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Joel Mariano diz que terá mandato discreto e sem expressões que desmoralizem a casa ou a sociedade

Por André Luis

Por Júnior Alves/Tabira Hoje

O vereador interino Joel Mariano (MDB) esteve falando ao Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, desta quinta-feira (16) e contou sobre suas expectativas nesta passagem rápida que terá pela Câmara no lugar de Edmundo Barros que se afastou para um procedimento cirúrgico.

Joel disse que estava muito focado nos trabalhos da secretaria de Agricultura, pasta que vinha ocupando no governo da prefeita Nicinha Melo, e o que lhe encorajou para assumir a vereança foi o próprio Edmundo que em conversa com ele por telefone, o mesmo disse que tinha certeza que Joel não iria desonrar a bancada e nem a sociedade.

Para um mandato discreto de 60 dias, como bem disse ele, sua estada será para votar projetos, proposições, requerimentos e indicações. 

Inclusive o parlamentar disse que já nesta quinta-feira esteve em seu gabinete estudando dois projetos de lei que precisa votar e já identificou em um deles a necessidade de adicionar duas emendas aditivas “porque o negócio está meio esquisito e precisa melhorar”, disse.

Sobre a polêmica que aconteceu em sua sessão de posse, onde o vereador Dicinha do calçamento proferiu palavrões na Tribuna, Joel Mariano disse que as palavras ditas pelo parlamentar não são adequadas nem ao lugar e nem ao momento.

“Eu disse ao presidente que em situações como esta ele tem que aplicar o que determina o regimento. Não tem necessidade de utilizar expressões como aquelas. Não precisa baixar o nível para expressar a indignação contra quem quer que seja. Eu não concordei com o fato e garanto à sociedade de Tabira que, nestes 60 dias, em nenhuma hipótese eu utilizarei de expressões desta natureza para desmoralizar a casa ou a sociedade”, disse Joel Mariano.

Outras Notícias

Intelectuais e ex-ministros, entre eles Ricupero e Reale Jr., assinam manifesto de apoio a Lula

Um grupo de intelectuais, economistas, acadêmicos e ex-integrantes de governos divulgou neste sábado (17) um manifesto de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento reúne 15 signatários e apresenta críticas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Intitulado “Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e […]

Um grupo de intelectuais, economistas, acadêmicos e ex-integrantes de governos divulgou neste sábado (17) um manifesto de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O documento reúne 15 signatários e apresenta críticas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).

Intitulado “Pela democracia, pela estabilidade, pelo desenvolvimento com justiça social e ambiental e pelo Brasil”, o documento foi apresentado durante encontro realizado no Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo, na capital paulista.

Participaram da agenda o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB).

Entre os signatários estão o ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero, o jurista e ex-ministro da Justiça Miguel Reale Jr., o ex-ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira, a economista Claudia Costin, o climatologista Carlos Nobre e o economista Eduardo Giannetti.

Também assinam o documento Beatriz Bracher, Beatriz Cardoso, Fabio Feldman, Floriano Pesaro, José Carlos Carvalho, José Carlos Dias, Izabella Teixeira, Rosiska Darcy de Oliveira e Oscar Vilhena.

No manifesto, o grupo afirma considerar que a reeleição de Lula oferece melhores condições para preservar o equilíbrio institucional, os direitos e as liberdades democráticas. Os signatários também apresentam críticas ao projeto político de Flávio Bolsonaro e apontam, na avaliação deles, riscos de retrocessos sociais e institucionais.

O texto ressalta, porém, que o apoio ao presidente não representa concordância integral com o atual governo. Os autores afirmam manter diferenças em relação a Lula e críticas à gestão, além de defenderem independência para continuar expressando essas posições.

Entre as prioridades mencionadas no documento estão crescimento econômico, geração de empregos, recuperação da capacidade industrial, inovação, agricultura de baixo carbono, educação, ciência e tecnologia.

O manifesto também aborda preservação ambiental, proteção de florestas e recursos hídricos, diversidade, direitos fundamentais e defesa do diálogo entre diferentes setores da sociedade.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Evaristo SA/AFP

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Papa Leão XIV recebe alta após cirurgia no pulmão e retorna ao Vaticano

O Papa Leão XIV recebeu alta neste sábado (17) do Hospital Gemelli, em Roma, quatro dias após passar por uma cirurgia no pulmão direito. O pontífice deixou a unidade por volta das 15h30, no horário local, e retornou ao Vaticano. Antes de deixar o hospital, Leão XIV celebrou missa em uma sala preparada no décimo […]

O Papa Leão XIV recebeu alta neste sábado (17) do Hospital Gemelli, em Roma, quatro dias após passar por uma cirurgia no pulmão direito. O pontífice deixou a unidade por volta das 15h30, no horário local, e retornou ao Vaticano.

Antes de deixar o hospital, Leão XIV celebrou missa em uma sala preparada no décimo andar do Gemelli. Na saída, cumprimentou integrantes da equipe médica e pessoas que aguardavam no local.

A alta havia sido anunciada pela manhã, após avaliação dos exames de sangue, de uma radiografia do tórax e da evolução clínica do pontífice. Segundo os médicos, o Papa apresentava condições para deixar a unidade hospitalar.

Leão XIV foi internado na terça-feira (13) para uma cirurgia destinada à retirada de um adenocarcinoma pulmonar. Durante o procedimento, foi removido o lobo inferior do pulmão direito.

Nessa sexta-feira (16), o Vaticano divulgou imagens do pontífice celebrando missa ainda no hospital, durante o período de recuperação.

Após a alta, Leão XIV retornou aos aposentos pontifícios. A previsão é que neste domingo (18) ele conduza a oração do Angelus da janela do apartamento papal, no Vaticano.

Fonte: g1
Foto: Vatican Media

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Mais de 4 mil eleitores tiveram locais de votação alterados

A Justiça Eleitoral alterou o endereço de 4.352 seções eleitorais para o segundo turno das Eleições 2026. O número representa 0,87% das 499.248 seções do país, e o TSE orienta os eleitores a conferirem o local de votação antes de sair de casa. As mudanças foram feitas por motivos como reformas de última hora, melhorias […]

A Justiça Eleitoral alterou o endereço de 4.352 seções eleitorais para o segundo turno das Eleições 2026. O número representa 0,87% das 499.248 seções do país, e o TSE orienta os eleitores a conferirem o local de votação antes de sair de casa.

As mudanças foram feitas por motivos como reformas de última hora, melhorias de acessibilidade e danos provocados por chuvas e ventos em prédios que seriam utilizados no dia da votação.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, São Paulo concentra o maior número de seções com endereço alterado, com 982. Em seguida aparecem Minas Gerais, com 514; Rio de Janeiro, com 431; e Bahia, com 312.

As alterações são definidas pelas zonas eleitorais responsáveis por cada região, de acordo com as condições dos locais disponíveis. A mudança de endereço não significa redução do número de seções eleitorais.

Para evitar deslocamentos ao endereço errado, o TSE recomenda que o eleitor confira antecipadamente onde deverá votar. A consulta pode ser feita pelo aplicativo e-Título ou pelo Autoatendimento Eleitoral disponível no portal da Justiça Eleitoral.

Entre as situações que motivaram mudanças estão prédios em reforma, locais que perderam condições adequadas de acessibilidade ou fornecimento de energia e estruturas danificadas por eventos climáticos.

No primeiro turno, 1.904 urnas eletrônicas precisaram ser substituídas, o equivalente a 0,35% do total. Segundo o TSE, não houve necessidade de votação manual.

O segundo turno será realizado no domingo, 25 de outubro, das 8h às 17h. Além da disputa pela Presidência da República, haverá segundo turno para governador no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins. Em algumas localidades, também haverá eleições suplementares ou consultas específicas.

Fonte: Agência Brasil e TSE
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

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Datafolha: 80% apoiam redução da maioridade penal; índice chega a 89% entre eleitores de Flávio e 70% entre os de Lula

Oito em cada dez brasileiros são favoráveis à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (17). O apoio chega a 89% entre eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) e a 70% entre os que declaram voto em Lula (PT). A pesquisa mostra que 18% dos entrevistados são contrários […]

Oito em cada dez brasileiros são favoráveis à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (17). O apoio chega a 89% entre eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) e a 70% entre os que declaram voto em Lula (PT).

A pesquisa mostra que 18% dos entrevistados são contrários à redução da maioridade penal. Outros 1% se dizem indiferentes e 2% não souberam responder.

Entre os eleitores de Lula, 70% apoiam a mudança, enquanto 27% são contrários. Outros 1% se dizem indiferentes e 2% não souberam responder.

Entre os que declaram voto em Flávio Bolsonaro, o apoio alcança 89%, enquanto 9% são contrários. O levantamento também mostra diferença quando considerada a preferência partidária: entre simpatizantes do PL, 93% defendem a redução; entre os que se identificam com o PT, o percentual é de 73%.

Apesar do apoio majoritário, o índice geral está próximo do menor patamar registrado pelo Datafolha desde o início da série histórica, em 2003. O maior percentual foi registrado em abril de 2015, quando 87% se declaravam favoráveis à medida.

O tema também entrou no debate eleitoral. Nessa quinta-feira (15), durante sabatina no Jornal Nacional, Lula afirmou que passou a defender a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, incluiu no plano de governo a redução para 16 anos para qualquer crime e para 14 anos em casos considerados graves, como estupro, tráfico, tortura e assassinato.

Uma mudança na maioridade penal depende de alteração na Constituição e, portanto, de aprovação pelo Congresso Nacional.

O Datafolha ouviu presencialmente 2.520 pessoas com 16 anos ou mais, em 153 municípios, nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Para os recortes políticos, a margem informada é de três pontos percentuais.

O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00466/2026.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Raul Spinassé e Ricardo Stuckert

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Lula diz que Globo está “sob suspeição” após encontro de Flávio Bolsonaro com direção da emissora

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a TV Globo após o senador Flávio Bolsonaro (PL) se reunir com integrantes da direção do Grupo Globo, no Rio de Janeiro, horas antes de participar de entrevista no Jornal Nacional. A declaração foi feita durante um ato de campanha em Minas Gerais. Lula afirmou que, […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a TV Globo após o senador Flávio Bolsonaro (PL) se reunir com integrantes da direção do Grupo Globo, no Rio de Janeiro, horas antes de participar de entrevista no Jornal Nacional.

A declaração foi feita durante um ato de campanha em Minas Gerais. Lula afirmou que, a partir do encontro, passou a considerar a emissora “sob suspeição” em relação à sua candidatura.

“A partir de hoje a Globo está sob suspeição da minha candidatura. Não merece confiança”, afirmou o presidente.

Durante o discurso, Lula também associou sua crítica à emissora a medidas e episódios de seu governo e citou nomes como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente da Argentina, Javier Milei, e o empresário Daniel Vorcaro. As referências foram apresentadas pelo petista como parte de sua avaliação política durante o ato.

Flávio Bolsonaro foi recebido pelo presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, e pelo vice-presidente de Relações Institucionais, Paulo Tonet. O encontro ocorreu no Rio de Janeiro antes da participação do candidato do PL no Jornal Nacional.

Em nota, a TV Globo afirmou que a reunião teve caráter institucional e que não contou com a participação de integrantes da direção de Jornalismo.

Segundo a emissora, pedidos de visitas institucionais fazem parte da rotina dos executivos de empresas de mídia e encontros de cortesia com candidatos a cargos eletivos são habituais.

A declaração de Lula ocorre na reta final do segundo turno da eleição presidencial, disputado por ele e Flávio Bolsonaro.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução

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