Ginásio de Esportes em Bom Nome foi inaugurado pela Prefeitura de Belmonte
Por André Luis
Foto: Blog do Silva Lima
Foto: Blog do Silva Lima
Por Anchieta Santos
Com shows dos cantores Adriano Reis e Harry Estigado, o Prefeito de São José do Belmonte Marcelo Pereira (PR), inaugurou na noite do último sábado o Ginásio Poliesportivo do Distrito do Bom Nome.
Da antiga quadra de esportes apenas as arquibancadas foram aproveitadas. O Ginásio inclusive ganhou cobertura. Ao lado do prefeito, estiveram na solenidade o vice-prefeito Adé Feitosa, o médico Vital Sobreira e vereadores.
Repercute em São José do Egito a fala de Aldo da Clipsi (PP) dizendo “dar graças a Deus” por Paulo Jucá não ter sido eleito Deputado Estadual. Aldo disse em sua fala de o grupo de Evandro sofreu uma grande derrota política. “Vir falar aqui que Paulo Jucá foi majoritário em São José do Egito? […]
Repercute em São José do Egito a fala de Aldo da Clipsi (PP) dizendo “dar graças a Deus” por Paulo Jucá não ter sido eleito Deputado Estadual.
Aldo disse em sua fala de o grupo de Evandro sofreu uma grande derrota política. “Vir falar aqui que Paulo Jucá foi majoritário em São José do Egito? Foi votado como candidato da terra por parte da oposição. Foi uma grande derrota. Só repetiu o que o prefeito Evandro teve”.
E segue: “E graças a Deus que não ganhou! Queria dizer que seu projeto era interiorizar a saúde, como se fosse governador. Que era pra saúde de Pernambuco ser igual à saúde de São José do Egito? Deus me livre e graças a Deus não aconteceu”, disse, criticando a saúde na cidade.
A fala gerou reações de governistas que mostraram surpresa. Alegam que, ao contrário, o grupo saiu majoritário na região. Foram mais votados Danilo Cabral (5.574 votos), Teresa Leitão (8.559 votos), Tadeu Alencar (4.570 votos) e Paulo Jucá, com 9.914 votos. E também defendem que a Saúde em São José foi a área com melhor avaliação da população.
A construção da sede definitiva da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Salgueiro, está sendo pauta de uma grande polêmica em todo o Sertão Central. O prefeito de Salgueiro, Marcones Libório, no exercício do terceiro mandato, bateu o pé e não permite a execução do projeto físico (definitivo) do Campus da Univasf […]
A construção da sede definitiva da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Salgueiro, está sendo pauta de uma grande polêmica em todo o Sertão Central. O prefeito de Salgueiro, Marcones Libório, no exercício do terceiro mandato, bateu o pé e não permite a execução do projeto físico (definitivo) do Campus da Univasf no município, numa pendenga desgastante que prejudica a população local e dos municípios vizinhos que integram o Sertão Central.
O projeto de implantação do Campus Salgueiro vem de 2017, na gestão do então ministro da Educação, Mendonça Filho. A Universidade, visando a construção do campus que atenderá todo Sertão Central, visitou 5 terrenos, inclusive em localidades pertencentes a municípios circunvizinhos. Após diversas análises e estudos, os técnicos da Universidade decidiram que o terreno da estação ferroviária era o mais adequado e solicitaram a doação da área ao ex-gestor, Clebel Cordeiro.
A doação foi oficializada em dezembro de 2018. No termo de doação, uma cláusula obrigava a Univasf a construir dentro de dois anos. A Universidade, apesar de estar trabalhando em todo o projeto e de já ter realizado licitação para construção, não conseguiu iniciar no prazo estabelecido por conta da pandemia e, por isso, em dezembro de 2020, pediu a renovação por mais dois anos ao atual prefeito, Marcones Sá.
O prefeito não renovou a doação justificando que só a faria se houvesse dinheiro em conta para iniciar as obras. Em 2022, o montante chegou, quando a Univasf recebeu R$ 6,5 milhões do Governo Federal. Foi quando o próprio Marcones enviou à Câmara um projeto que pedia autorização aos vereadores para realizar a renovação da doação do terreno da antiga estação ferroviária.
Com o dinheiro em conta, o reitor da Universidade à época, professor Julianeli Tolentino, emitiu, em março deste ano, uma Ordem de Serviço autorizando a empresa a iniciar as obras. A empreiteira responsável chegou a Salgueiro ainda em março, com toda mão de obra, materiais e equipamentos necessários para iniciar a primeira etapa de cercamento.
Mas o prefeito, numa inusitada e injustificável iniciativa, enviou dois secretários municipais para ameaçar os funcionários responsáveis pela obra. Segundo os funcionários, a ordem era parar a obra, caso contrário, as máquinas da prefeitura passariam por cima de tudo que estivesse ali.
Segundo o gestor, o terreno era da prefeitura e a Universidade não tinha direito de cercar ou construir no local. Posteriormente, durante uma entrevista à rádio Asa Branca FM, quando perguntando sobre a ameaça de atropelar com trator os trabalhadores da empresa responsável pelo cercamento, o prefeito desconversou e alegou que o serviço ia cercear o direito de ir e vir dos salgueirenses.
Com um orçamento de R$ 30 milhões, a construção do Campus Salgueiro da Univasf vai movimentar a economia do município e região, gerando emprego e renda. Somente no início da obra, paralisada pelo prefeito, serão investidos quase R$ 4,6 milhões. As demais etapas vão injetar mais R$ 25 milhões no município.
Quando a obra for inaugurada, Salgueiro terá um monumental campus, cujo projeto arquitetônico ficou em 1° lugar na edição 2022 do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco (CAU/PE).
Informações de bastidores dão conta que a senadora Teresa Leitão (PT) e o deputado Federal Pedro Campos (PSB) já receberam a atribuição de convencer o novo reitor, Télio Nobre, que tomou posse em abril, a não construir o campus no terreno da antiga estação ferroviária.
Dizem também que o senador Humberto Costa (PT) aconselhou a senadora a não se envolver na disputa, porém, Teresa defende o apoio à luta dos aliados políticos e que o seu aliado, Marcones Libório (PSB), precisa que a Univasf não seja construída nesse local, já que o terreno havia sido doado pelo ex-prefeito Clebel.
Mesmo com a forte investida, o professor afirmou que não fará essa mudança. “Eu tenho responsabilidade com as contas públicas. Como eu vou justificar ao Tribunal de Contas que foram gastos mais de R$ 300 mil em projetos e licitações e agora, sem nenhuma justificativa, eu vou mudar o local? Quem vai arcar com esse custo? Eu tenho responsabilidade”, teria questionado o novo reitor.
Na última quarta-feira (30), estudantes participaram de um protesto contra a decisão do prefeito. Os manifestantes mostraram vários cartazes cobrando um posicionamento da reitoria da Univasf. O protesto terminou em frente à sede da prefeitura, com professores reivindicando o reajuste de 14,95% do piso do magistério.
Um dos principais articuladores do protesto, Alysson Monteiro (da União dos Estudantes de Pernambuco) lamentou o posicionamento do chefe do Executivo, uma vez que toda a sociedade salgueirense está favorável à construção do campus na área cedida pela prefeitura.
Segundo ele, “é uma briga de vaidades”, criticou. Alysson informou que a ideia de Marcones é tirar o campus de uma área bem localizada no Centro da cidade para outra, pertencente ao DNIT, bem mais distante. “Isso iria dificultar a logística dos estudantes”, argumentou.
A atitude de Marcones é tão absurda que até os apoiadores do prefeito entendem a vontade do gestor como mero capricho, mas não veem outra alternativa, senão defendê-lo, na tentativa de recuperar a já desgastada aprovação de Marcones. A transferência do campus seria uma espécie de vitória para o gestor municipal, visto que nem mesmo os aliados de primeira hora acreditam mais no sucesso da empreitada. As informações são do blog do Magno.
Professores efetivos de Solidão estão comemorando: a prefeitura honrou promessa e pagou os salários de dezembro na última segunda (12), já que o dia 10 foi sábado. A promessa havia sido feita pela própria prefeita Cida Oliveira quando esteve respondendo denúncia de atraso por parte dos professores na Rádio Pajeú. Garantiu um a professora ao […]
Professores efetivos de Solidão estão comemorando: a prefeitura honrou promessa e pagou os salários de dezembro na última segunda (12), já que o dia 10 foi sábado. A promessa havia sido feita pela própria prefeita Cida Oliveira quando esteve respondendo denúncia de atraso por parte dos professores na Rádio Pajeú.
Garantiu um a professora ao blog que pela primeira vez em três anos a prefeitura paga nesta data. “Sempre recebemos depois de 20 de janeiro”, garantiu.
Parece que a conquista dos professores despertou outras categorias. Alguns prestadores de serviços e detentores de contratos reclamam que não tem recebido em dia pagamentos. O mesmo se aplica a alguns fornecedores que procuraram o blog após a repercussão anterior.
Iluminação do Cristo e Três Umbuzeiros: Hoje, ouvintes ligaram à Rádio Pajeú reclamando da falta de iluminação das escadarias do Cristo, ponto turístico da cidade, e da comunidade de Três Umbuzeiros. Com a iluminação pública passando para os municípios, novo problema para a gestora enfrentar.
G1 Com31.010 (55,20%) dos votos válidos, a candidata do PTB, Célia Sales, foi eleita a prefeita de Ipojuca, município da Região Metropolitana do Recife. O segundo lugar ficou com o candidato Carlos Santana (PSDB), com 29.925 votos (42,58%). Olavo Aguiar (PMN) recebeu 1.247 (2,22%) votos e ficou em terceiro lugar. O resultado foi divulgado pelo […]
Célia e o esposo Romero: vitória que representa o mesmo resultado do pleito anulado pelo TSE
G1
Com31.010 (55,20%) dos votos válidos, a candidata do PTB, Célia Sales, foi eleita a prefeita de Ipojuca, município da Região Metropolitana do Recife.
O segundo lugar ficou com o candidato Carlos Santana (PSDB), com 29.925 votos (42,58%). Olavo Aguiar (PMN) recebeu 1.247 (2,22%) votos e ficou em terceiro lugar.
O resultado foi divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) por volta das 19h20.
Célia Sales tem 52 anos e é funcionária pública , ela nunca ocupou um cargo político, mas acompanhou o marido quando ele era vereador e secretário de Educação de Ipojuca. Ela é presidente do PTB mulher do município.
O novo pleito foi realizado porque o candidato mais votado em outubro do ano passado, Romero Sales (PTB), teve o registro indeferido por uma condenação de improbidade administrativa.
O pleito deste domingo teve um total de 58.214 votos apurados. Desses, 56.182 foram validados. Houve ainda 732 votos brancos e 1.300 anulados. Célia Sales tem até o dia 20 de abril para ser diplomada.
Nesta sexta-feira (14), Miguel Duque, que será oficialmente lançado como pré-candidato a prefeito de Serra Talhada pelo grupo de oposição, concedeu uma entrevista à Rádio Vilabela FM, onde destacou a decisão do grupo político liderado por seu pai, o deputado estadual Luciano Duque, e discutiu a importância de sua ligação com esse grupo. “Hoje, incorporando […]
Nesta sexta-feira (14), Miguel Duque, que será oficialmente lançado como pré-candidato a prefeito de Serra Talhada pelo grupo de oposição, concedeu uma entrevista à Rádio Vilabela FM, onde destacou a decisão do grupo político liderado por seu pai, o deputado estadual Luciano Duque, e discutiu a importância de sua ligação com esse grupo.
“Hoje, incorporando o desejo do nosso grupo, entenderam que meu nome efetivamente era o nome mais competitivo dentro do grupo para que conseguisse disputar essa eleição e que discutisse com a população os futuros da nossa terra. A bem na verdade, essa ligação com meu pai me fortalece bastante. Foi uma discussão interna e o grupo decidiu que era o momento de Miguel por essa candidatura na rua,” afirmou Miguel Duque durante a entrevista.
Miguel Duque também criticou o processo que impediu seu pai de se candidatar novamente, classificando-o como antidemocrático.
“Tiraram o direito do meu pai. Foi um processo antidemocrático. As pessoas clamavam por Luciano Duque nas ruas. A partir do momento que sai Luciano do jogo, temos que procurar dentro do grupo um nome que represente a mesma vontade de Luciano, a mesma força. Eles puderam tirar o Luciano Duque do páreo, mas não podem impedir a gente de discutir com o povo,” concluiu Miguel.
Miguel Duque ressaltou que a conexão com seu pai e o legado político de Luciano Duque são fatores que fortalecem sua candidatura, prometendo levar adiante os ideais e a força que o grupo representa. Com uma campanha focada em discutir os futuros de Serra Talhada com a população, Miguel busca consolidar sua posição como o candidato de oposição mais competitivo para as próximas eleições municipais. Com informações do Instagram da Rádio Vilabela.
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