Governo do DF pede que Moraes avalie condições médicas de Bolsonaro para possível prisão na Papuda
Por André Luis
Ex-presidente Jair Bolsonaro (Foto: Antonio Augusto/STF)
O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), encaminhou um ofício ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja submetido a uma avaliação médica antes de uma eventual prisão.
De acordo com o documento, a medida tem o objetivo de verificar a compatibilidade das condições clínicas de Bolsonaro com a estrutura de assistência médica e nutricional oferecida pelo Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
“Solicita-se que o apenado Jair Messias Bolsonaro seja submetido à avaliação médica por equipe especializada, a fim de que seja realizada avaliação de seu quadro clínico e de sua compatibilidade com os serviços disponíveis nos estabelecimentos prisionais desta Capital da República”, diz o texto.
O ofício é assinado pelo secretário da Seape, Wenderson Souza e Teles, e foi motivado pela proximidade do julgamento dos recursos na ação penal que investiga a suposta trama golpista, que pode resultar na prisão de alguns réus no sistema penitenciário do DF.
No documento, Teles destaca o histórico de problemas de saúde e cirurgias abdominais do ex-presidente, além de episódios recentes que exigiram atendimento emergencial.
“É sabido que o réu já foi submetido a cirurgias na região abdominal, conforme amplamente noticiado. Registra-se, ainda, que em 16 de setembro de 2025 foi necessária a realização de escolta emergencial de Jair Messias Bolsonaro ao Hospital DF Star, onde permaneceu internado durante a noite”, cita o texto.
A solicitação agora será analisada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF.
Levantamento mostra números de 7 a 13 de março. Por André Luis De domingo 7 ao sábado, 13 março, o Sertão do Pajeú somou mais 14 óbitos pela Covid-19. Um, a mais do que a semana anterior, que foi de 1 a 6 de março. Foram mais cinco óbitos em Serra Talhada, que fechou a […]
De domingo 7 ao sábado, 13 março, o Sertão do Pajeú somou mais 14 óbitos pela Covid-19. Um, a mais do que a semana anterior, que foi de 1 a 6 de março.
Foram mais cinco óbitos em Serra Talhada, que fechou a semana com 105 mortes pela doença.
No boletim do dia 8 de março, a cidade confirmou 3 óbitos. O de uma paciente de 70 anos, hipertensa, falecida no dia 14/02, no hospital Santa Marta; o de um paciente de 90 anos, ex-tabagista, falecido no dia 5/03, no HOSPAM e o de uma paciente de 87 anos, hipertensa, ex-tabagista e portadora de Alzheimer. Faleceu no dia 07/03 no Hospital Eduardo Campos.
No Boletim do dia 9 de março, Serra Talhada divulgou o 104° óbito. Foi o de um paciente do sexo masculino, 48 anos. Era etilista e estava em tratamento renal e hepático. Faleceu no dia 07/03 no Hospital Eduardo Campos.
A morte número 105 no município, foi divulgada no boletim epidemiológico do dia 12 de março. Uma paciente de, 52 anos. Tinha obesidade e faleceu no dia 11/03, no Hospital Eduardo Campos.
Afogados da Ingazeira, confirmou duas novas mortes pela doença, durante a semana. A 32ª no boletim do dia 9/03, foi de um paciente do sexo masculino, 68 anos, aposentado, apresentava hipertensão e problemas renais, foi a óbito no Hospital Regional Emília Câmara no dia 8/03.
A 33ª morte pela doença no município, foi divulgada no boletim do dia 11 de março. Paciente do sexo masculino, 79 anos, aposentado, hipertenso, foi a óbito em 11/03 no HREC.
A Secretaria de Saúde de São José do Egito, confirmou quatro novos óbitos pela doença durante a semana.
No domingo, 7 de março, foi confirmada a morte da 24ª vítima pela doença no município. Um paciente de 13 anos, que ficou internado na UPA/COVID de São José por alguns dias, mas precisou ser transferido. Em virtude de algumas comorbidades e complicações da covid 19 o paciente faleceu no domingo dia 7.
O 25º óbito foi confirmado no boletim do dia 9/03. Paciente do sexo feminino, de 81 anos, estava internada há alguns dias na unidade de terapia intensiva, o seu quadro de saúde apresentou complicações e ela faleceu no dia 9 de março.
No boletim do dia 11 de março, o município confirmou o falecimento de uma egipciense que estava há vários dias internada em Afogados da Ingazeira. Ela teve complicações decorrentes da covid-19, não resistiu e evoluiu ao óbito. Foi a 26ª vítima da doença no município.
A 27ª morte em São José do Egito, foi confirmada neste sábado (13). A vítima, do sexo masculino, faleceu na tarde de ontem, tinha 83 anos e estava há vários dias internada na UPA Covid, no município.
Tabira confirmou o 21º óbito por Covid-19, no boletim do dia 11 de março. A Secretaria de Saúde Municipal, não divulga detalhes dos óbitos ocorridos; o mesmo se repete com as Secretarias de Saúde de Flores, que confirmou o 26º óbito no boletim do dia 10/03 e de Iguaracy, que confirmou a 14ª morte pela doença no dia 11 de março.
Ao todo, a região conta agora com 343 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (105); Afogados da Ingazeira (33); São José do Egito (27); Flores (26); Carnaíba (22); Triunfo (22); Tabira (21); Santa Terezinha (19); Tuparetama (17); Iguaracy (14); Itapetim (12); Quixaba (10); Brejinho (5); Santa Cruz da Baixa Verde (4); Calumbi (3); Solidão (2) e Ingazeira (1).
De acordo com os últimos boletins divulgados neste sábado (13), a região totaliza 20.104 casos confirmados e 19.324 pacientes recuperados, 96,12%.
Por: Regis Machado* “Se controlo o meio, verdade é o que digo, e mentiroso todo aquele que discordar” “Democracia”, junção das palavras demos (povo) e kratos (poder) para significar “governo do povo”, é um regime político que surgiu na Grécia, no século V a.C., e alargou a participação decisória para além da minoria (aristokratia) que, […]
“Se controlo o meio, verdade é o que digo, e mentiroso todo aquele que discordar”
“Democracia”, junção das palavras demos (povo) e kratos (poder) para significar “governo do povo”, é um regime político que surgiu na Grécia, no século V a.C., e alargou a participação decisória para além da minoria (aristokratia) que, até então, costumava governar. Essa cidadania democrática, de início, era restrita a uma elite (homens, filhos de pai e mãe atenienses, livres e maiores de 21 anos), mas, pouco a pouco, expandiu-se para, nas democracias modernas, após diversos movimentos pelo sufrágio universal, passar a incluir todos os cidadãos adultos.
Segundo Robert Alan Dahl, cientista político que teorizou sobre um sistema democrático perfeito, por ele denominado “poliarquia”, diversas são as condições necessárias para que os processos de escolha representem ao máximo a vontade das pessoas, entre elas, inexoravelmente, a liberdade de expressão e a garantia de acesso a fontes alternativas de informação. Sem esses pilares, não há democracia possível.
Com o advento da Internet e o avanço das redes sociais, a hegemonia da mídia tradicional se viu seriamente ameaçada. Na última eleição presidencial, por exemplo, sagrou-se eleito candidato praticamente sem tempo de TV (dos 12 minutos do horário eleitoral, a coligação do PSDB tinha 5 minutos e meio, a do PT quase 2 minutos e meio e Bolsonaro meros 8 segundos) e com quase nenhum recurso. Sua campanha, que custou pequena fração daquela despendida pelo adversário do segundo turno [1], foi capitaneada pelas carinhosamente denominadas “tias do zap”, senhoras (e senhores) de meia idade que usam, diariamente, conhecido aplicativo de troca de mensagens.
Mas a reação veio a galope. Tramita na Câmara dos Deputados o PL 2.630/2020 (“Lei das Fake News”), de autoria de senador de um dos partidos da fracassada coligação do PSDB e aprovado a toque de caixa no Senado Federal [2]. Entre as medidas, exigiam-se números de documento e de celular para cadastro em redes sociais e aplicativos de mensageria, além de se impor limitações à quantidade de usuários em grupos e severas restrições ao encaminhamento de mensagens, especialmente “em período de propaganda eleitoral”. Verdadeira mordaça na “tia do zap”.
Adicionalmente, o PL 2.630/2020 define “desinformação” como sendo o conteúdo assim declarado pelos “verificadores de fatos independentes”, empresas que passarão, então, a ditar o que é verdade e o que é fake (e, portanto, passível de criminalização e de censura). Agora, imagina quem está por trás de algumas das principais agências de verificação de fatos (fact-checking) do Brasil? Os veículos da mídia tradicional, claro! Apenas a título de exemplo, citam-se as agências “Fato ou fake” (do grupo Globo) e “UOL Confere” (do Universo Online). Bingo!
Além da questão acerca da isenção das entidades verificadoras, na qual, conforme apontado, somente alguém muito inocente acreditaria, ainda permanecem diversos problemas. Por exemplo, como selecionar o que será checado, uma vez que, por óbvio, não é possível checar 100% do conteúdo circulante? Como essa classificação vai impactar na redução do alcance das postagens ou nos resultados das buscas? Por fim, mas não menos importante: mesmo a checagem mais bem intencionada e bem feita não é infalível e, como toda atividade humana, está sujeita a erros. Ou seja, fora o nítido risco de viés, a própria atividade de checagem pode gerar desinformação.
Enfim, as pessoas precisam acordar, o quanto antes, para os verdadeiros interesses por trás do PL 2.630/2020. Pois, no fundo, no fundo, não se trata de combater “fake news”, mas, sim, de amordaçar as “tias do zap”, de modo que as eleições não saiam, nunca mais, do script historicamente ditado pela mídia tradicional. Como bem ensinou o finado Robert Dahl, democracia sem voz não é democracia. É fake democracy.
*Auditor do Tribunal de Contas da União (as opiniões do autor não constituem posicionamento institucional do TCU)
Pelo menos 35 famílias do Assentamento Libertação, zona rural de Itaíba, serão beneficiadas com R$ 1 milhão em contratos de financiamento do Bando do Nordeste, através do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste e do Fortalecimento da Agricultura Familiar. Os recursos liberados foram anunciados pelo gerente de negócios do BNB de Garanhuns, Eduardo Nascimento, ao […]
Pelo menos 35 famílias do Assentamento Libertação, zona rural de Itaíba, serão beneficiadas com R$ 1 milhão em contratos de financiamento do Bando do Nordeste, através do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste e do Fortalecimento da Agricultura Familiar. Os recursos liberados foram anunciados pelo gerente de negócios do BNB de Garanhuns, Eduardo Nascimento, ao lado da prefeita Regina Cunha (PTB) durante a Feira do Agricultor do município. Presente também o Gerente de Recuperação de Crédito do BNB, Danilo Moraes.
Durante o evento, os responsáveis pelas 35 famílias beneficiadas puderam assinar seus contratos que, em média, irá disponibilizar para cada uma um montante de R$ 26.500,00, segundo revela Nascimento. Ele destacou em sua fala a parceria com a prefeita Regina na busca de apoio e de recursos para os trabalhadores rurais do município.
Para a prefeita Regina Cunha, esses recursos chegam para melhorar a condição de vida dos agricultores assentados e movimentar a economia. “São um milhão de reais que vão movimentar a nossa agricultura, a economia de Itaíba, nosso comércio, melhorando a produção, gerando renda, trabalho e melhor qualidade de vida para esses homens e mulheres que garantem o alimento nas nossas mesas trabalhando dia a dia na terra”, disse Regina.
Eduardo Nascimento revelou ainda que até o final do ano deverão ser liberados mais de R$ 2 milhões em projetos para o homem e a mulher do campo de Itaíba. Ele revelou que o Banco do Nordeste já está analisando projetos apresentados por outros assentamentos que deverão ser definidos nos próximos meses.
Os recursos fazem parte do Programa FNE/PRONAF A e poderão ser utilizados na melhoria das propriedades rurais destes assentamentos, com a compra de animais, limpeza ou abertura de barreiros, implantação de cercas, compra de palma, entre outras atividades que constam do contrato assinados pelas famílias beneficiadas. Segundo Eduardo, o Banco do Nordeste dá todo acompanhamento aos produtores rurais para a execução dos projetos.
Incentivados pela tradição da cidade em que poesia faz parte da grade curricular, estudantes levam música e repente a cidades sertanejas e planejam manter arte paralela às carreiras “tradicionais” Por Larissa Lins – Diário de Pernambuco Em São José do Egito, cidade conhecida como Berço Imortal da Poesia, tudo vira rima. E a vida do […]
Incentivados pela tradição da cidade em que poesia faz parte da grade curricular, estudantes levam música e repente a cidades sertanejas e planejam manter arte paralela às carreiras “tradicionais”
Por Larissa Lins – Diário de Pernambuco
Em São José do Egito, cidade conhecida como Berço Imortal da Poesia, tudo vira rima. E a vida do povo, desde muito cedo, ganha beleza e métrica – há um poeta em cada esquina. Nossa história é um bom exemplo, são matérias-primas, cultura e educação. Ela começa na Escola Técnica Estadual Professora Célia Siqueira, onde jovens querem fazer poesia e canção. Eles planejam ganhar a vida como engenheiros, médicos, advogados – mas a paixão pelos versos é a maior das certezas à qual têm chegado. Criaram, em 2016, o grupo Poesia Cantada: cantam e declamam músicas brasileiras de outras décadas, dizendo terem nascido na época errada.
“Nosso repertório é feito de clássicos da MPB, hits da Jovem Guarda, boleros, coisas mais antigas. Entre um trecho e outro das músicas, os meninos declamam poesia”, explica Larissa Gabrielly de Souza, 17 anos, a vocalista da banda. Ela canta desde os sete anos e começou bem cedo a fazer planos: quer ser médica e cantora – no destino, ela é quem manda.
É o rosto do grupo de sete jovens do Sertão pernambucano, criado para um show de talentos da escola. Há pouco mais de dois anos, a estreia deu tão certo, que decidiram viajar Sertão afora. Articularam pequenos shows e caíram na estrada, levando os violões na sacola. Segredo (Herivelto Martins/Marino Pinto), Pense em mim (Douglas Maio/José Ribeiro/Mário Soares) e Linda flor (Henrique Vogeler/Luis Peixoto/Marques Porto) estão sempre entre as mais pedidas, seja qual for a cidade. A única composição autoral do grupo também ganha aplausos – e se chama Saudade.
Quem acompanha tudo de perto, desde o primeiro ato, é um atento gestor. Niedson Amaral, de 40 anos, chegou há dois no centro de ensino e se tornou grande incentivador. “O projeto começou despretensioso, espontâneo, mas tem mudado a perspectiva do grupo quanto ao futuro”, avalia o educador. Ele inscreve o grupo em eventos, dá carona para os shows, aconselha os meninos a continuarem a compor.
“Eles se tornam seres humanos mais completos, porque a arte é fundamental para desenvolver a sensibilidade, o exercício de ver o outro”, diz o professor. Na Célia Siqueira, como em todas as escolas estaduais do município, poesia é disciplina da grade curricular. Os professores ensinam as métricas, citam poetas locais, fazem de tudo para estimular. Somente na ETE, são mais de 450 alunos pondo a tal veia poética para trabalhar.
Completam a tal banda Péryclys Pereira da Silva, 19, e Rodrigo Veras da Silva, 17, de quem não é irmão. Também Edvaldo da Silva Pereira Filho, 16, Mikael da Silva de Melo, 17, e Everson Heleno Aguiar, 17, são dos poetas a roubar a cena no Sertão – na tal banda, juntam-se aos vocais de Larissa e ao cajón de Guilherme, que já ganharam apresentação. Péryclys e Rodrigo, os trovadores do grupo, são quem improvisam os versos conforme o tema da canção. “Tentamos incentivar os mais novos a continuarem, criarem coisas parecidas que mantenham a poesia viva”, diz Péryclys, junto aos planos de gravar um disco até o próximo São João. Veja mais sobre a matéria clicando aqui.
Segundo o parceiro Machado Freire ao blog, muito se deve ao projeto do vereador Euclides Ronaldo Leite, o Rona (PT), que está no quarto mandato. “Na primeira gestão do atual prefeito Evandro Valadares (PSB), o vereador elaborou um projeto, aprovado por unanimidade, que incluía a poesia na grade curricular do município.
“O então prefeito Evando Valadares não colocou a lei em prática”, reclama. “Somente na administração do prefeito Romério Guimarães (PT) a lei foi posta em prática, contribuindo para que a juventude tivesse os seus conhecimentos enriquecidos com aulas de poesia”.
A Prefeitura de Arcoverde lamentou profundamente em nota a morte do empresário Henrique Napoleão Arcoverde, vítima de complicações da Covid-19, nesta quarta-feira (19/05). Henrique construiu sua história no comércio, contribuindo para o crescimento da cidade através da Casa Combate, com mais de 70 anos de atuação. “Assim, nos solidarizamos com os amigos e familiares, para […]
A Prefeitura de Arcoverde lamentou profundamente em nota a morte do empresário Henrique Napoleão Arcoverde, vítima de complicações da Covid-19, nesta quarta-feira (19/05).
Henrique construiu sua história no comércio, contribuindo para o crescimento da cidade através da Casa Combate, com mais de 70 anos de atuação.
“Assim, nos solidarizamos com os amigos e familiares, para que possamos superar esse momento de profunda dor”, diz em nota o prefeito em exercício Wevertton Barros de Siqueira.
Henrique tinha 78 anos, proprietário da loja de material de construção Casas Combate, fundada em 1949, completando 72 anos dedicada à venda de material de construção, uma das mais antigas de Pernambuco.
Torcedor do Náutico, tinha como prazer curtir os finais de semana no que pode se chamar Clube da Esquina, do Verdes Arcos, aonde trocava conversas com amigos sobre tudo, de política a futebol.
Henrique estava internado no Recife, lutando contra a doença, mas no início da madrugada de hoje não resistiu. Deixa esposa e quatro filhos e uma história dedica ao desenvolvimento econômico e social de Arcoverde.
Seu corpo será cremado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, Região Metropolitana do Recife. Foi a morte 107 por Covid-19 na cidade.
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