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Por Michael Andrade

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Luciano Duque entra no 2º Turno em defesa de Lula

Do Farol de Notícias Reeleito com mais de 50 mil votos, o deputado estadual, Luciano Duque, entrou de vez na campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliado da governadora Raquel Lyra, o deputado serra-talhadense decidiu por não assumir a neutralidade e buscar votos para o presidente. Aliás, ele já vem fazendo isso nas redes sociais. Em conversa com […]

Do Farol de Notícias

Reeleito com mais de 50 mil votos, o deputado estadual, Luciano Duque, entrou de vez na campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliado da governadora Raquel Lyra, o deputado serra-talhadense decidiu por não assumir a neutralidade e buscar votos para o presidente. Aliás, ele já vem fazendo isso nas redes sociais.

Em conversa com o Farol,o deputado disse que ‘já entrou em campo’ no diálogo com uma frente de prefeitos que lhe apoiam, e a preocupação, agora; é que os municípios garantam transporte gratuito no dia das eleições. “Estou nas bases no estado, já organizando. Onde tenho bases já estou trabalhando”, assegurou.

A relação entre Duque e o presidente Lula vem desde dos tempos em que foi prefeito de Serra Talhada, pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Em 2021, por exemplo, ele já preparava o retorno de Lula em reuniões no Sertão do Araripe. “Vamos continuar conversando e trilhando um caminho de fortalecimento do nosso partido, focados na eleição de Lula e na retomada de um governo que cuide do seu povo, distribuindo a riqueza gerada pelo país para que as pessoas possam viver dignamente, mais felizes e com qualidade de vida”, reforçou.

Os novos planos de lançamento de ‘Dark Horse’, o polêmico filme sobre Jair Bolsonaro

“Dark Horse”, filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, só deve chegar aos cinemas brasileiros em 2027. Apesar de já ter obtido um registro inicial na Agência Nacional do Cinema (Ancine), a produção ainda precisa concluir etapas para exploração comercial, passar pela classificação indicativa e ser dublada antes do lançamento no país. A […]

“Dark Horse”, filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, só deve chegar aos cinemas brasileiros em 2027. Apesar de já ter obtido um registro inicial na Agência Nacional do Cinema (Ancine), a produção ainda precisa concluir etapas para exploração comercial, passar pela classificação indicativa e ser dublada antes do lançamento no país.

A nova previsão foi apresentada pela Europa Filmes, responsável pela distribuição do longa no Brasil. Segundo o diretor-geral da empresa, Wilson Feitosa, o filme está finalizado, mas o processo necessário para colocá-lo comercialmente nas salas de cinema ainda não foi concluído.

“Dark Horse” já obteve o Registro de Obra Estrangeira (ROE) na Ancine. O documento, entretanto, funciona como uma etapa inicial e não representa autorização definitiva para exibição comercial.

A produção ainda precisa obter o Certificado de Registro de Título (CRT), também emitido pela Ancine, e passar pela classificação indicativa do Ministério da Justiça antes de chegar ao circuito brasileiro.

Outro fator que interfere no cronograma é a dublagem. O filme tem aproximadamente 1 hora e 40 minutos, diálogos em inglês e elenco predominantemente estrangeiro. A Europa Filmes pretende disponibilizar cópias dubladas em português para a exibição nacional.

Segundo a coluna de Malu Gaspar, de O Globo, um trailer destinado ao mercado brasileiro já foi editado e dublado, mas a previsão é de que ele seja divulgado somente depois do segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro.

A estratégia busca afastar a produção da reta final da campanha eleitoral e reduzir o risco de questionamentos na Justiça Eleitoral. O filme retrata principalmente a campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2018 e tem o ator norte-americano Jim Caviezel no papel do ex-presidente.

Além das questões comerciais e burocráticas, “Dark Horse” está no centro de investigações sobre seu financiamento.

Um relatório da Polícia Federal tornado público por decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, revelou que o plano de negócios apresentado para o longa trabalhava com projeções consideradas elevadas pelos investigadores.

O documento previa três cenários para a arrecadação nas bilheterias: US$ 45 milhões no cenário pessimista, US$ 70 milhões no conservador e US$ 100 milhões no otimista.

A própria Polícia Federal comparou as projeções ao desempenho de “Minha Mãe é uma Peça 3”, que arrecadou aproximadamente R$ 120 milhões, equivalentes à época a cerca de US$ 30 milhões, e é apontado como o maior resultado de bilheteria do cinema nacional.

Na avaliação registrada pela PF, o cenário mais otimista projetado para “Dark Horse” superaria em mais de três vezes esse resultado. Os investigadores apontaram que o descompasso entre as projeções e os parâmetros do mercado justificava o aprofundamento da apuração sobre a viabilidade econômica e a destinação dos recursos. A avaliação, por si só, não representa constatação de crime.

Outro ponto analisado pelas investigações é a distribuição das despesas do filme. Uma perícia privada contratada pela própria Go Up Entertainment, produtora responsável pela obra, calculou um custo total de aproximadamente R$ 75 milhões.

Desse montante, cerca de R$ 54,2 milhões, correspondentes a 72% das despesas declaradas, teriam sido gastos nos Estados Unidos. Os outros R$ 20,9 milhões foram atribuídos à produção no Brasil.

Os gastos no exterior incluem desenvolvimento do projeto, pré-produção, filmagens e pós-produção. A documentação financeira das despesas realizadas nos Estados Unidos, contudo, tornou-se um dos pontos de interesse da Polícia Federal.

A produtora americana informou que não autorizaria a entrega de sua documentação contábil e bancária diretamente às autoridades brasileiras sem um procedimento formal de cooperação internacional ou determinação da Justiça dos Estados Unidos.

A perícia privada sustenta que os recursos analisados têm origem privada e afirma não ter identificado utilização de dinheiro público no material examinado. O laudo, porém, foi contratado pela própria produtora, limitou suas conclusões à documentação disponibilizada e não identificou individualmente todos os investidores responsáveis pelos aportes.

As investigações ganharam força depois da divulgação de conversas envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, sobre recursos destinados à produção.

Flávio já confirmou que participou da busca de financiamento privado para o filme e nega irregularidades ou qualquer contrapartida relacionada aos recursos. A Polícia Federal segue apurando a origem, o caminho e a destinação do dinheiro.

Com a estreia agora projetada para 2027, a Europa Filmes ainda não definiu uma data específica para o lançamento nacional.

Fonte: O Globo/Malu Gaspar
Foto: Foto: Marcelo Camargo | Reprodução

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Processos contra Lula e Flávio no TSE já chegam a quase três vezes o volume de 2022

A disputa presidencial de 2026 provocou um salto na judicialização eleitoral. Levantamento identificou 698 processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) somente no primeiro turno. O volume representa crescimento de 165% em relação ao primeiro turno de 2022, quando foram registrados 263 […]

A disputa presidencial de 2026 provocou um salto na judicialização eleitoral. Levantamento identificou 698 processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) somente no primeiro turno.

O volume representa crescimento de 165% em relação ao primeiro turno de 2022, quando foram registrados 263 processos relacionados às duas principais campanhas presidenciais, de Lula e Jair Bolsonaro.

Na comparação com 2018, quando Jair Bolsonaro disputou a Presidência contra Fernando Haddad (PT), o aumento chega a 147%. O levantamento considerou as três últimas eleições presidenciais realizadas integralmente sob o sistema eletrônico de processos do TSE.

Dos 698 processos identificados neste ano, 358 tiveram como origem um confronto direto entre as campanhas de Lula e Flávio. Em 2022, foram 77 casos desse tipo. Em 2018, 38.

A campanha de Flávio Bolsonaro e o PL aparecem como os responsáveis pelo maior número de acionamentos no primeiro turno. Foram 343 processos, equivalentes a 49,1% do total levantado. As ações tiveram como alvos Lula e também integrantes ou aliados de sua campanha.

Lula e sua campanha foram responsáveis por 265 processos, ou 37,9% do total. A maior parte foi direcionada contra Flávio Bolsonaro e o PL, mas houve também ações envolvendo outros candidatos e aliados.

As representações foram o instrumento mais utilizado pelas campanhas, com 355 casos. Nesse tipo de ação, partidos ou candidatos pedem ao TSE providências para interromper uma conduta considerada irregular. Os pedidos de direito de resposta somaram outros 206 processos.

Segundo o levantamento, 44% das representações já tiveram alguma decisão. Desse conjunto, 55 decisões favoreceram Lula e 50, Flávio Bolsonaro.

Considerando especificamente os pedidos apresentados pelas duas campanhas, 33 solicitações do PL foram acolhidas e 23 rejeitadas. No caso da campanha de Lula, 30 pedidos foram atendidos e 13 negados.

Entre os temas que chegaram ao TSE estão publicações em redes sociais, pedidos de retirada de conteúdos, direitos de resposta, uso de inteligência artificial e acusações de desinformação.

Um dos episódios ocorreu em torno de publicações que afirmavam que Flávio Bolsonaro poderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A controvérsia chegou também ao Supremo Tribunal Federal (STF) e provocou divergências sobre os limites das ordens de retirada de conteúdo.

Outro embate envolveu a chamada “trend do Osmarzinho”, utilizada pela campanha de Lula para associar Flávio a investigações envolvendo o Banco Master e ao antigo caso das chamadas rachadinhas. Inicialmente, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão do conteúdo, mas a decisão foi posteriormente revertida pelo tribunal.

Para especialistas ouvidos pela reportagem, o crescimento da judicialização está relacionado à incorporação da Justiça Eleitoral como parte da estratégia das campanhas, à ampliação dos espaços de propaganda, especialmente nas plataformas digitais, e à maior especialização dos escritórios de advocacia eleitoral.

Fonte: O Globo
Foto: Nelson Almeida e Brenno Carvalho

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Ministros do TSE e STF dizem que Nunes Marques entrou em “modo tratoraço” no segundo turno

Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam que o presidente da Corte Eleitoral, Kassio Nunes Marques, adotou uma postura mais incisiva no segundo turno das eleições. A percepção foi relatada à coluna de Bela Megale, de O Globo. Segundo a publicação, integrantes das duas cortes consideram que Nunes Marques […]

Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam que o presidente da Corte Eleitoral, Kassio Nunes Marques, adotou uma postura mais incisiva no segundo turno das eleições. A percepção foi relatada à coluna de Bela Megale, de O Globo.

Segundo a publicação, integrantes das duas cortes consideram que Nunes Marques deixou para trás a postura de equilíbrio que buscava demonstrar anteriormente e passou a interferir de maneira mais direta em processos relacionados à disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Um dos episódios que ampliaram o incômodo ocorreu nesse domingo (11), quando Nunes Marques determinou a suspensão do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, atendendo a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro.

O canal, administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG), já era objeto de uma ação sob relatoria do corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva. No sábado (10), Cueva havia solicitado que a campanha de Flávio apresentasse informações adicionais antes de decidir sobre a suspensão.

Nunes Marques, entretanto, analisou outro pedido e determinou que o WhatsApp retirasse o canal do ar. Horas depois, Cueva restabeleceu o funcionamento do espaço e decidiu encaminhar a controvérsia ao plenário do TSE.

A atuação do presidente da Corte também passou a ser observada em outros processos. Em um julgamento no plenário virtual, cinco dos sete ministros já haviam votado pela retirada de conteúdos publicados por Flávio Bolsonaro quando Nunes Marques pediu destaque, levando a discussão para o plenário presencial e adiando a conclusão.

Outras representações apresentadas pela campanha de Lula, envolvendo publicações atribuídas a Flávio e apoiadores, também tiveram análises liminares negadas, adiadas ou encaminhadas para produção de provas.

A avaliação de que Nunes Marques teria entrado em “modo tratoraço”, no entanto, é atribuída pela coluna a ministros ouvidos reservadamente e não representa uma posição institucional do TSE ou do STF.

Nunes Marques preside o Tribunal Superior Eleitoral durante as eleições de 2026.

Fonte: O Globo/Bela Megale
Foto: Luiz Roberto/TSE

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Flávio Bolsonaro tenta conter disputa por cargos e chama de “picareta” quem promete ministérios em seu nome

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reagiu nesse domingo (11) à movimentação de aliados por espaços em um eventual governo e afirmou que ninguém está autorizado a prometer cargos ou ministérios em seu nome. A manifestação ocorreu após diferentes grupos políticos e econômicos passarem a discutir nomes para uma eventual composição ministerial caso Flávio […]

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reagiu nesse domingo (11) à movimentação de aliados por espaços em um eventual governo e afirmou que ninguém está autorizado a prometer cargos ou ministérios em seu nome.

A manifestação ocorreu após diferentes grupos políticos e econômicos passarem a discutir nomes para uma eventual composição ministerial caso Flávio vença o segundo turno da eleição presidencial.

“Qualquer pessoa que esteja usando o meu nome e prometendo cargos ou ministérios é um picareta! Não acredite!”, escreveu o candidato nas redes sociais.

Segundo O Globo, integrantes da campanha afirmam que a mensagem não foi direcionada a uma pessoa específica, mas surgiu diante da avaliação de que era necessário conter a antecipação das discussões sobre espaços em um eventual governo.

As articulações envolvem aliados do núcleo bolsonarista, integrantes de partidos do Centrão, nomes ligados ao mercado financeiro e representantes de grupos que apoiam a candidatura de Flávio.

A movimentação também ganhou repercussão depois de Eduardo Bolsonaro afirmar, em entrevista ao SBT News, que as nomeações de ministros de um eventual governo do irmão passariam pelo aval do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Eduardo acrescentou que essas conversas deveriam ocorrer somente depois do segundo turno.

Flávio, por sua vez, direcionou a manifestação deste fim de semana à campanha eleitoral e pediu que apoiadores priorizem a busca por votos de eleitores que não compareceram no primeiro turno e daqueles que ainda estão indecisos.

Fonte: O Globo
Foto: Charles Vieira/ Divulgação

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