Iguaracy realiza ações de enfrentamento ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes
Por André Luis
Na terça-feira (13), a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social de Iguaracy, comandado pela secretária Juliany Rabelo, juntamente a equipe do CREAS, realizou uma série de visitas ao gabinete do prefeito Dr. Pedro Alves, vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marcos Melo, bem como à Câmara Municipal de Vereadores e outros órgãos públicos municipais.
A iniciativa teve como objetivo fortalecer o trabalho de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, mobilizando todos os órgãos públicos e entidades parceiras para engajamento na campanha de combate a essa grave violação de direitos.
Durante as visitas, foi discutido o fortalecimento das ações junto às comunidades, a integração de políticas públicas e a importância de envolver toda a sociedade nesse enfrentamento.
Próximo domingo dia 18 de maio haverá uma grande mobilização na feira livre de Jabitacá que visa garantir a proteção e o apoio às vítimas, além de ampliar a conscientização da população sobre a necessidade de prevenção e denúncia desses crimes.
O registro é de uma das entrevistas com o então governador Miguel Arraes. Dele até hoje, praticamente todos os governadores passaram pelos microfones da Rádio Pajeú. Tive o privilégio de ouvir todos eles, documentando a história. O blog passou a cobrir essas visitas mais tarde, Só a partir de 2004. Na época dessa foto, o […]
O registro é de uma das entrevistas com o então governador Miguel Arraes. Dele até hoje, praticamente todos os governadores passaram pelos microfones da Rádio Pajeú. Tive o privilégio de ouvir todos eles, documentando a história.
O blog passou a cobrir essas visitas mais tarde, Só a partir de 2004. Na época dessa foto, o que era notícia de destaque sobre nossas conversas virava matéria de jornal.
Em 1994, na primeira vez que estive em uma entrevista com ele na emissora, estavam ao meu lado Anchieta Santos, que dispensa apresentações, e Zadock Castelo Branco, um dos maiores nomes da história do jornalismo no Estado, à época no Diário de Pernambuco.
Lembro da minha emoção, aos 20 anos, de ver o que Arraes respondera sobre o presidente Fernando Henrique Cardoso, nas páginas, fruto de uma provocação minha sobre o tucano. Arraes representava um foco de resistência ao presidente.
Também não era fácil controlar o acesso à emissora de aliados querendo sair na foto e admiradores. De fato, Arraes era uma espécie de mito no Sertão.
Isso ganhou mais força com o programa de eletrificação na zona rural, uma das maiores marcas de sua gestão somada ao Chapéu de Palha. Tanto que Arraes escolhia as datas de feiras livres para visitar cidades do Pajeú.
Após o exílio, Arraes elegeu-se deputado federal em 1982, pelo PMDB. Em 1986 venceu as eleições para governador de Pernambuco, ainda pelo PMDB, derrotando o candidato do PFL e do governo, José Múcio Monteiro.
Em 1990, filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Foi eleito mais uma vez governador em 1994, aos 78 anos, sendo um dos principais opositores ao governo do presidente Fernando Henrique Cardoso – posição esta que lhe custou caro, politicamente.
Seu último governo foi marcado pela grave crise financeira do estado e pela greve das polícias civil e militar. Perdeu a reeleição em 1998 para seu ex-aliado e ex-prefeito do Recife, Jarbas Vasconcelos, que obteve mais de 64% dos votos válidos.
Em 2002, com 86 anos, venceu sua última eleição, elegendo-se o quarto deputado federal mais votado do Estado de Pernambuco, mas desta vez apoiou como candidato à presidência o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, que ficou na terceira colocação na eleição presidencial do primeiro turno.
Arraes morreu dia 13 de agosto de 2005, depois de complicações de uma dengue e 59 dias internado no Hospital Esperança, Recife.
A causa mortis foi um choque séptico causado por infecção respiratória, agravada por insuficiência renal.
Os cortes nos recursos para Universidades Federais e Institutos Federais levaram milhares de pessoas às ruas de todo o Brasil. Em Afogados da Ingazeira professores, estudantes, gestores escolares, representantes de sindicatos e associações de classe, foram às ruas protestar contra os cortes anunciados pelo Governo Bolsonaro. O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, foi […]
Os cortes nos recursos para Universidades Federais e Institutos Federais levaram milhares de pessoas às ruas de todo o Brasil.
Em Afogados da Ingazeira professores, estudantes, gestores escolares, representantes de sindicatos e associações de classe, foram às ruas protestar contra os cortes anunciados pelo Governo Bolsonaro.
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, foi prestar solidariedade à manifestação. “Estou aqui com vocês para demonstrar a minha preocupação com esse enorme retrocesso. Uma nação justa, solidária, só se constrói com maciços investimentos em educação. Foi e é assim em todos os países com alto grau de desenvolvimento,” avaliou Alessandro Palmeira.
Ele ainda destacou a preocupação específica com o IFPE, Campus Afogados, caso os cortes venham paralisar as atividades do Instituto. A presença de Sandrinho, além de sua pregada identidade com o movimento, não acontece por acaso. O ex-prefeito Totonho Valadares votou em Bolsonaro, e setores que integram a Frente e apoiam o vice podem invocar a fatura no ano que vem.
Um jovem de apenas 27 anos, identificado como Cleiton Paulino de Lima, foi morto por volta das 10h desta sábado (7) em Serra Talhada, após ser alvo de vários golpes de faca peixeira. O crime ocorreu na Rua da Vitória, no bairro São Cristóvão, nas proximidades do Terminal Rodoviário. Segundo o Corpo de Bombeiros, em […]
Um jovem de apenas 27 anos, identificado como Cleiton Paulino de Lima, foi morto por volta das 10h desta sábado (7) em Serra Talhada, após ser alvo de vários golpes de faca peixeira.
O crime ocorreu na Rua da Vitória, no bairro São Cristóvão, nas proximidades do Terminal Rodoviário.
Segundo o Corpo de Bombeiros, em conversa com o Farol de Notícias, o jovem foi golpeado na região da barriga, tórax, braços e pescoço, e quando a equipe de socorro chegou ao local, a vítima já não tinha os sinais vitais. Ainda segundo os Bombeiros, o corpo foi conduzida para o Instituto Médico Legal (IML) de Caruaru. Não há pistas do criminoso.
Deputado bolsonarista foi julgado no Supremo Tribunal Federal por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a ministros do Supremo e a instituições como o próprio STF. O Supremo Tribunal Federal condenou nesta quarta-feira (20) o deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) a oito anos e nove meses de prisão em regime fechado por estímulo a atos antidemocráticos […]
Deputado bolsonarista foi julgado no Supremo Tribunal Federal por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a ministros do Supremo e a instituições como o próprio STF.
O Supremo Tribunal Federal condenou nesta quarta-feira (20) o deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) a oito anos e nove meses de prisão em regime fechado por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a ministros do tribunal e instituições como o próprio STF.
No julgamento, nove ministros acompanharam integralmente o voto do relator Alexandre de Moraes. Além da pena de oito anos e nove meses em regime fechado, Moraes também estabeleceu perda do mandato e dos direitos políticos e multa de R$ 212 mil.
Entre os ministros do Supremo, há divergência sobre a perda do mandato. Parte entende que é automática, em razão da decisão do plenário do tribunal, cabendo à Câmara somente cumprir. Parte considera que é necessária uma autorização da Câmara. Seja de uma maneira ou de outra, informou reservadamente um ministro, só haveria efetivamente a perda do mandato depois que se esgotassem as possibilidades de recurso.
O deputado ainda pode recorrer da decisão ao próprio Supremo. A prisão só deve ser executada quando não houver mais possibilidades de recurso.
Votaram pela condenação em regime fechado o relator Alexandre de Moraes e os ministros André Mendonça, Luiz Edson Fachin , Luís Roberto Barroso , Rosa Weber , Dias Toffoli , Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski , Gilmar Mendes e Luiz Fux.
Embora tenha votado pela condenação, André Mendonça se manifestou a favor da prisão por dois anos e quatro meses em regime aberto. Kassio Nunes Marques se posicionou pela absolvição.
Pouco antes do início da sessão, em pronunciamento na Câmara dos Deputados, Silveira chamou Moraes de “marginal”. Em seguida, junto com o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, foi ao prédio do STF para acompanhar o julgamento.
Mas eles não puderam entrar no plenário porque uma regra em vigor no tribunal, editada em razão da pandemia, limita o acesso a ministros, integrantes do Ministério Público, servidores do STF e advogados. Leia aqui a íntegra da reportagem de Marcio Falcão e Fernanda Vivas, TV Globo/Brasília
A rebelião deixou saldo de 13 feridos e um morto – Atualizado às 13h56 Por André Luis O tumulto já foi confirmado pela Polícia Militar que já deslocou efetivo para o local. A Polícia Militar de Pernambuco confirmou que na manhã deste sábado (21) detentos do presídio de Santa Cruz do Capibaribe, localizado no Agreste […]
A rebelião deixou saldo de 13 feridos e um morto – Atualizado às 13h56
Por André Luis
O tumulto já foi confirmado pela Polícia Militar que já deslocou efetivo para o local.
A Polícia Militar de Pernambuco confirmou que na manhã deste sábado (21) detentos do presídio de Santa Cruz do Capibaribe, localizado no Agreste de Pernambuco, deram início a uma rebelião.
Três presos conseguiram fugir, segundo a assessoria da Seres. Será aberta uma sindicância pelo governo do estado para investigar o caso.
A rebelião é mais uma que acontece diante da crise prisional que vive o país. Segundo informações, a polícia ainda não sabe informar a causa da rebelião e disse que já foi controlada.
Parentes de presos estão na frente da unidade prisional aguardando informações sobre os detentos, antes eles fecharam parte da PE-160 em protesto.
Segundo o Sindicato dos Agentes e Servidores do Sistema Penitenciário (Sindasp) a unidade tem capacidade para 186 presos, mas no momento do motim haviam 447. Ainda segundo o Sindasp, haviam três agentes penitenciários de plantão, quando a rebelião aconteceu.
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