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InfoGripe sinaliza crescimento de SRAG em crianças

Por André Luis

O Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado nesta sexta-feira (4), aponta que, em âmbito nacional, a curva mantém sinal de queda nas tendências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), tendência de longo (últimas seis semanas) e curto prazo (últimas três semanas).

Os registros de Sars-CoV-2 mantém predomínio entre os casos com resultado laboratorial positivo para vírus respiratórios em todas as faixas etárias analisadas.

No entanto, apesar da manutenção do cenário de queda na população em geral, a incidência de SRAG em crianças apresenta ascensão significativa em diversos estados ao longo do mês de fevereiro.

Dados laboratoriais preliminares sugerem possível aumento nos casos associados ao Vírus Sincicial Respiratório (VSR) na faixa etária 0-4 anos, e interrupção de queda nos casos associados ao Sars-CoV-2 (Covid -19) na faixa de 5 a 11 anos.

“No agregado nacional, observa-se cenário de queda em todas as faixas etárias da população, exceto nas crianças de 0-4 a 5-11 anos que apresentam sinal de crescimento acentuado. Dados laboratoriais preliminares sugerem que no grupo de 0 a 4 anos, isso possa estar associado à interrupção da queda nos casos associados ao Vírus Sincicial Respiratório [VSR]”, observa o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe.

Gomes explica que na faixa etária de 5-11 anos os dados laboratoriais preliminares sugerem interrupção de queda nos resultados positivos para Sars-CoV-2 (Covid-19), diferentemente do que se observa nos demais grupos etários.

O coordenador do InfoGripe ressaltou também que neste momento em que as crianças ainda não completaram o ciclo de vacinação contra a Covid-19, o risco para elas é relativamente mais alto, ainda que os casos na população em geral estejam diminuindo.

“Em função disso, é importante que os responsáveis levem suas crianças para os postos de vacinação e estejam atentos à data para a segunda dose”, disse Marcelo.

Além disso, ele chamou a atenção para da importância de toda a população manter cuidados básicos como o uso de boas máscaras principalmente em ambientes internos como lojas, mercados, salas de aula e transporte público, por exemplo, e evitar locais com muita gente, para diminuir o risco de acabar levando o vírus para os mais vulneráveis.

“Isso também vai ajudar a proteger de outros vírus respiratórios que são causa importante de internações em crianças pequenas, como é o caso do vírus sincicial respiratório. A vacinação da população adulta diminuiu radicalmente o risco de casos graves, mas a epidemia ainda está presente”.

O Boletim chama atenção ainda que, com o avanço da cobertura vacinal na população adulta, as faixas etárias de 60 anos ou mais (60-69, 70-79 e 80 anos ou mais) voltaram a ser os grupos com maior incidência semanal de casos e óbitos por SRAG com resultado de RT-PCR positivo para Sars-CoV-2.

 Também se destaca o fato de que o aumento de novos casos durante o período de predomínio da variante Ômicron, iniciada ao final de 2021, resultou na maior incidência registrada entre crianças de 0-4 e 5-11 anos desde o início da epidemia.

“Entre os adolescentes de 12-17 anos também se observa registro próximo ao pico de maio de 2021. Tais situações podem estar associadas ao fato de que estas faixas etárias estavam recém iniciando o acesso à vacina ao final de 2021”, afirma o pesquisador.

Outras Notícias

Prefeitura de Itapetim inaugura Sala de Telessaúde com consultas online em cinco especialidades médicas

A Prefeitura de Itapetim inaugurou, nesta quinta-feira (5), uma Sala de Telessaúde destinada à realização de consultas online com médicos especialistas. O serviço funciona na Unidade Básica de Saúde (UBS) Alzira Alves, ao lado do Hospital Municipal Maria Silva, e foi implantado pela Secretaria Municipal de Saúde em parceria com o Governo Federal. A nova […]

A Prefeitura de Itapetim inaugurou, nesta quinta-feira (5), uma Sala de Telessaúde destinada à realização de consultas online com médicos especialistas. O serviço funciona na Unidade Básica de Saúde (UBS) Alzira Alves, ao lado do Hospital Municipal Maria Silva, e foi implantado pela Secretaria Municipal de Saúde em parceria com o Governo Federal.

A nova estrutura permitirá que pacientes recebam atendimento especializado por videoconferência, sem a necessidade de deslocamento para outros municípios em determinados casos. Segundo a gestão municipal, o serviço atenderá moradores de todas as localidades de Itapetim.

O acesso às consultas começa pela Unidade Básica de Saúde. Inicialmente, o paciente passa por uma avaliação médica e, caso seja identificada a necessidade de acompanhamento especializado, o profissional da unidade realiza o agendamento. No dia marcado, a consulta acontece de forma remota, com a presença do médico da UBS ao lado do paciente.


Nesta primeira etapa, serão oferecidos atendimentos em cinco especialidades: cardiologia, estomatologia, oncopediatria, psiquiatria ambulatorial e obstetrícia (PNAR).

Na área de cardiologia, a estrutura também permitirá a realização de eletrocardiogramas, quando houver indicação médica. O exame registra a atividade elétrica do coração e auxilia na avaliação de possíveis alterações cardíacas.

De acordo com a Prefeitura, o município trabalha para ampliar o número de especialidades disponíveis. A previsão também é implantar o serviço nos distritos de Piedade e São Vicente, embora ainda não tenham sido divulgadas datas para o início dos atendimentos nessas localidades.

A inauguração contou com a presença da prefeita Aline Karina, do vice-prefeito Chico, da secretária municipal de Saúde, Alda Araújo, além de vereadores, secretários, diretores municipais e profissionais da unidade.


O atendimento será realizado mediante avaliação e encaminhamento médico pela rede municipal de saúde. A Prefeitura não informou a quantidade de consultas previstas nem os horários específicos de funcionamento da Sala de Telessaúde.

Fotos: Divulgação

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Aliados de Lula repercutem renúncia de presidente do Paraguai e comparam crise do Ueno Bank ao caso Master

A renúncia do presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciada nesta quinta-feira (5), provocou reações de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes sociais. Parlamentares brasileiros associaram a crise política no país vizinho ao colapso do Ueno Bank, fizeram críticas a governos de direita na América Latina e estabeleceram comparações com o […]

A renúncia do presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciada nesta quinta-feira (5), provocou reações de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes sociais. Parlamentares brasileiros associaram a crise política no país vizinho ao colapso do Ueno Bank, fizeram críticas a governos de direita na América Latina e estabeleceram comparações com o escândalo do Banco Master, no Brasil.

Peña anunciou sua saída após perder apoio político em meio às denúncias de irregularidades envolvendo o banco paraguaio. A instituição, que atendia aproximadamente três milhões de clientes, sofreu intervenção do Banco Central depois que foram identificados problemas em sua situação financeira.

O caso ganhou dimensão política porque Peña havia sido acionista de uma empresa ligada ao grupo controlador do Ueno Bank até março de 2025. A instituição também administrava centenas de milhões de dólares em recursos públicos, incluindo depósitos relacionados à Previdência Social.

Entre os políticos brasileiros que repercutiram a renúncia está o deputado federal Marcelo Freixo (PT-RJ). Ele classificou a saída de Peña como mais uma derrota de aliados do presidente norte-americano Donald Trump na América Latina e criticou a relação entre interesses financeiros privados e governos.

A ex-ministra da Igualdade Racial Anielle Franco também se manifestou. Ela prestou solidariedade aos paraguaios afetados pela crise bancária e questionou modelos econômicos que, em sua avaliação, favorecem grupos financeiros em prejuízo dos trabalhadores.

O deputado Alencar Santana (PT-SP) relacionou o episódio à atuação de governos de direita e mencionou os brasileiros que se mudaram para o Paraguai atraídos pelas condições econômicas do país.

Já a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) destacou a proximidade política de Santiago Peña com Donald Trump e com integrantes da família Bolsonaro. Para ela, a renúncia representa um revés para esse campo político na América do Sul.

A comparação com o Banco Master também entrou nas discussões. No Brasil, a instituição financeira de Daniel Vorcaro teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, após problemas financeiros e irregularidades identificadas pelo órgão regulador.

Embora os dois episódios envolvam instituições financeiras submetidas à intervenção das autoridades e suspeitas de irregularidades, os processos têm características e desdobramentos distintos. No Paraguai, a crise atingiu diretamente a Presidência em razão dos vínculos empresariais anteriores de Peña com o grupo controlador do banco.

A renúncia do presidente paraguaio ainda depende de apreciação pelo Congresso. Após o anúncio, a Câmara dos Deputados aprovou a abertura de um processo de impeachment. A definição sobre a saída definitiva e seus efeitos institucionais caberá ao Legislativo do país.

Peña não assumiu responsabilidade pelas irregularidades investigadas e afirmou que decidiu deixar o cargo para preservar a estabilidade política e institucional do Paraguai.

Fonte: O Globo/CBN
Foto: Brenno Carvalho

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TSE encerra processo sobre quebra de sigilos de Lula e Flávio Bolsonaro

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou o encerramento do processo que tratava da abertura dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi publicada nessa quarta-feira (4) e extinguiu o pedido sem análise do mérito. Mendonça seguiu […]

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou o encerramento do processo que tratava da abertura dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi publicada nessa quarta-feira (4) e extinguiu o pedido sem análise do mérito.

Mendonça seguiu o parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), que se manifestou pelo encerramento do procedimento. O entendimento é de que não cabe à Justiça Eleitoral determinar quais informações pessoais os candidatos devem tornar públicas.

Segundo a manifestação acolhida pelo ministro, “o que se quiser divulgar é escolha de cada um, e avaliar essa escolha cabe ao eleitor”.

O processo teve origem durante a campanha presidencial de 2026, após um desafio feito por Lula a Flávio Bolsonaro no primeiro debate entre os candidatos antes do segundo turno. Na ocasião, o petista propôs abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, desde que o adversário adotasse a mesma medida.

Em 18 de outubro, Lula anunciou que encaminharia ao TSE uma autorização para a divulgação de informações pessoais e de seus cinco filhos, condicionada à abertura dos dados de Flávio e de seus familiares.

Entre os dias 20 e 22 de outubro, as duas campanhas apresentaram documentos ao tribunal para autorizar a divulgação das informações. Flávio também concordou com a proposta, mas acrescentou exigências e solicitou que a abertura abrangesse registros dos últimos 20 anos.

As equipes dos candidatos chegaram a apresentar um pedido conjunto para que o TSE requisitasse os dados e providenciasse sua divulgação simultânea ao público.

Antes da eleição, André Mendonça já havia esclarecido que não existia impedimento legal para a divulgação voluntária dessas informações. Entretanto, afirmou que a Justiça Eleitoral não tinha a atribuição de organizar ou determinar a exposição dos dados.

Com a decisão publicada nesta semana, o procedimento foi encerrado sem que o tribunal determinasse a quebra dos sigilos. Nenhum dos dois candidatos chegou a divulgar voluntariamente os dados previstos no acordo.

O encerramento do processo não representa uma decisão sobre a existência ou inexistência de irregularidades financeiras envolvendo os políticos. A análise ficou restrita à competência da Justiça Eleitoral para atuar no pedido apresentado durante a campanha.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Ricardo Stuckert e Raul Spinassé

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Bolsonaro pede para receber Rogério Marinho e Tereza Cristina em meio à disputa pela presidência do Senado

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu, nesta quinta-feira (5), autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que ele receba os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS). A solicitação ocorre em meio às articulações da oposição para a eleição da presidência do Senado, marcada para fevereiro de […]

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu, nesta quinta-feira (5), autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que ele receba os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS). A solicitação ocorre em meio às articulações da oposição para a eleição da presidência do Senado, marcada para fevereiro de 2027.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em Brasília e depende de autorização judicial para receber os parlamentares. No pedido encaminhado ao STF, os advogados sugeriram que as visitas sejam realizadas preferencialmente às terças, quartas ou quintas-feiras, em datas definidas por Moraes e respeitando as condições de segurança estabelecidas.

Os dois senadores anunciaram a intenção de disputar o comando do Senado. Na quarta-feira (4), o PL confirmou a candidatura de Rogério Marinho, líder da oposição na Casa e ex-ministro do Desenvolvimento Regional durante o governo Bolsonaro.

Tereza Cristina, que comandou o Ministério da Agricultura na mesma gestão, também mantém sua pré-candidatura. A senadora, integrante do PP, afirmou que continua conversando com Marinho sobre a possibilidade de um entendimento entre os dois.

A preocupação de setores da oposição é evitar a divisão de votos entre candidaturas do mesmo campo político, o que poderia favorecer o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que pretende disputar a recondução ao cargo e conta com apoio do governo Lula.

Entre as alternativas discutidas está um possível acordo para que Marinho e Tereza Cristina se alternem na presidência da Casa, com um deles disputando a eleição de 2027 e o outro a de 2029. Até o momento, entretanto, não há definição sobre essa possibilidade.

Rogério Marinho também recebeu apoio público do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que anunciou sua candidatura durante uma transmissão realizada dos Estados Unidos, para onde viajou após a derrota na eleição presidencial.

A disputa pela presidência do Senado ocorre em um momento de reorganização das forças políticas no Congresso, com partidos da oposição buscando ampliar sua influência na próxima legislatura.

O pedido de visitas ainda depende de decisão de Alexandre de Moraes. A solicitação apresentada pela defesa não significa que os encontros estejam autorizados.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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Flávio Bolsonaro nega ter recebido ajuda na fuga para os EUA: “Vou levar para o túmulo”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou ter recebido ajuda de governos estrangeiros para deixar o Brasil após sua derrota na eleição presidencial. Em entrevista ao jornal americano The New York Times, publicada nesta quinta-feira (5), o parlamentar afirmou que organizou a viagem por conta própria e declarou que não pretende revelar os detalhes de como […]

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou ter recebido ajuda de governos estrangeiros para deixar o Brasil após sua derrota na eleição presidencial. Em entrevista ao jornal americano The New York Times, publicada nesta quinta-feira (5), o parlamentar afirmou que organizou a viagem por conta própria e declarou que não pretende revelar os detalhes de como chegou aos Estados Unidos.

“Não houve ajuda de absolutamente ninguém, de nenhum governo”, afirmou o senador. Questionado sobre o trajeto até Miami, acrescentou: “Como cheguei aqui, vou levar isso para o túmulo”.

A versão apresentada por Flávio contrasta com informações obtidas pelo jornal junto a autoridades norte-americanas. Segundo a reportagem, um funcionário da Casa Branca teria providenciado o avião particular utilizado na viagem, enquanto a entrada do senador nos Estados Unidos teria sido autorizada diretamente pelo presidente Donald Trump.

Flávio deixou o Brasil em 27 de outubro, dois dias depois de perder o segundo turno da eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A viagem ocorreu após uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para que entregasse seus passaportes à Polícia Federal no prazo de 24 horas.

O senador não cumpriu a determinação e deixou o país pela fronteira entre Foz do Iguaçu, no Paraná, e Puerto Iguazú, na Argentina. De lá, seguiu em uma aeronave particular que fez escala no Equador antes de chegar a Miami, em 28 de outubro.

Na entrevista, Flávio afirmou que decidiu sair do Brasil após visitar o pai, Jair Bolsonaro, e ser informado sobre a ordem de entrega dos documentos. Segundo ele, a decisão foi tomada juntamente com a esposa, Fernanda Bolsonaro, sem participação de aliados ou autoridades estrangeiras.

O parlamentar também declarou acreditar que seria preso caso permanecesse no Brasil. Flávio é investigado em procedimentos relacionados a suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção, mas ainda não foi formalmente denunciado nesses casos. Ele nega irregularidades e atribui as investigações a uma suposta perseguição política.

Durante a conversa, o senador voltou a questionar o resultado da eleição presidencial, classificando sua derrota como matematicamente impossível, sem apresentar provas de fraude.

A vitória de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e não foram apresentadas evidências de irregularidades capazes de alterar o resultado da votação. O presidente foi reeleito com uma vantagem de aproximadamente 4,4 milhões de votos.

Flávio afirmou que pretende buscar meios jurídicos para contestar o resultado, embora reconheça que as possibilidades de êxito são pequenas. Também disse que continuará acompanhando a política brasileira e apoiando propostas defendidas por seus aliados, como a redução da maioridade penal e a anistia para o pai e os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

O senador e sua família receberam autorização temporária para permanecer nos Estados Unidos. Ele não descartou retornar ao Brasil nem disputar novamente a Presidência da República.

Fonte: O Globo/The New York Times
Foto: Reprodução

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