Governadores lançam ‘candidatos-postes’ no Nordeste
Por Nill Júnior
Da Agência Estado
Governadores em ascensão política e oligarquias em declínio adotaram táticas semelhantes para tentar manter o poder nos Estados e lançaram candidatos “postes” para a disputa de outubro. Inspirados no sucesso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que promoveu as estreias nas urnas dos então ministros Dilma Rousseff, em 2010, e Fernando Haddad, em 2012, os caciques estaduais recorreram a nomes de perfil mais técnico que político e agora correm para jogar holofotes sobre os escolhidos.
Nos últimos dias, governadores do Nordeste apresentaram como seus candidatos secretários fiéis de suas gestões. Em Pernambuco Eduardo Campos (PSB) lançou Paulo Câmara (Fazenda). No Maranhão Roseana Sarney (PMDB) tenta emplacar Luis Fernando Silva (Infraestrutura), o escolhido de seu pai, o senador José Sarney (PMDB-AP). Jaques Wagner (PT) fez valer sua vontade na Bahia e lançou Rui Costa (Casa Civil), contra a vontade de petistas históricos. No Ceará, Cid Gomes (PROS) quer indicar José Albuquerque, que preside a Assembleia Legislativa e pode furar a fila formada por senadores e deputados influentes.
Eduardo Campos (PSB), ao lado do pré-candidato ao governo do Estado de Pernambuco, Paulo Câmara, e o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho
Todos os escolhidos são aliados de longa data dos líderes estaduais. Rui Costa acompanha Jaques Wagner desde o tempo de sindicalismo em Camaçari. Paulo Câmara começou a militar na política com Eduardo Campos. Luis Fernando Silva, economista e auditor do Estado, foi secretário estadual oito vezes, em cinco gestões, e é próximo de Roseana e do marido dela, Jorge Murad. José Albuquerque está com Cid desde os anos 1990, quando o hoje governador era deputado estadual.
Nem todos aceitam a definição de poste. Costa lembra ter sido o terceiro deputado federal mais votado na Bahia em 2010, embora a proximidade com Wagner tenha pesado mais que o desempenho nas urnas para superar no PT a concorrência do senador Walter Pinheiro ou do ex-presidente da Petrobrás José Sergio Gabrielli.
Passar à frente de nomes de destaque na política local também é o desafio de Cid Gomes para emplacar Albuquerque. O governador levou o deputado estadual a mais de 50 eventos nos últimos seis meses e tem apoiado bandeiras empunhadas pelo presidente da Assembleia, como uma campanha para cobrar da Petrobrás a implantação de uma refinaria.
Num dos eventos em que Albuquerque acompanhava Cid, o governador deu um mergulho para desentupir uma adutora em Itapipoca, cidade que estava sem água. Na ocasião, Cid anunciou um bônus de R$ 200 para cada morador prejudicado pelo problema. Por essa ação, os dois respondem na Justiça Eleitoral por propaganda antecipada.
“Por destino e sorte nasci em Pernambuco – terra de homens bravios que nunca se dobraram à tirania e à subjugação desde os mais distantes anos de sua história. Muito cedo aprendi com os meus pais, Lúcia Maria Rodrigues e Waldemar Borges Rodrigues Filho (Deminha), deputado estadual que teve o mandato cassado pelos militares em […]
“Por destino e sorte nasci em Pernambuco – terra de homens bravios que nunca se dobraram à tirania e à subjugação desde os mais distantes anos de sua história. Muito cedo aprendi com os meus pais, Lúcia Maria Rodrigues e Waldemar Borges Rodrigues Filho (Deminha), deputado estadual que teve o mandato cassado pelos militares em 1968, os valores que ainda marcam a minha caminhada: a defesa das liberdades individuais e coletivas, o direito inalienável de todo ser humano à dignidade e à justiça social”, definia Waldemar Borges sobre si. O parlamentar e socialista histórico nos deixou neste sábado aos 67 anos, vencido pelo câncer de fígado.
Por ter sido um jovem ativista em plena redemocratização, encerrando o mais sombrio período imposto ao país pelo golpe de 1964, sempre disse saber da importância das ações coletivas para que as transformações aconteçam. “E foi sempre neste contexto que me inseri. Contribuindo e somando esforços junto àqueles que compreendem que a sociedade pode e deve ser transformada a fim de assegurar qualidade de vida e igualdade de direitos para todos”.
Ao longo dos últimos 40 anos, com mandatos na Câmara Municipal do Recife e na Assembleia Legislativa de Pernambuco, todos postos a serviço dos interesses mais difusos da cidadania, sempre disse ter convicção de que a única fonte legitimadora da democracia é a plena participação da sociedade em todas as instâncias de poder. “Essa é a certeza que me move”.
Waldemar Borges iniciou sua militância política nos anos 1980 quando cursava Economia na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Participou intensamente da reorganização do movimento estudantil e popular, atuando por muito tempo como professor leigo alfabetizando adultos através do método Paulo Freire no bairro do Coque (Ilha Joana Bezerra).
Naquela década, presidiu por duas vezes a Juventude do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) – legenda que reunia os opositores da ditadura militar – incentivando o engajamento de jovens na política partidária a partir da criação de núcleos regionais no interior de Pernambuco. Em 1986, foi às ruas e integrou a coordenação jovem da campanha que elegeu Miguel Arraes para o seu segundo mandato de governador.
Convidado, passou a integrar, em 1987, o Governo de Miguel Arraes, tornando-se diretor de Pesquisa e Ação Social da Secretaria de Ação Social e, logo após, secretário-adjunto de Trabalho e Ação Social.
Em 1988, disputou sua primeira eleição, sendo eleito vereador do Recife. Como constituinte municipal, em 1990, contribuiu para a elaboração da Lei Orgânica do Recife apresentando propostas que asseguraram direitos às pessoas com deficiências, reforçaram a transparência e controle social sobre a gestão pública, transporte público e uso e ocupação do solo.
O Em 1992, ao lado de importantes nomes da política, como Byron Sarinho, fundou o Partido Popular Socialista (PPS), legenda que presidiu por duas vezes. Naquele mesmo ano, foi eleito para o seu segundo mandato na Câmara Municipal do Recife. Em 1995, a convite, Waldemar Borges voltou a ocupar o Governo de Miguel Arraes assumindo a Secretaria de Projetos Especiais.
Em 1996, disputou e venceu sua terceira eleição para a Câmara de Vereadores do Recife. Político com ampla atuação no Legislativo, assumiu funções de destaque na Casa, como líder da oposição e presidente de comissões, atuando fortemente na defesa do setor de tecnologia, na instalação do polo de informática do Recife, e controle dos gastos públicos.
Waldemar Borges foi eleito para o seu quarto mandato de vereador nas eleições municipais de 2000. Assumiu a presidência da Câmara entre os anos de 2003/4 e investiu na informatização da Casa, permitindo que os cidadãos tenham acesso direto aos projetos em discussão e da atividade parlamentar.
Em 2005, no segundo governo do prefeito Joao Paulo, assumiu a presidência da Empresa Municipal de Informática (Emprel), ano em que também foi eleito presidente nacional da Sociedade para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) e da direção estadual da Associação dos Usuários de Informática de Pernambuco (SUCESU).
Em setembro de 2005, filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Integrou o primeiro Governo de Eduardo Campos (2007-2010) como secretário de Articulação Social, coordenando ações de destaque, como a Câmara de Prevenção Social do Pacto Pela Vida, o Programa Governo Presente e o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Pernambuco.
Em 2010 foi eleito deputado estadual pelo PSB consagrado pelos votos de 52.845 mil pernambucanos. Na Assembleia Legislativa de Pernambuco integrou as Comissões de Constituição, Legislação e Justiça e de Finanças, Orçamento e Tributação.
Reeleito para o segundo mandato de deputado estadual (2014), Waldemar Borges foi escolhido para liderar o Governo nas gestões de Eduardo Campos, João Lyra Neto, exercendo a mesma função, por dois anos no primeiro Governo de Paulo Câmara. Em 2018, foi eleito para o seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Na atual Legislatura, é presidente da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça, integrando ainda, a Comissão de Redação Final e a Comissão de Ética Parlamentar. A reeleição veio em 2022. Foi um combativo, mas ético opositor à governadora Raquel Lyra.
Waldemar se preparava para disputar a reeleição quando começou a ter complicações do câncer de fígado que o acometera. Em abril, avisou que não disputaria a reeleição. Sua luta a partir dali era outra, pela vida.
Coincidentemente, Wal se vai antes de uma disputa que se mostrara cada vez mais difícil, porque o jogo do toma lá dá cá, dos mandatos comprados, dado o poderio econômico de tantos descompromissados com a verdadeira política carcome quem a pratica na essência como ele. Perder Waldemar deixa uma enorme lacuna para os seus, mas também para quem acredita na esperança de que a história redefina o rumo de como se faz política nesse país. Waldemar se foi. Perdemos todos. Com Deus, Wal!
O que Eduardo Campos dizia sobre Waldemar Borges
“A meu convite, assumiu a Secretaria de Articulação Social de Pernambuco. Na Secretaria, seja à frente de uma coordenação do Pacto Pela Vida, seja na mediação de conflitos sociais, ou na permanente articulação que promovia entre o Governo e a sociedade civil, desempenhou um papel de grande importância. É de sua formação saber agregar pessoas em torno do debate de ideias, ouvindo e argumentando sem oportunismos, sem intolerâncias”.
Luto oficial
A governadora Raquel Lyra disse ter recebido com pesar a notícia do falecimento do deputado estadual Waldemar Borges. “Fomos colegas na Assembleia Legislativa e tivemos um convívio marcado pelo respeito e amor a Pernambuco”. Em reconhecimento à sua vida pública dedicada ao estado, o Governo de Pernambuco decretou luto oficial por três dias. “Que Deus console o coração da sua esposa, a ministra Luciana Santos, seus filhos, inúmeros amigos, seu time e todos os pernambucanos que lamentam sua partida”, disse.
Presidente do PT de Afogados defende decisão de Márcia
A Presidente do PT de Afogados da Ingazeira, Mônica Souto, fez a defesa da prefeita Márcia Conrado ao não aceitar a ambulância UTI tipo D do governo Raquel Lyra. “É uma ambulância para uso exclusivo intermunicipal, de um hospital Municipal para outro hospital Municipal, Serra Talhada não tem hospitais municipal, por isso não pôde receber a ambulância”.
Aí mora o BO
O problema é que a gestão Sandrinho, da qual Mônica faz parte, aceitou a ambulância e a cidade não têm hospital municipal. Ou seja, para Mônica, em tradução lógica, receber a ambulância em Afogados foi um erro. O blog buscou Mônica e ela manteve a posição de que não há sentido receber a UTI se não há hospital.
O que disse o Secretário
O Secretário Arthur Amorim disse que Afogados da Ingazeira recebeu a ambulância UTI do Estado e que, ao contrário, ela terá muita utilidade. “São muitas as demandas não apenas do Hospital Regional, mas de pacientes com comodidades que precisam de suporte na condução para centros de referência, como renais crônicos, diabéticos, cardiopatas. No mais, o SUS é universal. Todos temos responsabilidades da atenção básica à média e alta complexidade”. Arthur afirmou que Afogados não têm o direito de recusar o equipamento.
Patriota já adquiriu ambulância UTI com recursos próprios
Foi em outubro de 2020. “Estamos entregando à nossa população esse importante equipamento para ajudar no transporte e transferência de pacientes graves, que requeiram os cuidados de uma UTI,” destacou o Prefeito José Patriota na oportunidade. Arthur diz que isso prova a demanda para esse tipo de equipamento.
Quem tem razão?
“Recebo essa notícia com muita tristeza. Enquanto dezenas de municípios fazem esforços para ampliar sua estrutura de saúde, a Prefeitura de Serra Talhada decide abrir mão de uma ambulância UTI que poderiam salvar vidas e oferecer um atendimento mais rápido e qualificado à nossa população. Quando se trata da saúde das pessoas, é preciso encontrar soluções, e não justificativas. Infelizmente, essa decisão demonstra que a prioridade da gestão municipal não está onde deveria estar: no cuidado com a população”, afirmou o deputado Luciano Duque, sobre a gestão Márcia Conrado recusar a ambulância UTI que seria entregue pelo Estado.
E Márcia…
“Essa ambulância ficaria parada. Ambulâncias tipo D é exclusiva para transportes intermunicipais, em casos de urgência e emergência. Eu enquanto prefeita, a Secretaria de Saúde, não tem responsabilidade de fazer transporte intermunicipal, já que não temos hospital municipal. Esses transportes são realizados pela rede estadual, através do Hospam e Eduardo Campos. Serra Talhada está cansada de tanta politicagem!”
Lisandro soltou nota dizendo que quis
O prefeito de Salgueiro, Fabinho Lisandro (PSD) publicou vídeo nas redes sociais comemorando a chegada de duas ambulâncias do Governo de Pernambuco, incluindo uma UTI móvel. “A UTI [móvel] que servirá muito aos nossos cidadãos. E ainda uma ambulância para o lindo projeto Colo de Mãe”, disse Fabinho.
O luto de Albérico
Poucos sentiram a morte de Waldemar Borges como o ex-prefeito de Iguaracy, Albérico Rocha, que trabalhou com Wal no seu mandato. “Um grande amigo que marcou profundamente a minha vida. Waldemar Borges foi, para mim, muito mais do que um político íntegro e dedicado: ele foi o amigo que, nos momentos mais difíceis, estendeu a mão, me abraçou e me lembrou que amigo não solta a mão de outro amigo. Dizia ser como uma ciranda: ninguém solta a mão de ninguém. E foi exatamente assim que ele viveu — com firmeza, lealdade e humanidade”.
Mais um no SAMU
Mais um município da chamada 3ª Macro se integrou ao SAMU: o município de Tuparetama, no Pajeú. A notícia foi confirmada pelo prefeito Diógenes Patriota. “Recebi a nova ambulância do SAMU, totalmente equipada para atender nossa população com mais agilidade, segurança e qualidade. Estamos implantando a Base do SAMU no município, um grande avanço que fortalece a rede de urgência e emergência e salva vidas”.
Declaração da semana:
“Já que você não quer, Belo Jardim aceita de bom grado. Manda pra cá”.
De Gilvandro Estrela, prefeito de Belo Jardim, se metendo no fusuê da ambulância recusada por Serra Talhada.
Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (5) pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Segundo o levantamento, Tarcísio tem 46% das intenções de voto no 1º turno. O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) está na segunda posição, com 30%. […]
Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (5) pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.
Segundo o levantamento, Tarcísio tem 46% das intenções de voto no 1º turno. O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) está na segunda posição, com 30%. Além deles, o Datafolha incluiu na pesquisa outros três pré-candidatos de legendas sem representatividade no Congresso, Vera Lúcia (PSTU, 5%), Vivian Mendes (UP, 4%) e Carlos Machado (PCB, 4%).
Ainda de acordo com o Datafolha deste domingo, em um eventual 2º turno, Tarcísio teria 53% de votos ante 37% de Haddad. Tarcísio oscilou 1 ponto percentual para cima em relação à pesquisa anterior, de março, que apontava 52% para o atual governador de SP e 37% para o ex-ministro da Fazenda.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouviu 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número: SP-01703/2026.
A desistência de Kim Kataguiri (Missão) e Paulo Serra (PSDB) da disputa pelo governo de São Paulo retira do páreo dois pré-candidatos que, juntos, somavam cerca de 10% das intenções de voto, segundo a última pesquisa Datafolha, de março.
Esta pode ser uma disputa inédita no estado, com apenas dois candidatos de partidos com representação na Câmara dos Deputados.
Segundo especialistas ouvidos pelo g1, o cenário abre a possibilidade de a eleição ser decidida já no primeiro turno. Os números do Datafolha indicam Tarcísio com 52% dos votos válidos; Haddad tem 34%. Para vencer a eleição, um candidato deve ter 50% dos votos válidos mais um.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito de Salgueiro, Fabinho Lisandro, informou que Salgueiro recebeu duas ambulâncias do Governo de Pernambuco, incluindo uma UTI móvel, além de R$ 10 milhões em emendas parlamentares. Também anunciou a conclusão do processo de credenciamento da UPA 24h junto ao Ministério da Saúde. “Hoje recebemos, aqui no Palácio […]
Em vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito de Salgueiro, Fabinho Lisandro, informou que Salgueiro recebeu duas ambulâncias do Governo de Pernambuco, incluindo uma UTI móvel, além de R$ 10 milhões em emendas parlamentares. Também anunciou a conclusão do processo de credenciamento da UPA 24h junto ao Ministério da Saúde.
“Hoje recebemos, aqui no Palácio do Campos das Princesas, das mãos da governadora Raquel Lyra, uma UTI [móvel] que servirá muito aos nossos cidadãos. E ainda uma ambulância para o lindo projeto Colo de Mãe”, disse Fabinho.
“Para encerrar a noite, uma notícia maravilhosa: a confirmação de R$ 10 milhões em emendas parlamentares, na nossa articulação com nossos deputados e senadores. A minha gratidão ao deputado Fernando Filho, que tem investido muito na saúde de Salgueiro e sem ele nós não conseguiríamos o que hoje recebemos a confirmação: o credenciamento da nossa UPA 24h junto ao Ministério da Saúde”, completou.
Com a UPA 24h credenciada no Ministério da Saúde, o município pode contar com o apoio financeiro do Governo Federal para o funcionamento da instituição. “Agora a gente vai poder melhorar muito mais os atendimentos na UPA 24h”, afirmou Fabinho.
Estado decretou luto oficial por seu falecimento O velório do deputado estadual Waldemar Borges está sendo realizado até 13h, na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O sepultamento ocorrerá logo em seguida, no Cemitério Morada da Paz. Waldemar Borges morreu ontem, aos 67 anos, após sucumbir a um câncer de fígado. Muitas são as manifestações de solidariedade. […]
O velório do deputado estadual Waldemar Borges está sendo realizado até 13h, na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O sepultamento ocorrerá logo em seguida, no Cemitério Morada da Paz.
Waldemar Borges morreu ontem, aos 67 anos, após sucumbir a um câncer de fígado. Muitas são as manifestações de solidariedade.
A governadora Raquel Lyra disse ter recebido com pesar a notícia do falecimento do deputado estadual Waldemar Borges. “Fomos colegas na Assembleia Legislativa e tivemos um convívio marcado pelo respeito e amor a Pernambuco”. Em reconhecimento à sua vida pública dedicada ao estado, o Governo de Pernambuco decretou luto oficial por três dias. “Que Deus console o coração da sua esposa, a ministra Luciana Santos, seus filhos, inúmeros amigos, seu time e todos os pernambucanos que lamentam sua partida”, disse.
Há pessoas que passam pela vida pública ocupando um cargo. Outras ocupam um lugar na memória de quem teve o privilégio de caminhar ao seu lado.
Hoje, me despeço de Waldemar Borges com o coração apertado. Nos corredores da Alepe, entre reuniões, debates e votações, construímos uma convivência pautada pelo respeito, mesmo quando os caminhos da política apontavam para posições diferentes. Era alguém que honrava a palavra, defendia suas ideias com firmeza e compreendia que a democracia se fortalece no diálogo.
A Assembleia ficará um pouco mais silenciosa sem sua presença. Faltarão as conversas, os cumprimentos diários, os encontros que a rotina do Parlamento transforma em amizade e respeito. Ficarão as lembranças, os ensinamentos e a certeza de que sua trajetória ajudou a escrever uma parte importante da história de Pernambuco.
Que Deus o receba em paz.
Luciano Duque – Deputado Estadual
A política perde um dos homens mais hábeis, valentes e íntegros da nossa geração, com mais de quatro décadas de atuação irretocável na vida pública. Amigos desde a juventude, nos aproximamos no movimento estudantil e partidário, época em que Wal, junto com Eduardo Campos, Luciana Santos, Renildo Calheiros, Raul Henry, Sileno Guedes , Aluízio Lessa e tantos outros, liderou o segmento da juventude na luta pela redemocratização! Wal fará muita falta nos dias de hoje para toda a sociedade, em especial para seus familiares e amigos e será sempre lembrado por seu companheirismo e generosidade e eterna disposição para ajudar e lutar pelo próximo.
Marcelo Canuto
Recebi com profunda tristeza a notícia da partida do nosso querido amigo, parceiro, confidente e familiar Waldemar Borges. Mesmo estando em tratamento e me recuperando de uma pneumonia, não poderia deixar de me manifestar neste momento de dor.
Foi Wal quem me deu a minha primeira oportunidade de trabalhar no serviço público, como estagiário na Prefeitura do Recife. Foi ali que nasceu em mim a paixão por servir às pessoas e dedicar minha vida à gestão pública.
Já se passaram 26 anos desde então, trabalhando e servindo com o mesmo propósito. Tive a honra de votar em Waldemar Borges em três eleições para deputado estadual e, ao longo dessa caminhada, também tivemos a oportunidade de trabalhar pelo povo de Afogados da Ingazeira. Muitas das importantes conquistas e ações realizadas em nosso município têm a contribuição desse político ético, correto, humano e comprometido com o bem público. Existem políticos que falam de honestidade e lealdade, Wal não só falava, como exercia no seu dia a dia como propósito de vida.
Neste momento de imensa dor, abraço com todo o meu carinho toda a família e, de forma muito especial, Luciana Santos e seus filhos, Walzinho, Mariana e Luana, aos quais transmito minha solidariedade, meu afeto e minhas orações.
Que Deus conceda força, fé e serenidade para enfrentar essa perda tão difícil. Que as lembranças, os ensinamentos e o legado deixados por Waldemar Borges permaneçam vivos, sendo fonte de conforto, inspiração e esperança para todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo e conviver com ele.
Descanse em paz, Wal. Sua história e seu exemplo jamais serão esquecidos.
A Presidente do PT de Afogados da Ingazeira, Mônica Souto, fez a defesa da prefeita Márcia Conrado ao não aceitar a ambulância UTI tipo D do governo Raquel Lyra. “É uma ambulância para uso exclusivo intermunicipal, de um hospital Municipal para outro hospital Municipal, Serra Talhada não tem hospitais municipal, por isso não pôde receber […]
A Presidente do PT de Afogados da Ingazeira, Mônica Souto, fez a defesa da prefeita Márcia Conrado ao não aceitar a ambulância UTI tipo D do governo Raquel Lyra.
“É uma ambulância para uso exclusivo intermunicipal, de um hospital Municipal para outro hospital Municipal, Serra Talhada não tem hospitais municipal, por isso não pôde receber a ambulância”.
O problema é que a gestão Sandrinho, da qual Mônica faz parte, aceitou a ambulância UTI e a cidade, assim como Serra, não têm hospital municipal. Ou seja, para Mônica, em tradução lógica, receber a ambulância em Afogados foi um erro, uma irresponsabilidade institucional. O blog buscou Mônica e ela manteve a posição de que não há sentido receber a UTI se não há hospital.
Já o Secretário Arthur Amorim disse que Afogados da Ingazeira recebeu a ambulância UTI do Estado e que, ao contrário, ela terá muita utilidade. “São muitas as demandas não apenas do Hospital Regional, mas de pacientes com comodidades que precisam de suporte na condução para centros de referência, como renais crônicos, diabéticos, cardiopatas. No mais, o SUS é universal. Todos temos responsabilidades da atenção básica à média e alta complexidade”. Arthur afirmou que Afogados não têm o direito de recusar o equipamento.
Patriota já adquiriu ambulância UTI com recursos próprios
Foi em outubro de 2020. “Estamos entregando à nossa população esse importante equipamento para ajudar no transporte e transferência de pacientes graves, que requeiram os cuidados de uma UTI,” destacou o Prefeito José Patriota na oportunidade. Arthur diz que isso prova a demanda para esse tipo de equipamento.
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