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Governadores, governadoras e Lula assinam carta em defesa da democracia

Por André Luis

Governadores e governadoras das 27 unidades da federação reuniram-se com o presidente Lula nesta sexta-feira (27), em Brasília

Em reunião realizada hoje, 27 de janeiro de 2023, entre os vinte e sete Governadores e Governadoras dos Estados e do Distrito Federal com o Presidente da República, reafirmamos nosso compromisso com o estado democrático de direito e com a estabilidade institucional e social do país.

A democracia é um valor inegociável. Somente por meio do diálogo que ela favorece poderemos priorizar um crescimento econômico com redução das nossas desigualdades e das mazelas sociais que hoje impõem sofrimento e desesperança para uma parcela significativa da população brasileira.

O encontro de hoje ratificou o desejo de todos para que o pacto federativo funcione em um ambiente cooperativo e eficiente para superarmos os entraves econômicos e para lidarmos com as grandes necessidades do povo brasileiro.

Por meio dos Consórcios Públicos, buscaremos resgatar as ferramentas de políticas públicas que facilitem uma gestão compartilhada dos recursos públicos entre a União, Estados e municípios, e que favoreçam o desenvolvimento regional.

Juntos criaremos um Conselho da Federação. Nele terão assento representantes da União, dos Estados e dos municípios visando definir uma agenda permanente de diálogo e pactuação em torno de temas definidos como prioritários pelos entes federados.

Todos os nossos esforços serão orientados pela agenda do desenvolvimento para superarmos o desemprego, a inflação, a fome e a pobreza em uma agenda integrada e negociada permanentemente.

Brasília, 27 de janeiro de 2023.

Outras Notícias

Defesa de Lula apresenta 1º recurso e pede a Moro esclarecimentos sobre decisão

Do UOL Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentaram, na noite de sexta-feira (14), o primeiro recurso contra a sentença do juiz federal Sérgio Moro. Segundo nota divulgada em um site da defesa de Lula, o recurso dirigido a Moro foi protocolado com objetivo de “esclarecer omissões e contradições presentes na […]

Do UOL

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentaram, na noite de sexta-feira (14), o primeiro recurso contra a sentença do juiz federal Sérgio Moro. Segundo nota divulgada em um site da defesa de Lula, o recurso dirigido a Moro foi protocolado com objetivo de “esclarecer omissões e contradições presentes na sentença”.

Os chamados embargos de declaração são um instrumento jurídico usado para pedir esclarecimentos sobre uma decisão. Esse tipo de recurso é “algo costumeiro”, mas pode alongar um pouco mais a decisão do caso em segunda instância, afirmou ao UOL o advogado Tony Chalita, especialista em Direito Constitucional e Eleitoral e sócio do Braga Nascimento e Zilio Advogados.

Na terça-feira, Lula foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, na ação que tramitava na JFPR (Justiça Federal do Paraná) em que era acusado de ter recebido R$ 3,7 milhões em propina por conta de três contratos entre a OAS e a Petrobras.

‘Ausência de imparcialidade’

No documento, a defesa do ex-presidente fala em “contradições, omissões e obscuridades” presentes na sentença, afirma que Lula “não reconhece a competência da 13ª Vara Federal de Curitiba” para condução do caso e questiona a imparcialidade da decisão.

Segundo o documento, “a ausência de imparcialidade (…) ficou ainda mais evidente pelo teor da sentença proferida no dia 12.07.2017 — com as indevidas considerações feitas em relação ao ex-presidente Lula e à sua defesa”.

Prefeito de Salgueiro comete crime eleitoral

 Mais um áudio gravado durante uma reunião do prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro (MDB), com correligionários, é exposto e prejudica a imagem do gestor. No áudio, Clebel cometeu crime eleitoral ao prometer usar a máquina pública para tentar eleger seus candidatos nas eleições de 2018. Em outro trecho, Clebel ameaça demitir quem vazar informações […]

Mais um áudio gravado durante uma reunião do prefeito de Salgueiro, Clebel Cordeiro (MDB), com correligionários, é exposto e prejudica a imagem do gestor. No áudio, Clebel cometeu crime eleitoral ao prometer usar a máquina pública para tentar eleger seus candidatos nas eleições de 2018.

Em outro trecho, Clebel ameaça demitir quem vazar informações e pede fidelidade ao grupo: “Se vazarem a informação e eu descobrir, vão para rua! Eu quero fidelidade nesse grupo!”. Esse é o segundo áudio de uma reunião do prefeito que vem a público. No primeiro, o prefeito afirma que quem faz eleição é dinheiro e não gestão. A informação é do Blog do Magno.

Miguel Coelho e Luska Portela serão diplomados nesta sexta

A cerimônia de diplomação do prefeito Miguel Coelho, a vice-prefeita, Luska Portela, e os vereadores eleitos em Petrolina ocorre nesta sexta-feira (16). O evento reunirá diversas autoridades da cidade e o novo secretariado da Prefeitura. A diplomação ocorre a partir das 19h, na sede do Senac de Petrolina. Diplomação de Miguel, Luska e vereadores Local: […]

miguel-luskaA cerimônia de diplomação do prefeito Miguel Coelho, a vice-prefeita, Luska Portela, e os vereadores eleitos em Petrolina ocorre nesta sexta-feira (16). O evento reunirá diversas autoridades da cidade e o novo secretariado da Prefeitura. A diplomação ocorre a partir das 19h, na sede do Senac de Petrolina.

Diplomação de Miguel, Luska e vereadores

Local: Senac de Petrolina

Endereço: Rua Projetada, 650 – bairro Maria Auxiliadora

Dia e horário: Sexta-feira (16), às 19h

João Campos e Raquel Lyra se encontram amanhã no Congresso da UVP em Triunfo

Do Blog Júnior Campos O cenário político de Pernambuco deve ganhar um novo capítulo nesta sexta-feira (29), durante o congresso da União dos Vereadores de Pernambuco, realizado em Triunfo – PE. O Portal Júnior Campos apurou que a governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito do Recife e presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro, João […]

Do Blog Júnior Campos

O cenário político de Pernambuco deve ganhar um novo capítulo nesta sexta-feira (29), durante o congresso da União dos Vereadores de Pernambuco, realizado em Triunfo – PE. O Portal Júnior Campos apurou que a governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito do Recife e presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro, João Campos, devem se cruzar no evento em meio ao aquecimento da disputa política de 2026.

Segundo informações obtidas pela reportagem, João Campos desembarca ainda nesta quinta-feira (28) em Triunfo, onde deve permanecer hospedado para cumprir agenda no congresso da UVP. Já Raquel Lyra chega ao município amanhã, sexta (29) – para participar da programação oficial.

Os dois estarão em painéis distintos durante o encontro. João Campos participará da palestra com o tema “Gestão conectada em benefício do cidadão”, enquanto Raquel Lyra apresentará ações do programa “Caminhos de Pernambuco”, uma das principais vitrines da atual gestão estadual.

O encontro entre as duas principais lideranças políticas do Estado acontece justamente após ser divulgada uma nova pesquisa eleitoral do instituto Datafolha sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco. O levantamento, segundo informações de bastidores, será divulgado no início da tarde de hoje pelo Grupo João Santos, através da TV Tribuna.

A expectativa em torno da pesquisa aumentou a movimentação política nos bastidores do congresso da UVP, considerado um dos eventos mais prestigiados do meio político municipalista pernambucano.

Sessão da CPI é suspensa após silêncio de diretora da Precisa

Protegida por um habeas corpus que lhe deu o direito de ficar calada, a diretora técnica da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades, compareceu à CPI da Pandemia nesta terça-feira (13) e se recusou a responder perguntas feitas pelos senadores. Ela abriu mão até dos minutos iniciais que são concedidos pela comissão para que os convidados e convocados […]

Protegida por um habeas corpus que lhe deu o direito de ficar calada, a diretora técnica da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades, compareceu à CPI da Pandemia nesta terça-feira (13) e se recusou a responder perguntas feitas pelos senadores. Ela abriu mão até dos minutos iniciais que são concedidos pela comissão para que os convidados e convocados se apresentem.

O comportamento da diretora irritou parlamentares oposicionistas, pois, segundo eles, o habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) dava a ela o direito de silenciar-se somente sobre informações que pudessem incriminá-la e não sobre outros assuntos, sob pena de crime de desobediência. Diante da situação, o presidente Omar Aziz (MDB-AM) decidiu suspender a reunião e apresentar um embargo de declaração para que o STF defina os limites do direito ao silêncio da depoente.

O senador chegou a desconfiar do fato de Emanuela ter prestado depoimento à Polícia Federal um dia antes de falar à CPI, o que a tirou da condição de testemunha para investigada. Situação semelhante havia ocorrido com o empresário Francisco Maximiano, sócio da Precisa.

— Inexplicavelmente, o senhor Maximiano se torna investigado um dia antes de vir depor. E, inexplicavelmente, a nossa depoente de hoje também é ouvida um dia antes. Longe de mim falar isso da Polícia Federal, mas é estranho, e como jabuti não sobe em árvore, não podemos entender como são feitas essas coisas — afirmou.

Reclamações
A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) foi a primeira a reclamar da postura da diretora da Precisa.

— Ela não pode ao longo da reunião ficar totalmente em silêncio. O Carlos Wizard sequer respondeu qual era a religião dele. É bom que fique claro isso. A decisão fala claramente em exclusividade em casos que a incriminem. O abuso do direito de ficar em silêncio não pode ser algo permanente nesta CPI, pois não podemos também abrir mão de nossa prerrogativa de investigação — reclamou Eliziane.

Eduardo Braga (MDB-AM) sugeriu que o comando da CPI e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), reúnam-se com o presidente do Supremo, Luiz Fux, a fim de que “estabeleçam equilíbrio e paradigmas para que o colegiado não tenha mais decisões suspensas, bloqueadas ou reduzidas”.

— Que o presidente do STF interprete as necessidades dessa comissão para que fatos como o de hoje não se repitam. Emanuela não investigada; mas uma testemunha que teve participação técnica na negociação de compra de vacinas — expôs.

Para o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a responsabilidade sobre o contrato era do Francisco Maximiano e não da Emanuela, por isso o foco da investigação dos parlamentares é o sócio da Precisa, a quem cabe firmar compromissos relativos à empresa.

— Emanuela é diretora técnica, que não está habilitada. Suas atribuições envolvem aspectos técnicos e científicos. Em aspecto nenhum, a ideia de inquirição é colocá-la na condição de investigada.  Ela atuou nos limites do contrato. Se a Polícia Federal a considerou investigada, foi um procedimento inadequado — argumentou.

O governista Marcos Rogério (DEM-RO), por sua vez, disse que se Emanuela não é suspeita e não tem atribuições negociais, a CPI cometeu ato abusivo e constrangimento ilegal ao quebrar os sigilos dela.

— Não se engane, a senhora é investigada sim. Seu papel é importante para CPI, para o governo e para o país, pois teve acesso aos servidores do Ministério da Saúde e fez tratativas para os ajustes formais dos documentos e invoices [faturas]. Mas não se pode driblar a verdade, a não ser que alguém me prove que ato de quebra de sigilo não é ato investigativo — disse.

Suspeitas
A convocação de Emanuela Medrades foi requerida pelos senadores Otto Alencar (PSD-BA) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e aprovada pela CPI em 30 de junho, quando também foi deferida a transferência de sigilo telefônico e telemático da convocada. Os advogados da diretora alegaram que ela já está sendo investigada e, inclusive, prestou depoimento na segunda-feira à Polícia Federal.

A CPI aprovou nesta terça-feira (13) requerimento para que a PF compartilhe o depoimento com os senadores.

A Precisa entrou no radar da CPI por ter intermediado a negociação de doses da vacina indiana Covaxin entre o Ministério da Saúde e a farmacêutica Bharat Biotech. O contrato, de R$ 1,6 bilhão, para compra de 20 milhões de doses está sob investigação da Polícia Federal. Duas testemunhas do Ministério da Saúde ouvidas pela CPI relataram que Emanuela esteve diretamente envolvida nas negociações e relataram troca de e-mails para tratar de detalhes do contrato.

Fonte: Agência Senado