnológica na comunicação eleitoral.

Apesar de defender mudanças, o ministro não apresentou uma proposta específica de regulamentação nem anunciou a edição imediata de novas normas pelo TSE. A discussão foi apresentada como um desafio para as próximas eleições.

As declarações ocorrem depois de uma campanha presidencial marcada por acusações entre as candidaturas, disputas judiciais envolvendo conteúdos nas redes sociais e questionamentos sobre a atuação das plataformas digitais.

Na quinta-feira (22), durante sessão do TSE, Toffoli já havia criticado campanhas centradas em acusações pessoais e na associação de adversários e aliados a atividades criminosas. Na ocasião, classificou esse tipo de estratégia como vergonhoso.

Durante o encontro deste sábado, o ministro também elogiou a atuação do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, na interlocução com empresas de tecnologia, entre elas Meta, X e TikTok, para o cumprimento das regras eleitorais.

Outro tema abordado foi a participação das mulheres na política. Toffoli defendeu a manutenção da cota mínima de 30% de candidaturas femininas e a criação de uma reserva de cadeiras para mulheres no Congresso Nacional.

Kassio Nunes Marques também participou do encontro e informou que os relatórios preliminares das missões de observação eleitoral não identificaram irregularidades graves nos locais acompanhados durante o primeiro turno.

Fonte: O Globo
Foto:  Cristiano Mariz

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TSE registra recorde de ações na eleição presidencial, com acusações de desinformação e favorecimento digital

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chegou à véspera do segundo turno das eleições de 2026 com um volume recorde de ações relacionadas à disputa presidencial. Os processos incluem acusações de favorecimento de candidatos por plataformas digitais, supostas redes de desinformação, uso irregular de inteligência artificial e pedidos de cassação das chapas de Lula (PT) e […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chegou à véspera do segundo turno das eleições de 2026 com um volume recorde de ações relacionadas à disputa presidencial. Os processos incluem acusações de favorecimento de candidatos por plataformas digitais, supostas redes de desinformação, uso irregular de inteligência artificial e pedidos de cassação das chapas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Até a noite da última quarta-feira (21), o tribunal havia recebido pelo menos 804 ações relacionadas à eleição presidencial. O número representa um aumento de 147% em comparação com os 325 processos registrados no mesmo período de 2022. Em 2018, haviam sido contabilizadas 388 ações até a etapa equivalente da disputa.

O crescimento das demandas ocorre em meio à intensificação dos conflitos entre as campanhas presidenciais, que recorreram à Justiça Eleitoral para questionar publicações, estratégias de comunicação digital e possíveis irregularidades cometidas pelos adversários.

Uma das principais controvérsias envolve a atuação da Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp. A campanha de Lula apresentou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra Flávio Bolsonaro e seu candidato a vice, Alfredo Gaspar, alegando abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social.

Segundo a coligação petista, os mecanismos de distribuição de conteúdo das plataformas teriam favorecido o candidato do PL e prejudicado publicações ligadas ao presidente. A campanha também aponta falhas no funcionamento de ferramentas de inteligência artificial e restrições ao alcance de conteúdos eleitorais.

A Meta nega favorecimento político e atribui os problemas identificados a falhas técnicas. As acusações ainda dependem de apuração e julgamento.

Na quinta-feira (22), o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou que a Meta e a rede social X apresentassem esclarecimentos técnicos sobre a distribuição de publicações políticas, anúncios eleitorais, uso de inteligência artificial e remoção de conteúdos.

O ministro estabeleceu prazo de 24 horas para as respostas, sob pena de multa diária de R$ 500 mil por empresa em caso de descumprimento injustificado. Cueva ressaltou que os elementos apresentados justificavam a investigação, mas ainda não comprovavam as irregularidades denunciadas.

Do outro lado, a campanha de Flávio Bolsonaro também acionou o TSE contra Lula e seu vice, Geraldo Alckmin, sob a acusação de utilização de uma suposta rede coordenada de perfis digitais para divulgar informações falsas ou descontextualizadas contra o candidato do PL.

A ação questiona publicações no Instagram e pede providências contra contas apontadas pela campanha como integrantes de uma estrutura organizada de desinformação. Entre as medidas solicitadas estão a remoção de conteúdos e a cassação da chapa adversária. As alegações também precisam ser examinadas pela Justiça Eleitoral.

Outro episódio que provocou decisões conflitantes envolveu o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones. A campanha de Flávio questionou a utilização do espaço, alegando irregularidades na distribuição de conteúdos políticos. O caso passou por decisões de suspensão e restabelecimento do canal.

O crescimento dos processos levou o TSE a ampliar sua estrutura de julgamentos. O presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, aumentou para três por semana as sessões virtuais destinadas à análise de processos de propaganda eleitoral até o segundo turno.

Segundo levantamento divulgado pela CNN Brasil, a Justiça Eleitoral brasileira já recebeu mais de 100 mil processos relacionados às eleições de 2026. Desse conjunto, 3.591 foram autuados diretamente no TSE ou chegaram ao tribunal por meio de recursos.

No TSE, irregularidades na propaganda, pedidos de direito de resposta e desinformação representam aproximadamente 80% dos processos autuados neste ano.

As ações de investigação judicial eleitoral podem ter consequências que vão além da retirada de publicações. Dependendo das provas e das decisões definitivas, processos dessa natureza podem resultar em sanções eleitorais, incluindo cassação de registro ou diploma e declaração de inelegibilidade, quando presentes os requisitos legais.

Os pedidos apresentados pelas campanhas, entretanto, não significam que as irregularidades tenham sido comprovadas. Mesmo após a votação de domingo (25), processos ainda pendentes poderão continuar em tramitação na Justiça Eleitoral.

Fonte: O Globo
Foto:  Cristiano Mariz

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