Lula: “Creio que o Eduardo não pode exagerar nas críticas”.
Por Nill Júnior
O ex-presidente Lula (PT) em entrevista ao Jornal do Comércio, afirmou acreditar que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) não pode exagerar nas críticas feitas contra a presidente Dilma Rousseff (PT) no período eleitoral. Ambos disputarão a Presidência da República e Campos, que era aliado até setembro do ano passado, tem elevado o tom em relação a petista em várias ocasiões.
“Creio que o Eduardo não pode exagerar nas críticas, porque ele sabe que é o mesmo projeto, o projeto do qual ele participou, e que tantos avanços trouxe para Pernambuco e o Brasil”, afirmou Lula. “Tenho certeza que o Estado de Pernambuco nunca recebeu a quantidade de investimentos dos últimos 12 anos”, alfinetou.
O ex-presidente também rebate a crítica socialista de que Dilma teria esquecido do Nordeste, afirmando que ela fez muito pela região e que Campos sabe disso porque boa parte das obras foi tocada pelo afilhado político Fernando Bezerra Coelho, ex-ministro da Integração Nacional, que disputa o Senado em Pernambuco pelo PSB.
“Tanto o Bezerra quanto o Eduardo sabem do empenho e das dificuldades que que a presidente Dilma tem enfrentado com coragem nessas e em outras obras tão importantes. Fazer uma reinaria em Pernambuco, a Transnordestina, fazer os estaleiros, foram decisões que demandaram muita coragem”, afirmou Lula.
Na entrevista, o petista ainda voltou a se dizer amigo de Campos, assim como era do avô dele, o ex-governador Miguel Arraes, falecido em 2005. “O que eu lamento é não termos conseguido seguir parceiros nessa caminhada”, voltou a comentar.
Programas eleitorais no rádio desta terça-feira (1º) concentraram críticas entre os dois principais adversários na disputa presidencial. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) trocaram críticas durante o horário eleitoral gratuito no rádio, nesta terça-feira (1º). A campanha petista explorou declarações do adversário sobre o fim da escala […]
Programas eleitorais no rádio desta terça-feira (1º) concentraram críticas entre os dois principais adversários na disputa presidencial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) trocaram críticas durante o horário eleitoral gratuito no rádio, nesta terça-feira (1º). A campanha petista explorou declarações do adversário sobre o fim da escala de trabalho 6×1, enquanto o programa do PL utilizou uma fala de Lula sobre os profissionais da limpeza urbana.
A investida de Lula ocorre após a Justiça Eleitoral suspender propagandas de sua campanha que associavam o “currículo” de Flávio Bolsonaro a casos de corrupção. A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi mencionada de forma irônica no programa do candidato do PL.
Na propaganda de Flávio, a campanha recuperou uma declaração feita por Lula durante ato eleitoral em Belo Horizonte, no último sábado (29). Na ocasião, o presidente chamou a atividade de gari de uma “profissão muito pobre” ao argumentar sobre a falta de reconhecimento social desses trabalhadores.
“Quando eu passo na rua e vejo aquelas pessoas que trabalham colhendo lixo, é uma profissão muito pobre, porque não é uma profissão que dá orgulho”, disse Lula. Na mesma fala, porém, o presidente destacou a importância do serviço realizado pelos profissionais da limpeza urbana.
Além dos ataques ao adversário, a propaganda de Lula destacou programas sociais implementados durante governos do PT e abordou o tema da soberania nacional.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, utilizou o endividamento das famílias como argumento para criticar a atual gestão federal.
Outros candidatos também apresentaram suas mensagens no horário eleitoral. Ronaldo Caiado (PSD) destacou ações realizadas durante sua gestão em Goiás. Augusto Cury (Avante) voltou a defender a redução da polarização política, utilizando no rádio uma peça semelhante à exibida na televisão.
A troca de críticas entre Lula e Flávio ocorre em um momento de acirramento da campanha presidencial, com os dois concentrando parte de suas propagandas em ataques diretos às posições e declarações do adversário.
Fonte: Diario de Pernambuco / Estadão Conteúdo Foto: Sergio Lima/AFP
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Da Piauí Quando o site Intercept Brasil revelou suas conversas comprometedoras com Daniel Vorcaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, foi à imprensa tentar se explicar. Em entrevista à GloboNews, minimizou o áudio em que cobrava dinheiro de Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, uma cinebiografia de seu pai. Quando a entrevista […]
Quando o site Intercept Brasil revelou suas conversas comprometedoras com Daniel Vorcaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, foi à imprensa tentar se explicar. Em entrevista à GloboNews, minimizou o áudio em que cobrava dinheiro de Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, uma cinebiografia de seu pai. Quando a entrevista já se encaminhava para o fim, disse ainda que o banqueiro não dava qualquer dólar para o filme havia meses, desde que as suspeitas sobre as fraudes do Master vieram a público. “Olha só. O último pagamento que ele fez […] foi em maio de 2025”, afirmou.
Mas não era verdade. Uma reportagem publicada na edição deste mês da piauí mostra que, em 16 de setembro de 2025, Vorcaro enviou mais uma parcela de 1,6 milhão de dólares para o Havengate Development Fund, o fundo americano que administrava o dinheiro de Dark Horse. Precisamente, o repasse foi de 1 milhão, 666 mil e 667 dólares. A informação consta de um relatório do Coaf, o órgão que fiscaliza transações financeiras, ao qual a piauí teve acesso. O documento mostra que a relação de compadrio financeiro entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro continuou por bem mais tempo do que o senador admitiu.
O repasse foi feito oito dias depois de Flávio enviar uma mensagem ao banqueiro cobrando as parcelas atrasadas. Com esse novo pagamento, que até agora era desconhecido, o total enviado por Vorcaro para a cinebiografia de Bolsonaro passou de 10,6 para 12,3 milhões de dólares – o que, na cotação da época, equivalia a mais de 65 milhões de reais.
E há evidências de que houve ainda mais um pagamento. A piauí também teve acesso a um trecho inédito dos diálogos por WhatsApp entre Vorcaro e o publicitário Thiago Miranda, que ajudou a captar dinheiro para o filme. Na mensagem ao banqueiro, datada de 22 de outubro de 2025, Miranda escreve: “Consegue liberar as parcelas do filme?” E completa: “Se não vai parar tudo por lá 😐.” Vorcaro responde: “Sim. Liberei mais uma hoje”, ao que Miranda retruca: “Vou avisá-los. Flávio disse que iria te ligar tb.” Vorcaro então pede que Miranda apresente suas desculpas a Flávio pelos “atrasos” nas parcelas. Se esse outro pagamento de 1,6 milhão de dólares foi efetivamente realizado, como afirmou o banqueiro, o total desembolsado por ele vai para 14 milhões de dólares, ou 72 milhões de reais.
Pelos dados que já são conhecidos, o acordo do banqueiro com o candidato a presidente previa o pagamento de 24 milhões de dólares. Com o pagamento feito em setembro, chega a sete o total de parcelas reconhecidamente pagas a mando de Daniel Vorcaro atendendo Flávio Bolsonaro. O possível novo repasse em outubro significaria uma oitava parcela.
Procurado pela piauí para explicar por que escondeu que sua relação financeira com o banqueiro durou praticamente todo o ano de 2025 e qual foi o total pago pelo banqueiro, Flávio Bolsonaro não quis falar. Sua assessoria disse que a revista deveria perguntar à produtora do filme sobre a existência de outros pagamentos. “Isso não é com a gente.” Confrontada com o fato de que a informação da nova parcela revelava uma mentira pública do candidato, a assessora continuou achando que Flávio não tinha nada a explicar.
Não é a primeira vez que o senador falta com a verdade no caso Dark Horse. Em março passado, quando veio a público que seu número estava na agenda de Vorcaro, Flávio disse à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, que nunca tivera contato com o dono do Master. Quando o repórter Thalys Alcântara, do Intercept Brasil, perguntou por que Dark Horse fora bancado por Vorcaro, Flávio reagiu: “É mentira, de onde você tirou isso?”
Ele também afirmou, na entrevista à GloboNews, que o Havengate é fiscalizado pela SEC, órgão americano semelhante à Comissão de Valores Mobiliários no Brasil. Não é verdade. Por fim, disse que o fundo fora fechado assim que surgiram as primeiras suspeitas sobre os negócios de Vorcaro. Nos registros fazendários do Texas, o fundo continua ativo até hoje.
A polícia agora investiga o caminho tortuoso do dinheiro. Os recursos não saíam diretamente das empresas de Vorcaro, nem caíam na conta da produtora do filme, a Go Up Entertainment llc, nos Estados Unidos, como seria o percurso normal. Em vez disso, Vorcaro remetia o dinheiro por meio de um doleiro, Antonio Freixo Junior, o “Mineiro”, dono da Entre Investimentos e Participações, que já se apresentou publicamente como especialista em “câmbio de saída, que é uma coisa mais arriscada”. O destino era o Havengate, o fundo sediado no Texas e administrado por Paulo Calixto, advogado especializado em imigração – sem relação com a área de cinema – e amigo de Eduardo Bolsonaro, que também vive no Texas.
Como o Havengate enviava o dinheiro à produtora do filme, as investigações do caso estão focadas em descobrir se, de fato, todo o dinheiro acabava indo para a produção cinematográfica. A polícia investiga se parte desses recursos ficou no fundo ou acabou no bolso de Eduardo Bolsonaro, que passou a viver nos Estados Unidos em fevereiro do ano passado – por coincidência, os mesmos mês e ano em que Vorcaro começou a mandar as parcelas do filme para o Havengate. A primeira remessa, de 2 milhões de dólares, é de 13 de fevereiro de 2025.
Até agora, não há evidência de que parte dos milhões de Vorcaro foi desviada para custear a permanência de Eduardo nos Estados Unidos. Mas os investigadores ainda querem entender com mais clareza o papel que Eduardo desempenhava em relação aos recursos financeiros. Quando o Intercept divulgou o áudio de Flávio em maio passado, Eduardo reduziu seu papel na produção. Em entrevista à CBN, disse apenas que chegara a investir 50 mil dólares dos seus próprios recursos no filme, para garantir a contratação do diretor, mas o valor lhe foi devolvido posteriormente.
Na documentação americana sobre o filme, no entanto, Eduardo ora aparece como “produtor executivo”, ora como “financiador”. O que as investigações pretendem descobrir é a extensão de seu domínio sobre os recursos na conta do Havengate. A piauí apresentou a pergunta à Go Up, mas não obteve uma resposta objetiva. Na prática, as investigações do caso estão lidando com duas caixas-pretas – a do filme e a do fundo, como mostra a reportagem da piauí.
Candidata a deputada estadual tem reforçado agenda no Agreste Meridional e anunciado novos apoios políticos e comunitários. A campanha de Regina da Saúde (Podemos) a deputada estadual informou que um levantamento interno realizado em Garanhuns coloca a candidata entre os três nomes mais citados na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Segundo […]
Candidata a deputada estadual tem reforçado agenda no Agreste Meridional e anunciado novos apoios políticos e comunitários.
A campanha de Regina da Saúde (Podemos) a deputada estadual informou que um levantamento interno realizado em Garanhuns coloca a candidata entre os três nomes mais citados na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Segundo o grupo de Regina, o levantamento estimulou uma intensificação das ações políticas no município, principal colégio eleitoral do Agreste Meridional.
Em Garanhuns, Regina vem reunindo apoios de diferentes segmentos. Entre os nomes mencionados pela campanha estão o vereador Ruber Neto (PSD); o presidente municipal do PSD, Tony Neto; o advogado Lucas Cavalcante; o vice-presidente municipal do PSDB, Mateus Fernandes; além de lideranças comunitárias, religiosas e esportivas.
Também foram citados Leandro, filho do ex-prefeito Severino; Pastor Gabriel Renan; Enio Pimentel; Cristiana Silva, presidente da Associação Sabino Inácio; e Bingo Corridas, treinador de atletas.
No último sábado (29), Regina cumpriu agenda em Garanhuns, onde visitou feirantes e comerciantes. A candidata, que já foi prefeita de Itaíba, tem concentrado parte das atividades de campanha no Agreste e no Sertão.
Foto: Divulgação
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Levantamento do CLP aponta melhora do município em áreas como saúde, telecomunicações e economia. Arcoverde avançou 49 posições no Ranking de Competitividade dos Municípios de 2026 e passou da 356ª para a 307ª colocação nacional. O levantamento, divulgado na última quinta-feira (27), avalia 423 municípios brasileiros com mais de 80 mil habitantes. No recorte de […]
Levantamento do CLP aponta melhora do município em áreas como saúde, telecomunicações e economia.
Arcoverde avançou 49 posições no Ranking de Competitividade dos Municípios de 2026 e passou da 356ª para a 307ª colocação nacional. O levantamento, divulgado na última quinta-feira (27), avalia 423 municípios brasileiros com mais de 80 mil habitantes.
No recorte de Pernambuco, Arcoverde subiu oito posições e ocupa agora o 12º lugar entre os municípios do estado incluídos no estudo. No Nordeste, aparece na 44ª colocação.
O ranking, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), reúne 65 indicadores distribuídos em 13 pilares nas áreas de instituições, sociedade e economia.
Entre os resultados de Arcoverde, um dos principais avanços ocorreu em Qualidade da Saúde. O município passou da 20ª para a 6ª posição em Pernambuco. Em Acesso à Saúde, manteve o 3º lugar estadual.
Nos indicadores específicos da área, Arcoverde aparece em 2º lugar em Pernambuco tanto em cobertura vacinal quanto em atendimento pré-natal.
Na educação, o município ocupa a 4ª posição estadual no pilar Qualidade da Educação. Apesar de permanecer entre os primeiros colocados, houve recuo em relação a 2025, quando Arcoverde aparecia em 1º lugar nesse quesito.
Outro avanço foi registrado em Telecomunicações. A cidade passou da 14ª para a 3ª colocação em Pernambuco.
Na dimensão Economia, Arcoverde saiu do 13º para o 5º lugar estadual. Também chegou à 7ª posição em Inserção Econômica e à 6ª em Capital Humano.
O prefeito Zeca Cavalcanti avaliou que o resultado reflete melhorias em diferentes áreas da administração municipal. “Esse avanço no Ranking de Competitividade mostra que Arcoverde voltou a crescer e a recuperar o protagonismo que sempre teve”, afirmou.
Arcoverde passou a integrar o Ranking de Competitividade dos Municípios em 2025, após entrar no grupo de cidades abrangidas pelo recorte populacional do levantamento.
Foto: Divulgação
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Candidato do Avante aparece em terceiro lugar em levantamentos recentes; analistas apontam exposição em debates, crescimento nas redes e discurso moderado como fatores para o avanço. O crescimento de Augusto Cury (Avante) em pesquisas recentes de intenção de voto passou a chamar atenção na disputa pela Presidência da República e ampliou o debate sobre uma […]
Candidato do Avante aparece em terceiro lugar em levantamentos recentes; analistas apontam exposição em debates, crescimento nas redes e discurso moderado como fatores para o avanço.
O crescimento de Augusto Cury (Avante) em pesquisas recentes de intenção de voto passou a chamar atenção na disputa pela Presidência da República e ampliou o debate sobre uma possível terceira via diante da polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Em dois levantamentos divulgados nessa segunda-feira (31), Cury apareceu na terceira colocação. Em uma das pesquisas, passou de 1,6% para 7,8%; em outra, avançou de 2% para 11%. Os resultados, porém, ainda são recentes, e analistas ouvidos pela reportagem avaliam que é cedo para considerar o movimento uma tendência consolidada.
Entre as explicações apontadas está a maior exposição do candidato em debates e sabatinas. A participação no Jornal Nacional, no último sábado (29), teve forte repercussão nas redes sociais e também provocou aumento nas buscas pelo nome do escritor no Google.
“Ele bombou nas redes, isso se refletiu nas buscas do Google. Ele foi o primeiro ou segundo nome mais buscado no Google no Brasil. Ou seja, ele chamou a atenção de uma parcela do eleitorado”, afirmou Marcelo Tokarski, CEO do Nexus, ao Metrópoles.
Segundo Tokarski, a maior exposição pode ter levado eleitores que ainda não haviam se identificado com uma candidatura a considerar Cury. O movimento teria alcançado principalmente pessoas inclinadas a votar em Flávio Bolsonaro, mas também parcelas dos eleitorados de Lula e de Romeu Zema (Novo).
Outro fator apontado é a estratégia de Cury de adotar um discurso menos confrontativo e tentar dialogar com diferentes campos políticos. Durante o debate da Band, por exemplo, o escritor criticou a postura de Renan Santos (Missão) ao atacar eleitores de Lula.
Na avaliação de analistas ouvidos pelo Metrópoles, a postura contribuiu para que Cury ocupasse um espaço ainda pouco explorado entre os candidatos que tentam se apresentar como alternativa à polarização.
Os levantamentos também indicam crescimento de Cury entre mulheres, eleitores de menor renda e no Nordeste, segmentos nos quais Lula costuma apresentar desempenho relevante. Ao mesmo tempo, o candidato avançou entre setores da direita não bolsonarista e em regiões como Centro-Oeste e Norte.
A campanha de Cury atribui o crescimento à maior exposição pública durante a campanha e à presença nas redes sociais. O candidato tem concentrado seu discurso em temas como educação, saúde mental, tecnologia, empreendedorismo, segurança pública e redução da polarização.
O avanço digital também despertou questionamentos entre adversários. Segundo o Metrópoles, campanhas rivais estudam acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir apuração sobre o crescimento de mais de 2 milhões de seguidores no Instagram do escritor após o debate da Band. Até o momento, trata-se de uma suspeita levantada por adversários, sem conclusão de irregularidade.
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