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Gleisi pede para Janaína ficar calada; advogada rebate: “não me calo”

Por Nill Júnior

gUol

Após interromper a fala de uma testemunha de defesa da presidente afastada, Dilma Rousseff, durante sessão da comissão do impeachment no Senado, a advogada de acusação, Janaína Paschoal, se tornou pivô de intensas discussões, que chegaram a suspender por nove minutos os trabalhos no início da tarde desta quarta-feira (29).

Primeiro depoente do dia, o diretor do Departamento de Financiamento e Proteção da Produção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, João Luiz Guadagnin, respondia a questionamento do advogado de Dilma, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, quando pediu para fazer uma correção a uma fala anterior de Janaína, que é uma das denunciantes do processo.

“Primeiro, só uma rápida correção, que a advogada doutora Janaína falou. As portarias de equalização têm praticamente a mesma redação há 20 anos. Pelo direito comparado, se vocês verificarem…”, disse Guadagnin, sendo interrompido pela advogada, que falou fora do microfone: “se o senhor está falando de mim, eu vou poder responder também”.

Em seguida, ela foi repreendida pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), integrante da tropa de choque da presidente afastada no colegiado. “Ela não tem artigo 14 [que garante direito de resposta a parlamentares citados] e a testemunha apenas citou o nome dela. A advogada não é senadora, é importante deixar claro aqui. Repetidamente ela tem se comportado como se fosse. Então, por favor, advogada, se mantenha calada para que a testemunha possa falar”, declarou a petista.

A intervenção de Gleisi provocou protestos dos senadores pró-impeachment Waldemir Moka (PMDB-MS), Ataídes Oliveira (PSDB-TO) e Ana Amélia (PP-RS). O peemedebista disse que Gleisi não poderia tratar Janaína daquela forma por “uma questão de educação”. Em seguida, Moka se referiu à denunciante como “nossa advogada”.

Quando retomou sua fala, a testemunha pediu desculpas à advogada pela citação. O presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), deu a palavra a Janaína, que afirmou ter sofrido uma sequência de constrangimentos dos senadores favoráveis a Dilma e de Cardozo.

“É por força desse comportamento reiterado das nossas autoridades, no sentido de dizer ‘eu sou autoridade, você não é ninguém, portanto, cale-se’, é que o país está desse jeito. Quando eu tinha dez anos de idade eu escrevi uma poesia e disse ‘não me calo’. Não é nem por eu ser advogada, apesar de eu ter esse dever de ofício, mas eu não me calo como ser humano diante da injustiça, diante do autoritarismo, diante dos comportamentos ditatoriais que nós temos verificado nesse país”, declarou Janaína.

Outras Notícias

Itapetim: empresário comenta episódio com seguranças de Aviões em

Caros amigos, Como é de notória circulação nas redes sociais, no dia 10 de Outubro, durante a festa da Banda Aviões do Forró na cidade de Itapetim-PE fui envolvido em um fatídico episódio, que foge plenamente da retidão da minha conduta e que está sendo amplamente divulgado sem a menor responsabilidade com a verdade dos […]

imagesCaros amigos,

Como é de notória circulação nas redes sociais, no dia 10 de Outubro, durante a festa da Banda Aviões do Forró na cidade de Itapetim-PE fui envolvido em um fatídico episódio, que foge plenamente da retidão da minha conduta e que está sendo amplamente divulgado sem a menor responsabilidade com a verdade dos fatos. Assim sendo, por respeito a população, aos amigos e familiares, bem como venho a público esclarecer o episódio.

1. Infelizmente, a euforia da bebida que tomou conta da festa gerou um ambiente insustentável para quem estava com o único intuito de lazer. Pessoas alcolizadas jogando pedras de gelo, bebidas e garrafas para cima, comprometendo o entretenimento de quem estava em paz tornaram o que deveria ser um ambiente festivo, uma situação desagradável.

Meu intuito, no momento em que tentei sinalizar para o palco com a bebida foi para mostrar aos vocalistas o que estava acontecendo e que qualquer um deles fizesem o apelo no microfone para que parassem com aquele tipo de conduta e seguissem a festa dentro da normalidade.

Infelizmente, pela quantidade de gente e excessos reconhecidos de minha parte.

Já ao fim da festa, me dirigia para a rua que estacionei o carro, para retornar, passava perto do ônibus da banda, antes que pudesse falar qualquer coisa ou até mesmo me apresentar, um dos seguranças, me atingiu brutalmente, num ato de violência desumana e sem nenhuma oportunidade de diálogo.

Os amigos que presenciaram a agressão, justamente por não entenderem as motivações da agressão, como qualquer outra pessoa que conhecesse faria, questionaram sobre o ocorrido aos responsáveis  pela banda.

O segurança em nenhum momento teve postura racional nem procurou dialogar. A única conversa possível foi a agressão. Fui agredido sem ao menos entender a motivação daquele gesto violento, irracional e desproporcional. Lesando meu corpo e atingindo a minha moral.

Agradeço aos gestos de solidariedade recebidos durante o dia de hoje, por quem realmente conhece a minha conduta e sabe da impossibilidade de qualquer ato de vandalismo.

Apenas gostaria de expor com compromisso pela verdade o que realmente ocorreu.

Gustavo Galvão

“Entre ruas” leva o frevo para as vias do Recife

Estreia da circulação de Entre Ruas prevê apresentações e oficinas em vários locais do Recife Com estreia marcada para a primeira sexta-feira de outubro (5), a temporada do espetáculo “Entre Ruas”, do Studio Viegas de Dança, vai levar o passo, a história e a trajetória do frevo às praças e ruas que fazem parte da […]

Estreia da circulação de Entre Ruas prevê apresentações e oficinas em vários locais do Recife

Com estreia marcada para a primeira sexta-feira de outubro (5), a temporada do espetáculo “Entre Ruas”, do Studio Viegas de Dança, vai levar o passo, a história e a trajetória do frevo às praças e ruas que fazem parte da memória da dança centenária na cidade do Recife durante os finais de semanas de outubro e novembro.

As ruas Velha, da Imperatriz, do Bom Jesus e do Apolo serão palco para o espetáculo, que também passará pelo Pátio do Terço, Largo de Santa Cruz e pelas praças do Diário e Maciel Pinheiro, onde aconteciam os concursos de passistas que revelaram mestres da dança do frevo como:  Nascimento do Passo, Sete Molas, Egídio Bezerra e Coruja, referências para vários passistas da atualidade. “Entre Ruas, é o frevo de ontem e de hoje. É nossa história cada vez mais viva e vivida pela cidade”, conta o diretor da peça Junior Viégas. Todas as apresentações serão gratuitas.

O espetáculo, que tem incentivo do Funcultura, foi criado a partir de uma pesquisa com base no filme “Olha o Frevo”, de Rucker Vieira, e em fotografias dos acervos da Fundação Joaquim Nabuco, Casa do Carnaval, Museu da Cidade do Recife e Paço do Frevo. A obra vai preencher os espaços públicos do Recife com muita dança e dará um mergulho no passado, no qual o frevo teve suas primeiras aparições e resistência, enfatizando as décadas de 40, 50 e 60.

Ao todo, serão oito apresentações encenadas pelos bailarinos Arylson Matheus, Bhrunno Henryque, Fiia Cachinhos, Gabriela Carvalho, Jonathan Carneiro, Júnior Souza, Júnior Viégas e Stephany Santiago, que vestem figurino criado por Djalma Rabelo.

“A trilha sonora passeia pela musicalidade que deu origem ao frevo e acompanha a evolução do ritmo, no que se refere à criação dos estilos do frevo”, pontua Alexandre Macedo, que assina a trilha e a coreografia do espetáculo. Assim, as músicas vão do maxixe ao dobrado marcial, passando pela marchinha, frevo de rua, frevo de bloco e frevo canção. Antes do espetáculo, serão oferecidas oficinas de frevo com conteúdo teórico-prático para o público infantil e juvenil, ministradas por Júnior Viégas nos locais das apresentações.

SERVIÇO:

Espetáculo “Entre Ruas”

Outubro

Praça Maciel Pinheiro

5 de outubro, às 17h.

Rua da Imperatriz

6 de outubro, às 10h.

Rua Velha

13 de outubro, às 10h

Praça do Diário

13 de outubro, às 16h

Largo de Santa Cruz

27 de outubro, às 10h

Novembro

Pátio do Terço

10 de novembro, às 10h

Rua do Apolo

10 de novembro, às 16h

Rua do Bom Jesus

18 de novembro, às 16h

Programação Gratuita

Capa da revista Economist tem Cristo Redentor pedindo socorro

Estadão Conteúdo Após a mais famosa estátua do Rio de Janeiro simbolizar a decolagem e depois a derrocada do Brasil, agora é a vez de o Cristo Redentor pedir socorro na capa da nova edição da revista The Economist. A publicação britânica traz a imagem do Cristo segurando um cartaz com a inscrição “SOS”. Em […]

76e088ef63148ca22997f1335e6d303cEstadão Conteúdo

Após a mais famosa estátua do Rio de Janeiro simbolizar a decolagem e depois a derrocada do Brasil, agora é a vez de o Cristo Redentor pedir socorro na capa da nova edição da revista The Economist. A publicação britânica traz a imagem do Cristo segurando um cartaz com a inscrição “SOS”. Em editorial, a revista diz que a presidente Dilma Rousseff tem responsabilidade sobre o fracasso econômico, mas que os que trabalham para tirá-la do cargo “são, em muitos aspectos, piores” e cita Eduardo Cunha como exemplo. “No curto prazo, o impeachment não vai resolver isso”. Por isso, a revista defende novas eleições gerais.

O editorial diz que “Dilma Rousseff levou o País para baixo, mas toda a classe política também”. “O fracasso não foi feito apenas pela senhora Rousseff. Toda a classe política tem levado o País para baixo através de uma combinação de negligência e corrupção. Os líderes do Brasil não ganharão o respeito de volta de seus cidadãos ou superarão os problemas econômicos a não ser que haja uma limpeza completa”.

A revista diz que Dilma tem responsabilidade sobre a situação porque houve incompetência do atual governo na condução da economia, o Partido dos Trabalhadores se envolveu no esquema de corrupção da Petrobras e a presidente tentou proteger p ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva das investigações. As acusações contra a presidente, porém, são relativizadas quando comparadas com as existentes contra os nomes que lideram o processo de impeachment.

“O que é alarmante é que aqueles que estão trabalhando para o seu afastamento são, em muitos aspectos, piores”, cita o editorial que lembra que o vice-presidente Michel Temer é filiado ao PMDB. “O PMDB também está perdidamente comprometido. Um dos seus líderes é o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que presidiu o espetáculo do impeachment de seis horas no domingo. Ele é acusado pelo Tribunal Superior Federal de aceitar suborno da Petrobras”, diz a revista.

Para a Economist, “não há maneiras rápidas” de resolver a situação. As raízes dos problemas políticos viriam, segundo a revista, da economia baseada no trabalho escravo do século XIX, a ditadura do século XX e o sistema eleitoral em vigor. “No curto prazo, impeachment não vai consertar isso”, diz a revista.

O editorial diz que a acusação da manipulação contábil de Dilma parece “tão pequena que apenas um punhado de deputados se preocupou em mencionar isso em seus dez segundos” na votação. A revista avalia que, se Dilma for deposta por uma razão técnica, “o senhor Temer vai lutar para ser visto como um presidente legítimo pela grande maioria dos brasileiros que ainda apoiam a senhora Rousseff”.

Por isso, a revista defende que uma maneira de contornar a situação seria a realização de novas eleições que elegeriam um presidente com apoio popular para executar reformas. “Os eleitores também merecem uma chance de se livrar de todo o Congresso infestado de corrupção. Apenas novos líderes e novos legisladores podem realizar as reformas fundamentais que o Brasil necessita”, diz a revista.

A revista reconhece, porém, que o caminho para novas eleições não é fácil no Congresso. “Assim, há uma boa chance de que o Brasil ser condenado à confusão sob a atual geração de políticos desacreditados. Os eleitores não devem se esquecer deste momento Porque, no fim, eles terão a chance de ir às urnas – e devem usá-la para votar em algo melhor”.

Assisão se junta a Os Cabras de Lampião em disco sobre xaxado e cangaço

Por Marina Simões – Diário de Pernambuco A vida de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, e a relação do bando do cangaceiro com o sertão pernambucano e o xaxado são retratados em forma de poesia e música no disco Os dois doidos de pedra, do cantor e compositor serra-talhadense Assisão, em parceria com o […]

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Por Marina Simões – Diário de Pernambuco

A vida de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, e a relação do bando do cangaceiro com o sertão pernambucano e o xaxado são retratados em forma de poesia e música no disco Os dois doidos de pedra, do cantor e compositor serra-talhadense Assisão, em parceria com o grupo Os Cabras de Lampião.

O forrozeiro de 74 anos mergulha na temática e resgata canções da própria obra que falam do cangaço e de histórias conhecidas da região. O álbum é composto por 12 faixas, incluindo inéditas e regravações. “O xaxado é um ritmo que nunca mais ninguém gravou. Parece que as pessoas estavam com saudade. O disco vem recheado da cultura e da história de Lampião e de Serra Talhada”, explica o compositor.

O projeto que busca a valorização do xaxado e da história de Serra Talhada, um dos municípios na trajetória do bando do Rei do Cangaço, estreia turnê pelo Nordeste em maio. “Neste disco, deixamos a zabumba bem marcada, pois é a pancada dela que acompanha o movimento dos pés na dança e a diferencia do forró e do baião”, explica um dos idealizadores, o ator e dançarino Karl Marx, de 26 anos, líder do grupo Os Cabras de Lampião.

A canção inédita que dá título ao disco é uma homenagem a Lampião, morador do Sítio Passagem das Pedras, e o rival, Zé Saturnino, que morava na Fazenda Pedreira. “A música fala da convivência entre eles, que, apesar de inimigos, tinham ligações familiares. A mão de Lampião era madrinha de Zé”, explica Assisão. Estão listadas no disco as faixas Forró no Sertão, Xaxado em São Francisco, Polka das areias – apontada por Assisão como a preferida de Lampião e seu bando –  e um pout-pourri com as canções Pra que fogueira, Saudade da Maria e Fogueirinha.

O videoclipe da primeira faixa de trabalho foi lançado no YouTube para atrair o público jovem. “Vimos a necessidade de desenvolver esse trabalho voltado para o xaxado, e o pessoal nas redes sociais está aceitando bem, só vejo elogios”, comenta Assisão. A partir deste mês, o CD estará à venda pela internet. “A maioria dos artistas da geração dele vive apegado aos grandes sucessos e não produz coisas novas. Mas ele se propôs a fazer um disco totalmente diferente da sua discografia”, comenta o produtor.

O show de estreia da turnê de Assisão e Os Cabras de Lampião será na primeira semana de maio, em Serra Talhada. Depois disso, o espetáculo circula na programação do ciclo junino com apresentações no Recife, em Caruaru, Campina Grande e outras cidades do Nordeste. A direção artística será da coreógrafa Cleonice Maria e pode virar um DVD.

Com mais de 50 anos de carreira, Assisão ficou conhecido por sucessos nas vozes de Elba Ramalho e Trio Nordestino. Ele já lançou 46 discos e é autor de mais de 700 composições, entre elas, Pau nas coisas, Só pequenininha, Fogueirinha, Eu quero meu amor, Forró pesado e Esquenta moreninha.

Paulo alerta presidente Temer para a falta de recursos federais na Adutora do Agreste

O governador Paulo Câmara enviou ofício hoje (10/08) ao presidente da República, Michel Temer, alertando para a falta, neste ano, de repasse de recursos pelo Governo Federal para as obras da Adutora do Agreste. “Somente no ano de 2017, o Estado de Pernambuco investiu mais de R$ 592 milhões, com vistas a melhorar as condições […]

O governador Paulo Câmara enviou ofício hoje (10/08) ao presidente da República, Michel Temer, alertando para a falta, neste ano, de repasse de recursos pelo Governo Federal para as obras da Adutora do Agreste. “Somente no ano de 2017, o Estado de Pernambuco investiu mais de R$ 592 milhões, com vistas a melhorar as condições hídricas, em todos os sentidos. Foram construídas barragens e sistemas adutores que hoje permitem transpor, de forma satisfatória e segura, água para algumas das localidades mais atingidas pela estiagem, pondo fim à indesejada indústria dos caminhões-pipa”, afirmou.

Paulo Câmara apontou que o Estado de Pernambuco está sendo injustiçado. “Nesse sentido, é possível afirmar que nos encontramos numa situação de extrema injustiça, visto que as águas da transposição atravessam o nosso território, mas não trazem qualquer benefício à população pernambucana, porque não chegam às torneiras de seus principais destinatários”.

De acordo com o governador, “apesar de todos os esforços locais, a conclusão da Adutora do Agreste, que depende em grande medida do Governo Federal, é imprescindível para solucionarmos tão delicada questão, definitivamente”. No documento enviado ao Palácio do Planalto (anexo), Paulo Câmara informa que, em 2016, a União repassou R$ 136 milhões para a Compesa, responsável pelas obras. Já em 2017, o repasse caiu para a metade: apenas R$ 68 milhões.

A situação só não foi pior porque o governador Paulo Câmara articulou com a bancada federal no Congresso Nacional a garantia de mais R$ 126 milhões da emenda de bancada ao Orçamento Geral da União. Em 2018, em que pese as promessas feitas pelo Ministério da Integração Nacional, nenhum recurso foi repassado a Pernambuco. “O Estado de Pernambuco tem sido permanentemente afetado pelo fenômeno cruel da seca, que agrava significativamente a já difícil situação da população pobre que vive no Agreste”.

Paulo Câmara informou que se encontra na fase de testes a Adutora do Moxotó, “obra importantíssima que fará a conexão do Eixo Leste da Transposição com a Adutora do Agreste, beneficiando inicialmente 10 municípios e uma população superior a 400 mil habitantes. “Cumpre enfatizar que, embora tenham ocorrido chuvas na região do Agreste em 2018, o volume de precipitações não foi grande o suficiente para equalizar a oferta de água em vários Municípios que precisam ser atendidos pelas almejadas Adutoras do Moxotó e do Agreste”, alertou.

O governador de Pernambuco lembrou que cidades importantes como Arcoverde, Pesqueira, Sanharó, Belo Jardim, Tacaimbó e São Bento do Una se encontram em situação de pré-colapso. Já os municípios de Poção e de Taquaritinga estão colapsados e simulações hidráulicas apontam que, em 60 dias, vários outros municípios do Estado entrarão em colapso total.

Paulo Câmara pediu que o presidente Temer “se digne determinar o repasse imediato dos recursos financeiros ora pleiteados, como única medida capaz de evitar uma nova paralisação dessa obra tão essencial que, caso retroceda, representará um dano irreparável, levando-se em conta todo o trabalho que já foi feito e toda a história de sofrimento do povo nordestino”.

Clique aqui e leia a íntegra do ofício.