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IV Prêmio Pernambuco de Literatura. Nova metodologia simplifica processo de inscrição

Por André Luis
Vencedores de 2015 foram anunciados no Espaço Passárgada, casa onde o poeta Manuel Bandeira viveu parte da infância. Foto: Costa Neto/Secult-PE
Vencedores de 2015 foram anunciados no Espaço Passárgada, casa onde o poeta Manuel Bandeira viveu parte da infância. Foto: Costa Neto/Secult-PE

O Prêmio Pernambuco de Literatura, que chega a sua quarta edição é idealizado e realizado pelo Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura – Secult-PE, Fundarpe e da Companhia Editora de Pernambuco – Cepe –  as inscrições (para obras inéditas e completas dos gêneros conto, poema ou romance) são gratuitas e poderão ser realizadas de 11 de janeiro a 11 de março de 2016, exclusivamente por meio eletrônico, através do email [email protected].

​A nova metodologia simplifica ainda mais o processo de inscrição e diminui os custos para os concorrentes, que não terão mais que enviar cópias físicas dos livros. A ação se alinha à desburocratização do acesso às políticas de cultura implementada pela Secult-PE/Fundarpe. ​Assim como nos anos anteriores, ​a comissão julgadora só ​terá​ acesso às obras​, cabendo à Secretaria Executiva do Prêmio fazer a triagem das inscrições. Somente após eleitos os livros vencedores é que os ​nomes dos autores serão conhecidos, já que as obras devem ser identificadas unicamente com título e pseudônimo.​ Nove livros já foram lançados das duas primeiras edições do Prêmio Pernambuco de Literatura. Em março, os cinco livros vencedores da terceira edição também sairão ​pela​ ​C​​epe Editora.

O PRÊMIO – Poderão participar do concurso livros inéditos, escritos em língua portuguesa por residentes nas quatro macrorregiões do Estado: Região Metropolitana, Zona da Mata, Agreste e Sertão. É permitido que parte do conteúdo da obra inscrita tenha sido publicado em blogs, sites, redes sociais​,etc. No entanto, só os gêneros conto, poema ou romance serão aceitos. Cada autor(a) poderá́ inscrever apenas uma obra, que deverá digitada em tamanho A4, de forma legível, e salva em formato PDF. Na primeira página deve conter apenas o título da obra e o pseudônimo do autor. Os vencedores receberão prêmios de 5 mil reais, mais um prêmio especial de 15 mil para o grande vencedor. Todas as obras serão publicadas pela Cepe Editora.

O edital e seus anexos poderão ser obtidos na recepção da Secult-PE/Fundarpe (Rua da Aurora, 463/469 – Boa Vista), e também nos sites www.cultura.pe.gov.br e (www.cepe.com.br/). Esclarecimentos e informações aos interessados serão fornecidas pela Coordenadoria de Literatura da Secult-PE, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h,  pelo telefone (81) 3184-3021 ou pelo e-mail ​literatura.secultpe@gmail.com.

Memória:

I Prêmio Pernambuco de Literatura (2013)
Total de 192 trabalhos inscritos, sendo 133 da Região Metropolitana, 8 da Zona da Mata, 29 do Agreste, 23 do Sertão. Escritores de 36 cidades envolvidos.
Vencedores: Olho morto amarelo (contos), de Bruno Liberal | Recife, no hay (poesia); de Delmo Montenegro | O livro de Corintha (romance), de Fernando Monteiro | O Metal de que somos Feitos (contos), de José Walter Moreira dos Santos |Discursos e Anatomias (poemas), de Joseilson Ferreira
Grande Prêmio: Olho morto amarelo (contos), de Bruno Liberal

II Prêmio Pernambuco de Literatura (2014)
Total de 155 trabalhos inscritos, sendo 106 da Região Metropolitana, 9 da Zona da Mata, 27 do Agreste, 13 do Sertão. Escritores de 34 cidades envolvidos.
Vencedores: Ascensão e queda (romance), de Wander Shirukaya | Associação Robert Walser para Sósias Anônimos(romance), de Tadeu Sarmento | Rinoceronte dromedário (poesia), de Helder Herik | Dois nós na gravata (contos), de Rômulo César Lapenda Rodrigues de Melo
Grande Prêmio: Ascensão e queda (romance), de Wander Shirukaya.

III Prêmio Pernambuco de Literatura (2015)

Total de 164 obras inscritas.
Vencedores:  êxodo, – de Carlos Gomes (Poesia, grande vencedor do 3º Prêmio), Nós, Os Bichos – de Luiz Coutinho Dias Filhos (Conto), Manuscritos em Grafite – de Rejane Paschoal (Conto), Watsu – de José Juva (Poesia) e Caninos Amarelados – de Mário Felipe Cavalcanti (Conto)

Grande Prêmio: êxodo, – de Carlos Gomes (poesia)

Outras Notícias

Fredson Brito autoriza asfaltamento de mais três vias em São José do Egito

O prefeito Fredson Brito autorizou o asfaltamento de mais três vias em São José do Egito, no Sertão do Pajeú. Estão sendo beneficiadas duas no bairro Planalto: a Avenida Adalberto Veras e a Rua Conselheiro Rosa e Silva, e uma no Centro, a Rua Raimundo Eufrásio. Os recursos são fruto de convênio federal firmado com […]

O prefeito Fredson Brito autorizou o asfaltamento de mais três vias em São José do Egito, no Sertão do Pajeú. Estão sendo beneficiadas duas no bairro Planalto: a Avenida Adalberto Veras e a Rua Conselheiro Rosa e Silva, e uma no Centro, a Rua Raimundo Eufrásio.

Os recursos são fruto de convênio federal firmado com a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba). O investimento é de R$ 1,5 milhão e vai asfaltar 13.500 m² de vias urbanas.

As equipes já estão trabalhando na Avenida Adalberto Veras, no Planalto. A obra de infraestrutura está bem adiantada e deve ampliar a mobilidade, a segurança e a circulação de moradores e motoristas na região.

Durante vistoria ao asfaltamento no Planalto, o prefeito Fredson Brito comemorou a conquista e destacou a chegada dos recursos federais ao município: “São José do Egito está ganhando mais mobilidade, chegou mais asfalto, e temos muito a agradecer ao nosso presidente Lula, pois esse é um recurso federal pra melhorar nossa vida”, afirmou o gestor.

Moraes determina que Flávio Bolsonaro entregue passaporte e proíbe que ele deixe o país

Decisão foi dada em processo em que Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz são investigados por lavagem de dinheiro. G1 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) entregue seus passaportes. A decisão foi dada em processo em que Flávio Bolsonaro e o advogado […]

Decisão foi dada em processo em que Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz são investigados por lavagem de dinheiro.

G1

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) entregue seus passaportes.

A decisão foi dada em processo em que Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz são investigados por lavagem de dinheiro, em um suposto esquema que envolveria empresas de Tomaz e bets.

A decisão incluiu três determinações: proibição de contato entre Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz; cancelamento de todos os passaportes brasileiros, incluindo o diplomático, de Flávio Bolsonaro; entrega em até 24 horas de passaportes que Flávio Bolsonaro tenha de outras nacionalidades.

Em um vídeo postado em uma rede social, Flávio Bolsonaro disse que a determinação do ministro foi assinada na noite do domingo (25).

No vídeo, Flávio Bolsonaro afirmou também que visitou o pai, ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira (26) e que havia sido intimado a entregar o documento.

Acusação de lavagem de dinheiro 

Flávio Bolsonaro foi cadastrado como “usuário master” de uma conta bancária da empresa Alcazar Holdings, de propriedade de Tomaz.

Por ser senador, Flávio Bolsonaro tem foro especial perante do STF. Em 8 de outubro, o caso subiu para o Supremo e Alexandre de Moraes foi sorteado relator.

“Na documentação relativa à abertura da conta bancária da empresa Alcazar Holdings, verificou-se que Flávio Bolsonaro figurava com perfil de usuário master, condição que, em princípio, lhe conferia nível elevado de acesso e gerenciamento da conta”, afirmou a PF em relatório.

No 2º turno, apenas 35 mil votos foram registrados após 17h; vantagem de Lula sobre Flávio foi de 4,4 milhões

O Globo Apontada pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL) como uma mudança indevida nas regras da eleição, a prorrogação do horário de votação por 2 horas, determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), teve um efeito irrisório na votação. Um levantamento feito pelo portal g1 indica que apenas 35.521 votos foram registrados após […]

O Globo

Apontada pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL) como uma mudança indevida nas regras da eleição, a prorrogação do horário de votação por 2 horas, determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), teve um efeito irrisório na votação. Um levantamento feito pelo portal g1 indica que apenas 35.521 votos foram registrados após as 17h de domingo.

Mesmo esse número ainda pode levar em conta eleitores que estavam na fila de votação antes das 17h mas que registraram seus votos após o período. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu a eleição com 64,2 milhões de votos. Sua diferença em relação a Flávio Bolsonaro foi superior a 4 milhões de votos. Os 35 mil votos representam 0,8% dessa diferença.

Os dados estão disponíveis nos chamados logs de urna, arquivos que registram todos os eventos das urnas durante a votação, como a abertura da votação e o seu fechamento. Ele não permite saber em quem os eleitores votaram, mas é possível identificar o horário em que cada evento aconteceu.

São esses mesmos arquivos que permitem identificar, por exemplo, os números digitados nas urnas para saber como cada eleitor votou nulo, por exemplo.

A prorrogação foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin após as campanhas de Lula e de Flávio Bolsonaro apresentarem pedidos ao Tribunal Superior Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal para estender a votação, seja em municípios afetados por problemas no transporte público, seja por municípios atingidos por fortes chuvas. A campanha de Lula acusou prefeitos de capitais como São Paulo e Salvador de diminuírem a frota disponível para população.

Zanin determinou a extensão até as 19h em todo o país. Posteriormente, esclareceu que a decisão se aplicava às urnas que ainda estavam abertas no momento da decisão. Às 19h, a votação foi finalizada e a apuração dos votos pelo TSE se iniciou.

Após a divulgação do resultado, mostrando a vitória de Lula, Flávio não reconheceu o resultado, acusando o Supremo de interferir nas eleições.

“O ministro Zanin atropelou a Justiça especializada prorrogando as eleições por duas horas. Houve uma quebra total de isonomia entre brasileiros de diversos estados. Tem muita coisa que precisa ser feita antes de reconhecer esta sacanagem que ocorreu agora” disse Flávio.

Os presidentes do STF, Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral, Nunes Marques, do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), reconheceram o resultado. Além disso, presidentes de outros países também reconheceram o resultado e parabenizaram Lula pela vitória.

Blog bate 37 milhões de visualizações em 30 dias

A cobertura de uma eleição histórica fez o blog alcançar mais uma marca histórica no Instagram: são mais de 37 milhões de acessos em 30 dias. Tudo fruto de muito trabalho de todos que fazem a plataforma no Instagram. Domingo, uma super cobertura das Eleições 2026 no segundo turno marcou um dos pleitos mais emocionantes […]

A cobertura de uma eleição histórica fez o blog alcançar mais uma marca histórica no Instagram: são mais de 37 milhões de acessos em 30 dias.

Tudo fruto de muito trabalho de todos que fazem a plataforma no Instagram.

Domingo, uma super cobertura das Eleições 2026 no segundo turno marcou um dos pleitos mais emocionantes da história.

No dia, estivemos a serviço do blog e da Rádio Pajeú, com a Manhã Total Especial do segundo turno, e à tarde com a Central da Apuração, respondendo a pergunta que definiu o futuro do país: quem venceu a eleição entre Flávio Bolsonaro e Lula, com o atual mandatário sendo eleito.

Ainda as informações no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins, além do Distrito Federal, que tiveram definição dos governadores neste domingo.

Ronald Falabella: “os institutos precisam ir para o divã”

Da Rádio Pajeú O diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, participou do Debate das Dez, dentro do programa Manhã Total desta segunda-feira (26), na Rádio Pajeú. Durante a entrevista com o comunicador Nill Júnior, ele analisou o desempenho das pesquisas eleitorais no segundo turno das eleições e discutiu as dificuldades dos institutos para captar mudanças […]

Da Rádio Pajeú

O diretor do Instituto Múltipla, Ronald Falabella, participou do Debate das Dez, dentro do programa Manhã Total desta segunda-feira (26), na Rádio Pajeú.

Durante a entrevista com o comunicador Nill Júnior, ele analisou o desempenho das pesquisas eleitorais no segundo turno das eleições e discutiu as dificuldades dos institutos para captar mudanças na intenção de voto nos últimos dias antes da votação.

Falabella reconheceu que as pesquisas enfrentaram dificuldades e concordou que houve erros nas projeções. Segundo ele, os institutos precisam avaliar mecanismos capazes de identificar movimentos de última hora do eleitorado, considerando a possibilidade de mudanças significativas entre a divulgação dos levantamentos e o dia da eleição.

O diretor também explicou que o momento da coleta dos dados pode influenciar os resultados. Como exemplo, citou os levantamentos realizados após o debate presidencial da sexta-feira, destacando que parte dos entrevistados pode ter tido contato com o conteúdo do encontro, enquanto outra parte ainda não havia assistido ou acompanhado suas repercussões.

Na avaliação de Falabella, além dos desafios técnicos, algumas pesquisas podem ter sido prejudicadas pela tentativa de antecipar o comportamento do eleitorado e pela escolha inadequada do período de coleta. Ele também observou que, diferentemente do movimento de crescimento da direita registrado em outras disputas, nesta eleição Lula apresentou avanço na reta final, segundo sua percepção.