Sem categoria

Greve dos bombeiros e policiais militares chega ao fim em Pernambuco

Por Nill Júnior

Não houve votação para determinar fim da paralisação. Parte dos PMs e Bombeiros estão insatisfeitos com comando do movimento.

Iniciada na segunda-feira, a greve dos bombeiros e policiais militares chegou ao fim na noite desta quinta-feira. A decisão foi tomada por imposição da comissão de lideranças do movimento, sem votação entre a categoria, que se concentrou em frente ao Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo Estadual, na área central do Recife. Um grupo de PMs não aceitou a decisão e afirmou que a greve não acabou, além de acusarem os líderes de covardes. A paralisação foi decretada ilegal pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco na manhã desta quinta.

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A orientação repassada pela comissão é que os profissionais vão às ruas assim que chegarem aos respectivos quartéis. De acordo com Joel da Harpa, um dos líderes do movimento, a paralisação mostrou a importância da corporação à sociedade e mostrou que os resultados positivos do Programa Pacto Pela Vida dependem do trabalho desses profissionais. “Bastou um dia a PM não funcionar que a situação mudou. Em janeiro, a PM tem minha garantia de que irei em busca de reajuste salarial da categoria, porque este ano não há essa possibilidade”, afirmou.

Acordo entre militares e governo garantiu atualização do plano de cargos e carreiras, incorporação ao soldo da gratificação por risco de morte no valor de R$ 500 e negociação de aumento salarial a partir de janeiro de 2015.

O Grande Recife viveu cenas de guerra ontem e hoje, com saques a lojas, assaltos e mortes. Nessa quarta-feira, o governador João Lyra Neto solicitou ao Governo Federal apoio e, na manhã desta quinta-feira, desembarcaram no Recife efetivos da Força Nacional de Segurança e do Exército Brasileiro para garantir a segurança da população.

Do JC On Line

Outras Notícias

Roberto Carlos na “ex-capital do forró”: nem transmissão, nem imprensa

A comunicação da Prefeitura de Caruaru informou à imprensa, nesta quarta-feira (10/06), que a produção do cantor Roberto Carlos, que se apresenta na sexta-feira (12), no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, não autorizou a transmissão do seu show na cidade. Também foi proibida a presença dos jornalistas na área em frente ao palco (frontstage). […]

A comunicação da Prefeitura de Caruaru informou à imprensa, nesta quarta-feira (10/06), que a produção do cantor Roberto Carlos, que se apresenta na sexta-feira (12), no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, não autorizou a transmissão do seu show na cidade.

Também foi proibida a presença dos jornalistas na área em frente ao palco (frontstage).

As informações são do Portal QG do São João.

O show de Roberto Carlos,  apesar da sua força musical e história,  vinha sendo muito criticado por não ter relação direta com o período junino. Ao ponto de Caruaru estar sendo chamada de “ex-capital do forró”.

Leonardo Martins diz que foi censurado por gestão Marcelo de Alberto em Inajá

O cenário político em Inajá ganhou contornos de forte acirramento. Uma ação rápida da prefeitura expôs, segundo Leonardo Martins, “o incômodo e o medo político que a atual gestão de Marcelo de Alberto demonstra diante do ex-prefeito, que acabou se tornando vítima de uma clara perseguição”. ​Tudo começou quando Leonardo Martins contratou um outdoor para […]

O cenário político em Inajá ganhou contornos de forte acirramento. Uma ação rápida da prefeitura expôs, segundo Leonardo Martins, “o incômodo e o medo político que a atual gestão de Marcelo de Alberto demonstra diante do ex-prefeito, que acabou se tornando vítima de uma clara perseguição”.

​Tudo começou quando Leonardo Martins contratou um outdoor para dar as boas-vindas ao cantor Leonardo, que volta à cidade neste dia 10 de junho após 10 anos. Sua última vinda foi justamente na gestão do ex-prefeito. A peça trazia a frase: “Seja bem-vindo, Léo! O que é bom, sempre volta”. Sem qualquer notificação prévia ao ex-gestor, a prefeitura mandou pintar e apagar o anúncio imediatamente.

Aliados de Leonardo Martins classificaram o ato como censura e tentativa de silenciar a oposição às vésperas da festa do padroeiro.

​Para tentar dar legalidade ao ato após a repercussão negativa, a Secretaria de Infraestrutura emitiu uma Notificação Administrativa, datada de 3 de junho e assinada por Rubson Ronniere.

O documento alega que a estrutura na PE-300 estava irregular e sem alvará. Apesar da justificativa técnica, a população e as redes sociais criticaram o “timing” cirúrgico da fiscalização, que resolveu implicar com o local justamente quando ele estampava uma homenagem do ex-prefeito.

​Diante do primeiro outdoor pintado e censurado pela prefeitura, o ex-prefeito reagiu e colocou uma segunda peça publicitária, desta vez instalada em um terreno de sua propriedade particular. No entanto, a resposta da gestão municipal não demorou: insatisfeita com a nova instalação, a prefeitura foi até o local e montou uma estrutura de grid com outro outdoor bem à frente da propriedade do ex-gestor, bloqueando completamente a visão do anúncio de Leonardo Martins.

​Considerando a gravidade e o abuso da situação, o ex-prefeito Leonardo Martins acionou a Justiça para garantir o seu direito de expressão.

Advocacia criminal exige independência, coragem e estado de direito

Por Cláudio Soares Advogados atacando colegas que atuam no pleno exercício da profissão não demonstram compromisso com a Justiça, mas revelam intolerância, vaidade e desconhecimento das garantias fundamentais que sustentam o Estado de Direito. A advocacia não existe para agradar a opinião pública, tampouco para escolher quem merece defesa. A missão do advogado é assegurar […]

Por Cláudio Soares

Advogados atacando colegas que atuam no pleno exercício da profissão não demonstram compromisso com a Justiça, mas revelam intolerância, vaidade e desconhecimento das garantias fundamentais que sustentam o Estado de Direito.

A advocacia não existe para agradar a opinião pública, tampouco para escolher quem merece defesa. A missão do advogado é assegurar que a Constituição, as leis e as garantias processuais sejam respeitadas, independentemente da gravidade da acusação ou da impopularidade da causa.

Sem uma advocacia livre, forte, independente e respeitada, não há Justiça. O livre exercício da defesa criminal é uma conquista civilizatória que impede abusos, arbitrariedades e excessos do poder punitivo estatal.

Atacar o advogado por exercer seu dever profissional é, em última análise, atacar o próprio direito de defesa. Hoje se tenta silenciar a defesa de alguém; amanhã poderá faltar quem defenda qualquer cidadão diante do poder do Estado.

Da mesma forma, é preciso compreender que a colaboração premiada é um instrumento expressamente previsto na legislação brasileira, especialmente na Lei nº 12.850/2013. Trata-se de um mecanismo legal de defesa e de obtenção de prova, reconhecido pelos tribunais e amplamente utilizado no sistema de justiça criminal.

Quando um advogado busca a celebração de um acordo de colaboração premiada para seu cliente, não está acusando terceiros, tampouco exercendo função de delegado, promotor ou juiz. Está, simplesmente, desempenhando seu dever profissional de utilizar todos os meios lícitos e legalmente disponíveis para a proteção dos interesses de seu constituinte.

Criminalizar, hostilizar ou atacar advogados por proporem medidas previstas em lei representa grave afronta às prerrogativas da advocacia e ao próprio sistema de garantias constitucionais. O exercício da defesa não pode ser confundido com concordância moral sobre fatos investigados, nem servir de pretexto para perseguições pessoais ou profissionais.

A advocacia criminal não pede aplausos. Exige apenas respeito às suas prerrogativas, à sua independência e à sua indispensável função constitucional.

Defender não é compactuar. Defender é garantir que a lei prevaleça sobre a paixão, que a Constituição prevaleça sobre o arbítrio e que a Justiça prevaleça sobre o linchamento moral.

Quem ataca o advogado por exercer a defesa dentro dos limites da lei não enfraquece apenas um profissional; enfraquece uma das mais importantes garantias de liberdade de toda a sociedade.

“O advogado é indispensável à administração da Justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei.” — Art. 133 da Constituição Federal.

Advogado criminalista

Luciano Bonfim nega interesse em disputar prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde

O prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim, divulgou uma nota oficial nesta terça-feira (9) para negar qualquer participação em articulações políticas, administrativas ou eleitorais fora do município que administra. A manifestação ocorre após a circulação de informações nos bastidores políticos sobre uma possível atuação do gestor em projetos eleitorais de outras cidades da região. Na nota, […]

O prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim, divulgou uma nota oficial nesta terça-feira (9) para negar qualquer participação em articulações políticas, administrativas ou eleitorais fora do município que administra.

A manifestação ocorre após a circulação de informações nos bastidores políticos sobre uma possível atuação do gestor em projetos eleitorais de outras cidades da região.

Na nota, Luciano Bonfim afirma que não possui envolvimento, interesse ou participação em processos políticos de outros municípios e classificou como inverídicas as informações que tentam associar seu nome a movimentações externas.

O prefeito destacou que foi eleito democraticamente pela população de Triunfo e que seu compromisso permanece voltado exclusivamente para a gestão municipal.

Segundo o gestor, sua atenção está concentrada na execução de obras, ampliação dos serviços públicos e ações voltadas ao desenvolvimento da cidade.

Luciano Bonfim também reafirmou que pretende cumprir integralmente o mandato para o qual foi eleito, ressaltando o compromisso de continuar trabalhando pelo progresso de Triunfo e pelo bem-estar da população.

A nota foi divulgada após especulações envolvendo possíveis movimentações políticas para as eleições municipais de 2028 em cidades vizinhas. Entretanto, o prefeito garantiu que seu foco permanece exclusivamente na administração de Triunfo. A informação é de Francys Maya.

Opinião: vale a pena barrar pesquisa?

No comentário para as rádios Itapuama FM,  Pajeú e Cultura FM, falo sobre as tentativas de se barrar a divulgação de pesquisas políticas e as consequências disso. Qual o impacto e o desgaste político para os candidatos que tentam impedir na justiça a circulação desses dados? Como o eleitorado costuma reagir quando uma pesquisa é […]

No comentário para as rádios Itapuama FM,  Pajeú e Cultura FM, falo sobre as tentativas de se barrar a divulgação de pesquisas políticas e as consequências disso.

Qual o impacto e o desgaste político para os candidatos que tentam impedir na justiça a circulação desses dados?

Como o eleitorado costuma reagir quando uma pesquisa é censurada ou contestada?

Recentemente dois episódios: um nacional,  da decisão de Nunes Marques de barrar a pesquisa AtlasIntel e outro estadual,  de tentar barrar a divulgação da pesquisa Múltipla em Pernambuco.

A questão também gera debate sobre a capacidade do TSE de atuar nessas eleições a tempo de evitar danos no processo quando eles realmente ocorrerem.