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José Patriota critica falta de diálogo do Governo de Pernambuco sobre piso da educação

Por André Luis

Por André Luis

O deputado estadual José Patriota (PSB), foi outro parlamentar a usar as redes sociais para destacar a importância do diálogo com a categoria dos profissionais da educação.

Patriota também participou da Audiência Pública realizada na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nesta segunda-feira (22), que discutiu  o Projeto de Lei Complementar 712/2023 que estipula o piso dos profissionais da educação.

“Uma lei que trata de um assunto tão importante precisa ser debatida entre Executivo, Legislativo, sindicatos e representantes de classe e não imposta com regime de urgência”, destacou o parlamentar criticando a falta de diálogo do Governo de Pernambuco com a categoria.

Além de profissionais da categoria e parlamentares, participaram da audiência, a secretária de Educação do Estado, Ivaneide Dantas; o secretário da Fazenda, Wilson José de Paula; a presidente do Sintepe, Ivete Caetano; e o presidente da CUT-PE, Paulo Rocha.

Outras Notícias

Dia de Campo reúne alunos de Medicina Veterinária da FVP nas fazendas Melancias e Cipó  

No último sábado (25), a Faculdade Vale do Pajeú (FVP) unidade de São José do Egito, através de Projeto de Extensão, realizou o “Dia de Campo com alunos do curso de Medicina Veterinária”. O evento foi organizado pelos professores Haroldo, Vitória e Rodrigo, do Grupo de Estudos e Projeto de Extensão da FVP. A programação […]

No último sábado (25), a Faculdade Vale do Pajeú (FVP) unidade de São José do Egito, através de Projeto de Extensão, realizou o “Dia de Campo com alunos do curso de Medicina Veterinária”. O evento foi organizado pelos professores Haroldo, Vitória e Rodrigo, do Grupo de Estudos e Projeto de Extensão da FVP.

A programação ocorreu nas Fazendas Melancias e Cipó, onde o Grupo realizou diversos experimentos, e contou com a participação de professores e acadêmicos da instituição, além de profissionais da área e produtores rurais.

O evento, que reuniu mais de 50 alunos, teve como objetivo compartilhar com os participantes os conhecimentos, experiências e resultados e demonstrações práticas. 

Para o coordenador do curso de medicina veterinária, professor Haroldo Camilo, eventos dessa natureza são importantes, tanto para professores e alunos, quanto para a comunidade local, que poderá usufruir dos conhecimentos repassados pelos profissionais da área para o desenvolvimento da região. “O dia de campo é uma oportunidade única de aproximar a faculdade da comunidade, levando informações aplicadas aos produtores rurais, técnicos e futuros técnicos do setor agropecuário”, disse.

Para a professora Vitória Aquino, esse tipo de evento é importante, pois traz a junção da faculdade à sociedade. “A FVP vem exatamente, em um momento como esse, como uma canalizadora, como uma ponte, unindo esses diferentes saberes e trazendo-os para a sociedade. É um evento de extensão que projeta a FVP e mostra sua utilidade a todos os municípios vizinhos de São José do Egito”, disse a professora.

O Coordenador dos Cursos de Extensão, professor Rodrigo Sousa, que também compareceu ao Dia de Campo, destacou a importância em participar e incentivar esse tipo de evento, recebendo os acadêmicos e comunidade da região. “Como professor e coordenador deste projeto, é uma satisfação muito grande poder receber todos aqui. A importância dessa unificação de conhecimento, da FVP e a comunidade rural, em um espaço maravilhoso. Acredito que todos vão sair daqui com conhecimento mais amplo”, disse.

O Diretor Geral da FVP, Cleonildo Lopes, agradeceu de forma especial ao ex-deputado Zé Marcos que gentilmente cedeu suas fazendas para a realização do Projeto de Extensão – Dia de Campo.

Anvisa autoriza estudo de terceira dose da vacina Astrazeneca

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), autorizou nesta segunda-feira (19) a realização de um estudo clínico para avaliar a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da vacina da AstraZeneca em participantes do estudo inicial que já haviam recebido as duas doses do imunizante, com um intervalo de quatro semanas entre […]

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), autorizou nesta segunda-feira (19) a realização de um estudo clínico para avaliar a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da vacina da AstraZeneca em participantes do estudo inicial que já haviam recebido as duas doses do imunizante, com um intervalo de quatro semanas entre as aplicações.  

A terceira dose da vacina da AstraZeneca será aplicada entre 11 e 13 meses após a segunda dose. 

Trata-se de um estudo de fase III, controlado, randomizado, simples-cego, ou seja, em que só o voluntário não saberá o que tomou: se uma dose da vacina ou de placebo. 

Serão incluídos voluntários com idade entre 18 e 55 anos, que estejam altamente expostos à infecção com o novo coronavírus, como profissionais de saúde. Não serão incluídas gestantes ou pessoas com comorbidades.

O estudo, patrocinado pela AstraZeneca, será realizado somente no Brasil, nos estados da Bahia (1.500 voluntários), Rio de Janeiro (1.500 voluntários), Rio Grande do Sul (3.000 voluntários), Rio Grande do Norte (1.500 voluntários) e São Paulo (2.500 voluntários).  

Após a quebra do cegamento da pesquisa (quando os voluntários ficam sabendo se receberam a vacina ou o placebo), todos os participantes do grupo placebo serão convidados a ser imunizados. 

Nova versão da vacina da AstraZeneca é objeto de outro estudo aprovado pela Anvisa 

Na quarta-feira da semana passada (14), a Anvisa tinha autorizado um estudo clínico com a vacina AstraZeneca AZD2816, uma nova versão do produto atualmente disponível no Brasil (AZD1222), modificada para também fornecer imunidade contra a recém-emergente cepa da variante B.1.351 do Sars-CoV-2, identificada primeiro na África do Sul. 

O estudo aprovado anteriormente, portanto, testava uma nova versão da vacina da AstraZeneca em três diferentes esquemas terapêuticos. 

Na pesquisa aprovada nesta segunda-feira, diferentemente, o imunizante testado é exatamente o mesmo que já estava em uso no Brasil, ou seja, a primeira versão do produto. 

Cartão de vacinação: CGU diz que investiga suspeita de fraude de Bolsonaro

A CGU (Controladoria-Geral da União) confirmou hoje a investigação para a possibilidade de inserção de dados falsos no cartão de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nos sistemas do Ministério da Saúde. Segundo o órgão, a apuração é sigilosa e não está concluída. “A CGU informa que há, de fato, uma investigação preliminar sumária em […]

A CGU (Controladoria-Geral da União) confirmou hoje a investigação para a possibilidade de inserção de dados falsos no cartão de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nos sistemas do Ministério da Saúde.

Segundo o órgão, a apuração é sigilosa e não está concluída.

“A CGU informa que há, de fato, uma investigação preliminar sumária em curso no âmbito da Corregedoria-Geral da União (CRG), iniciada nos últimos dias do governo anterior, envolvendo denúncia de adulteração do cartão de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro”, diz trecho da nota.

“Considerando que a investigação é sigilosa e não está concluída, a CGU submeteu a matéria à avaliação de sua Consultoria Jurídica para emitir parecer quanto à viabilidade de divulgação da decisão sobre o sigilo relacionado a esse tema, por estar em curso a apuração correcional”, concluiu.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a CGU pede informações sobre registros de vacinação contra covid-19 de Bolsonaro “constantes nos sistemas” da Saúde e “a disponibilização dos registros constantes dos mesmos sistemas sobre o dia e a hora em que foi registrada a aplicação da vacina ministrada no ex-presidente da República no dia 19/7/2021, na UBS Parque Peruche-SP”.

Não há indicação se tais dados seriam verdadeiros ou falsos.

Bolsonaro disse não ter se vacinado e impôs sigilo de um século sobre a carteira, que deve ser divulgada hoje. Procurado, o Ministério da Saúde disse que “presta informações aos órgãos de controle quando instado pelos mesmos” e que “informações pessoais são de caráter reservado”.

Venturosa: Kelvin Cavalcanti abre mão do salário de prefeito

Na quarta-feira, 1º de janeiro, Venturosa deu início a uma nova gestão com a posse de Kelvin Cavalcanti como prefeito, acompanhado do vice-prefeito Gabriel Bezerra e dos 11 vereadores eleitos. A cerimônia aconteceu ao final da tarde, na Câmara Municipal, e contou com a presença da comunidade e lideranças locais. Em seu discurso, Kelvin Cavalcanti […]

Na quarta-feira, 1º de janeiro, Venturosa deu início a uma nova gestão com a posse de Kelvin Cavalcanti como prefeito, acompanhado do vice-prefeito Gabriel Bezerra e dos 11 vereadores eleitos.

A cerimônia aconteceu ao final da tarde, na Câmara Municipal, e contou com a presença da comunidade e lideranças locais.

Em seu discurso, Kelvin Cavalcanti fez uma declaração surpreendente: “Estou me ausentando do DNIT, mas optei em não receber o salário de prefeito de Venturosa. Então, eu continuo sendo engenheiro. O salário de prefeito vai pro povo”, afirmou.

Kelvin assume o cargo sucedendo Eudes Tenório, que liderou o município por quatro mandatos.

Frente em defesa dos usuários do SUS é instalada na Alepe

A Frente Parlamentar (FP) em Defesa dos Usuários do Sistema Público de Saúde foi instalada nesta quarta (03) na Alepe. Entre os objetivos do colegiado estão acompanhar e fiscalizar a prestação de serviços de saúde no Estado e promover o debate, a elaboração de leis e de projetos que beneficiem os usuários da rede pública.  […]

A Frente Parlamentar (FP) em Defesa dos Usuários do Sistema Público de Saúde foi instalada nesta quarta (03) na Alepe. Entre os objetivos do colegiado estão acompanhar e fiscalizar a prestação de serviços de saúde no Estado e promover o debate, a elaboração de leis e de projetos que beneficiem os usuários da rede pública. 

Uma das iniciativas do grupo, de acordo com o coordenador, deputado Rodrigo Novaes (PSB), é a revisão da Lei Estadual nº 12.770/2005, que trata dos direitos dos usuários dos serviços de saúde. 

O parlamentar destacou que o foco da FP são os pacientes. “Queremos ouvir autoridades públicas, classe médica, comunidade científica e demais profissionais de saúde, mas sobretudo os usuários do SUS. Vamos trabalhar sob a perspectiva de quem recorre a esses serviços, buscando avaliar a eficiência, a agilidade e as maiores necessidades”, frisou.

O enorme desafio de melhorar a saúde pública e os diversos pontos sensíveis dessa área foram abordados na reunião. Para o deputado João de Nadegi (PV), a Frente deve ouvir também os secretários municipais de saúde. “Precisamos debater e procurar possíveis soluções. Aqui não tem bandeiras nem críticas a governos passados: queremos construir e entregar propostas”, disse. Rodrigo Farias (PSB) ressaltou a piora do quadro da rede pública após a pandemia. “A saúde ficou ainda mais sobrecarregada”, avaliou o parlamentar.

As demandas do Interior do Estado foram lembradas por vários deputados durante o encontro. Gilmar Júnior (PV) sugeriu a realização de audiências públicas em todas as regiões de Pernambuco. “Os problemas de saúde são regionalizados, cada lugar deve ser ouvido com suas particularidades”, considerou. 

Mário Ricardo (Republicanos) fez um relato sobre a Mata Norte. “Em Goiana foram desativados leitos de UTI, e há mais de 300 pessoas aguardando internação”, afirmou. Já France Hacker (PSB) comentou a situação no município de Barreiros (Mata Sul). “Pessoas do Sertão são operadas lá, enquanto moradores da própria cidade muitas vezes não conseguem atendimento. É preciso expandir a oferta para que todos tenham acesso”, avaliou.

Visão dos gestores

Muitos gestores de hospitais estiveram presentes na reunião. O diretor da Fundação Altino Ventura, Heber Coutinho, anunciou que a unidade de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, deve abrir um bloco cirúrgico em junho. “Vamos ter capacidade para fazer 400 procedimentos de catarata por mês. Hoje temos condições de ampliar nossa oferta e até dobrar o número de cirurgias”, informou.

A fiscalização das Organizações Sociais de Saúde (OSS), responsáveis pela administração de serviços do SUS em parceria com secretarias municipais e estaduais, foi outro ponto levantado. O deputado Luciano Duque (Solidariedade) reivindicou maiores investimentos em hospitais geridos pelo Estado. “Destinar mais recursos para unidades administradas pelas OSS é não apostar na eficácia do serviço público. Acho que é preciso rever esse modelo. A OSS é importante, mas também o serviço de saúde gerido pelo Estado”, observou.

O diretor do Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru (Agreste Central), Marcelo Cavalcanti, defendeu a gestão da OSS Tricentenário naquela unidade. Ele destacou as diferenças entre os dois tipos de administração. “Na gestão direta, a folha é paga pela Secretaria de Saúde, o que não ocorre no caso das OSS. Por isso é difícil comparar, mas os dois modelos funcionam”, ponderou.

Próximos passos

Rodrigo Novaes comunicou os próximos passos da Frente, entre eles uma reunião com a secretária estadual de Saúde, Zilda do Rego Cavalcanti. “Vamos solicitar o envio de formulários a gestores das unidades de saúde de Pernambuco, para traçar um diagnóstico e definir estratégias”. 

O coordenador da Frente anunciou ainda o lançamento de um aplicativo para que os pacientes avaliem os serviços de saúde e tenham as demandas acompanhadas pelo colegiado.