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Lucas Ramos diz que sua missão aumenta com votação no Pajeú

Por Nill Júnior

Reeleito deputado estadual com 62.968 votos, Lucas Ramos (PSB) terá responsabilidade ampliada a partir da próxima legislatura. Se, em 2014, chegou ao primeiro mandato como parlamentar majoritariamente votado nos sertões do São Francisco e Araripe, agora carrega a missão de representar o Sertão do Pajeú.

Na terra da poesia popular, o jovem deputado contou com apoios de peso no último pleito, entre eles o do prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota.

Lucas soube construir alianças em uma região onde candidatos da terra são, geralmente, os preferidos do eleitorado e colheu um bom resultado nas urnas. O apoio recebido pelos sertanejos do Pajeú foi fundamental para que ele pudesse ampliar a votação recebida: foi um dos poucos parlamentares reeleitos que conseguiram aumentar os votos, destaca sua assessoria em nota.

“Tomando como exemplo sua atuação em Petrolina, cidade onde possui forte e consolidada base política, o Pajeú tem boas chances de não se arrepender do voto depositado na urna. Em menos de quatro anos, Lucas Ramos realizou na cidade às margens do Rio São Francisco ações transformadoras voltadas para o abastecimento de água, educação, segurança pública, cidadania e infraestrutura urbana. Áreas que apresentam carências em maior ou menor escala na maioria dos municípios de Pernambuco e que precisam de atenção especial na região pajeuzeira”, diz o texto.

O Deputado diz que a resolução destes problemas virá com parcerias. Na caminhada que se apresenta para os próximos quatro anos, a participação efetiva dos apoiadores do seu mandato será crucial para que ações e iniciativas saiam do papel e beneficiem a população. Prefeitos, vereadores, suplentes e lideranças políticas deverão estar ao lado de Lucas em sua atuação. O jovem deputado diz que saberá retribuir o apoio recebido com ainda mais trabalho e dedicação. “O Pajeú fez sua aposta em Lucas Ramos. E tem tudo para sair ganhando”, conclui.

 

Outras Notícias

Roseane Borja reafirma pré-candidatura: “não sou pedra no sapato”

Caro Nill Júnior, A respeito da matéria veiculada pelo seu Blog nesta segunda feira (8), acho necessário me posicionar. Conto com o espaço democrático e imparcial que a imprensa precisa exercer, permitindo o direito de esclarecimento quando temos nosso nome associado a algum fato. Primeiramente, é importante não antecipar qualquer debate político e/ou partidário, enquanto […]

Caro Nill Júnior,

A respeito da matéria veiculada pelo seu Blog nesta segunda feira (8), acho necessário me posicionar. Conto com o espaço democrático e imparcial que a imprensa precisa exercer, permitindo o direito de esclarecimento quando temos nosso nome associado a algum fato.

Primeiramente, é importante não antecipar qualquer debate político e/ou partidário, enquanto nossa cidade assiste à onda crescente de novos casos da COVID-19, a ausência de um portal da transparência efetivo e alimentado com o detalhamento do uso dos recursos públicos.

Além da situação dos professores que amargam o descumprimento da lei do piso e das constantes dúvidas sobre a situação dos docentes contratados, comprometendo o ano letivo e a educação de centenas de crianças e jovens de nossa cidade.

É legítimo qualquer cidadão ou cidadã pensar e defender um projeto de desenvolvimento para sua cidade. Não considero que a presença do meu nome no debate sucessório seja pedra no caminho para nenhum cenário. Pelo contrário, representa uma alternativa de oxigenação política para uma cidade tão polarizada por modelos de gestão que demonstram o esgotamento da população e o insucesso das velhas práticas, da política que confunde empresa familiar com prefeitura.

A nossa grande e verdadeira pedra no sapato é o combate à pandemia que está atingindo nossa cidade. Essa sim deve ser debatida neste momento, deixando para um segundo plano a discussão política.

No momento certo iremos dialogar com todos aqueles que desejam mudança na terra da poesia. Mas entendemos que antes de discutir nomes precisamos discutir um projeto de cidade.

Reafirmo que estou pré-candidata, e as pesquisas demonstram que a receptividade ao nosso projeto tem incomodado aqueles que fazem política sem ouvir e dialogar com os diversos setores da sociedade. A hora de apresentar nosso projeto a São José do Egito irá chegar. Sigo construindo e ouvindo a população, os que pensam e constroem com trabalho e dedicação a nossa cidade. Vamos caminhar para unidade e para o fortalecimento de uma estratégia que coloque São José do Egito na dimensão de desenvolvimento que ela merece.

Professora Roseane Borja

Em Serra, Lula volta a defender Danilo e criticar Bolsonaro

Durante discurso, ex-presidente voltou a recomendar que as pessoas peguem os R$ 600,00 do Auxílio Brasil e “deem uma banana a Bolsonaro” Por André Luis Assim como fez em Garanhuns mais cedo, o ex-presidente Lula, voltou a defender a chapa da Frente Popular no Estado que tem os pré-candidatos Danilo Cabral (governador), Teresa Leitão (senadora) […]

Durante discurso, ex-presidente voltou a recomendar que as pessoas peguem os R$ 600,00 do Auxílio Brasil e “deem uma banana a Bolsonaro”

Por André Luis

Assim como fez em Garanhuns mais cedo, o ex-presidente Lula, voltou a defender a chapa da Frente Popular no Estado que tem os pré-candidatos Danilo Cabral (governador), Teresa Leitão (senadora) e Luciana Santos (vice-governadora).

“Não confundo minha relação de amizade com a minha relação política. Não estou em Serra Talhada para ser contra ninguém. Em Pernambuco meu candidato é Danilo Cabral”, bradou o ex-presidente. 

Lula voltou a defender que as pessoas peguem os R$ 600,00 do Auxílio Brasil. “Se aparecer dinheiro na conta de vocês, peguem, porque se você não pegar e acabar as eleições, o Guedes pega pra ele. Peguem e comprem comida para a casa de vocês, não se envergonhem, mas na hora de votar dê uma banana pra ele”, defendeu Lula.

Ainda segundo Lula as pessoas não podem acreditar em fantasia. “Não dá pra gente acreditar nesse genocida que não teve coragem de botar vacina quando precisava”, disse Lula.

O pré-candidato também aproveitou para lembrar o contexto da eleição deste ano. “Não estamos fazendo uma eleição comum, esta eleição é diferente. Porque não estamos fazendo uma disputa entre dois candidatos, entre dois partidos, estamos fazendo uma candidatura que defende a democracia, que defende os direitos humanos e do outro lado um cara desumano, um cara que nunca teve coragem de derramar uma lagrima pelas vidas perdidas para a Covid-19, destacou Lula. 

Se dirigindo a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), Lula disse ter uma dívida de gratidão com o município. Lembrou que nunca perdeu uma eleição para presidente na cidade. “A última eleição pra presidente que eu participei, nesta cidade foram 90,8% dos votos”, lembrou.

PSB vai para a oposição, mas Paulo Câmara é contra impeachment de Dilma

Do JC Online O PSB vai deixar a posição de legenda independente para se tornar, de forma oficial, oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Nessa terça-feira (22), integrantes das bancadas federais do partido e os três governadores socialistas – Paulo Câmara, Ricardo Coutinho (PB) e Rodrigo Rollemberg (PB) – trataram do tema em […]

PSB deverá ir para a oposição a Dilma Rousseff, mas Paulo Câmara é contrário a impeachment da presidente
PSB deverá ir para a oposição a Dilma Rousseff, mas Paulo Câmara é contrário a impeachment da presidente

Do JC Online

O PSB vai deixar a posição de legenda independente para se tornar, de forma oficial, oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Nessa terça-feira (22), integrantes das bancadas federais do partido e os três governadores socialistas – Paulo Câmara, Ricardo Coutinho (PB) e Rodrigo Rollemberg (PB) – trataram do tema em Brasília. Os integrantes da legenda também debateram a possibilidade de impeachment da presidente e a proposta de recriação da CPMF.

“Há três tendências pelo que ouvi em nossa reunião de consulta. De não apoiar a CPMF, de aprovar o impeachment da presidente e de passar para a oposição”, afirmou o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira. A decisão do partido sairá durante a reunião da Executiva nacional marcada para a próxima semana.

As diretrizes apontados por Carlos Siqueira foram reforçadas pelo dirigente Beto Albuquerque (PSB-RS). “A gente vai assumir uma posição de oposição por causa da inércia do governo e da deterioração da economia. Somos contra a CPMF. Sobre o impeachment, não seremos porta-voz da medida, mas se o pedido chegar ao Congresso ninguém segura”, declarou. Ele ressaltou que a ida para a oposição decorre de uma pressão da sociedade por um novo posicionamento partidário no momento político atual.

O governador Paulo Câmara (PSB) compareceu à reunião e comentou a ida do PSB para a oposição. “O partido hoje tem uma posição de independência, mas, com o momento em que o Brasil está hoje, o partido entende que precisa tomar uma nova posição”, declarou.

Carlos Siqueira ressaltou que o PSB irá se diferenciar do PSDB e DEM, principais partidos de oposição à gestão Dilma Rousseff. “Nós temos uma agenda própria, que foi definida quando decidimos seguir com uma posição independente”, falou.

Para o cientista político Wagner de Melo Romão, da Unicamp, o PSB errará se seguir a linha de tucanos e democratas. “Ficar em uma posição de independência não dá camisa a ninguém, mas fazer a mesma coisa que PSDB e DEM vai levar o partido a se perder na oposição. No Brasil, falta uma oposição à esquerda. O partido pode ter protagonismo maior nesse tempo de crise se buscar um pouco do papel feito pelo PSOL ou até mesmo por uma parcela do PT mais à esquerda”, disse.

IMPEACHMENT – Apesar do PSB se mostrar pró-impeachment, Paulo Câmara tomou posição contrária à medida. “Não há motivos que possam justificar um ato tão extremo como o impedimento contra uma pessoa que acabou de ser eleita. Temos que ter muita prudência em favor da democracia e do País”, ressaltou, antes de deixar Brasília e seguir para São Paulo para participar do seminário Brasil Competititvo.

Na avaliação de Wagner de Melo Romão, o PSB opta pelo comodismo ao ser favorável ao impeachment, mas sem querer ser o seu porta-voz. “O impeachment é uma criança que ninguém quer parir, mas a quem todo mundo quer dar nome”, avaliou.

ExpoSerra começa hoje e deve movimentar mais de R$ 20 milhões

Foram vendidos 100% dos estandes, somando 250 no total. A feira acontece pela 1ª vez no Armazém Social do Sesc. A expectativa é de 10 mil pessoas por dia na feira.  Por Juliana Lima Com o tema “Conectada com o Desenvolvimento”, acontece na noite desta quinta-feira (14) a abertura da 22ª ExpoSerra – Feira da Indústria, […]

Foram vendidos 100% dos estandes, somando 250 no total. A feira acontece pela 1ª vez no Armazém Social do Sesc. A expectativa é de 10 mil pessoas por dia na feira. 

Por Juliana Lima

Com o tema “Conectada com o Desenvolvimento”, acontece na noite desta quinta-feira (14) a abertura da 22ª ExpoSerra – Feira da Indústria, Comércio e Serviços de Serra Talhada, no Armazém Social do Sesc, a partir das 18h. 

Serão três dias de evento, com exposição de estandes, arena gastronômica, arena de moda, palestras, debates, seminários, rodadas de negócios e shows musicais. Segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Maurício Melo, houve 100% de venda dos estandes. “Foram vendidos todos os 250 estandes, e só não vendemos mais porque não tinha disponível”, contou o presidente em contato com o blog. A feira deve movimentar mais de R$ 20 milhões, informação confirmada pelo presidente do Sindcom, Francisco Mourato. 

Neste ano, além da ampliação da Arena Gastronômica e da Arena da Moda, a feira está inovando com um Palco Cultural, onde se apresentarão os artistas Irah Caldeira e Maciel Melo, nos dias 14 e 15, respectivamente. No sábado (16) haverá shows de encerramento no palco principal, com Geraldinho Lins, Priscila Senna e VN & Banda.  A expectativa é de cerca de 10 mil pessoas circulando por dia na feira. 

A 22ª ExpoSerra é realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Serra Talhada (CDL) e Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços (Sindcom), com apoio do Sebrae, Fecomércio e Prefeitura de Serra Talhada.

Em encontro com vereadores, Duque reafirma que não é candidato

Não houve um fato novo relevante na reunião almoço entre o deputado estadual Luciano Duque (SD) e os nove vereadores da bancada governista. O encontro aconteceu nesta sexta em Serra Talhada. O ambiente entretanto, indicou, a princípio, não haver disposição de Duque em ser candidato a prefeito. Também não sinalizou dissidência com o grupo da […]

Não houve um fato novo relevante na reunião almoço entre o deputado estadual Luciano Duque (SD) e os nove vereadores da bancada governista.

O encontro aconteceu nesta sexta em Serra Talhada. O ambiente entretanto, indicou, a princípio, não haver disposição de Duque em ser candidato a prefeito. Também não sinalizou dissidência com o grupo da prefeita Márcia Conrado.

Uma certeza que ninguém contesta é que a relação entre Duque e Márcia tem fissuras, feridas abertas que precisam ser tratadas. Prova disso é que, no auge da lua de mel política, seria inconcebível um encontro de Duque com vereadores sem a presença de Márcia Conrado. A prefeita também só fala em Duque quando provocada ou quando obrigada institucionalmente, como em solenidades. Só não enxerga quem não quer. A equação da política vai mostrar quem tem mais peso e maturidade: os que torcem contra, os que torcem pela manutenção da aliança e os próprios líderes Duque e Márcia.

Luciano Duque não participa das festividades da emancipação em virtude de um problema de saúde com seu filho João Duque. O caso chegou a inspirar cuidados, mas o susto passou. Importante o registro, porque não serão poucos a especular a ausência do Estadual na programação de emancipação.

Ontem, falando a Vilabella FM, Márcia Conrado disse continuar vendo Duque como aliado. “Votamos, trabalhamos, nos descabelamos em busca de voto pra ele, para fazer dele um dos mais votados. Eu e Márcio conversávamos o quanto a gente andou. E foi uma campanha linda”.