Jurídico da Câmara de Tabira esclarece que Saúde não gastou com festas
Por Nill Júnior
A novela sobre a denúncia dos vereadores Aldo Santana e Djalma das Almofadas de que a Secretaria de Saúde da Prefeitura de Tabira, teria pago R$ 543 mil reais com eventos festivos, viveu um novo capitulo no dia de ontem.
Quando a palavra de esclarecimento era esperada pelo Secretário Alan Dias, a própria Câmara se adiantou. Falando a Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta, a advogada Laudicéia Rocha, Assessora Jurídica da Câmara, afirmou que realmente o site do TCE apresenta a prestação de contas do Fundo Municipal de Saúde citando a despesa pela saúde.
“Por excesso de zelo”, disse ela, o jurídico da Câmara, fez uso do Sagres, aplicativo do Tribunal de Contas onde puxando pelo CNPJ do credor, identificou que a despesa com festas foi paga pela Secretaria de Cultura.
Laudiceia concluiu dizendo que os vereadores Djalma das Almofadas e Aldo Santana na condição de fiscais do povo fizeram o seu papel, e que agora resta à gestão de saúde ser decente e admitir o erro do Fundo Municipal.
A comunicação da Prefeitura de Caruaru informou à imprensa, nesta quarta-feira (10/06), que a produção do cantor Roberto Carlos, que se apresenta na sexta-feira (12), no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, não autorizou a transmissão do seu show na cidade. Também foi proibida a presença dos jornalistas na área em frente ao palco (frontstage). […]
A comunicação da Prefeitura de Caruaru informou à imprensa, nesta quarta-feira (10/06), que a produção do cantor Roberto Carlos, que se apresenta na sexta-feira (12), no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, não autorizou a transmissão do seu show na cidade.
Também foi proibida a presença dos jornalistas na área em frente ao palco (frontstage).
As informações são do Portal QG do São João.
O show de Roberto Carlos, apesar da sua força musical e história, vinha sendo muito criticado por não ter relação direta com o período junino. Ao ponto de Caruaru estar sendo chamada de “ex-capital do forró”.
De acordo com dados divulgados pela SES-PE neste sábado (9), são 12.470 casos confirmados e 972 óbitos no Estado JC Online Nas últimas 24 horas, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou 883 novos casos confirmados do novo coronavírus e o total de infectados em Pernambuco chegou a 12.470. Segundo o boletim divulgado neste sábado […]
De acordo com dados divulgados pela SES-PE neste sábado (9), são 12.470 casos confirmados e 972 óbitos no Estado
JC Online
Nas últimas 24 horas, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou 883 novos casos confirmados do novo coronavírus e o total de infectados em Pernambuco chegou a 12.470.
Segundo o boletim divulgado neste sábado (9), o número de mortes causadas pela covid-19 no Estado também aumentou, e agora são 972 óbitos.
A expansão da doença em Pernambuco faz permanecer a crítica situação do sistema de saúde do Estado. Das 467 vagas de unidade de terapia intensiva (UTI) da rede pública estadual, 98% estão ocupadas.
Os leitos de enfermaria também permanecem em zona de criticidade, com taxa de ocupação de 87%.
“A taxa de avanço do vírus tem se ampliado de forma significativa e gerado um impacto crescente nos sistemas público e privado de saúde. Atualmente, mais de 200 pacientes estão nas unidades de pronto atendimento (UPAs) estaduais sendo assistidos com suporte de oxigênio e/ou ventilação mecânica, mas aguardando uma vaga de UTI”, revelou o secretário Estadual de Saúde, André Longo.
Dos 883 novos casos, 250 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 633 são casos leves. Os detalhes epidemiológicos serão divulgados pela SES-PE ainda neste sábado.
Referência na saúde pública de Pernambuco, HGV tem sofrido com a estrutura decadente e vem cancelando cerca de 40 procedimentos por dia Do Diário de Pernambuco Referência em cirurgia e clínica médica em Pernambuco, o Hospital Getúlio Vargas (HGV) cancelou, pelo terceiro dia consecutivo, todas as cirurgias marcadas para o período da tarde. Só nesta […]
Referência na saúde pública de Pernambuco, HGV tem sofrido com a estrutura decadente e vem cancelando cerca de 40 procedimentos por dia
Do Diário de Pernambuco
Referência em cirurgia e clínica médica em Pernambuco, o Hospital Getúlio Vargas (HGV) cancelou, pelo terceiro dia consecutivo, todas as cirurgias marcadas para o período da tarde. Só nesta quarta-feira, foram cerca de 40 procedimentos adiados por faltarem materiais básicos, como compressas e gazes. De mãos atadas, o corpo de médicos solicitou uma reunião com a direção, onde será entregue um documento exigindo uma solução imediata para o problema. Do contrário, a possibilidade de paralisação não está descartada.
Considerado um dos melhores locais para residência médica em várias especialidades – entre as quais clínica, cirurgia e anestesiologia – o HGV desempenha um papel fundamental na saúde pública do Estado. Entretanto, como a de outras grandes unidades, incluindo o Hospital da Restauração e o Oswaldo Cruz, sua situação vem piorando dia após dia, como destaca o membro da Associação Pernambucana de Médicos Residentes (APMR) Mauriston Martins. “Fomos obrigados a suspender as cirurgias eletivas por causa da falta de compressas. São cerca de 40 a 45 cancelamentos por dia”, lamentou.
O médico explicou ainda que até os atendimentos de emergência estão ameaçados pela falta de material. “A emergência está aberta, mas em sistema de racionamento de luvas. Além disso, tem todos os problemas crônicos que vêm se alastrando entre vários hospitais”, denunciou. “A estrutura do hospital está bem decadente, faltam leitos para os pacientes e tudo mais”, acrescentou.
A maioria das cirurgias canceladas estão sendo remarcadas dentro de um prazo que varia entre 48h e 72h, mas os médicos explicam que não há como garantir a realização das mesmas. “Os pacientes continuam internados, porque têm as cirurgias programadas. Mas esse quadro não vem evoluindo, então, não sabemos como serão os próximos dias”, adiantou.
Diante do cenário, o corpo de médicos procurou a direção do hospital, mas não teve uma resposta conclusiva. “Disseram que o problema é que existe uma dívida milionária com os fornecedores e por isso, eles estão se recusando a fornecer o material”, explicou Mauriston. “Temos uma reunião marcada com todo o corpo de residentes nesta quinta-feira, por volta do meio-dia, onde será elaborado um documento exigindo uma solução imediata. Se não houver resposta, vamos propor uma paralisação”, alertou.
Segurança
A falta de materiais básicos, entretanto, não é o único problema grave com o qual os funcionários do HGV estão precisando lidar diariamente. Segundo Mauriston, no último domingo, os plantonistas viveram momentos de tensão, quando um grupo invadiu a emergência e coagiu a equipe de plantonistas a atender um deles, que havia sido baleado. “Estamos sem seguranças, porque a terceirizada que presta esse serviço não recebe o repasse há três meses, então, nos tornamos alvos fáceis. Foi um tumulto, com pacientes e funcionários correndo. Os cirurgiões de plantão ainda entraram no bloco e realizaram a cirurgia de emergência. Infelizmente, o paciente não sobreviveu, mas não houve maiores incidentes depois disso”, revelou.
A resposta da Secretaria Estadual de Saúde Procurada pela reportagem do Diario de Pernambuco, a Secretaria Estadual de Saúde (SES), emitiu a seguinte nota sobre os problemas citados na matéria.
A direção do Hospital Getúlio Vargas (HGV) esclarece que teve um problema pontual de logística na entrega dos materiais médico-hospitalares, o que acarretou na priorização dos procedimentos cirúrgicos de urgência. A situação, no entanto, já foi resolvida e o estoque está sendo normalizado. As cirurgias eletivas que deixaram de ser feitas estão sendo reprogramadas com prioridade.
Sobre os vigilantes, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) esclarece que já está dialogando com a empresa terceirizada Rima para que a situação seja resolvida. A SES também tem o apoio da Polícia Militar para reforçar a segurança na unidade.
Por: Magno Martins O mundo musical artístico é muito perverso, permeado por boas surpresas que raramente são objetos de destaque na mídia. Cantadores talentosos nem sempre têm presença no noticiário e nos programas televisivos em que soltam a voz e encantam, muitas vezes nem pelo canto de sabiá, mas pela leveza da letra que amolece […]
O mundo musical artístico é muito perverso, permeado por boas surpresas que raramente são objetos de destaque na mídia. Cantadores talentosos nem sempre têm presença no noticiário e nos programas televisivos em que soltam a voz e encantam, muitas vezes nem pelo canto de sabiá, mas pela leveza da letra que amolece qualquer coração de pedra.
O mercado dos que sobem ao palco também é feito de convenções, para não fugir a regra de uma sociedade desinformada do que se pode chamar de bom cardápio musical. Dá-se, hoje, muito mais valor ao forró estilizado e ao duvidoso gosto da sofrência do que ao que de fato suaviza ouvidos e alegra corações entristecidos.
Paulo Matricó, vindo de mala e cuia do vale poético do Pajeú, especialmente sua Tabira, de onde tira da terra seca os motes de inspiração do seu belo repertório, já teve seu momento de glória valorizado entoando Luiz Gonzaga num grande cordel mostrado num especial da TV Globo.
Muito pouco, entretanto, para o espaço dado à sofrência. Ainda pouco conhecido, Paulo Matricó é um dos monstros sagrados da MPB brasileira do bom gosto. Há pouco, conheci em Afogados da Ingazeira uma bela encarnação da sua veia poética transformada em música enquanto o Rio Pajeú banhava a sua alma de inspiração: Apreço ao meu lugar.
“Eu viajei pra muito longe/Atrás de um mundo novo/E me realizar/E quanto mais distante eu fui/Mais perto me encontrei/Aqui do meu lugar.
Se deita na minha lembrança/A correnteza mansa/ Águas do meu riacho/Espelhos nos igarapés/Quando lavava os pés/E a sombra por debaixo.
Progresso, eu sei, é necessário/Mas não há salário/Que pague o que eu tenho/Indústria que tudo refina/Mas só…
Perceberam que profundeza de canto belo? Mas por que poucos conhecem? Porque os novos tempos do mau gosto propagam algo tão nocivo aos ouvidos e ao coração como uma aberrante e intolerável Caneta Azul. Pelo amor de Deus!
Mas se você gosta mesmo do que é bom, sem risco de ser enganado, vá amanhã conferir o espetáculo Cordel Operístico Lua Alegria, no Janeiro de Grandes Espetáculos.
A apresentação será única, no Teatro Apolo, às 21h. Uma interpretação narrada ineditamente por Paulo Matricó na linguagem de cordel, unindo dramaturgia, canto e música, sob o fio condutor de trilha musical pesquisada e produzida sob a influência da tradição popular de Pernambuco.
O espetáculo Cordel Operístico Lua Alegria envolve o roteiro dramatúrgico baseado no livro-cordel de Paulo Matricó, que trata da trajetória de vida de Luiz Gonzaga e sua saga do Nordeste à conquista do Sudeste brasileiro.
Além de sua dimensão física, presença de intérpretes e músicos, o espetáculo faz interação com o universo histórico e artístico das culturas tradicional e contemporânea do Nordeste, por meio da projeção de xilogravuras e imagens virtuais, num diálogo entre narradores intérpretes, trilha musical e o mundo virtual.
Não perca ! O rouxinol de Tabira vai te seduzir.
Serviço:
Cordel Operístico Lua Alegria no Janeiro de Grandes Espetáculos
O ex-prefeito de Tabira, Dinca Brandino, voltou a atacar e ameaçar o radialista Fabrício Ferreira, da Rádio Cidade FM. Dinca ameaçou o profissional por uma crítica que repercutiu na imprensa sobre os questionamentos por, segundo a comunidade de Várzea, a gestão a mando dele, segundo o relato, desligar um poço catavento que atendia os moradores. […]
O ex-prefeito de Tabira, Dinca Brandino, voltou a atacar e ameaçar o radialista Fabrício Ferreira, da Rádio Cidade FM.
Dinca ameaçou o profissional por uma crítica que repercutiu na imprensa sobre os questionamentos por, segundo a comunidade de Várzea, a gestão a mando dele, segundo o relato, desligar um poço catavento que atendia os moradores.
“Quebraram a base, cortaram o ferro que vai até o poço e tiraram a caixa d’água de 15 mil litros”, disse Joás Ferreira à Coluna do Domingão. O poço tem boa vazão, garante a comunidade. A versão é de que o Secretário Joel Mariano autorizou a “operação trava catavento” a mando de Dinca Brandino, porque uma família na área não votou neles em 2020. Joel diz não ter conhecimento, mas não respondeu a queixa enviada por Joel em 27 de junho e compartilhada com o blog.
Dinca atacou Fabrício, que comentava a informação: “não tenho conhecimento. Deixe de bater na mesa cachorro, cabra safado, tentando desmoralizar o Secretário de Agricultura. Tú pode desmoralizar ele, agora um homem igual a mim tú não desmoraliza não! Cachorro! Imundo! Safado! Tô à tua disposição, imundo pra tu me procurar. Agora me chama pra eu ir agora no rádio onde tú tá, pra tu bater na mesa na minha frente, cachorro! E tu dizer que eu mandei desligar bomba de lá porque eu dou um ditador e quem manda sou eu…”
E seguiu: “aonde tu arrumasse isso porque eu mandei enquanto eu fui prefeito. Hoje é uma prefeita, e quem manda é ela”.
Não é a primeira vez que Dinca faz a ameaça pública à Fabrício Ferreira. Há poucos dias, disse que o radialista merecia uma pisa. Em outro, foi acusado de invadir o estúdio da Rádio Cidade FM. Nos dois casos, entidades como ASSERPE e Sindicato dos Radialistas cobraram apuração e punição pelas autoridades, aparentemente em vão, já que ele reitera as ameaças sem nenhuma preocupação com as consequências jurídica e cíveis.
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