Itapetim: Prefeitura inicia reforma no Estádio Maxixão
Por André Luis
O Governo Municipal de Itapetim deu início a reforma no estádio Maxixão, atendendo um desejo da juventude e dos amantes do futebol itapetinense.
“Demos início a reforma, que vai transformar o nosso Estádio Municipal em um novo Maxixão e um lindo cartão postal de nossa cidade. Estamos tornando realidade o sonho da nossa juventude e de todos os amantes do futebol itapetinense”, disse o prefeito Adelmo Moura.
O estádio receberá um dos melhores gramados de Pernambuco, uma moderna cabine de imprensa e tribuna de honra. Toda área de circulação interna receberá pavimentação em tijolos intertravados e serão construídos novos bancos de reserva cobertos em tamanho oficial. O Maxixão também vai receber uma nova pintura.
Além disso, o estádio contará com novas calçadas, restauração do alambrado, instalação de rede de proteção para evitar a saída das bolas para a rua, e uma nova fachada principal.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, comemorou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo político no primeiro turno das eleições de 2026. Em conversa com Marcelo Patriota, ele afirmou que o resultado representa, em sua avaliação, um reconhecimento da população ao trabalho da gestão municipal. Sandrinho destacou que os candidatos apoiados pela […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, comemorou o desempenho dos candidatos apoiados por seu grupo político no primeiro turno das eleições de 2026. Em conversa com Marcelo Patriota, ele afirmou que o resultado representa, em sua avaliação, um reconhecimento da população ao trabalho da gestão municipal.
Sandrinho destacou que os candidatos apoiados pela Frente Popular de Afogados da Ingazeira ficaram à frente da votação no município nos cargos citados por ele.
Maria Arraes foi a candidata a deputada estadual mais votada na cidade, com 5.910 votos. Para deputado federal, Pedro Campos liderou com 5.604 votos. Na disputa pelo Senado, Marília Arraes recebeu 11.832 votos e Humberto Costa, 11.129.
João Campos também venceu a disputa para o Governo de Pernambuco em Afogados da Ingazeira, com 11.559 votos, correspondentes a 53,07% dos votos válidos. Na eleição presidencial, Lula recebeu 16.835 votos, ou 73,01% dos válidos no município.
“É um motivo de muita alegria, de muita satisfação. É o reconhecimento da população com o nosso trabalho. Apesar das dificuldades serem tantas, elas sabem do nosso empenho, sabem da nossa dedicação. E o resultado veio nas urnas”, afirmou Sandrinho.
O prefeito também chamou atenção para o desempenho de seu grupo na zona rural. Segundo ele, os candidatos apoiados pela gestão venceram em todas as áreas rurais do município.
Ao comentar o resultado, Sandrinho afirmou que a votação aumenta a responsabilidade da gestão com a população do campo. Ele defendeu que as políticas públicas levem em consideração as diferenças de acesso aos serviços entre moradores das áreas urbana e rural.
“A gente não acredita de maneira nenhuma em um governo que trate com igualdade, tem que ser com equidade, direcionando mais para quem tem mais necessidade”, disse.
Sandrinho citou as distâncias enfrentadas pelos moradores da zona rural para acessar serviços de saúde, comprar medicamentos e levar os filhos às escolas como exemplos das dificuldades que, segundo ele, justificam maior direcionamento de estratégias e recursos públicos para essas comunidades.
Na parte final da entrevista, o prefeito também tratou do segundo turno da eleição presidencial e reafirmou seu apoio a Lula. Ele fez críticas ao campo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro e defendeu a mobilização de seus aliados em favor da candidatura petista.
Sandrinho afirmou que o grupo pretende intensificar a atuação política no segundo turno e disse considerar necessário ampliar o diálogo com eleitores que não participaram da primeira votação ou que fizeram outra escolha no primeiro turno.
Caro Nill Júnior, Infelizmente a tônica que alguns agentes partidários dão às discussões que realmente importam para Tabira é a que menos agrega ao debate. Em resposta a matéria veiculada no seu blog acerca do pronunciamento que fiz na ação coletiva dos profissionais da saúde em Riacho do Gado é importante fazer o que muitos […]
Infelizmente a tônica que alguns agentes partidários dão às discussões que realmente importam para Tabira é a que menos agrega ao debate.
Em resposta a matéria veiculada no seu blog acerca do pronunciamento que fiz na ação coletiva dos profissionais da saúde em Riacho do Gado é importante fazer o que muitos não sabem: separar saúde pública de política partidária.
Antes de de presidir o Poder Legislativo da cidade, sou servidora pública da Secretaria de Saúde, subordinada às orientações da pasta, e as informações que repassei à população foram repassadas pela Defesa Civil, sob responsabilidade do engenheiro Ilson Júnior. Só tomei conhecimento da situação já com a recomendação de nos dirigirmos àquela unidade de saúde e realizar um trabalho de conscientização, pedagógico, sobre situação que foge, inclusive das atribuições diretas do governo de Tabira, o risco de transbordamento da barragem de Zé Flor.
Toda ação foi construída como costumo fazer sempre na vida pública, ou no trabalho como profissional da saúde, em consenso, ouvindo os demais agentes envolvidos e pensando no bem estar da população. Sem o menor, nem de longe, intuito de provocar pânico ou algo do tipo, muito menos identificar culpados ou apontar pessoas.
Minha conduta continuará a mesma, servindo com responsabilidade a população e sabendo diferenciar as coisas. O país vive um momento que não precisa de palanques, mas de unidade para superar os desafios da saúde pública.
O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu alterações na minuta de decreto que buscava implementar um golpe de Estado, aponta investigação da Polícia Federal. Bolsonaro recebeu cópia da minuta. De acordo com a PF, as provas colhidas até o momento apontam que Bolsonaro recebeu o material de Filipe Martins, então assessor do presidente, e Amauri Saad, advogado […]
O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu alterações na minuta de decreto que buscava implementar um golpe de Estado, aponta investigação da Polícia Federal.
Bolsonaro recebeu cópia da minuta. De acordo com a PF, as provas colhidas até o momento apontam que Bolsonaro recebeu o material de Filipe Martins, então assessor do presidente, e Amauri Saad, advogado apontado como autor do texto. As informações estão na decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou prisões e buscas contra ex-ministros e integrantes do núcleo duro do ex-mandatário.
De acordo com a PF, a minuta detalhava supostas interferências do Judiciário e decretava a prisão de diversas autoridades, como os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). No fim, eram determinadas novas eleições.
Os encontros teriam ocorrido em novembro de 2022, após as eleições daquele ano, na sede de campanha do PL. De acordo com a PF, Martins teria feito as alterações pedidas por Bolsonaro e retornou com o documento dias depois ao Palácio do Alvorada.
A PF identificou ainda que uma equipe ligada ao ex-presidente monitorou Alexandre de Moraes. Os investigadores compararam os voos realizados pelo ministro entre 14 e 31 de dezembro de 2022 com os dados feitos pelo grupo de Bolsonaro. “A análise dos dados confirmou que o Ministro ALEXANDRE DE MORAES foi monitorado pelos investigados, demonstrando que os atos relacionados a tentativa de Golpe de Estado e Abolição do Estado Democrático de Direito, estavam em execução”, apontou a PF.
A PF deflagrou na manhã de hoje a Operação Tempus Veritatis, que mira suposta organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado para manter Bolsonaro na Presidência.
O clima esquentou na sessão de hoje na ALEPE. O Deputado Izaias Regis atacou o prefeito Sivaldo Albino, de Garanhuns. Ele foi responder uma fala do Deputado Rodrigo Farias, que defendeu Sivaldo. Em contraponto, Izaias Regis fez uma prestação de contas de sua vida e disse ter levado várias obras para Garanhuns. “Sabe a obra que […]
O clima esquentou na sessão de hoje na ALEPE. O Deputado Izaias Regis atacou o prefeito Sivaldo Albino, de Garanhuns.
Ele foi responder uma fala do Deputado Rodrigo Farias, que defendeu Sivaldo.
Em contraponto, Izaias Regis fez uma prestação de contas de sua vida e disse ter levado várias obras para Garanhuns. “Sabe a obra que seu prefeito trouxe? Um cabaré “, criticou. Os deputados João Paulo e Alberto Feitosa caíram na risada.
Só que a fala não agradou às profissionais da noite. Dona Cacilda, dona do cabaré de Garanhuns, que ela diz ser uma boate, rebateu. Disse que botou o negócio sozinha e até pagou R$ 8 mil de IPTU atrasado.
Disse que Izaias antes de falar deveria conhecer o ambiente e respeitar as trabalhadoras. “Meu cabaré tem mais ordem que a tua vida!” – retrucou. Também que aguenta bêbado e tudo no mundo pra sustentar as filhas. Veja o vídeo:
G1 A Justiça aceitou a denúncia e tornou réu o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) por organização criminosa e corrupção passiva no âmbito da Operação Integração – que investiga pagamento de propina a Richa e outros agentes públicos por empresas de pedágio no Paraná. A aceitação da denúncia foi divulgada no domingo (10). O G1 entrou em contato […]
A Justiça aceitou a denúncia e tornou réu o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) por organização criminosa e corrupção passiva no âmbito da Operação Integração – que investiga pagamento de propina a Richa e outros agentes públicos por empresas de pedágio no Paraná.
A aceitação da denúncia foi divulgada no domingo (10). O G1 entrou em contato com a defesa do tucano às 7h25 desta segunda-feira (11) e não recebeu um posicionamento até a última atualização desta reportagem.
Além do ex-governador do Paraná, outras nove pessoas viraram rés pelos mesmos crimes. Trata-se da denúncia que investiga o núcleo político.
Segundo o MPF, o esquema desviou R$ 8,4 bilhões por meio do aumento de tarifas de pedágio do Anel de Integração, e de obras rodoviárias não executadas. A propina paga em troca dos benefícios, conforme os procuradores, foi estimada em pelo menos R$ 35 milhões.
Beto Richa chegou a ser preso no dia 25 de janeiro, na 58ª fase da Operação Lava Jato, mas foi solto por decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha.
À época, a defesa de Richa afirmou que ele não cometeu irregularidades e que sempre esteve à disposição para prestar esclarecimentos.
Não é a primeira vez que Richa vira réu. A Justiça recebeu a denúncia contra ele, por exemplo, na Operação Rádio Patrulha, que investiga um esquema de propina para desvio de dinheiro por meio de licitações no programa “Patrulha do Campo”.
O MPF dividiu as acusações em duas denúncias. Essa envolve agentes públicos, como Beto Richa, Pepe Richa – irmão do ex-governador e ex-secretário de Infraestrutura e Logística do estado – e mais outras oito pessoas.
Empresários réus: já a outra denúncia é relacionada aos empresários envolvidos no esquema. Entre os 23 réus, estão ex-presidentes das seis concessionárias investigadas no esquema, além de funcionários da Agência Reguladora do Paraná (Agepar) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Todos vão responder por organização criminosa e corrupção ativa. O juiz Paulo Sérgio Ribeiro rejeitou a denúncia contra eles pelo crime de lavagem de dinheiro.
O juiz Paulo Sérgio Ribeiro rejeitou a denúncia pelo crime de lavagem de dinheiro. Ele argumentou que “há aparente prova da materialidade e indícios de autoria suficientes para caracterizar a justa causa necessária ao recebimento do denúncia”.
“No curso das investigações, o MPF apresentou vasto conjunto de provas sobre a materialidade de fatos criminosos envolvendo a execução de contratos de concessão de rodovias federais no Estado do Paraná (denominado “Anel de Integração do Paraná”), bem como indícios suficientes de participação de cada um dos denunciados no esquema criminoso”, declarou.
O esquema: as denúncias sustentam que o esquema de pagamentos de propina pelas concessionárias de pedágio teve início há cerca de 20 anos. Conforme os procuradores, a corrupção elevou as tarifas de pedágio pagas pelos usuários, e fez com que apenas 25% das obras previstas fossem realizadas.
Em delação, o ex-diretor do DER, Nelson Leal Júnior, afirmou que as irregularidades começaram em 1997, na apresentação de propostas das concessionárias, que foram superfaturadas.
Além disso, os investigadores dizem que o método usado para calcular o investimento que as concessionárias deveriam fazer em obras nas rodovias permitiu que as empresas se desobrigassem de concluir obras iniciadas, sob alegação de que já haviam cumprido a meta financeira estipulada por elas mesmas.
Segundo a Lava Jato, as concessionárias se comprometeram a duplicar 995,7 quilômetros de rodovias no início dos contratos, mas até hoje apenas 273,5 quilômetros foram duplicados.
” O prejuízo vai muito além e se estende sobre toda a cadeia produtiva do estado do Paraná que deixou de se valer de uma infraestrutura adequada. Nós temos uma infraestrutura de rodovias muito pior do que nós deveríamos ter”, afirmou o procurador Deltan Dallagnol.
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