Ingazeira: convenção homologa candidaturas de Luciano Torres e Djalma do Minadouro
Por André Luis
Neste sábado (3), a Frente Popular de Ingazeira realizou sua convenção partidária no Centro de Atividades Econômicas (CAE), onde foram homologadas as candidaturas de Luciano Torres para prefeito e Djalma do Minadouro para vice-prefeito.
Além disso, treze candidatos a vereadores também tiveram suas candidaturas oficializadas.
O evento contou com a presença do deputado estadual Diogo Moraes. Conforme informado pelo Blog do Finfa, o deputado federal Lucas Ramos e o superintendente da Sudene, Danilo Cabral, estiveram com Luciano Torres na parte da manhã.
“Devido a outros compromissos, ambos não puderam participar da convenção à tarde”, informou Finfa.
A Rede Globo anunciou que a nova temporada do Programa do Jô, exibido nas madrugadas de segunda a sexta, será a última. A atração que retorna em março é apresentada há 16 anos pelo humorista Jô Soares e já virou atração tradicional da emissora. Segundo o UOL, a decisão foi anunciada por Ricardo Waddington, figura importante […]
A Rede Globo anunciou que a nova temporada do Programa do Jô, exibido nas madrugadas de segunda a sexta, será a última. A atração que retorna em março é apresentada há 16 anos pelo humorista Jô Soares e já virou atração tradicional da emissora.
Segundo o UOL, a decisão foi anunciada por Ricardo Waddington, figura importante do núcleo de entretenimento da emissora. Jô Soares, no entanto, ainda pode renovar contrato com a emissora, mesmo com o fim do programa.
Jô passou grande parte da carreira na Globo, saindo em 1988 para ir para o SBT, onde estrelou os programas Veja o Gordo e Jô Soares Onze e Meia(1988-1999).
A opção mais cotada para substituir o programa é um talk show comandado por Marcelo Adnet, que deve estrear já no segundo semestre. Adnet tem se destacado na Globo com o Tá no Ar, que satiriza não só programas da concorrência, como também atrações da própria emissora.
No ar desde 2014, o programa tem apresentado bons índices de audiência e semanalmente fica entre os assuntos mais comentados do Twitter
A Escola Domingos Jacinto Ferreira do distrito de Ibitiranga, em Carnaíba, foi destaque na Olimpíada Mandacaru de Matemática, conseguindo 14 medalhas, inclusive 2 de ouro e 2 de prata, mais menções honrosas e o troféu Coroa de Frade. A competição é dirigida aos alunos do Ensino Fundamental II, até o último ano do Ensino Médio […]
A Escola Domingos Jacinto Ferreira do distrito de Ibitiranga, em Carnaíba, foi destaque na Olimpíada Mandacaru de Matemática, conseguindo 14 medalhas, inclusive 2 de ouro e 2 de prata, mais menções honrosas e o troféu Coroa de Frade.
A competição é dirigida aos alunos do Ensino Fundamental II, até o último ano do Ensino Médio das escolas públicas ou privadas de todo o Brasil e tem como objetivos principais estimular e promover o estudo da Matemática e contribuir para a melhoria da qualidade da educação básica.
“Parabéns a todos os alunos, professores e gestores da Escola e da Secretaria de Educação que têm sido incansáveis em destacar o nome de Carnaíba em nível nacional”, parabenizou a Prefeitura em seu Instagram.
“Muito mais do que a premiação, é motivo de alegria e orgulho saber que estes meninos e meninas saem da escola preparados para alcançar níveis ainda maiores de excelência nos estudos e, futuramente, no mercado de trabalho”, completou.
Confira os nomes dos campeões:
Nível Luiz Gonzaga – 6º e 7º ano: Valéria Olegário – Bronze; Lucas Rinaldo Moreira da Silva – Bronze; Andressa Rayane Silva Nascimento – Menção Honrosa; Samira Noronha da Silva – Menção Honrosa; Bruno Alcântara dos Santos – Menção Honrosa.
Nível Zumbi dos Palmares – 8º e 9º ano: João Paulo Cecílio da Silva – Ouro; João Vitor do Nascimento Silva – Ouro; Kleyton Kauã dos Santos – Prata; Edvanilson Santos de Lima – Prata; Maria Eduarda Macena de Lima Silva – Bronze; Rafael Guilherme Pereira da Silva – Bronze; Shamyra Lunas da Silva – Bronze; Graziele Mayara Cordeiro dos Santos – Bronze; José Carlos de Lima – Bronze; José Eduardo Marques dos Santos – Bronze; Clarice Pereira de Paula – Bronze; Maria Rafaela da Silva Feitosa – Bronze; Laura Lorena Avelino Pereira – Menção Honrosa; Patricia da Silva Cordeiro – Menção Honrosa; Mellyssa Maryllene de Souza Alcântara – Menção Honrosa; Roniel dos Santos Barbosa – Menção Honrosa; Maycon Vinicius Santos de Medeiros – Menção Honrosa; Serafim Júnior de Oliveira Lima – Menção Honrosa.
G1 Os irmãos Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como Pelado, e Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos, confessaram o assassinato do indigenista brasileiro Bruno Araújo Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, desaparecidos na Amazônia desde 5 de junho, informaram fontes da Polícia Federal. Segundo uma forte da PF, os irmãos mataram […]
Os irmãos Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como Pelado, e Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos, confessaram o assassinato do indigenista brasileiro Bruno Araújo Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, desaparecidos na Amazônia desde 5 de junho, informaram fontes da Polícia Federal.
Segundo uma forte da PF, os irmãos mataram Pereira e Phillips a tiros e depois queimaram e enterraram os corpos. A motivação do crime ainda é incerta, mas a PF apura se há relação com a atividade de pesca ilegal na região. Segunda maior terra indígena do país, o Vale do Javari é palco de conflitos típicos da Amazônia: tráfico de drogas, roubo de madeira e avanço do garimpo.
A PF iniciou buscas na área para localizar os corpos, o que não havia acontecido até a última atualização desta reportagem, e confirmar essa versão. Ainda de acordo com a fonte, deverá ser feito exame de DNA com base em material fornecido por parentes das vítimas. A família do repórter no Reino Unido afirmou não ter sido informada sobre a confissão dos assassinos.
Antes de sumir, Pereira, que era servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai), e Phillips haviam partido da Comunidade São Rafael em uma viagem com duração prevista de duas horas rumo a Atalaia do Norte, mas eles não chegaram ao destino.
Foto: Wellington Júnior Casos estão distribuídos em quinze das dezessete cidades. Por André Luis De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados neste sábado (30), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, quinze, das dezessete cidades da região, tem casos confirmados de Covid-19. Juntas somam, 254 casos. Serra Talhada continua liderando o número de […]
Casos estão distribuídos em quinze das dezessete cidades.
Por André Luis
De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados neste sábado (30), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, quinze, das dezessete cidades da região, tem casos confirmados de Covid-19. Juntas somam, 254 casos.
Serra Talhada continua liderando o número de casos na região, com 115. Logo em seguida, com 29 casos confirmados, está São José do Egito. Tabira e Triunfo tem 22 casos cada. Carnaíba tem 14 e Itapetim 12.
Abaixo dos dez casos confirmados, estão Flores, Quixaba e Tuparetama com 7 casos cada, Afogados da Ingazeira com 6, Iguaracy, também com 6, Brejinho, 3 casos, Santa Terezinha, 2 casos. Fechando a lista, temos Santa Cruz da Baixa Verde e Ingazeira, com 1 caso cada.
Solidão e Calumbi, seguem sem nenhum registro de pessoas acometidas pelo novo coronavírus.
Mortes – O número de óbitos por conta da Covid-19 na região está estabilizado. Até o momento, sete cidades registraram mortes. São elas: Carnaíba 4, Triunfo 4, Serra Talhada 3, Quixaba 3, Tabira 2, Iguaracy 1 e Itapetim 1.
O levantamento foi feito na manhã deste domingo (31), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.
Por Fernanda Calgaro, G1, Brasília Às vésperas do prazo final, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4) o texto-base de um projeto que cria um fundo eleitoral para financiar as campanhas com recursos públicos. A estimativa é que esse fundo tenha cerca de R$ 1,7 bilhão em 2018. O texto foi aprovado de forma […]
Às vésperas do prazo final, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4) o texto-base de um projeto que cria um fundo eleitoral para financiar as campanhas com recursos públicos. A estimativa é que esse fundo tenha cerca de R$ 1,7 bilhão em 2018.
O texto foi aprovado de forma simbólica, sem o registro de votos no painel eletrônico, o que provocou protesto no plenário. O deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que era favorável à votação nominal bateu-boca com o deputado Carlos Marun (PMDB-MS).
Com os dedos em riste, os dois discutiram e precisaram ser separados pelos colegas parlamentares.
Antes da discussão, os deputados chegaram a apreciar um pedido para que a votação fosse nominal para que se conhecesse o voto de cada parlamentar, mas esse requerimento foi rejeitado.
Os deputados ainda precisam analisar destaques que podem alterar o conteúdo da matéria. O texto já passou pelo Senado e, se não sofrer nenhuma modificação na Câmara, segue direto para sanção presidencial, sem precisar ser reapreciado pelos senadores.
Pela proposta aprovada, o fundo será composto por:
30% do total das emendas parlamentares de bancada constantes da Lei Orçamentária Anual. Os recursos abastecerão o fundo exclusivamente em ano eleitoral. As emendas de bancada consistem em indicações feitas pelos parlamentares de um estado para aplicação de recursos do Orçamento da União em obras e serviços no estado deles;
Montante referente à isenção fiscal das emissoras comerciais de rádio e TV que veicularam, em 2017 e 2016, a propaganda partidária, exibida fora do período eleitoral e que será extinta. O horário eleitoral gratuito ficará mantido.
O texto possui alguns pontos que desagradaram aos deputados, mas, para viabilizar a sua aprovação, foi fechado um acordo com o Palácio do Planalto para que esses trechos sejam vetados pelo presidente Michel Temer.
Uma das divergências foi a inclusão de um trecho pelos senadores que prevê que parte do Fundo Partidário, que já existe e serve para financiar a manutenção das legendas, possa ser destinada para as eleições majoritárias, modelo pelo qual senadores, governadores e presidente da República são eleitos.
No entanto, os deputados, que são eleitos pelo sistema proporcional, não concordam com esse ponto uma vez que não seriam beneficiados por essa regra.
Outra questão que, pelo acordo, seria vetada por Temer, é sobre os critérios para a distribuição do fundo eleitoral. As regras para distribuição desse fundo constam de outro texto, relatado pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP), que ainda precisa ter a votação concluída pelo plenário da Câmara.
A proposta do deputado petista favorece em parte os partidos que conseguiram ampliar as suas bancadas neste ano.
Os parlamentares correm contra o tempo para aprovar as mudanças porque, para valerem já nas eleições de 2018, elas precisam ser aprovadas até o fim desta semana, um ano antes do pleito.
Diante da proibição de doações empresarias, os políticos têm interesse em achar uma saída para bancar as suas campanhas. Nos bastidores, os deputados admitem que, se não houver fundo, a possibilidade de haver caixa dois é grande.
O texto também acaba com a propaganda partidária gratuita veiculada por rádio e televisão nos anos em que não há eleição.
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