Lula lidera todos os cenários para 2026, mas rejeição é de 49%, diz Quaest
Por Nill Júnior
O presidente Lula (PT) venceria todos os possíveis candidatos da oposição na disputa para a presidência da República em 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje (3).
Lula tem vantagem em seis cenários de segundo turno, na pesquisa estimulada.
Se as eleições fossem hoje, o presidente ganharia do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de Gusttavo Lima (sem partido), de Pablo Marçal (PRTB), do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil).
Cenários de 2º turno: pesquisa estimulada (quando o entrevistado recebe uma lista com os nomes de possíveis candidatos). O nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não entrou, pois ele está inelegível.
Lula bateria Gusttavo Lima (41% x 35%), Eduardo Bolsonaro (44% x 34%), Pablo Marçal (44% x 34%), Tarcísio de Freitas (43% x 34%), Romeu Zema (45% x 28%) e Ronaldo Caiado (45% x 26%).
Margem de erro de um ponto percentual. A pesquisa entrevistou 4.500 pessoas, com 16 anos ou mais, em todo o Brasil, entre 23 e 26 de janeiro.
Bolsonaro empata com Lula na pesquisa espontânea (quando não há uma lista com os nomes dos possíveis candidatos). Os dois aparecem com 9% das intenções de voto, contra 1% de Gusttavo Lima e de Marçal. Indecisos são 78%, e 2% optaram por branco/nulo/não vai votar.
Rejeição: 49% dizem que não votariam em Lula, e 47% que votariam. Há, portanto, um empate técnico no limite da margem de erro. 4% dizem não conhecer o presidente.
A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reconhecida por 107 países e 11 organizações internacionais e blocos regionais. Os dados foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enquanto Argentina e Estados Unidos não haviam feito manifestações oficiais de reconhecimento até essa sexta-feira (30). O levantamento consta no Painel de Acompanhamento de […]
A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reconhecida por 107 países e 11 organizações internacionais e blocos regionais. Os dados foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enquanto Argentina e Estados Unidos não haviam feito manifestações oficiais de reconhecimento até essa sexta-feira (30).
O levantamento consta no Painel de Acompanhamento de Manifestações Internacionais sobre os Resultados Eleitorais, ferramenta desenvolvida pelo TSE para registrar declarações de chefes de Estado, comunicados diplomáticos e manifestações de organismos internacionais sobre as eleições brasileiras.
Entre os países que parabenizaram Lula estão Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Coreia do Sul, China, Rússia, Índia, África do Sul e Arábia Saudita. Também houve manifestações de organizações como a ONU, a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a União Europeia.
Na América do Sul, a Argentina foi o único país que não havia se manifestado oficialmente. Segundo o jornal argentino Clarín, o governo do presidente Javier Milei decidiu não divulgar uma mensagem de congratulação pela vitória de Lula.
A decisão foi confirmada pelo porta-voz do governo argentino, Adrián Ravier, que informou que o resultado eleitoral brasileiro havia sido registrado pelas autoridades do país, mas que não seria emitido um comunicado oficial.
Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump também evitou reconhecer publicamente a vitória do brasileiro. Questionado por jornalistas nessa quinta-feira (29), ele afirmou que pretende conversar com Lula, mas voltou a criticar a condução do processo eleitoral.
Trump classificou a eleição brasileira como uma “vergonha” e já havia levantado suspeitas de fraude na apuração, sem apresentar provas. O republicano também evitou responder diretamente quem considerava o vencedor legítimo da disputa presidencial.
É importante destacar que as acusações de fraude nas eleições presidenciais de 2026 não foram acompanhadas de qualquer prova. O resultado foi oficialmente proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.
A ausência de manifestações oficiais da Argentina e dos Estados Unidos não altera a validade do resultado eleitoral brasileiro, cuja apuração e proclamação são de competência da Justiça Eleitoral.
Segundo o TSE, Lula foi reeleito com 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 59.826.041 votos, correspondentes a 48,21%.
O painel do tribunal também registra manifestações de apoio ao processo democrático brasileiro. Entre os organismos internacionais estão a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
O levantamento divulgado pelo TSE considera as manifestações registradas até quinta-feira (29), número que permaneceu como referência nas reportagens publicadas nessa sexta-feira (30).
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Carlos Santiago/NurPhoto/AFP
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou articulações para negociar a participação de partidos do Centrão em seu quarto mandato. Segundo reportagem de O Globo, a intenção é ampliar a base de apoio no Congresso Nacional, condicionando a ocupação de ministérios ao compromisso das legendas com as propostas do Executivo. De […]
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou articulações para negociar a participação de partidos do Centrão em seu quarto mandato. Segundo reportagem de O Globo, a intenção é ampliar a base de apoio no Congresso Nacional, condicionando a ocupação de ministérios ao compromisso das legendas com as propostas do Executivo.
De acordo com a publicação, interlocutores do Palácio do Planalto foram encarregados de procurar dirigentes partidários para discutir a composição do próximo governo. A orientação é exigir uma postura de maior fidelidade nas votações, evitando que partidos com representantes na Esplanada dos Ministérios atuem contra projetos considerados prioritários pela gestão.
A estratégia surge após divergências registradas durante o terceiro mandato de Lula. Partidos que receberam ministérios mantiveram posições independentes em diferentes votações no Congresso e, durante o segundo turno das eleições presidenciais, algumas dessas legendas apoiaram Flávio Bolsonaro (PL), adversário derrotado pelo petista.
Segundo aliados ouvidos pelo jornal, a intenção é estabelecer um compromisso de apoio às propostas governistas como condição para a distribuição de cargos no primeiro escalão. A discussão foi apresentada por dirigentes petistas durante reunião da executiva nacional do partido nessa quinta-feira (29).
Entre as legendas procuradas para as próximas conversas estão PSD, Republicanos, MDB, Podemos e Progressistas. O governo também considera abrir diálogo com PSDB, Avante e União Brasil.
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou ao jornal que as negociações serão conduzidas diretamente com as direções partidárias, e não apenas com grupos internos das legendas.
“Os partidos que queiram estar conosco têm que ter lealdade a esse projeto liderado pelo presidente Lula”, declarou.
Edinho foi escolhido para conduzir as primeiras conversas, previstas para começar após o feriado de Finados, na segunda-feira (2). O próprio presidente Lula também deverá participar das articulações para definir a composição ministerial do próximo mandato.
O governo reconhece, entretanto, a dificuldade de obter apoio integral de partidos que reúnem parlamentares com diferentes posições políticas. A negociação deverá considerar tanto a disposição das direções partidárias quanto o comportamento de suas bancadas no Congresso.
Outro ponto da articulação envolve os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O Planalto pretende utilizar o diálogo com os dois parlamentares para construir apoio às propostas do próximo governo.
Lideranças petistas também discutem a possibilidade de abrir espaço, em ministérios sediados no próprio Palácio do Planalto, para representantes de partidos aliados. Atualmente, essas pastas são ocupadas por integrantes do PT e do PSOL.
As conversas ainda estão em fase inicial, e não há definição sobre quais legendas ocuparão ministérios ou quantos cargos serão oferecidos. Segundo informações divulgadas pela imprensa, aliados de Lula trabalham com a expectativa de concluir a formação da nova equipe até dezembro.
Fonte: O Globo e Folha de S.Paulo
Foto: Reprodução
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O papa Leão XIV tornou-se o primeiro pontífice a votar em uma eleição nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo Vaticano nessa sexta-feira (30), após o religioso enviar seu voto pelo correio para as eleições legislativas norte-americanas, marcadas para 3 de novembro. Nascido em Chicago, no estado de Illinois, Leão XIV tem 71 anos […]
O papa Leão XIV tornou-se o primeiro pontífice a votar em uma eleição nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo Vaticano nessa sexta-feira (30), após o religioso enviar seu voto pelo correio para as eleições legislativas norte-americanas, marcadas para 3 de novembro.
Nascido em Chicago, no estado de Illinois, Leão XIV tem 71 anos e é o primeiro papa de origem norte-americana. Ele participou da votação utilizando seu nome de nascimento, Robert Francis Prevost, conforme informações dos registros eleitorais locais.
Em comunicado, a assessoria de imprensa do Vaticano informou que o pontífice mantém uma prática de participação cívica anterior à sua eleição como líder da Igreja Católica, em maio de 2025. O papa também exerceu o direito ao voto durante o período em que viveu no Peru.
“O Santo Padre expressa sua crença no direito e dever dos cidadãos de participar dos processos democráticos”, declarou o Vaticano.
De acordo com informações divulgadas pela imprensa norte-americana, Leão XIV solicitou sua cédula eleitoral em 3 de outubro. O voto foi enviado pelo correio para Chicago, mas o Vaticano não revelou quais candidatos receberam o apoio do pontífice.
As eleições de meio de mandato dos Estados Unidos vão renovar toda a Câmara dos Representantes e parte do Senado, além de definir governos estaduais e outros cargos públicos. O pleito ocorre em meio a disputas políticas envolvendo o governo do presidente Donald Trump e o controle do Congresso.
Desde que assumiu o pontificado, Leão XIV tem se manifestado sobre questões internacionais e adotado posições diferentes das defendidas pela administração Trump, especialmente em relação à política migratória e aos conflitos no Oriente Médio.
O presidente norte-americano também fez críticas públicas ao pontífice. Em ocasiões anteriores, Trump o classificou como fraco no combate ao crime e questionou suas posições sobre a guerra envolvendo o Irã.
Leão XIV, por sua vez, defendeu uma reflexão sobre o tratamento dispensado aos migrantes nos Estados Unidos e criticou ameaças de ataques contra populações civis.
Eleito papa em maio de 2025, Leão XIV lidera a Igreja Católica, que reúne aproximadamente 1,4 bilhão de fiéis em todo o mundo. Sua participação na eleição norte-americana ocorre na condição de cidadão dos Estados Unidos, sem manifestação pública de preferência por qualquer candidato.
Fonte: Agência Brasil/Reuters
Foto: Reprodução
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que decidiu deixar o Brasil após conversar com a esposa, Fernanda, e receber um alerta do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O relato foi apresentado nessa sexta-feira (30), durante uma transmissão ao vivo feita dos Estados Unidos. Segundo Flávio, a decisão foi tomada em conjunto com a mulher e […]
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que decidiu deixar o Brasil após conversar com a esposa, Fernanda, e receber um alerta do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O relato foi apresentado nessa sexta-feira (30), durante uma transmissão ao vivo feita dos Estados Unidos.
Segundo Flávio, a decisão foi tomada em conjunto com a mulher e mantida em segredo para evitar que o plano fosse descoberto. Ele pediu aos apoiadores que não responsabilizassem integrantes de sua campanha ou aliados políticos pela saída do país.
O senador contou que começou a considerar a viagem após visitar Jair Bolsonaro, na segunda-feira (26), um dia depois da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial.
Durante a visita, Flávio foi informado de que agentes da Polícia Federal aguardavam para comunicar uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o proibia de deixar o território nacional e estabelecia restrições aos seus documentos de viagem.
De acordo com o parlamentar, o ex-presidente pediu aos policiais que se afastassem para uma conversa reservada. Foi nesse momento que Jair Bolsonaro teria demonstrado preocupação com a situação do filho.
“Já sabe onde é que eles querem chegar com isso, né?”, teria perguntado o ex-presidente, conforme o relato de Flávio.
O senador afirmou que voltou para casa e conversou com Fernanda, quando os dois decidiram que ele deixaria o Brasil. Flávio não afirmou que o pai tivesse conhecimento prévio do plano.
A ordem de Moraes foi determinada no âmbito de uma investigação da Polícia Federal que apura suspeitas de lavagem de dinheiro e possíveis vínculos financeiros entre Flávio e o advogado Willer Tomaz. O senador nega irregularidades.
Em nota divulgada na quarta-feira (28), a Polícia Federal informou que os passaportes brasileiros de Flávio foram cancelados e que ele não cumpriu a determinação de entregar eventuais documentos de viagem de outras nacionalidades. A corporação investiga as circunstâncias da saída do parlamentar e esclareceu que as restrições, isoladamente, não autorizam sua prisão.
Na transmissão, Flávio alegou que poderia ser alvo de novas medidas judiciais e utilizado como instrumento de pressão em negociações envolvendo o pai. Sem apresentar elementos que comprovassem essa acusação acusou integrantes do Judiciário de perseguição política,
O senador voltou a questionar a eleição presidencial e levantou suspeitas de fraude, novamente sem apresentar provas.
É importante destacar que as acusações de fraude nas eleições presidenciais de 2026 não foram acompanhadas de qualquer prova. O resultado foi oficialmente proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.
Flávio também declarou que pretende continuar participando das articulações políticas brasileiras a partir dos Estados Unidos. Disse estar disposto a disputar novamente a Presidência da República, inclusive antes de 2030, e anunciou apoio ao senador Rogério Marinho (PL-RN) para a presidência do Senado.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução/Instagram
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A derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) provocou reuniões de emergência, divergências entre aliados e preocupação com possíveis consequências judiciais. Os bastidores da noite de domingo (25) foram revelados em reportagem de Malu Gaspar e Rafael Moraes Moura, publicada pelo jornal O Globo. Antes mesmo de a […]
A derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) provocou reuniões de emergência, divergências entre aliados e preocupação com possíveis consequências judiciais. Os bastidores da noite de domingo (25) foram revelados em reportagem de Malu Gaspar e Rafael Moraes Moura, publicada pelo jornal O Globo.
Antes mesmo de a apuração chegar à metade, Flávio deixou o ambiente onde políticos e convidados acompanhavam a contagem dos votos e se dirigiu a uma sala reservada com a esposa, Fernanda. Integrantes do núcleo da campanha se reuniram com o senador para discutir como reagir ao resultado que se desenhava.
Segundo a reportagem, Flávio demonstrou inconformismo com os números de Santa Catarina e Minas Gerais. A reação mobilizou assessores preocupados com a possibilidade de o candidato fazer acusações contra o sistema eleitoral sem apresentar provas.
Entre os que defenderam cautela estavam o senador Rogério Marinho, integrantes da equipe jurídica e o marqueteiro Duda Lima. O responsável pela comunicação teria alertado para as consequências de questionamentos infundados sobre as urnas, em referência à condenação de Jair Bolsonaro pela trama golpista e à multa aplicada ao PL por litigância de má-fé em 2022.
A posição encontrou resistência do candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar, que, conforme participantes ouvidos pelo jornal, defendeu a anulação da eleição e levantou acusações de irregularidades. A discussão envolveu principalmente a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a prorrogação do horário de votação em determinadas seções eleitorais.
É importante destacar que as acusações de fraude nas eleições presidenciais de 2026 não foram acompanhadas de qualquer prova. O resultado foi oficialmente proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirmou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.
Outro momento relatado pela reportagem foi o temor manifestado por Flávio de ser preso. Em meio às discussões, o senador teria afirmado que o ministro Alexandre de Moraes determinaria sua prisão na semana seguinte.
O receio, segundo a publicação, estava relacionado a investigações da Polícia Federal envolvendo movimentações financeiras ligadas ao advogado Willer Tomaz e ao setor de apostas. A reportagem menciona documentos que levantariam suspeitas sobre uma possível ligação societária não declarada do senador com a Alcazar Holding. O relato sobre o temor de Flávio não significa que tenha sido expedida uma ordem judicial de prisão contra ele.
Uma segunda reunião reuniu outras lideranças políticas. De acordo com O Globo, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a senadora Tereza Cristina e o deputado Guilherme Derrite defenderam uma reação moderada. Alfredo Gaspar e o deputado Nikolas Ferreira adotaram posições mais críticas à condução da eleição.
Diante das divergências, a equipe de comunicação preparou um pronunciamento que reconheceria a derrota, mas apresentaria críticas à atuação do governo durante a campanha e anunciaria possíveis medidas judiciais por suposto abuso de poder político e econômico.
O roteiro, entretanto, foi abandonado. Flávio decidiu falar de improviso aos jornalistas, anunciou que não reconheceria o resultado e prometeu solicitar a anulação da eleição.
A declaração contrariou a estratégia discutida com integrantes da campanha e expôs as divergências internas sobre como reagir à vitória de Lula.
De acordo com os dados oficiais do TSE, Lula foi reeleito com 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro recebeu 59.826.041 votos, correspondentes a 48,21%.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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