Blog do Didi Galvão A Associação Municipalista de Pernambuco – AMUPE, realizou assembleia com prefeitos e prefeitas. A fim de reconhecer a importância dos professores para a efetiva qualidade da educação em cada município do estado, e se comprometeram a adotar o valor de R$ 3.845,63 ao profissional do magistério como também que os municípios […]
A Associação Municipalista de Pernambuco – AMUPE, realizou assembleia com prefeitos e prefeitas.
A fim de reconhecer a importância dos professores para a efetiva qualidade da educação em cada município do estado, e se comprometeram a adotar o valor de R$ 3.845,63 ao profissional do magistério como também que os municípios devem instalar mesas de negociação com transparência, para possível adequação do Plano de Cargos e Carreira – PCC.
A AMUPE recomendou ainda que, haja concessão do reajuste mínimo de 10,06% (reposição da inflação) da remuneração para os demais profissionais da carreira, enquanto se define a atualização do Plano de Cargo e Carreira – PCC e a segurança jurídica da legislação ou adoção de uma alternativa conforme negociação local podendo inclusive parcelar observando a receita do Fundeb e se comprometeu em contratar especialista para fornecer suporte aos assessores dos municípios na revisão dos planos de cargos e carreiras.
Confira a recomendação da AMUPE após reunião:
Em assembleia da AMUPE, os prefeitos e prefeitas presentes reconhecem a importância dos professores para a qualidade da educação se comprometem:
Adotar a remuneração inicial no valor de R$: 3.845,63 ao profissional do magistério;
Os municípios devem instalar mesas de negociação com transparência, para possível adequação do Plano de Cargos e Carreira – PCC, caso considere necessário;
Recomenda-se a concessão do reajuste mínimo de 10,06% (reposição da inflação) da remuneração para os demais profissionais da carreira, enquanto se define a atualização do Plano de Cargo e Carreira – PCC e a segurança jurídica da legislação ou adoção de uma alternativa conforme negociação local podendo inclusive parcelar observando a receita do Fundeb;
Quanto a controvérsia jurídica da legislação nacional devemos aguardar manifestação do judiciário e dos órgãos de controle, bem como os prefeitos (as) vão atuar junto ao Congresso Nacional para regulamentação do reajuste salarial;
A Amupe acompanha a tramitação da consulta já apresentada ao Tribunal de Contas do Estado pelo município de Chã Grande;
Considerando a autonomia municipal, o prefeito(a) do município que dispuser de todas as condições legais e financeiras, poderá adotar os percentuais que julgar adequado;
AMUPE vai contratar especialista para fornecer suporte aos assessores dos municípios na revisão dos planos de cargos e carreiras;
Estas recomendações devem ser tomadas a partir da realidade dos munícipios observando os seguintes pontos:
Realidade financeira;
Limites da Lei de responsabilidade Fiscal – LRF;
Impacto na previdência, sobretudo os que possuem Regimes Próprios – RPPS;
Será neste domingo a exibição do filme “A moça e a dançarina“, fruto da parceria firmada entre a Monserrat Filmes, Fundarpe e Prefeitura de Afogados da Ingazeira, depois das oficinas de capacitação em fotografia, formação de atores, elaboração de roteiro e produção de cinema. As oficinas foram realizadas em março e abril, dentro das atividades do […]
Marcos Carvalho, Alessandro Palmeira e três nomes que participam do filme afogadense, Ana Maria, Fernanda Ferreira e Isaías Lourenço, no Debate das Dez
Será neste domingo a exibição do filme “A moça e a dançarina“, fruto da parceria firmada entre a Monserrat Filmes, Fundarpe e Prefeitura de Afogados da Ingazeira, depois das oficinas de capacitação em fotografia, formação de atores, elaboração de roteiro e produção de cinema. As oficinas foram realizadas em março e abril, dentro das atividades do Projeto “Cinema no Interior”.
O projeto “Cinema no Interior” já atua nos outros oito Estados do Nordeste e em alguns países do continente Africano. Ao final 35 moradores do município produziram, roteirizaram, filmaram e atuaram no curta-metragem intitulado “A moça e a dançarina”, com vinte minutos de duração.
Marcos Carvalho com equipe do Cinema no Interior em Triunfo. Projeto foi tocado em cidades como Buíque, Serra e Afogados da Ingazeira.Na quadrada das Águas de Wagner Miranda e do serra-talhadense Marcos Carvalho
As filmagens foram realizadas nas comunidades rurais da Pintada e Poço do Moleque, e na barragem de Brotas. Após edição, tocada pelo coordenador do Projeto, Marcos Carvalho, serra-talhadense radicado em São Paulo, a primeira exibição acontece às 19 horas, no Cine São José.
Serão cinco curtas exibidos. “Haverá pessoas envolvidas no projeto de outras cidades sertanejas como Serra e Belmonte”, disse ao programa Manhã Total.
Marcos toca outros projetos com cineastas e atores pernambucanos como Irandhir Santos, Matheus Natchtergaele e outros cineastas pernambucanos. Trabalhou com Matheus por exemplo no premiado Na Quadrada das Águas Perdidas, vencedor de 16 prêmios. Ele é entusiasta de projetos como o da primeira Mostra Pajeú de Cinema Pernambucano, que acontecerá em maio, tocada por Willian Tenório e ficou encantado com o fato de Afogados ter um dos poucos cinemas em atividade no interior, o Cine São José.
O programa recebeu ainda o Secretário de Cultura e Esportes Alessandro Palmeira e três nativos que participam do filme afogadense, Ana Maria, Fernanda Ferreira e Isaías Lourenço. A experiência abriu um novo jeito de ver o mundo para todos eles, pelos relatos. Ouvintes aproveitaram para relatar nomes de filmes que marcaram suas vidas. Muitos do cinema nacional.
Em junho, os cinco curtas fruto dessa etapa do projeto poderão ser exibidos em um festival de cinema na França. Em novembro, ele será exibido, junto com todo o material produzido nesta edição, no centro cultural BNB, na cidade de Fortaleza. Na ocasião, será realizada uma retrospectiva do projeto em sua atuação nos nove Estados do Nordeste brasileiro.
O salário de um policial militar no início de carreira pode variar de R$ 2.646 a R$ 6.500 no Brasil. É o que mostra um levantamento feito por jornalistas do G1 em todos os estados e no DF. Os dados, fornecidos pelos governos, levam em conta o salário-base da categoria mais as gratificações incorporadas a […]
O salário de um policial militar no início de carreira pode variar de R$ 2.646 a R$ 6.500 no Brasil. É o que mostra um levantamento feito por jornalistas do G1 em todos os estados e no DF.
Os dados, fornecidos pelos governos, levam em conta o salário-base da categoria mais as gratificações incorporadas a ele, ou seja, comuns a todos os soldados do estado. As vantagens variáveis, que podem ou não ser concedidas, não entram na conta.
O Espírito Santo, que vive uma crise na segurança pública em razão da ausência de PMs nas ruas, possui o pior salário de um soldado do Brasil. Mulheres de policiais fazem bloqueios nas portas de batalhões desde o dia 3 reclamando justamente dos baixos salários e das condições de trabalho.
O cabo Wilson Morais, presidente do Conselho Deliberativo da Associação Nacional de Policiais Militares e Bombeiros Militares do Brasil, diz que a crise se dá por um estado de necessidade da família do policial. “Nós, policiais, somos proibidos [de fazer greve], mas o estado de necessidade, a fome e a barriga dos familiares fala mais alto. Já que não podemos, nossos familiares podem.”
O salário de um soldado em início de carreira no Espírito Santo é de R$ 2.646,12. O governo diz, no entanto, que há uma remuneração extra paga a todos os soldados e que o salário-base, na prática, é de R$ 3.052,06. Segundo o estado, apesar de não estar incorporado ao salário, o valor da escala extra é pago a todos os policiais porque todos fazem hora extra. A associação de cabos e soldados do estado nega que todos façam hora extra.
“A grande maioria realmente faz essas escalas de 18 horas para poder ganhar mais. Mas não são todos. Se o estado diz que paga para todo mundo, por que quando as mulheres pediram que esse valor fosse incorporado ao salário o governo negou?”, questiona Thiago Bicalho, diretor da associação.
Em entrevista à Miriam Leitão, o governador Paulo Hartung disse que o salário de PMs é o “10º na escala de salários”. “Tem a ver com nosso tamanho, tem a ver com a nossa economia. E é um salário que está sendo pago em dia”, disse. Segundo o governo, uma tabela baseada em dados da Pnad de 2015 mostra que o piso capixaba é o 10º maior entre os 26 estados e o Distrito Federal.
Além dos dados fornecidos pelos governos, a equipe de reportagem também solicitou os valores para as associações de cabos e soldados. Em quase todos os estados, os valores passados foram exatamente os mesmos.
O Distrito Federal é o que paga melhor. Além do soldo de R$ 706, todo policial militar, não importa a patente, recebe um adicional de posto ou graduação (de 50% a 80%), um adicional de certificação profissional (de 10% a 30%), um adicional por tempo de serviço (1% por ano), auxílio-moradia (de R$ 11,58 a R$ 143,91), entre outros. Isso faz com que o salário de um soldado 1ª classe seja de no mínimo R$ 6.500.
Para Wilson Morais, a discrepância salarial é “absurda”. “Defendemos um teto salarial igual para todos os policiais. O risco do policial em diferentes em estados é o mesmo. Não devia haver diferenças. A vida do policial, independente do estado, é que está em jogo.”
“O grito maior dos policiais hoje é em relação à questão salarial e às condições de trabalho. Um policial, às vezes, chega a trabalhar 24h por dia. Há um déficit de armas, coletes vencidos, armas obsoletas que estão dando problema. Hoje a polícia está sucateada. Enquanto os assaltantes usam fuzis, estamos usando .40, calibre 12”, afirma.
Levantamento mostra que em alguns estados há uma defasagem de anos. Rio de Janeiro e Tocantins, por exemplo, deram os últimos aumentos em 2013. Estados como Amapá e Sergipe não concedem reajuste desde 2014.
Em alguns estados, além das gratificações fixas, há várias outras vantagens, que dependem de uma série de fatores. Em Roraima, por exemplo, o PM tem uma porcentagem de aumento sobre o subsídio quando é destacado para outros municípios (6% para cidades até 100 km da capital, 9% de 101 km até 200 km e 12% para mais de 200 km) e recebe, entre outras coisas, auxílio funeral.
No Ceará, as bonificações podem até dobrar a remuneração inicial. Há gratificação por meta de redução de violência, gratificação por apreensão de armas, além de horas extras e diárias.
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) voltou a defender a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 que hoje tem previsão para três meses. De acordo com ele, se a crise continuar, esse valor será fundamental para ajudar várias famílias que estão sendo afetadas por causa da covid-19. “Precisamos estudar uma forma de amparar os […]
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) voltou a defender a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 que hoje tem previsão para três meses. De acordo com ele, se a crise continuar, esse valor será fundamental para ajudar várias famílias que estão sendo afetadas por causa da covid-19.
“Precisamos estudar uma forma de amparar os trabalhadores que hoje dependem do auxílio emergencial para enfrentar esse período de pandemia que deve durar mais de três meses.
Essa é uma solução até que os brasileiros possam retomar integralmente suas atividades”, argumentou.
O socialista lembra que essa medida não é apenas uma questão econômica, mas sim de saúde pública. “O cidadão só pode ficar em casa se ele tiver condições para isso”. E completou: “Não é um momento fácil para ninguém, por isso, o governo precisa fazer sua parte, encontrar alternativas e soluções para ajudar os brasileiros a enfrentar esse desafio”.
O autônomo afogadense Célio Viana Campos Filho, de 28 anos foi selecionado para lutar na Guerra da Ucrânia contra a Rússia. Divorciado, pai de uma filha, ele falou ao programa Manhã Total, na Rádio Pajeú sobre sua decisão e deixou claro: nada o demoverá da decisão. Ele confirmou a história contada pelo Afogados Conectado: fez um […]
O autônomo afogadense Célio Viana Campos Filho, de 28 anos foi selecionado para lutar na Guerra da Ucrânia contra a Rússia. Divorciado, pai de uma filha, ele falou ao programa Manhã Total, naRádio Pajeú sobre sua decisão e deixou claro: nada o demoverá da decisão.
Ele confirmou a história contada pelo Afogados Conectado: fez um cadastro se voluntariando e a partir daí fez um processo seletivo. “Eles fazem uma checagem para ver se você é realmente era um voluntário e não um infiltrado”.
Célio revelou que antes, tentou integrar a Legião Estrangeira Francesa, uma força militar de elite originalmente composta por voluntários estrangeiros a soldo de França , mas agora compreendendo soldados voluntários de qualquer nação, incluindo a França, para serviço na França e no exterior. Infelizmente, disse, não teve êxito.
Ele confirmou que sempre teve o desejo de lutar em uma guerra. “É uma coisa que sempre quis fazer”, disse. Sobre a motovação disse que a morte de civis pelo exército russo o sensibilizou.
Prometendo bons salários, o governo ucraniano usa redes sociais para tentar recrutar voluntários brasileiros e replicar modelo que já atraiu milhares de combatentes da Colômbia. Mas oferta é repleta de riscos. Com promessas de salários de até R$ 25 mil mensais, o governo ucraniano iniciou uma campanha para recrutar brasileiros dispostos a se juntar às suas tropas para repelir a invasão russa, que já se arrasta há mais de três anos. Nas últimas semanas, vídeos que mostram oficiais de Kiev, mercenários experientes e voluntários civis circulam nas redes sociais brasileiras, buscando atrair novos combatentes.
Ele embarca ainda este mês junto a outros brasileiros que irão para Ucrânia defender o país contra a Rússia. Por questões de segurança, a data do embarque não pode ser revelada. Mas ele já está com tudo pronto para a viagem. Célio tem ciência de que pode voltar vivo, mutilado ou morto. “Não me importo com as pessoas dizendo que sou louco de ir. Estou consciente”.
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