Notícias

Iguaracy abre o São João do Gonzagão 2023

Por André Luis

Programação vai até o dia 24 de junho passando por bairros e distritos do município.

O Governo Municipal de Iguaracy, através da Secretaria de Cultura e Turismo, realizou na noite desta sexta-feira (9), a abertura oficial do São João do Gonzagão 2023 e como sempre, o Bairro Santa Ana foi palco da abertura das festividades.

Inicialmente, o evento contou com a apresentação cultural da Quadrilha Arraiá do Corredor da cidade de Sertânia que fizeram uma linda apresentação.

O prefeito Zeinha Torres esteve prestigiando o evento e ao lado do secretário de Administração, Marquinhos Melo e amigos, assistiu à apresentação cultural e também a apresentação da noite que ficou por conta do cantor e sanfoneiro Lindojohnson e Banda.

Filho de Cícero Sousa e irmão de Lindomar Sousa, dois nomes de peso do forró na região, Lindojohnson mostrou que o talento para música vem de berço. Desde os oito anos o cantor afogadense já iniciava sua trajetória musical ao lado do pai, hoje possui sua própria banda com um total de cinco componentes e já estão com o pé na estrada há quatro anos, porém, sendo a primeira vez em Iguaracy. As informações são do blog TV Web Sertão.

Fique por dentro do restante da programação do São João do Gonzagão 2023:

Dia 10/06 – Bairro COHAB – Artur Vaqueiro

Dia 11/06 – Bairro Frei Damião – Luciano Lima e Waguinho dos Teclados

Dia 16/06 – Bairro São Sebastião – Alison Almeida e Farra de Paredão

Dia 17/06 – Bairro Otaviano Bezerra – RD do Piseiro

Dia 18/06 – Irajaí – Nego Adelmo

Dia 21/06 – Caatingueira – Kleyton Mota

Dia 22/06 – Jabitacá – Neno do Acordeon

Dia 23/06 – Iguaracy – Adelino do Acordeon e Renato & Renata

Dia 24/06 – Iguaracy – Forró D3 e Forrozão MW 

Outras Notícias

Opinião: bombas e perturbação no São João

A comunicadora Juliana Lima faz um desabafo sobre o excesso de bombas de alto potencial explosivo e sonoro na noite de São João. Para ela, a perturbação de sossego é enorme, prejudicando animais, crianças, autistas e idosos. na Paraíba, a lei que proíbe fogos de artifício sonoros (aqueles com explosões e ruídos fortes) foi promulgada no […]

A comunicadora Juliana Lima faz um desabafo sobre o excesso de bombas de alto potencial explosivo e sonoro na noite de São João.

Para ela, a perturbação de sossego é enorme, prejudicando animais, crianças, autistas e idosos.

na Paraíba, a lei que proíbe fogos de artifício sonoros (aqueles com explosões e ruídos fortes) foi promulgada no último mês de maio de 2024, mas a legislação só deve entrar em vigor em fevereiro de 2025.

De acordo com a lei, será proibida a fabricação, a comercialização, a guarda, o transporte e a utilização de fogos de artifício que produzam poluição sonora em todo território estadual. A proibição estende-se para recintos fechados e ambientes abertos, considerando áreas públicas e privadas.

O descumprimento da lei acarretará em multa de 400 vezes o valor da Unidade Fiscal de Referência do Estado da Paraíba (UFR-PB). Mas se a infração for cometida por pessoa natural, será de 150 vezes o valor da UFR-PB, sendo cada unidade equivalente a R$ 66,75 no mês de junho.

É permitido soltar fogos de artifício silenciosos, mas serão punidos aqueles que soltarem a partir de janelas, porta ou terraço de edificações residenciais. Também fica proibida a queima e soltura próxima a lugares próximos de hospitais, asilos, abrigos de animais, áreas de preservação ambiental, dentre outros.

Apesar de a lei ainda estar em período educativo, os fogos de artifício do São João 2024 de Campina Grande já foram silenciosos. Em Pernambuco e nas cidades do interior, não há regulamentação do tema. Veja opinião de Juliana Lima:

Fernando Rodolfo dá parecer favorável para tornar crimes hediondos imprescritíveis

Foto: Roberto França Hoje apenas racismo e ação de grupos armados contra a ordem constitucional e o Estado Democrático não prescrevem A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou Projeto de Lei 5686/19, do deputado Junio Amaral (PSL-MG), que torna imprescritíveis os crimes hediondos, o tráfico de entorpecentes […]

Foto: Roberto França

Hoje apenas racismo e ação de grupos armados contra a ordem constitucional e o Estado Democrático não prescrevem

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou Projeto de Lei 5686/19, do deputado Junio Amaral (PSL-MG), que torna imprescritíveis os crimes hediondos, o tráfico de entorpecentes e o terrorismo.

Crimes imprescritíveis são aqueles que podem ser julgados a qualquer tempo, independentemente da data em que foram cometidos. Atualmente, a Constituição prevê apenas dois casos de crimes imprescritíveis: racismo e ação de grupos armados contra a ordem constitucional e o Estado democrático.

Para o relator da matéria, deputado Fernando Rodolfo (PL-PE), os crimes hediondos, o tráfico de drogas e o terrorismo são “crimes tão graves quanto o racismo e a ação de grupos armados” e não devem ter “tratamento mais ameno pela lei”.

O parecer do relator foi favorável à proposta, que altera a Lei dos Crimes Hediondos. Fernando Rodolfo observa que a Constituição enumera os casos de incidência das regras da prescrição, sem proibir, em tese, que a legislação ordinária crie outras hipóteses.

Tramitação – O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário da Câmara.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Rádio Pajeú é homenageada na Noite do Rádio, com Moacyr Franco

Fotos: Cláudio Gomes Uma bela noite marcou a apresentação de Moacyr Franco no palco do Cine Teatro São José, no evento que foi chamado de “Noite do Rádio e do Rádio Ouvinte” e homenageou os 58 anos da Rádio Pajeú, completados no próximo 4 de outubro. Antes, Chagas, Josimar e Bosco e na sequência, Chico, […]

Fotos: Cláudio Gomes

Uma bela noite marcou a apresentação de Moacyr Franco no palco do Cine Teatro São José, no evento que foi chamado de “Noite do Rádio e do Rádio Ouvinte” e homenageou os 58 anos da Rádio Pajeú, completados no próximo 4 de outubro.

Antes, Chagas, Josimar e Bosco e na sequência, Chico, Ricardo Arruda e Margareth fizeram a recepção do público que aos poucos foi lotando o Cine. Moacyr chegou e sentou no palco, em meio ao público, onde já começou a atender fãs.

No show, Moacyr cantou muitos de seus sucessos e conversou sobre a própria vida. Em um dos momentos, lembrou as dificuldades que passou a  viver depois que entrou na política. “Quando saí, as TVs não queriam me contratar mais, fiz shows por aí em qualquer lugar por qualquer valor”, revelou. A virada se deu quando a dupla João Mineiro e Marciano gravou “Ainda ontem chorei de saudade”, vendendo mais de 2,5 milhões de cópias.

Em um primeiro momento, houve homenagem à Rádio Pajeú. Subiram ao palco Tony Medeiros, Anchieta Santos, Joselita Amador, Tito Barbosa e Nill Júnior.  Como funcionário mais longevo em atividade, Tony Medeiros recebeu do artista uma placa comemorativa pelos 58 anos da emissora.

Em outra parte do show, o jornalista Magno Martins mais os poetas Dedé Monteiro, Diomedes Mariano mais a filhinha Bárbara e Alexandre Morais homenagearam Moacyr com o que temos de melhor na cultura sertaneja.

Moacyr mais uma vez se emocionou e reconheceu o talento desses artistas, chegando a compará-los a gênios como Tom Jobim. “Eles fazem versos a partir do chão em que vivem”, afirmou.

Também fez uma bela referência ao produtor Roberto Murilo, natural de Iguaraci, com quem tem trabalhado na divulgação de seu trabalho no Nordeste. Roberto, que hoje mora em São Paulo, organizou e apresentou o evento. “É muito querido, como um filho. Foi um presente. Ele é muito querido no SBT”, disse.

Não faltaram trechos de músicas como “Cartas na Mesa”, Balada número 7, Ainda ontem chorei de saudade, Se eu não souber te esquecer, e mais alguns outros. Moacyr terminou o show como começou, no meio do povo, após descer do palco, atendendo os fãs.

Veja mais fotos clicando aqui e acessando a Fanpage do Blog de Cláudio Gomes e Wellington Júnior

Força Tarefa atende famílias das áreas atingidas pelas fortes chuvas em Arcoverde

Depois das fortes chuvas do final de semana, as Secretarias de Saúde e Assistência Social de Arcoverde formaram forças tarefas para atender as famílias de localidades e bairros mais atingidos pelo temporal.  Na assistência social, uma equipe da prefeitura distribuiu 400 refeições, com entrega 200 cafés da manhã e 200 almoços nas comunidades mais carentes.  […]

Depois das fortes chuvas do final de semana, as Secretarias de Saúde e Assistência Social de Arcoverde formaram forças tarefas para atender as famílias de localidades e bairros mais atingidos pelo temporal.  Na assistência social, uma equipe da prefeitura distribuiu 400 refeições, com entrega 200 cafés da manhã e 200 almoços nas comunidades mais carentes. 

“A orientação do prefeito Zeca Cavalcanti foi para cairmos em campo logo cedo, identificar e prestar assistência imediata às famílias necessitadas. Desde às 6h da manhã desta segunda-feira (13) reunimos nossas equipes e percorremos as áreas mais atingidas, prestando o atendimento necessário para minimizar a dificuldade das comunidades que sofreram com as chuvas”, explicou Neila Lira, Secretária de Assistência Social de Arcoverde.

Já a Secretaria de Saúde direcionou as ações emergenciais para duas áreas críticas: a Vila São Francisco e o Conjunto Novo Arcoverde. As equipes da Vigilância em Saúde fizeram uma avaliação para identificar, prevenir e evitar riscos de surtos de doenças. Com o diagnóstico em mãos, foram destacados Agentes Comunitários de Endemias (ACE’s) para atuar nas áreas descobertas.

“A ordem do nosso prefeito – que também é médico – é agir de imediato para evitar a proliferação de doenças que se intensificam em episódios como esses, de fortes chuvas e inundações. A equipe da epidemiologia foi orientada a rodar as policlínicas e notificar casos suspeitos de Dengue, Doenças Diarreicas Agudas (DDA) e Doenças Respiratórias. Além disso, nossa Direção de Atenção Primária está conferindo as unidades de saúde que estão mais críticas após as chuvas, para monitorarmos com toda atenção”, concluiu a Secretária de Saúde de Arcoverde, Maria Clara Melo.

Região do Pajeú segue tendo a maior redução em CVLIs no Estado

Brejinho já soma 530 dias sem registro de homicídio; Afogados e São José do Egito mais de 200 Delegacia da Mulher tem aumento significativo no número de registro de ocorrências. Por André Luis No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM 104,9 desta segunda-feira (19), o comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar, coronel Carlos […]

Brejinho já soma 530 dias sem registro de homicídio; Afogados e São José do Egito mais de 200

Delegacia da Mulher tem aumento significativo no número de registro de ocorrências.

Por André Luis

No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM 104,9 desta segunda-feira (19), o comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar, coronel Carlos Eduardo Sá e a delegada da mulher, Andreza Gregório, fizeram uma avaliação preliminar das ações e encaminhamentos da Área Integrada de Segurança 20 (AIS 20), durante o ano de 2018.

Coronel Sá destacou que apesar de ainda não terem fechado as avaliações, a AIS 20 tem sido destaque no estado, com a maior redução de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), alcançando o primeiro lugar no primeiro trimestre e ficando entre os primeiros nos segundo e terceiro trimestre.

“E agora no quarto trimestre estamos competindo para um resultado favorável, hoje no estado de Pernambuco a região do Pajeú tem a maior redução. Fazemos uma avaliação positiva, dentro de doze cidades atendidas pelo 23º BPM, temos duas cidades que ainda não houve registro de homicídios esse ano, que são Brejinho e Quixaba”.

Coronel Sá informou ainda que Brejinho já soma 530 dias sem registro de homicídio, Afogados e São José do Egito, já chegam a mais de duzentos dias.

O comandante do 23º BPM, lembrou que os últimos meses são mais preocupantes devido à proximidade com o final do ano, quando as cidades ficam mais movimentadas, aumento de compras e das festas. “Mas a gente já tem feito um trabalho que vem há dois meses de intensificar o policiamento no terreno, fazer mais blitzes, mais abordagens, estamos mais presentes intensificando as ações. Fluxo maior, há uma tendência de aumentar a incidência criminosa, mas estamos trabalhando focados”, afirmou Sá.

A delegada Andreza Gregório, avaliou os primeiros meses à frente da Delegacia da Mulher de Afogados da Ingazeira. Informou quais as ocorrências mais comuns e se o equipamento está de fato auxiliando e como, as mulheres no combate a violência de gênero.

Andreza destacou que a delegacia chegou para somar a rede de enfrentamento de violência doméstica contra a mulher. “Nós temos muito trabalho, tivemos uma aumento significativo no número de registro de ocorrências, em 2017 a média de registros era entre 10 e 15, hoje nós temos de 20 a mais de 30 Boletins de Ocorrência”, informou a delegada.

A titular da Delegacia da Mulher, informou ainda que os números são referentes apenas a delegacia, sem somar os B.Os. que são feitos aos finais de semana e durante o período noturno da 20ª Desec

“Tivemos na delegacia, de janeiro de 2018, a outubro, 197 registros de ocorrências, 185 inquéritos policiais que foram concluídos com o indiciamento de agressores, remetidos à justiça, 98 medidas protetivas, 53 prisões em flagrante, 3 mandados de prisão cumpridos (preventivos ou temporários), e estamos na luta pra que as mulheres continuem se encorajando a denunciarem seus agressores, e a saírem do ciclo de violência”, informou Andreza.

Andreza informou ainda, que o ciclo da violência começa de forma mais branda, com as injurias, agressões verbais e vai evoluindo para as agressões físicas e se não for contida a tempo “pode chegar a depender da situação, ao crime mais grave que tentamos evitar, que é o feminicídio”.

“Feminicídio é o assassinato de uma mulher motivado pelo ódio, pelo desprezo da condição feminina, é o homem que trata a mulher como um objeto, uma propriedade que está ali, um ser simplesmente para servir e não sabe conter os seus impulsos, e resolve principalmente diante da rejeição que é o momento mais crítico de violência que gera o feminicídio, é o fim de um relacionamento e ele age da forma mais brutal e cruel assassinando, destruindo uma vida”, informou Andreza.

A delegada ainda informou que o fato do machismo ter um poder cultural ainda muito presente na região e no Brasil, faz com que as agressões sejam recorrentes. E que buscam através da rede de proteção, mecanismos que favoreçam para que a mulher não volte a ser vítima dessa violência. “Procuramos saber qual é a vulnerabilidade, se é emocional, se é social se é econômica e assim dessa forma com articulação com a rede se faz mais eficaz, barrar esse ciclo”, informou.