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João Paulo Costa discute com secretário da Casa Civil a liberação de emendas para os municípios

Por André Luis

O deputado estadual João Paulo Costa (Avante) visitou a Casa Civil do Estado, nesta quarta-feira (02). Ele foi solicitar ao titular da pasta, o secretário José Neto, a liberação das emendas parlamentares. 

“Estamos sempre dialogando com o secretário Zé Neto, que vem fazendo um ótimo trabalho na Casa Civil. Conversamos sobre a importância das nossas ações para estimular o crescimento das cidades de Pernambuco, a exemplo de algumas do Sertão, que vão receber a construção de uma adutora e poços artesianos para assegurar o abastecimento de água a quem precisa”, declarou o parlamentar. 

Em 2021, o parlamentar já destinou mais de R$ 1,4 milhão em emendas para ampliar o acesso à água e melhorar os serviços de saúde das cidades. “Cada vez mais, vamos buscar investir nas nossas cidades, gerar oportunidades e melhorias em áreas importantes para criar empregos e garantir renda para as pessoas”, finalizou.

Outras Notícias

Pesquisa: 93% gostaram do curso de Engenharia Civil em Afogados

Por André Luis Nesta semana, a boa notícia foi a da chegada do curso de Engenharia Civil, que será ofertado já em 2020 no município. A notícia foi dada pelo Diretor Geral do IFPE Campus Afogados da Ingazeira, professor Ezenildo de Lima e pela chefe do Departamento de Pesquisa e Extensão da unidade, professora Andrea Dacal. A […]

Por André Luis

Nesta semana, a boa notícia foi a da chegada do curso de Engenharia Civil, que será ofertado já em 2020 no município. A notícia foi dada pelo Diretor Geral do IFPE Campus Afogados da Ingazeira, professor Ezenildo de Lima e pela chefe do Departamento de Pesquisa e Extensão da unidade, professora Andrea Dacal.

A página da Rádio Pajeú no Instagram lançou uma enquete nos Stories para saber o que os nossos seguidores acharam da novidade.

A pergunta foi: IFPE Campus Afogados agora tem Engenharia Civil. Gostou da novidade? Um total de 93%, a maioria absoluta disse que sim, enquanto apenas 7% responderam que não.

O resultado da enquete prova que o município tem grande demanda em cursos superiores diversificados.

A prova disso é que universidades que trabalham com a modalidade de Ensino à Distância – EAD estão sempre com suas vagas preenchidas. Outra é que o curso de Direito oferecido pela Fasp também é bastante concorrido.

Representantes de rádios do Estado visitam Museu da Pajeú

Esta quinta (22), ainda foi de muita emoção para representantes de emissoras de rádio do Estado em Afogados da Ingazeira com a última parada da Asserpe em 2015 na 104ª Reunião Setorial da associação. A reunião aconteceu na Sala de Reuniões da Rádio Pajeú. Antes, os radiodifusores ainda visitaram antes o Museu do Rádio, primeiro do Estado, […]

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Esta quinta (22), ainda foi de muita emoção para representantes de emissoras de rádio do Estado em Afogados da Ingazeira com a última parada da Asserpe em 2015 na 104ª Reunião Setorial da associação.

A reunião aconteceu na Sala de Reuniões da Rádio Pajeú. Antes, os radiodifusores ainda visitaram antes o Museu do Rádio, primeiro do Estado, no Bairro São Francisco, contando a história do veículo e da Rádio Pajeú.

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O guia para a visita foi o professor César Acioly, da Aesa, que participou do projeto do livro “No Coração do Povo” e da concepção do Museu. Homenageado na noite anterior, João Gomes, primeiro Diretor Comercial da emissora, antes de retornar a João Pessoa, foi ao local agradecer o evento e acolhida.

Presidente da Associação, Cleo Nicéas destacou a necessidade de valorização da memória do Rádio. Uma das sugestões foi a da criação de uma Audioteca, com vozes dos que fizeram a história da emissora.

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Dentre os nomes, além de Nicéas, Ivan Feitosa (Liberdade AM e FM), Hélio Urquiza (Rádio Papacaça), Vitor Oliveira, Marcos Oliveira e Wellington Rocha (Grupo Transertaneja e Líder FM), Marcos Antonio (Vitória FM), Anderson Tennens (Cultura FM), Luiz Carlos (Vitória), Paulo André, Michelli Coelho e Gorete Vieira (Asserpe).

Arcoverde: três irmãos morrem em acidente

Arcoverde está em choque.  Na noite deste sábado um grave acidente vitimou três irmãos. A colisão frontal ocorreu entre um sedan GM placas PER 3F12  e um caminhão Mercedes Bens de placa não identificada. Ainda não há muitos detalhes sobre as circunstâncias do acidente. Foi na BR-232, na altura do local conhecido como Prainha do Amor. […]

Arcoverde está em choque.  Na noite deste sábado um grave acidente vitimou três irmãos.

A colisão frontal ocorreu entre um sedan GM placas PER 3F12  e um caminhão Mercedes Bens de placa não identificada. Ainda não há muitos detalhes sobre as circunstâncias do acidente.

Foi na BR-232, na altura do local conhecido como Prainha do Amor. Os irmãos são do Bairro São Geraldo, identificados como Alan, Andinho e Valdeir Silva. O motorista do caminhão se evadiu do local.  O acidente repercute em Arcoverde.

Nas redes sociais,  políticos e personalidades tem se manifestado lamentando o trágico acidente.  Ainda não há detalhes sobre velório e sepultamento dos três.  A cidade deve parar para a despedida.

O azar existe sim

Por Heitor Scalambrini Costa* A palavra azar é o oposto da sorte, ou seja, aquilo que é negativo, que provoca resultados desastrosos, que atrai e causa má sorte. Alguns sinônimos de azar são desgraça, urucubaca, falta de sorte, infortúnio, azarão, e assim por diante. O azar existe sim. Assim como existe a sorte. Sorte e azar […]

Por Heitor Scalambrini Costa*

A palavra azar é o oposto da sorte, ou seja, aquilo que é negativo, que provoca resultados desastrosos, que atrai e causa má sorte. Alguns sinônimos de azar são desgraça, urucubaca, falta de sorte, infortúnio, azarão, e assim por diante.

O azar existe sim. Assim como existe a sorte. Sorte e azar são energias antagônicas, mas que se completam. Uma só existe por causa da outra.

Como se livrar do azar? Existem várias crenças populares para se livrar da má sorte. Uma das recomendações é pegar um pouco de sal grosso, e jogar sobre o ombro esquerdo. Não se equivoque, tem que ser o lado esquerdo, pois se jogar no direito, mais azar trará.

Infelizmente a população brasileira preferiu optar pelo lado direito, a extrema direita, na eleição de 2018, elegendo o azarento. O presidente eleito trouxe para a nação brasileira um azar incomensurável, uma má sorte nunca vista por estas bandas dos trópicos. E agora a única forma de nos livrarmos desta urucubaca é o voto em 2022.

Vou explicar melhor porque chamo o atual presidente, este infortúnio, de azarento.

No mesmo mês da posse presidencial, no dia 25 de janeiro, ocorreu a catástrofe anunciada de Brumadinho, também conhecida como o Crime da Vale. A barragem do Córrego do Feijão, pertencente a Vale do Rio Doce, se rompeu, resultando em 270 mortes. Esta barragem de rejeitos da mineração já estava condenada. E porque não se rompeu antes? Porque os moradores não foram alertados do perigo iminente? Esperou o azarão tomar posse para ocasionar a tragédia.

Em março, dia 13, um outro episódio, completamente incomum no país aconteceu. Dois jovens invadem uma escola em Suzano, cidade paulista, e matam 8 estudantes. Este episódio ficou conhecido como o massacre de Suzano. Que coisa surreal para os brasileiros que conheciam esta loucura somente pela televisão, ocorrida em outros países.

No fim do mês de julho, o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou um relatório apontando que o desmatamento da floresta Amazônica havia crescido 278% em relação ao mesmo período de 2018. Neste caso não foi azar, não. Foi obra direta das medidas adotadas pelo presidente, e de seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Azar foi tê-lo guindado ao cargo máximo pela maioria dos eleitores.

Em agosto, manchas de óleo invadiram as praias do Nordeste brasileiro. O produto atingiu o litoral de todos os nove Estados da região. E acabou atingindo o litoral do Espírito Santo e do Rio de Janeiro. Apesar dos vários inquéritos, investigações, não houve a identificação dos responsáveis. Um tremendo azar foi responsável por este óleo ter surgido, aparentemente do nada, e invadir as belas praias, impedindo assim o lazer e geração de renda, com o turismo e a pesca artesanal.

Poderia aqui continuar a enumerar mais tragédias ocorridas no ano da posse do atual mandatário, mas vamos para 2020.

Sem dúvida, a pandemia pelo Coronavírus foi o maior e mais importante acontecimento. Pense num cara para dar azar. Justamente no seu segundo ano de mandato, o mundo conhece a virulência de um vírus (um parasita não considerado como ser vivo). E o chefe de Estado brasileiro, perante o mundo, nega a pandemia, nega a ciência, nega a vacina, se opõe às medidas não farmacológicas para impedir a transmissão do vírus. Tornando-se o maior aliado do vírus contra a vida. Que azar! Justo em um momento especialíssimo, se comporta como um ensandecido e mal informado. Resultado alcançado, mais de 600 mil mortes. Muitas delas evitáveis.

Secas, enchentes e queimadas também dominaram as manchetes neste ano. Para alguns desastres naturais, para outros uma atração de energia negativa que se abateu sobre o território nacional. Obviamente as mudanças climáticas foram em grande parte responsáveis, mas teve a ajudazinha do presidente negacionista do aquecimento global, teve. Sua intervenção direta contribuiu de maneira decisiva, para o desmantelamento de políticas públicas de proteção e conservação do meio ambiente.

O ano de 2021 não foi diferente. A pandemia neste início do ano voltou revigorada com a variante Ômicron. Graças ao avanço da vacinação, sob pressão da sociedade brasileira, diminuiu sensivelmente os óbitos. Todavia, mesmo diante dos fatos e dos números, o azarento continuou a descredibilizar a vacina, e propagandear o uso de medicamentos ineficazes.

Voltou a se repetir no mês de maio, na cidade de Saudades, região Oeste de Santa Catarina, o que aconteceu em uma escola de Suzano em São Paulo. Um homem invadiu a escola Aquarela com duas facas, e matou três crianças e duas funcionárias. Após as mortes, o criminoso deu golpes contra o próprio corpo. Parece que virou moda no país do presidente azarento.

O massacre de Jacarezinho foi outro episódio de violência policial recorrente no Rio de Janeiro, e que merece ser destacado nesta breve retrospectiva sobre a influência da maré de azar que se abateu sobre a população pobre do país. Uma operação policial contra traficantes do Morro do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, deixou 28 pessoas mortas, e passou a ser considerada a operação da Polícia Civil mais letal da história do estado. Erro ou vingança? Ou somente um azar daqueles moradores que perderam a vida, em um momento da história brasileira comandada por um exterminador do presente?

E para terminar o ano de 2021, ciclone e tempestades na Bahia e Minas Gerais, e temperaturas extremas no sudeste do País. Na Bahia, cidades totalmente inundadas foram mostradas ao vivo e em cores pelas televisões e redes sociais. Enquanto no Rio Grande do Sul e Santa Catarina a seca destruiu plantações, chegando a temperaturas superiores a 40º C. As mudanças climáticas mostraram a que veio, enquanto políticas públicas de enfrentamento a estas mudanças no clima inexistem no atual governo. Azar? Não. Mas podemos considerar que sem a presença do dito cujo, seria muito diferente o tratamento e enfrentamento dado a estes fenômenos que aconteceram, e que vão voltar a acontecer, com maior frequência e intensidade.

E no ano corrente, logo em janeiro, o desabamento de pedras/rochas em um cânion no lago de Furnas, no município de Capitólio, região turística de Minas Gerais, provocou a morte de 10 pessoas, atingindo embarcações de turistas. Imaginem que estas pedras estavam ali a milhares de anos, e segundo geólogos as chuvas intensas na região teriam provocado o deslocamento do imenso bloco de pedra/terra. Algo até previsível, e que poderia ter sido evitado. Mas o desabamento ocorreu, no dia e na hora em que os barcos estavam justamente no local. Poderia ter ocorrido o desabamento em outro dia e horário, onde não tivesse a presença das pessoas? Mas a explicação pode estar nas forças negativas emanadas pelo mais alto funcionário público do país.

Vamos aguardar o que resta ainda acontecer até a passagem desta figura ímpar/negativa pela presidência. Esperamos que as tragédias diminuam, e que em 2023 se restabeleça a sorte, e que as forças e a energia do bem prevaleçam E assim virar a página desta triste história vivenciada pelo povo brasileiro.

E como diz o matuto “esse homi dá chulé em pé de mesa e, se cair de costas, quebra o pau”. Xô azarento. No mais, nossa total e irrestrita solidariedade e empatia às famílias que perderam seus entes queridos nas tragédias mencionadas.

Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco*

Coluna do Domingão

As projeções de Falabella O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, falou ao blog sobre as projeções em cidades que tiveram levantamentos divulgados em parceria com o blog. Importante dizer que os números explicam a política.  E que alguns fatores aferidos nas pesquisas, a se considerar a experiência e expertise do economista e Diretor do […]

As projeções de Falabella

O Diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, falou ao blog sobre as projeções em cidades que tiveram levantamentos divulgados em parceria com o blog.

Importante dizer que os números explicam a política.  E que alguns fatores aferidos nas pesquisas, a se considerar a experiência e expertise do economista e Diretor do Instituto permitem fazer algumas análises além números. Confira:

Em Serra Talhada, a se considerar o levantamento do Instituto Múltipla divulgado ontem, Márcia Conrado deve ter uma das maiores vitórias eleitorais da história recente de Serra Talhada.

Como dito, os números explicam a política: na cidade, enquanto os governistas e o prefeito Luciano Duque fizeram bem o dever de casa, com gestão bem avaliada, candidata sem rejeição, crescimento de Márcia como candidata na postura e discurso e maior grupo, na oposição, o contrário.

Insistência de Carlos Evandro para ser o candidato até última hora mobilizando a militância, decisão pela esposa, mulher de postura, mas sem a densidade do marido, rompimento com Victor Oliveira que tinha recall e discurso do jovem e novo, escolha de uma vice aguerrida, mas que não agregou. A matemática explica os passos. Vai dar Márcia, com folga.

A única dúvida é acompanhar a rota dos indecisos, 10% ao todo. Uma tendência é de que migrem para a oposição em pequena ou forte maioria. Isso porque não há porque não se definir com a candidata governista cravada e a identificação com Duque. “A tendência sempre é um pouco maior de migração para oposição, mas isso só as urnas irão cravar”.

Em Afogados da Ingazeira, segunda maior cidade, o indicativo é de favoritismo de Alessandro Palmeira contra Zé Negão. A última pesquisa mostrou vantagem do socialista (51%x24%). Mas vale dizer que, considerando os votos válidos, Sandrinho fica na casa dos 60% e Zé Negão na casa dos 30%, com a oscilação da margem de erro. Capitão Sidney terá a maior votação de uma terceira via na cidade. Pega os votos conservadores mais os de quem não vota em Sandrinho ou Zé.

E porque Sandrinho não repete a votação de Patriota em 2016? Para Ronald, mesmo com Patriota tendo uma gestão extremamente bem avaliada e Sandrinho ser um nome jovem e leve, para parte da população pesa o alinhamento às vésperas do processo com o ex-prefeito Totonho Valadares e o candidato a vice, Daniel.

Não é demérito dos dois, um líder importantíssimo da história e o outro, vereador dos mais votados. Tudo tem a ver com o período em que Totonho, Daniel, Patriota e Sandrinho trocaram farpas na mídia. Parte da população pode não ter engolido o alinhamento.

Então, alguns não votam em Zé Negão, mas contra o ajuntamento entre os governistas. Importante dizer que Zé tem teto porque tem parte do telhado de vidro. Só pra lembrar: as ausências nas sessões, a acusação de não dar expediente como vigilante, o carnaval que promovia, as frases vazadas no WhattsApp sobre vereadores e a mãe de Patriota, vídeos, fotos.

O vereador tem resposta para tudo isso e mudou estilo para um Zé bem mais discursivo e propositivo.  Isso não tira os fatos da memória residual. E ainda assim, Zé ainda vai poder falar em “vitória política”, mesmo que não tenha efeito prático. Fosse o opositor um candidato sem esse histórico, até o próprio Zé se tivesse tido mais atenção, poderíamos ter eleição mais disputada. Mas no atual cenário, Sandrinho já está se vendo no espelho vestindo o terno da posse.

Das eleições mais disputadas, nas cidades onde os levantamentos foram divulgados, Floresta, no empate técnico entre Favinho Ferraz e Rorró Maniçoba e Arcoverde, na disputa histórica entre Wellington da LW e Zeca Cavalcanti.  Nessas, emoção até o último voto. No mais, agora é com Vossa Majestade o eleitor. É ele que olha, escolhe o candidato, aponta o dedo pra cadeira de prefeito e determina : senta! Um bom voto a todos!

Central de Apuração 

A Rádio Pajeú fará a maior cobertura das eleições 2020. Já foi o prefixo com o maior número de debates promovidos no Estado. A partir das 8h informação e prestação de serviço. E cinco da tarde, a Central de Apuração, com os resultados em primeira mão.

Errou a conta

Zé Negão perdeu o direito de ter seu último guia indo ao ar porque fizeram a conta errado.  As doações de secretários à campanha de Sandrinho somaram R$ 25 mil e não R$ 90 mil. A operação não é ilegal, mas foi criticada por Zé por não ser moral.

Faltou prestobarba

Após o resultado da pesquisa Múltipla em Sertânia, esse blogueiro foi surpreendido por uma ligação do prefeito Ângelo Ferreira.  Claro, a frente segundo o levantamento não se queixou. Mas reclamou da foto no card do blog. “Não uso bigode há muito tempo”.

Voto a voto

No Pajeú, as eleições mais apertadas acontecem em Brejinho (José Vanderlei x Gilson Bento), Calumbi (Sandra da Farmácia x Joelson) , Santa Terezinha (Vanin x Delson) e Tabira (Flávio x Nicinha).

Acabou data

O Múltipla não achou data para fazer o levantamento em Tabira depois que Nicinha de Dinca foi alçada à candidata pela impossibilidade do marido de ser candidato.  Quando houve a definição, o calendário estava fechado.

Teve debate!

 

Nicinha, que faltou a todos os debates e entrevistas nas rádios quando convidada, foi protagonista ao menos de um embate, quando foi pedir votos e achou um aliado de Flávio.  O debate com Pêta Móveis teve réplica, tréplica e direito de resposta ao fim negado por Dinca com um “vamo simbora”.

Favoritos

Candidatos favoritos no Pajeú: Márcia Conrado em Serra Talhada, Adelmo Moura em Itapetim, Evandro Valadares em São José do Egito, Anchieta Patriota em Carnaíba, Luciano Bonfim em Triunfo, Luciano Torres em Ingazeira. Na Paraíba, Augusto Valadares deve ter a maior votação proporcional do estado em Ouro Velho. No Moxotó, Manuca em Custódia e Ângelo Ferreira em Sertânia engomam o terno de posse.

Haaaja coração 

Emoção até o fim tem em Floresta (Favinho Ferraz x Rorró Maniçoba), Salgueiro (Clebel Cordeiro x Marcones Libório) e Arcoverde (Wellington LW x Zeca Cavalcanti). Pelas pesquisas nessas cidades, só acaba quando terminar.

Tabira, a mais disputada

Tabira terá a disputa mais equilibrada do Pajeú. Levantamentos internos de um lado e de outro indicam essa possibilidade. Internamente é um tal de 3% pra cá, 4% ou  5% pra lá. Prova disso é que nem uma das candidaturas quis registrar pesquisas para divulgar. Chama atenção o número de indecisos que ainda seria importante e decisivo. Boa sorte a Flávio e Nicinha! agora é com o povo!

Fim de fuzuê 

A melhor proposta no debate do Farol de Notícias sobre a polêmica das pesquisas veio de Marquinhos Dantas (PRB). “Eu propus uma pesquisa dividida pelos quatro candidatos mas não aceitaram”. O blog também cantou, em vão, depois que tentaram descredenciar o Múltipla, que teve cenário aferido muito parecido com o Instituto Opinião. No mais, pesquisa tem que ter margem de erro, ao contrário do que quer Victor Oliveira. Aferir intenção sem margem de erro tem outro nome. Chama-se eleição.

Frase da semana: 

“Tem que deixar de ser um país de maricas”.

De Jair Bolsonaro sobre a repercussão das mais de 160 mil mortes. Na verdade, desviando noticiário do seu filho Flávio, atolado no escândalo das rachadinhas.