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Gestão Luciano Torres distribui fardamento escolar

Por Nill Júnior

O prefeito Luciano Torres confirmou em nota que o município vai promover a entrega de fardamento para alunos da rede municipal de ensino.

A ação, coordenada pela Secretaria Municipal de Educação e Desportos, acontecerá nos dias 22, 23 e 24 de abril, seguindo cronograma específico de cada unidade escolar.

De acordo com o gestor, a iniciativa garante mais organização, conforto e identidade para os estudantes, além de fortalecer o ambiente educacional.

Luciano Torres também orientou que pais e responsáveis fiquem atentos às datas divulgadas pelas escolas para assegurar o recebimento dos uniformes.

Outras Notícias

Tabira recebe o Cine Sesi Cultural

Por Anchieta Santos Final de semana de arte e lazer na tela grande do Cinema em Tabira. Pela primeira vez a Cidade das Tradições está recebendo o Cine Sesi Cultural. Com a super tela armada ao lado da Igreja Matriz e com cadeiras para 520 pessoas o espetáculo foi iniciado ontem com ás 18h30 com […]

CINE-SESI

Por Anchieta Santos

Final de semana de arte e lazer na tela grande do Cinema em Tabira. Pela primeira vez a Cidade das Tradições está recebendo o Cine Sesi Cultural.

Com a super tela armada ao lado da Igreja Matriz e com cadeiras para 520 pessoas o espetáculo foi iniciado ontem com ás 18h30 com o Curta: Pimenta e o longa Cine Hollywood Cearense. Hoje dia 02 de agosto os filmes serão Menina Espetaculosa (curta) e em seguida a Busca com Wagner Moura.

Neste domingo, na 3ª e ultima noite será apresentado inicialmente o resultado das oficinas, em seguida o curta: “Leonel Pé de Vento e o longa Era do Gelo 4. O Cine Sesi Cultural tem o apoio da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Tabira.

Ingrid Zanella e Michelly Mororó inauguram Sala da Advocacia no Fórum de Araripina

Na tarde da sexta-feira (5), a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE), Ingrid Zanella, e a presidente da OAB Araripina, Michelly Mororó, inauguraram a Sala da Advocacia Sebastião Alves Modesto. Instalado no Fórum Dr. Francisco Muniz Arraes, no centro de Araripina, o novo espaço representa mais uma conquista para a […]

Na tarde da sexta-feira (5), a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE), Ingrid Zanella, e a presidente da OAB Araripina, Michelly Mororó, inauguraram a Sala da Advocacia Sebastião Alves Modesto.

Instalado no Fórum Dr. Francisco Muniz Arraes, no centro de Araripina, o novo espaço representa mais uma conquista para a advocacia sertaneja, garantindo melhores condições de trabalho, comodidade e estrutura para os profissionais que atuam na região.

“A entrega desta sala é um marco importante para a advocacia de Araripina. Ao mesmo tempo em que celebramos essa conquista, parabenizamos a subseção pelos seus 35 anos de história, sempre firme na defesa dos advogados e advogadas e da cidadania em todo o Sertão do Araripe”, asseverou a presidente da OAB-PE, Ingrid Zanella.

“É um momento de celebração. A sala representa valorização, acolhimento e melhores condições para o exercício da nossa profissão”, destacou a presidente da OAB Araripina, Michelly Mororó.

“Primeiro, agradeço por confiarem na ESA, por essa aproximação, que faz com que a gente consiga assistir e qualificar a advocacia da subseção de Araripina. Fico feliz em colaborar com a qualificação jurídica e vamos por mais. Qualificação técnica, advocacia altiva!”, asseverou Carlos Barros.

Presentes, na ocasião, o ex-presidente da Subseção Araripina, Jayr Hilário, o presidente da Subseção Ouricuri, Adérito Aquino e a representante da ESA-PE, Gabriela Reis Feitosa.

Agenda especial – Dentro da programação de aniversário, a subseção promove no sábado (6), às 22h, o III Baile do Rubi. A festa será realizada no Restaurante Mirante da Serra, com apresentação da Orquestra Sonata e homenagem a personalidades importantes na história da OAB Araripina, em alusão aos seus 35 anos de fundação.

Para Anastasia, Dilma cometeu ilegalidade e deve ir a julgamento final

G1 O relator da comissão especial do impeachment, Antonio Anastasia (PSDB-MG), concluiu no seu parecer que a denúncia contra a presidente afastada Dilma Rousseff é procedente e que a petista deve ser levada a julgamento final pelo Senado. O relatório ainda não foi lido no colegiado, mas já foi disponibilizado pela Internet. Para Anastasia, Dilma cometeu um “atentado à […]

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O relator da comissão especial do impeachment, Antonio Anastasia (PSDB-MG), concluiu no seu parecer que a denúncia contra a presidente afastada Dilma Rousseff é procedente e que a petista deve ser levada a julgamento final pelo Senado. O relatório ainda não foi lido no colegiado, mas já foi disponibilizado pela Internet.

Para Anastasia, Dilma cometeu um “atentado à Constituição” ao praticar as chamadas “pedaladas fiscais” (atraso de pagamentos da União a bancos públicos para execução de despesas) e ao editar decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional.

A comissão especial do impeachment abriu no início da tarde desta terça-feira (2) a sessão destinada à leitura do relatório do senador. O documento tem 440 páginas.

Na conclusão do relatório, Anastasia diz que seu voto é “pela procedência da acusação e prosseguimento do processo”. Ele justifica o parecer citando o que entedeu terem sido as irregularidades cometidas pela presidente afastada: a “abertura de créditos suplementares sem autorização do Congresso Nacional” e a “realização de operações de crédito com instituição financeira controlada pela União”.

Chamada de “pronúncia”, a fase atual do processo de afastamento da presidente da República – a etapa intermediária – serviu para os integrantes da comissão especial ouvirem depoimentos de testemunhas, solicitarem documentos para produção de provas, realizarem perícia e acompanharem a leitura da defesa pessoal de Dilma. Nesta fase também foram entregues as alegações finais da acusação e da defesa.

Anastasia terá de ler a íntegra do parecer aos colegas da comissão especial do impeachment. Ao final da leitura do relatório de Anastasia, o presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), concederá vista coletiva (mais tempo para que os integrantes do colegiado analisem o parecer).

Segundo o cronograma do processo de impeachment, os senadores que atuam na comissão especial irão discutir o documento elaborado por Anastasia na quarta-feira (3). Porém, somente no dia seguinte o relatório será votado no plenário do colegiado.

Após ser apreciado na comissão, o parecer do senador tucano será submetido ao plenário principal do Senado, independentemente de ter sido aprovado ou rejeitado pelo colegiado. A previsão é de que a análise do relatório no plenário ocorra na próxima terça-feira (9).

Procurador recomenda ao TRF4 que aumente a pena de Lula no caso do tríplex

Do UOL Em parecer apresentado ao TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, a Procuradoria Regional da República, que atua na segunda instância da Justiça, concordou com o argumento da força-tarefa da Lava Jato de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria ter sua pena aumentada no chamado processo do tríplex por […]

Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

Do UOL

Em parecer apresentado ao TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, a Procuradoria Regional da República, que atua na segunda instância da Justiça, concordou com o argumento da força-tarefa da Lava Jato de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria ter sua pena aumentada no chamado processo do tríplex por ter cometido três, e não só um crime de corrupção envolvendo vantagens indevidas. Elas estariam caracterizadas por um apartamento tríplex, fruto de um esquema envolvendo três contratos entre a empreiteira OAS e a Petrobras, de acordo com a acusação.

Em julho, o juiz federal Sergio Moro, que atua na primeira instância, condenou o petista a nove anos e seis meses de prisão por um crime de corrupção passiva e outro de lavagem de dinheiro. O MPF (Ministério Público Federal), porém, disse que cada um dos três contratos envolvidos no esquema deveria ser tratado como um ato de corrupção independente.

“O processo escancarou o fato de os réus terem deliberadamente participado de um esquema de corrupção imenso que serviu a violentar a própria democracia, com vistas ao enriquecimento próprio, dando vazão à pura e simples ganância ou a um projeto de poder, ou a ambos”, diz o procurador regional Marcelo Gotardo Gerum sobre Lula, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e o ex-executivo da construtora Agenor Medeiros.

Segundo o procurador, a montagem de um esquema de corrupção, as operações para evitar a descoberta dos crimes e a motivação dos delitos –“ambição de enriquecimento desmedido e manutenção no poder”– são razões “mais que suficientes” para o aumento da pena.

Na parte que envolve Lula, a mudança na condenação implicaria em mais dois crimes de corrupção passiva envolvendo os dois consórcios –da Refinaria Presidente Getúlio Vargas e na Refinaria do Nordeste Abreu e Lima–, que teve três contratos firmados no total. Gerum concordou. “Cabível, portanto, a reforma da sentença nesse ponto, devendo ser considerado um ato de corrupção para cada contrato”, disse no parecer.

Gerum, aliás, diz que foi “devidamente comprovado o crime de corrupção” envolvendo o imóvel.

Em tese, se o argumento for acolhido pelos desembargadores do TRF-4 e a condenação mantida, a pena de Lula pode crescer. Os processos da Lava Jato no tribunal correm na 8ª Turma, sob a relatoria do desembargador João Pedro Gebran Neto, que não tem prazo para entregar seu relatório e voto. Depois, a ação segue para o revisor e presidente da turma, Leandro Paulsen, e por fim para o terceiro e último desembargador da turma, Victor Laus. Só depois disso o processo pode entrar na pauta de julgamento da turma.

O procurador, porém, discordou da força-tarefa, que pontuou que Lula teria cometido três crimes de lavagem de dinheiro em função da “aquisição, reforma e decoração do triplex”. A Procuradoria Regional diz que “não se pode conceber que sejam três atos de lavagem, pois estão inseridos dentro de um mesmo contexto criminoso”. Ou seja, não haveria alteração a respeito da condenação de Moro por um crime de lavagem.

A avaliação do MPF de que Lula ainda deveria ser condenado a respeito do pagamento para armazenas o acervo presidencial –outra vantagem indevida– também foi negada pelo procurador regional. Segundo Gerum, não se identificou “com clareza o elemento dissimulação ou ocultação” neste caso.

Gerum aceitou apenas o argumento da defesa de Lula sobre a multa fixada por Moro. Segundo o procurador, a defesa tem razão ao dizer que o parâmetro deve ser a pena-base, que no caso de Lula, foi fixada em cinco anos de reclusão para o crime de corrupção. A Procuradoria sugere a redução de 150 dias-multa para 115 dias-multa. Um dia-multa equivale a cinco salários mínimos vigentes em 2014, quando ocorreu o último ato criminoso. O valor, neste caso, seria de R$ 416,3 mil.

O procurador rejeitou o argumento de que Lula não teria poder de escolha dos diretores da Petrobras. “O poder de fato que detinha o presidente da República na nomeação da diretoria mostrou-se relevante na corrupção”, pontuou.

Para ele, Lula, como “chefe maior da nação, aquele que deve ter maior retidão na sua conduta e conduzir o país com zelo, eficiência e, acima de tudo, probidade, desviou-se totalmente daquilo que se espera de um chefe de Estado, razão pela qual sua conduta é dotada de grande reprovabilidade”.

Gerum também não concordou com o pedido da defesa para que o regime de cumprimento de pena fosse alterado. Moro determinou que Lula cumpra a pena de prisão em regime fechado.

Procurada pela reportagem, a defesa de Lula ainda está analisando o parecer do procurador regional. À época da condenação por parte de Moro, a defesa do ex-presidente declarou que a sentença “ataca a democracia brasileira e o Estado de direito”. “Nenhuma prova crível da culpa de Lula foi produzida durante o processo, e provas de sua inocência foram ignoradas.”

Outro lado

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em nota, que o MPF “quer a condenação do ex-presidente sem prova de sua culpa e desprezando a prova de sua inocência” e que nada foi comprovado pela acusação de que dinheiro da Petrobras tenha favorecido o petista.

Segundo os advogados de Lula, ele “jamais poderia ter sido condenado pelo crime de corrupção passiva, já que o próprio juiz Sérgio Moro não identificou qualquer ato da competência da Presidência da República, o ato de ofício, que tenha sido praticado pelo ex-presidente em troca de vantagens indevidas.”

“Tais circunstâncias são suficientes para revelar que a opinião do Ministério Público Federal de segundo grau não poderá ser levada em consideração por um órgão judicial imparcial, pois daquilo que consta no processo, o único resultado possível é a absolvição do ex-presidente Lula”, diz a nota.

Daniel Valadares trata no TJPE de escrituras do conjunto residencial Laura Ramos

O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, esteve nesta quinta-feira (15) no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), no Recife, onde participou de reunião com o presidente do órgão, desembargador Ricardo Paes Barreto, e com o desembargador Mozart Valadares. A agenda teve como foco a organização de um evento previsto para o final deste […]

O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, esteve nesta quinta-feira (15) no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), no Recife, onde participou de reunião com o presidente do órgão, desembargador Ricardo Paes Barreto, e com o desembargador Mozart Valadares. A agenda teve como foco a organização de um evento previsto para o final deste mês no município.

De acordo com Daniel Valadares, o encontro tratou dos preparativos para a entrega das escrituras definitivas aos moradores do Residencial Laura Ramos. A ação tem como objetivo garantir a regularização fundiária e assegurar segurança jurídica às famílias beneficiadas.

Durante a reunião, o vice-prefeito também apresentou solicitação ao Tribunal de Justiça para a cessão de um veículo que deverá ser destinado ao fortalecimento das ações na área social de Afogados da Ingazeira. Segundo ele, o pedido busca ampliar a capacidade de atendimento dos serviços municipais voltados à população em situação de vulnerabilidade.

Daniel Valadares permanece no Recife nos próximos dias, onde dará continuidade a outras agendas administrativas e políticas, relacionadas a demandas do município junto a órgãos do Judiciário e do Executivo estadual.