Luciano Torres, se reúne com equipe técnica e assessoria federal para alinhar projetos de Ingazeira
Por Nill Júnior
O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres (PSB), participou nesta terça-feira uma reunião com sua equipe técnica e a assessoria da Eixo Federal, com o objetivo de alinhar projetos estratégicos para o município.
O encontro reuniu engenheiros, contadores e representantes da Secretaria de Educação, além da equipe de assessoria da Eixo Federal, que atua no suporte à captação de recursos e elaboração de projetos junto ao Governo Federal.
Durante a reunião, foram discutidos o andamento de projetos em execução e o planejamento de novas ações que visam promover o desenvolvimento de Ingazeira em diversas áreas.
A articulação com a Eixo Federal reforça a estratégia do município em captar recursos federais para investir em infraestrutura, educação e outras áreas prioritárias.
A Câmara Municipal de São Paulo inicia, nesta quinta-feira (29), a análise de um pedido de impeachment contra o prefeito Ricardo Nunes (MDB). A primeira reunião da comissão especial está marcada para as 16h30 e discutirá acusações de interferência no segundo turno das eleições presidenciais. A denúncia foi apresentada pelos vereadores Celso Giannazi, Amanda Paschoal […]
A Câmara Municipal de São Paulo inicia, nesta quinta-feira (29), a análise de um pedido de impeachment contra o prefeito Ricardo Nunes (MDB). A primeira reunião da comissão especial está marcada para as 16h30 e discutirá acusações de interferência no segundo turno das eleições presidenciais.
A denúncia foi apresentada pelos vereadores Celso Giannazi, Amanda Paschoal e Silvia da Bancada Feminista, todos do PSol. Eles acusam a administração municipal de descumprir uma determinação da Justiça Eleitoral que exigia a circulação de 100% da frota operacional de ônibus na capital paulista durante a votação.
Segundo a Agência Brasil, apenas cerca de 60% da frota foi mantida em circulação durante grande parte do domingo (25). A situação provocou reclamações de passageiros que enfrentaram dificuldades para chegar aos locais de votação.
A Prefeitura de São Paulo afirma que determinou às concessionárias a disponibilização integral da frota. Segundo a administração municipal, a ordem judicial foi comunicada às empresas no sábado (24), mas o prazo reduzido dificultou a reorganização das operações. A gestão informou ainda que eventuais descumprimentos por parte das concessionárias poderão resultar em sanções contratuais.
O pedido também menciona denúncias de suposto assédio eleitoral contra servidores comissionados da prefeitura, que teriam sido pressionados a participar de atividades da campanha de Flávio Bolsonaro (PL). As acusações ainda dependem de apuração.
A comissão especial é formada por sete vereadores: Hélio Rodrigues (PT), Luana Alves (PSol), Rubinho Nunes (União Brasil), Major Palumbo (PP), Kenji Ito (Podemos), Sandra Santana (MDB) e Sandra Tadeu (PL).
O colegiado terá até dez dias para emitir parecer sobre a admissibilidade da denúncia. Caso o pedido seja considerado admissível, ainda precisará passar por votação no plenário da Câmara para que o processo avance.
A instalação da comissão não significa que o impeachment tenha sido aprovado nem que o prefeito tenha cometido as infrações apontadas.
O caso também motivou manifestações contra Ricardo Nunes. Novos protestos estão previstos para sexta-feira (30), na Praça Roosevelt, e sábado (31), no Largo da Batata, em São Paulo.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução
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O jornalista e influenciador Paulo Figueiredo atribuiu ao ChatGPT os erros identificados na carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) após sua chegada aos Estados Unidos. Em publicação na rede social X, nesta quinta-feira (29), ele afirmou que a ferramenta teria inserido um brasão antigo do Brasil e recuperado uma versão anterior do documento, na qual […]
O jornalista e influenciador Paulo Figueiredo atribuiu ao ChatGPT os erros identificados na carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) após sua chegada aos Estados Unidos. Em publicação na rede social X, nesta quinta-feira (29), ele afirmou que a ferramenta teria inserido um brasão antigo do Brasil e recuperado uma versão anterior do documento, na qual o senador se apresentava como o verdadeiro presidente eleito.
Segundo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro ficou responsável pela preparação do material e solicitou à inteligência artificial que acrescentasse o brasão da República. O arquivo, entretanto, apareceu com um símbolo antigo, que utilizava a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, com a grafia anterior à reforma ortográfica.
O segundo problema, conforme a explicação apresentada, ocorreu na geração do documento. A ferramenta teria recuperado uma versão preliminar do texto, que continha a expressão “verdadeiro presidente eleito”, posteriormente retirada.
Figueiredo afirmou que a carta passou por diferentes versões e recebeu contribuições de mais de uma pessoa antes de ser divulgada. Ele também relatou que pediu autorização para encaminhar o material à imprensa e recebeu sinal positivo da equipe.
Após a repercussão, os responsáveis pelo documento realizaram duas correções. Primeiro, substituíram o brasão. Depois, alteraram o texto para apresentar Flávio como “verdadeiro líder”, expressão que, segundo Figueiredo, representaria melhor a condição jurídica e a posição política pretendida pelo senador.
O aliado argumentou que a escolha da nova expressão também buscava reafirmar a liderança de Flávio dentro do grupo político. Ele classificou como exageradas as especulações sobre as mudanças e minimizou os erros encontrados nas primeiras versões.
Apesar das correções, Figueiredo reiterou que Flávio Bolsonaro não reconhece o resultado das eleições presidenciais e pretende continuar contestando a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (29) que pretende conversar com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas voltou a questionar as eleições presidenciais brasileiras. Durante uma conversa com jornalistas, o republicano classificou a votação como uma “desgraça”. O candidato de Trump era Flávio Bolsonaro. A declaração ocorreu quando Trump foi […]
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (29) que pretende conversar com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas voltou a questionar as eleições presidenciais brasileiras. Durante uma conversa com jornalistas, o republicano classificou a votação como uma “desgraça”. O candidato de Trump era Flávio Bolsonaro.
A declaração ocorreu quando Trump foi questionado se pretendia telefonar para Lula e parabenizá-lo pela reeleição. O presidente norte-americano confirmou a intenção de conversar com o brasileiro, mas aproveitou a resposta para criticar o processo eleitoral.
“Eu vou falar com ele. Eu acho que a eleição foi uma desgraça no Brasil”, afirmou.
Em seguida, um jornalista perguntou quem Trump considerava o vencedor legítimo da disputa presidencial. O republicano não respondeu diretamente e voltou a manifestar sua insatisfação com a eleição.
“Não quero comentar agora, mas achei que a eleição foi uma grande desgraça para a população do Brasil”, declarou.
Trump também afirmou que acompanhou a votação brasileira e alegou ter recebido um pedido do próprio Lula para não tomar partido na disputa. Segundo ele, a solicitação teria sido respeitada.
O presidente americano utilizou ainda a reação negativa do mercado financeiro brasileiro após a reeleição de Lula como argumento para suas críticas. Ele mencionou a queda da Bolsa de Valores, classificando o movimento como um sinal de insatisfação com o resultado eleitoral.
Apesar das declarações, Trump não apresentou provas de irregularidades na votação e tampouco indicou quem considera o legítimo vencedor das eleições. Também não informou quando pretende conversar com Lula.
Até o momento das declarações, a Casa Branca não havia divulgado uma manifestação formal de reconhecimento ou felicitação ao presidente brasileiro pela reeleição.
Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com as declarações de Donald Trump aos jornalistas.
Os ex-deputados divulgaram imagens ao lado de Flávio Bolsonaro após a chegada do senador aos Estados Unidos. Eduardo e Ramagem vivem no país desde 2025 e têm ordens de prisão expedidas pelo STF. Os ex-deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL) e Alexandre Ramagem (PL) publicaram, na noite dessa quarta-feira (28), fotografias ao lado do senador Flávio […]
Os ex-deputados divulgaram imagens ao lado de Flávio Bolsonaro após a chegada do senador aos Estados Unidos. Eduardo e Ramagem vivem no país desde 2025 e têm ordens de prisão expedidas pelo STF.
Os ex-deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL) e Alexandre Ramagem (PL) publicaram, na noite dessa quarta-feira (28), fotografias ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que chegou a Miami acompanhado da família após deixar o Brasil descumprindo uma determinação judicial.
As imagens foram divulgadas nas redes sociais dos dois aliados. Eduardo afirmou que a fotografia foi registrada após reencontrar o irmão e comentou as circunstâncias da viagem.
“Ontem foi um dia longo, talvez o mais longo da minha vida. Mas prevalecemos. Mesmo aqui de fora não desistiremos do Brasil”, escreveu.
Alexandre Ramagem também publicou uma fotografia com Flávio, acompanhada de uma mensagem em defesa da atuação política do senador a partir do território norte-americano.
“Livre da perseguição para ser a voz do Brasil por liberdade, segurança e prosperidade”, afirmou o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
Eduardo Bolsonaro e Ramagem permanecem nos Estados Unidos desde 2025. Ambos tiveram a prisão determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), embora respondam a processos distintos.
Eduardo foi condenado por coação no curso do processo, em razão de sua atuação junto a autoridades norte-americanas para pressionar instituições brasileiras durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. No início de outubro, o ministro Alexandre de Moraes determinou o cumprimento de sua pena.
Ramagem, por sua vez, foi condenado por participação na tentativa de golpe de Estado e deixou o Brasil mesmo estando proibido judicialmente de sair do país. Sua prisão preventiva foi decretada em novembro de 2025.
O encontro ocorre após Flávio Bolsonaro deixar o território brasileiro, apesar de uma ordem judicial que determinava a entrega de seus passaportes e proibia sua saída do país.
Derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, Flávio divulgou uma carta na qual questionou o resultado sem apresentar provas de fraude e afirmou que pretende liderar a oposição brasileira a partir dos Estados Unidos.
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes sociais
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No meu comentário das 12h desta quinta-feira (29), faço uma analise sobre o impacto da carta de Flávio Bolsonaro e como a direita brasileira tem se movimentado para escolher um novo líder. Destaco que a publicação da carta especulada até como tendo sido feita com ajuda de inteligência artificial tornou-se uma “aberração política” sem respaldo […]
No meu comentário das 12h desta quinta-feira (29), faço uma analise sobre o impacto da carta de Flávio Bolsonaro e como a direita brasileira tem se movimentado para escolher um novo líder.
Destaco que a publicação da carta especulada até como tendo sido feita com ajuda de inteligência artificial tornou-se uma “aberração política” sem respaldo no próprio campo conservador. Ao se autoproclamar presidente dos “Estados Unidos do Brasil”, Flávio criou uma situação sem base na realidade, além de gerar problemas para a imagem de Donald Trump nos EUA.
A movimentação atual sinaliza que o cenário político da direita não gira mais exclusivamente em torno da família Bolsonaro, marcando o início de um novo ciclo de liderança.
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