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Juiz nega pedido de Raul Henry para reconsiderar decisão a favor de FBC

Por André Luis
Foto: Felipe Jordão/JC Imagem

Do blog de Jamildo

O juiz José Alberto de Barros Freitas Filho, da 26º Vara Cível do Recife, rejeitou nesta quarta-feira (17) um pedido de reconsideração apresentado pelo diretório estadual do PMDB sobre a sua decisão de autorizar a intervenção nacional do partido em Pernambuco. A solicitação foi do presidente estadual da sigla, o vice-governador Raul Henry, que disputa o comando do partido com o senador Fernando Bezerra Coelho, apoiado pela executiva nacional.

Em resposta, Henry afirmou que aguarda a análise do recurso em segunda instância.

O PMDB nacional, por outro lado, pediu ao desembargador Francisco Sertório, relator do caso, que abra prazo para apresentação de contrarrazões antes de decidir o pedido de liminar.

“Espera-se que, uma vez devidamente esclarecidos os fatos através do exercício do prévio contraditório, os falaciosos argumentos expostos pelo Diretório Estadual do MDB de Pernambuco sejam rejeitados e a decisão que autorizou a retomada do processo de dissolução seja mantida, respeitando-se a autonomia assegurada constitucionalmente aos partidos políticos para tratar de seus assuntos internos”, diz a executiva nacional em nota.

O juiz José Alberto de Barros Freitas Filho revogou, há uma semana, a liminar anterior, que favorecia o vice-governador, e autorizou o processo de dissolução do diretório estadual da legenda pela Comissão Executiva Nacional.

O presidente do partido, senador Romero Jucá (RR), aprovou, na convenção nacional, em dezembro, uma mudança no estatuto para permitir a intervenção em Pernambuco. No evento, o parlamentar afirmou que o processo seria concluído até este mês.

A decisão do magistrado levou em consideração essa alteração no estatuto. “Devo ressaltar que não se trata de retroagir alteração estatutária para atingir um caso concreto que já se encontrava em tramitação, mas, sim, reconhecer a existência de erro material involuntário que não retratou a intenção da Convenção Nacional do Partido ao promover a revogação de um inciso do art. 73. Trata-se apenas de extrair do estatuto a sua real intenção, inobstante o equívoco evidenciado e agora corrigido”, afirmou ou juiz na primeira decisão.

Raul Henry pediu a reconsideração alegando que não há “ampla defesa e contraditório” no processo de intervenção no partido devido às declarações de Jucá.

“Não obstante as declarações do presidente da Comissão Executiva Nacional sobre a dissolução do Diretório Estadual de Pernambuco, não é possível infirmar que a defesa a ser apresentada será desconsiderada pelos integrantes da comissão por já ter ocorrido um prejulgamento. Declarações públicas e isoladas de um dos membros da Comissão Executiva, ainda que este membro seja o seu Presidente, não são capazes de impedir a apreciação do pedido pelo colegiado, uma vez que não constituem em motivo suficiente para contaminar o devido processo legal”, respondeu o juiz.

Com o comando do PMDB prometido por Jucá, Fernando Bezerra Coelho se coloca como pré-candidato ao Governo de Pernambuco pelo partido, contra Paulo Câmara, que hoje tem aliados de primeira hora em Raul Henry e no deputado federal Jarbas Vasconcelos, liderança histórica do partido. Diante da incerteza, foram oferecidos espaços no PSB e o governador se articula com o PP, que tem o segundo maior tempo de televisão na campanha, perdendo apenas para o PMDB. FBC se movimenta criticando Paulo e tentando descolar a imagem de Câmara da do seu padrinho político, Eduardo Campos.

Outras Notícias

No ar há 16 anos, Programa do Jô deve ser cancelado

A Rede Globo anunciou que a nova temporada do Programa do Jô, exibido nas madrugadas de segunda a sexta, será a última. A atração que retorna em março é apresentada há 16 anos pelo humorista Jô Soares e já virou atração tradicional da emissora. Segundo o UOL, a decisão foi anunciada por Ricardo Waddington, figura importante […]

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Do Viver – DP

A Rede Globo anunciou que a nova temporada do Programa do Jô, exibido nas madrugadas de segunda a sexta, será a última. A atração que retorna em março é apresentada há 16 anos pelo humorista Jô Soares e já virou atração tradicional da emissora.

Segundo o UOL, a decisão foi anunciada por Ricardo Waddington, figura importante do núcleo de entretenimento da emissora. Jô Soares, no entanto, ainda pode renovar contrato com a emissora, mesmo com o fim do programa.

Jô passou grande parte da carreira na Globo, saindo em 1988 para ir para o SBT, onde estrelou os programas Veja o Gordo e Jô Soares Onze e Meia(1988-1999).

A opção mais cotada para substituir o programa é um talk show comandado por Marcelo Adnet, que deve estrear já no segundo semestre. Adnet tem se destacado na Globo com o Tá no Ar, que satiriza não só programas da concorrência, como também atrações da própria emissora.

No ar desde 2014, o programa tem apresentado bons índices de audiência e semanalmente fica entre os assuntos mais comentados do Twitter

Aristóteles diz que fábrica é de seu irmão e gestão Dinca também custeou energia

Formato é parte da cessão por comodato e existe desde a gestão Josete, diz O vereador Aristóteles Monteiro, de Tabira, disse há pouco em contato com o blog que não pertence a ele a fábrica de peças de motocicletas que, segundo Dinca  Brandino, tem a energia elétrica custeada pela prefeitura. A fábrica, diz o legislador, […]

Formato é parte da cessão por comodato e existe desde a gestão Josete, diz

O vereador Aristóteles Monteiro, de Tabira, disse há pouco em contato com o blog que não pertence a ele a fábrica de peças de motocicletas que, segundo Dinca  Brandino, tem a energia elétrica custeada pela prefeitura.

A fábrica, diz o legislador, é de seu irmão, Tarcísio Monteiro, e recebe o benefício de custeio da conta de luz há anos.

“Não sou proprietário dessa fábrica.  É do meu irmão. Sempre foi cedido o espaço e paga a energia desde o governo de Josete Amaral”, disse. Aristóteles disse ainda que o ex-prefeito Dinca Brandino, que fez a denúncia, quando prefeito, manteve o benefício. “Ele pagou o fornecimento de energia nos quatro anos de seu governo”.

Perguntado sobre o que motiva o pagamento, ele diz estar dentro do bojo da sessão do prédio por dez anos. “Esse comodato inclusive está chegando ao final”, explicou.

Serra Talhada mantém tendência de redução dos casos

Capital do Xaxado tem baixa ocupação dos leitos de internamento de Covid-19. De acordo com o Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde na noite desta quarta-feira (05), Serra Talhada registrou 32 casos positivos de Covid-19 nas últimas 24h, trinta casos a menos que o boletim da segunda-feira (03) e nove casos a menos que […]

Capital do Xaxado tem baixa ocupação dos leitos de internamento de Covid-19.

De acordo com o Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde na noite desta quarta-feira (05), Serra Talhada registrou 32 casos positivos de Covid-19 nas últimas 24h, trinta casos a menos que o boletim da segunda-feira (03) e nove casos a menos que o boletim da terça-feira (04), mantendo, portanto, uma tendência de queda dos números diários da doença. 

O município registra também uma baixa ocupação dos leitos de internamento distribuídos na cidade, com seis pacientes positivos internados até às 17 horas desta quarta-feira. Os pacientes suspeitos e confirmados são atendidos nos Leitos de Retaguarda Municipais do Hospital São José, no Hospam, no Hospital de Campanha e no Hospital Geral do Sertão (HGS). 

“Conforme prevíamos, o pico aconteceu há duas semanas, e já estávamos cientes de que os números iam começar a cair. O cenário começa a se desenhar de que Serra Talhada fez um trabalho corretíssimo quanto à prevenção, controle e acompanhamento dos casos suspeitos e confirmados, com grande número de testagem da população, evitando assim novas contaminações. E vamos continuar trabalhando nesse sentido, não podemos relaxar, da mesma forma que a população precisa continuar nos ajudando, fazendo a parte dela para que os dados continuem diminuindo em nossa cidade”, destacou o Prefeito Luciano Duque.

Segunda vaga ao Senado na chapa de Raquel segue sem definição

A configuração das chapas majoritárias para a disputa pelo Governo de Pernambuco em 2026 está praticamente definida, restando apenas a escolha do segundo nome ao Senado na candidatura liderada pela governadora Raquel Lyra. De acordo com comentário do jornalista Nill Júnior, veiculado nesta segunda-feira (30) na Rádio Itapuama FM, a Frente Popular de Pernambuco consolidou […]

A configuração das chapas majoritárias para a disputa pelo Governo de Pernambuco em 2026 está praticamente definida, restando apenas a escolha do segundo nome ao Senado na candidatura liderada pela governadora Raquel Lyra.

De acordo com comentário do jornalista Nill Júnior, veiculado nesta segunda-feira (30) na Rádio Itapuama FM, a Frente Popular de Pernambuco consolidou no último sábado a formação de sua chapa, com João Campos como candidato ao governo, Carlos Costa como vice, além de Marília Arraes e Humberto Costa na disputa pelo Senado.

Segundo o comentário, a adesão do PT ao projeto de João Campos formalizou um alinhamento que já vinha sendo construído, com respaldo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda conforme a análise, a entrada de Marília Arraes na composição foi considerada estratégica, diante do desempenho da ex-deputada em pesquisas e da possibilidade de uma candidatura avulsa que poderia impactar o bloco.

Com esse cenário consolidado, a atenção se volta para o campo governista. A principal indefinição está na escolha do segundo nome ao Senado na chapa de Raquel Lyra, que já conta com Miguel Coelho como pré-candidato.

Entre os nomes cogitados, ganhou força nos últimos dias o do deputado federal Túlio Gadêlha. De acordo com o comentário, a eventual entrada de Gadêlha poderia agregar um componente de aproximação com setores alinhados ao lulismo, estratégia que dialoga com o discurso de “palanque amplo” defendido pela governadora.

Outro cenário avaliado envolve a vice-governadora Priscila Krause. A possibilidade de sua candidatura ao Senado é vista como uma alternativa competitiva, embora haja resistência da própria governadora em retirá-la da chapa majoritária como vice, apostando na manutenção da atual composição para a tentativa de reeleição.

Ainda segundo o jornalista, outros nomes seguem no radar, como Eduardo da Fonte, que voltou a ser citado após movimentações políticas recentes, e Fernando Dueire, embora com avaliação de menor robustez eleitoral.

TCE-PB decide que prefeitos e vereadores não podem aplicar reajustes de subsídios em 2021

Os prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais e vereadores não podem aplicar qualquer aumento salarial ou de subsídios no ano de 2021, em razão de vedação imposta pela Lei Complementar nº 173/20, editada em decorrência da calamidade pública do Covid-19 e publicada em maio de 2020.   A decisão é do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, […]

Os prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais e vereadores não podem aplicar qualquer aumento salarial ou de subsídios no ano de 2021, em razão de vedação imposta pela Lei Complementar nº 173/20, editada em decorrência da calamidade pública do Covid-19 e publicada em maio de 2020.  

A decisão é do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, ao apreciar, na sessão desta 4ª feira (03), consultas formuladas pelo prefeito de Sousa, Fábio Tyrone Braga de Oliveira e pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Radamés Genesis Marques Estrela. Os salários terão que ser igual ao praticado em 2020.

O relator do processo, conselheiro substituto Oscar Mamede Santiago Melo, explicou que a vedação deve ser mantida até o final do ano de 2021, estando, portanto, irregulares, qualquer majoração salarial ocorrida no período de vigência da Lei. 

Na decisão, a Corte de Contas decidiu instalar inspeção especial para analisar a legalidade de todos os reajustes de câmaras municipais concedidos ao longo de 2020.

Ele destacou que, por disposição constitucional, caberia às câmaras municipais em 2020 – em virtude da anterioridade da lei, a fixação dos subsídios da legislação subsequente, ou seja, 2021/2024, mas com a possibilidade de implantação apenas em 2022. 

No caso dos prefeitos, vice-prefeitos e secretários municipais, os atos administrativos serão analisados nos processos de acompanhamento da gestão em cada municipalidade. A decisão do TCE será encaminhada a todas as prefeituras e câmaras municipais do Estado.

Medidas Cautelares – Já com base no posicionamento da Corte em relação ao aumento de vereadores, foram aprovadas duas medidas cautelares expedidas pelo conselheiro Antônio Gomes Vieira Filho, para sustar e fazer retroceder aos valores pagos na legislação passada os reajustes de subsídios concedidos pelas câmaras municipais de Alhandra e Passagem. 

No voto, o relator, ao reforçar a posição do TCE, ainda destacou os pareceres do Ministério Público de Contas, que vem apresentando representações contra atos expedidos pelos poderes legislativos que estão reajustando os subsídios dos vereadores em desacordo com a lei.

Presidida pelo conselheiro Fernando Catão, o TCE realizou sua 2293ª sessão ordinária remota, por meio de videoconferência, com a participação dos conselheiros Arnóbio Alves Viana, André Carlos Torres Pontes, Nominando Diniz e Antônio Gomes Vieira Filho. Também, os conselheiros substitutos Antônio Cláudio Silva Santos, Oscar Mamede Santiago Melo e Renato Sérgio Santiago Melo. O Ministério Público de Contas foi representado pelo procurador Marcílio Franca Filho.