Líder do governo defende salário de R$ 27 mil do prefeito de Arcoverde
Por André Luis
Blog Cenário
A polêmica sobre o aumento de salários na Prefeitura de Arcoverde ainda tem repercutido, e muito, na cidade. O líder do governo na Câmara Municipal, Luciano Pacheco (MDB), escreveu uma mensagem justificando a necessidade de aumento do salário do prefeito, Wellington da LW (MDB), de R$ 18 para R$ 27 mil.
O prefeito é dono de mais de 26 empresas que atuam em Pernambuco, sendo diversas lojas do Grupo LW, além de um hotel, localizado no centro de Arcoverde. Todas as empresas são sociedades entre Wellington, sua esposa, Célia Rejane, e os filhos Vinícius e Rosana e somam um capital social de cerca de R$ 17 milhões. De acordo com o resumo no site da Prefeitura de Arcoverde, o gestor municipal também é proprietário de outros estabelecimentos comerciais do referido grupo, que não foram detalhados, mas um deles é o Memorial Centro Médico, uma das principais clínicas médicas particulares de Arcoverde.
Na mensagem escrita em um grupo de Whatsapp pelo vereador Luciano, o prefeito teria sido “muito autêntico e verdadeiro, como sempre, dizendo que hoje tem trabalhado exclusivamente na Prefeitura e prefere receber o salário justo”, o que convenceu a Câmara a aprovar e promulgar o aumento de 50% na remuneração do gestor. Segundo o líder do governo municipal, Wellington está “abrindo mão do seu trabalho privado e empresas para servir a Arcoverde”.
A Polícia Federal (PF) deflagrou operação para investigar os medicamentos que foram descartados pela Secretaria de Saúde de Salgueiro, no Sertão Central de Pernambuco. Na manhã da quinta-feira (16), a PF foi até o local para apreender os remédios que foram para o lixo. Segundo uma fonte ao blog, teria sido constatado inclusive, que alguns […]
A Polícia Federal (PF) deflagrou operação para investigar os medicamentos que foram descartados pela Secretaria de Saúde de Salgueiro, no Sertão Central de Pernambuco.
Na manhã da quinta-feira (16), a PF foi até o local para apreender os remédios que foram para o lixo. Segundo uma fonte ao blog, teria sido constatado inclusive, que alguns estão dentro do prazo de validade.
Mas a prefeitura nega. A gestão Marcones Sá, através da Secretaria Municipal de Saúde, emitiu nota se posicionando:
Em relação ao descarte de medicamentos, ressaltamos que os mesmos estavam armazenados em local apropriado, lacrado, fechado a chave e de acordo com as normas regulamentadas para o seu descarte. Estavam aguardando a empresa especializada e responsável pelo lixo hospitalar realizar a coleta, seguindo o protocolo do Ministério da Saúde.
Quanto à ação da Polícia Federal, até o momento, não fomos notificados sobre a natureza da operação, se trata-se de um inquérito ou algo de natureza criminal. Os agentes da Polícia Federal recolheram o lixo hospitalar que estava devidamente registrado para descarte no HÓRUS – Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, que registra as entradas e saídas de medicamentos.
Em relação à medicação recolhida fora do prazo de validade, informamos que o valor correspondente é de R$ 16.875,77 em uma compra geral de R$ 2.094.147,62, realizada em 2021, o que representa uma porcentagem de aproximadamente 0,8 %.
Além disso, é de comum saber que medicamentos vencidos são, na verdade, lixo químico cuja utilização é proibida e representa um risco à saúde da população. Ora, se os medicamentos atingiram a data de validade e estão com sua eficácia comprometida, é óbvia, coerente e prudente a conduta de descartá-los.
Reafirmamos o nosso compromisso em apurar todos os fatos e responsabilizar as possíveis irregularidades, principalmente se comprovado qualquer dano ao erário público. Estamos à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas adicionais.
O município de Triunfo passou a contar com o serviço de Telemedicina. A inauguração da sala para o atendimento aconteceu nesta sexta, dia 1º, com a presença do prefeito Luciano Bonfim, da Secretária de Saúde Marília Gabriela dos Santos e de nomes da equipe de governo. A empresa Tech Mais Saúde foi representada pelo empresário […]
O município de Triunfo passou a contar com o serviço de Telemedicina.
A inauguração da sala para o atendimento aconteceu nesta sexta, dia 1º, com a presença do prefeito Luciano Bonfim, da Secretária de Saúde Marília Gabriela dos Santos e de nomes da equipe de governo.
A empresa Tech Mais Saúde foi representada pelo empresário Anchieta Mascena. A empresa conta com mais de mil médicos especialistas associados, reduzindo a fila de espera por uma consulta e os custos com o tratamento fora do domicílio (TFD).
Em entrevista às rádios Pajeú e Cultura FM, o prefeito Luciano Bonfim detalhou o início do serviço.
“Aqui serão várias especialidades. A gente contratou ginecologia, neuropediatria, cardiologia, endocrinologia, gastroenterologia, entre outros. São treze a catorze especialidades. Estamos priorizando pessoas que estão a meses esperando atendimento fora. A gente tem orientado a própria atenção básica para encaminhar quem realmente precisa da especialidade e diminuir essas distâncias. São pacientes que tinham que ir a Recife, Arcoverde, e serão atendidos em Triunfo, diminuindo inclusive as despesas com tratamento fora de domicílio”.
Bonfim é médico por formação e comentou a qualidade do atendimento e a eventual resistência de quem ainda não conhece o modelo de atendimento no ambiente virtual. “Chequei primeiro a legalidade do serviço, que funciona desde 2022. Olhei também a qualificação dos profissionais que atendem, profissionais até com doutorado e mestrado. Também assisti a uma consulta, humanizada, o que é muito importante. É a mesma relação médico paciente do olho a olho. Está na hora da inovação tecnológica na saúde”.
O serviço opera hoje nas cidades de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Sumé, Triunfo e previsão de chegada a Abreu e Lima ainda nesse mês de agosto.
Por André Luis A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) comemorou a aprovação, pelo Senado Federal, da redução da alíquota de contribuição previdenciária para os Municípios com até 142,6 mil habitantes. A medida, que valerá até 31 de dezembro de 2027, representa uma economia de R$ 11 bilhões por ano para mais de 4 mil Municípios. […]
A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) comemorou a aprovação, pelo Senado Federal, da redução da alíquota de contribuição previdenciária para os Municípios com até 142,6 mil habitantes. A medida, que valerá até 31 de dezembro de 2027, representa uma economia de R$ 11 bilhões por ano para mais de 4 mil Municípios.
A redução da alíquota de contribuição previdenciária para 8% foi um pleito da CNM, que atuou para que a medida avançasse tanto no Senado quanto na Câmara. Os deputados federais haviam alterado a regra para os Municípios, escalonando a redução entre 8% e 18% de acordo com o PIB de cada cidade. Os senadores retomaram o substitutivo com o recorte de Municípios por população de até 142,6 mil habitantes – posição defendida pela CNM.
“Aprovamos uma medida importante para os Municípios brasileiros. A redução da alíquota previdenciária é um fôlego para as prefeituras, que enfrentam uma crise financeira estrutural”, afirmou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.
Ziulkoski, no entanto, ressaltou que a medida é temporária e não representa a solução para a crise financeira nos Municípios. “É preciso avançar em questões estruturais para garantir a sustentabilidade financeira dos Municípios”, disse.
A redução da alíquota de contribuição previdenciária é uma medida importante para os Municípios. Representará uma economia de R$ 11 bilhões por ano, o que poderá ser utilizado para melhorar os serviços públicos prestados à população.
No entanto, é importante ressaltar que a medida é temporária. O desequilíbrio financeiro provocado pelas relações federativas desajustadas é estrutural e vai durar. É preciso avançar em questões estruturais para garantir a sustentabilidade financeira dos Municípios.
Devido à crise, e com a previsão de queda no FPM de 40%, já que o valor creditado no mesmo período do ano passado, em valores líquido foi de R$ 1.121.843,06 e para este ano será de apenas R$ 529.000,00, segundo nota, Marconi Santana (PSB), prefeito de Flores e Presidente do Consórcio, que integram municípios […]
Devido à crise, e com a previsão de queda no FPM de 40%, já que o valor creditado no mesmo período do ano passado, em valores líquido foi de R$ 1.121.843,06 e para este ano será de apenas R$ 529.000,00, segundo nota, Marconi Santana (PSB), prefeito de Flores e Presidente do Consórcio, que integram municípios do Pajeú e Moxotó, diz que não teve outra alternativa.
Baixou um decreto onde anuncia mecanismos para reduzir as despesas com energia elétrica, água, telefone, diárias, viagens, festas e combustível.
Conforme a publicação, a administração municipal vai reduzir em 30% (trinta por cento), o valor mensal da folha de pagamento dos contratados das Secretarias de Saúde, Educação e Infraestrutura, em 25% (vinte e cinco por cento) o valor das gratificações de servidores, suspensão de despesas com viagens, suspensão de concessão de diárias e suspensão a realização de despesas com festas, eventos culturais, doações, campeonatos e mobiliários.
A publicação ainda reforça que, o decreto foi necessário devido à diminuição de receita e repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Além disso, os órgãos municipais ficam vedados de realizar qualquer serviço que gere pagamento extra sem a autorização expressa do gestor.
“Nosso objetivo é fechar o ano com a folha de pagamento em dia e manter os serviços essenciais em pleno funcionamento. Lembrando que ainda temos o 13º salário para pagar e vamos honrar os nossos compromissos com os servidores e com fornecedores”, diz Marconi.
“Infelizmente, nós prefeitos e claro a população está sendo penalizada com o processo de desmonte causado pelo governo federal no estado brasileiro. Com a queda de 40% no FPM, temos que ir para a ponta de lápis e fazer contas para não sermos penalizados pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, acrescentou.
Allan Terruel explica ainda que outros eventos realizados pelo mesmo grupo, em municípios como Gravatá, Natal, Foz de Iguaçu e Maceió, também vão entrar na mira das investigações. Por G1 PB O delegado da Polícia Civil da Paraíba, Allan Terruel, declarou nesta terça-feira (5), durante entrevista coletiva, que a operação policial que culminou na prisão […]
Allan Terruel explica ainda que outros eventos realizados pelo mesmo grupo, em municípios como Gravatá, Natal, Foz de Iguaçu e Maceió, também vão entrar na mira das investigações.
Por G1 PB
O delegado da Polícia Civil da Paraíba, Allan Terruel, declarou nesta terça-feira (5), durante entrevista coletiva, que a operação policial que culminou na prisão de 11 dos 19 vereadores e de um contador da Câmara Municipal de Santa Rita só foi possível graças a um esforço conjunto que contou também com a Polícia Civil de Sergipe e com agentes do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público (MP) do Rio Grande do Sul. Ele destacou que se descobriu um verdadeiro “derrame de diárias” com dinheiro público, que o trabalho de apuração dos fatos vai continuar e que outros eventos do tipo, realizados em municípios como Gravatá, Natal, Foz de Iguaçu e Maceió, também vão entrar na mira das investigações.
As prisões aconteceram na madrugada dessa terça-feira (5), dentro da Operação Natal Luz, comandada pela Polícia Civil e pelo Gaeco paraibanos. As suspeitas são de que os vereadores de Santa Rita forjaram um evento de capacitação profissional com a ajuda de uma empresa sergipana para justificarem a viagem a Gramado, no interior do Rio Grande do Sul, com o objetivo de passearem por quatro dias pela cidade e durante o período curtirem o Natal Luz, evento turístico tradicionalmente realizado no fim de ano no município gaúcho.
Para Terruel, uma prática recorrente que configuraria em desvio de dinheiro público para fins pessoais. “O estudo da improbidade administrativa quanto ao caso é bem delineado”, pontuou. Ele explicou que os vereadores já estavam sendo observados, mas ainda faltava comprovar toda a mecânica da operação. “Nessa oportunidade, nós tivemos isso. Recebemos uma informação privilegiada confirmando as inscrições e o folder do evento. Aonde ele seria e o tempo em que ele iria se desenvolver”, frisou.
Com informações prévias sobre quando seria o próximo evento, portanto, a relação interinstitucional pôde ser realizada. O delegado explica que os agentes paraibanos ficaram responsáveis por acompanhar as movimentações e os estudos de empenhos financeiros realizados pelo grupo. Simultaneamente, a polícia sergipana investigava a empresa promotora do evento e agentes do Gaeco gaúcho iam a campo para acompanhar o passo a passo do grupo, seguindo os seus passos por Gramado.
“A questão ultrapassou o crime de improbidade administrativa. Alcançou a prisão através de uma ação penal”, prosseguiu, ponderando que dos quatro dias de evento – que teoricamente aconteceu entre 31 de outubro e 4 de novembro –, o grupo só teve uma única manhã de programação, com todo o resto do tempo destinado ao lazer.
O delegado explica também outros pontos suspeitos. A palestrante escalada para Gramado tinha outro evento programado para Fortaleza, no mesmo período. Ademais, o evento era praticamente exclusivo para os paraibanos. “Era como se os vereadores de Santa Rita tivessem sido os únicos a descobrir a existência de um evento que não estava sendo anunciado em canto nenhum”.
Ademais, Terruel disse que os vereadores poderiam ter convidado a palestrante para Santa Rita, mas que ao invés disso pagaram passagens, diárias, hospedagens, etc, para todos os vereadores que viajaram, inclusive levando acompanhantes. “Vamos analisar ainda o tamanho dessa lesão”, concluiu.
Terruel, no fim das contas, disse que os envolvidos foram orientados por advogados a ficarem em silêncio e que ele iria respeitar essa decisão.
Ainda assim, o advogado Alderban Coelho, que representa os 12 presos, se pronunciou de forma breve. Ele disse que não existem motivos para prisão em flagrante e que por isso a rechaça. Depois, ele ponderou que ainda não teve acesso às questões fáticas do inquérito e que por isso não poderia falar mais detalhadamente sobre a acusação em si.
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