Gerson Camata, ex-governador do ES, é morto a tiros em Vitória
Por Nill Júnior
G1
O ex-governador do Espírito Santo Gerson Camata, de 77 anos, foi assassinado na tarde desta quarta-feira na Praia do Canto, em Vitória. O crime ocorreu em frente a um restaurante.
Segundo informações iniciais da Polícia Militar, o ex-governador foi morto a tiros. O Samu chegou a ser acionado, mas Camata não resistiu aos ferimentos. O suspeito foi preso.
Camata foi governador do Espírito Santo entre 1982 e 1986, exerceu três mandatos como senador, de 1987 até 2011. Ele ainda foi vereador de Vitória, deputado estadual e deputado federal.
A Polícia Militar confirmou que Camata morreu no local. O autor dos disparos fugiu após cometer o crime, mas foi preso logo depois e presta esclarecimentos no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O corpo ficou caído na calçada. A perícia da Polícia Civil esteve no local. A Polícia Civil irá investigar o caso. A motivação para o crime ainda é desconhecida. Testemunhas disseram que um homem chegou próximo a Gerson e atirou a queima roupa. A Polícia não confirmou essa informação.
Do Portal Pajeú Radioweb Em 04 de outubro de 1959, nascia através das ideias e mãos de um bispo visionário, Dom João José Mota e Albuquerque, a primeira emissora de rádio do Sertão Pernambucano, a Rádio Pajeú. Dom Mota viu no rádio um veiculo perfeito no processo não apenas de evangelização, mas especialmente o de criar […]
João Gomes em homenagem à Rádio Pajeú ano passado.
Do Portal Pajeú Radioweb
Em 04 de outubro de 1959, nascia através das ideias e mãos de um bispo visionário, Dom João José Mota e Albuquerque, a primeira emissora de rádio do Sertão Pernambucano, a Rádio Pajeú. Dom Mota viu no rádio um veiculo perfeito no processo não apenas de evangelização, mas especialmente o de criar um espaço de difusão de valores éticos, políticos e socioculturais, além de propor e efetuar uma formação educativa fundamental ao desenvolvimento da comunidade.
Em todos esses anos esteve inserida como um agente histórico nos principais momentos da região. Na nossa História Política, nas transformações Sociais e Culturais do estado de Pernambuco e do Brasil em mais da metade do Século XX, e nestes anos iniciais do século XXI a Rádio Pajeú foi um veículo presente e atuante na divulgação dos fatos históricos que marcaram este período.
Monsenhor João Acioly, este blogueiro e Dom Francisco, nos seus 80 anosEquipe da Asserpe visita Museu do RádioCoral Annita Vilarim (Serra Talhada) canta no aniversário da Rádio PajeúEquipe da Rádio em foto de arquivoO Presidente da Asserpe, Cléo Nicéas, entrega homenagem à Rádio PajeúVoluntários da Rádio Pajeú, em encontro recentePadre Assis Rocha, um dos diretores da emissora ao longo da história
Hoje completando 57 anos, a Rádio Pajeú continua sustentando o compromisso ético em ser uma emissora voltada para o serviço à comunidade dando diariamente dentro de sua grade de programação voz a centenas de pessoas que buscam resolver problemas do cotidiano através dos microfones da emissora.
Programação dos 57 anos: A Rádio Pajeú comemora 57 anos nesta terça (04). Haverá Missa em Ação de Graças na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, também marcada pela chegada da Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida.
Dia 11, às oito horas, haverá visitação da Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida aos estúdios da Rádio Pajeú. Dia 28, haverá exibição do documentário Rádio Pajeú, no Coração o Povo, oito da noite no Cine São José.
Dia 29, caminhada solidária, promovida pela Academia Treino Fitness, com arrecadação revertida para os projetos da pioneira do Sertão Pernambucano.
Na programação, várias homenagens estão indo ao ar neste mês de outubro. Nomes como Elba Ramalho, Maciel Melo, Gilliard, Maria Dapaz, Victor e Léo e Alceu Valença fazem menção à importância da emissora. Reconhecendo a grande importância da Pajeú, o governador Paulo Câmara fez questão de enviar à redação um áudio onde parabeniza a emissora pelo seu compromisso com a informação.
Prefeito destaca dificuldade em manter pacientes positivados em isolamento domiciliar. “Falta consciência”. Por André Luis O município de Brejinho, regrediu no Plano de Convivência com a Covid-19. Em Decreto publicado nesta terça-feira (11), o prefeito Gilson Bento voltou a proibir diversas atividades no município. Na sexta-feira (07), um Decreto Municipal já havia proibido em todo […]
Prefeito destaca dificuldade em manter pacientes positivados em isolamento domiciliar. “Falta consciência”.
Por André Luis
O município de Brejinho, regrediu no Plano de Convivência com a Covid-19. Em Decreto publicado nesta terça-feira (11), o prefeito Gilson Bento voltou a proibir diversas atividades no município.
Na sexta-feira (07), um Decreto Municipal já havia proibido em todo o município a abertura de qualquer estabelecimento comercial para a venda ou prestação de serviços com a presença de público, ficando permitidas as vendas por delivery.
Nesta terça-feira, Gilson Bento, comentou, em entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú a decisão de aumentar as medidas restritivas e consequentemente regredir no Plano de Convivência com a Covid-19 indicado pelo Governo de Pernambuco.
Segundo Gilson, as medidas são necessárias diante do aumento de casos positivos e de óbitos em decorrência do novo coronavírus. “Achamos prudente decretar medidas mais restritivas para que o vírus não venha a circular com mais frequência no município”, afirmou.
Gilson disse contar com a colaboração dos empresários da cidade, inclusive na orientação das pessoas com relação à importância do uso da máscara, da higienização das mãos e do distanciamento social.
“Peço até que eles me desculpem e entendam a nossa posição diante de que estamos passando por um momento muito difícil nesta pandemia e que se tomamos essas medidas é para que a população possa ter dias melhores num futuro muito breve”, relatou, Gilson que o endurecimento foi necessário visto que as medidas informativas não estavam surtindo efeito.
O prefeito de Brejinho disse acreditar que as medidas irão ajudar na diminuição dos casos e consequentemente de mortes no município.
Segundo Bento, um dos maiores problemas está em conscientizar as pessoas que testam positivo para o vírus a se manterem isoladas em casa.
“É um absurdo a pessoa sabendo que pode ser co-responsável pela morte de outras pessoas… porque queira ou não, são co-responsáveis pela morte daquelas pessoas que você anda, circula e transmite o vírus. Só quero dizer a população de Brejinho que todas as medidas estão sendo tomadas para eliminar a proliferação do vírus na nossa cidade”, destacou.
Gilson afirmou que a fiscalização está sendo intensificada, mas destacou a importância da colaboração da população para que as medidas deem certo. Com relação às pessoas que mesmo positivadas teimam em não manter o isolamento domiciliar, ele disse que podem sofrer sanções mais duras, como a aplicação de multas.
Do dia 7 de maio até esta terça-feira, Brejinho já registrou 5 novos óbitos pela doença. A cidade tem no total 16 óbitos confirmados e 2 em investigação. Conta com 589 casos positivos, 549 recuperados e 24 casos ativos da doença.
Dentre as medidas decretadas nesta terça-feira, fica proibida em toda a base territorial do município, a realização de festas, shows, jogos de futebol e qualquer outro evento que promova aglomeração de pessoas.
Além disso, as celebrações religiosas somente poderão acontecer sem a presença de fiéis, sendo permitida a transmissão pelos canais eletrônicos, como redes sociais e rádios.
Marcado por reviravoltas e atrasos, o processo de cassação contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Câmara chegou ao seu prazo limite na última sexta-feira (22) sem ter atingido nem a metade da fase de instrução e sob ameaça de voltar à estaca zero. Protocolada em 13 de outubro e efetivamente instaurada em 3 de novembro, a […]
Marcado por reviravoltas e atrasos, o processo de cassação contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Câmara chegou ao seu prazo limite na última sexta-feira (22) sem ter atingido nem a metade da fase de instrução e sob ameaça de voltar à estaca zero.
Protocolada em 13 de outubro e efetivamente instaurada em 3 de novembro, a investigação deveria ter um desfecho – a absolvição ou a cassação do mandato – em até 90 dias úteis, segundo o Código de Ética da Casa.
Embora esse prazo tenha vencido na sexta, o efeito prático do estouro do tempo é, nessa fase, apenas evitar que o Conselho de Ética da Câmara analise outros casos antes de encerrar o de Cunha.
Na prática, não há prazo para que o colegiado conclua o trabalho, cujo roteiro tem sido alterado frequentemente por decisões do vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), aliado de Cunha.
Além disso, nesta última semana de abril deve começar a funcionar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a principal da Casa, que irá analisar recursos do presidente da Câmara e de aliados que pedem a anulação de todo o trabalho feito até agora pelo Conselho de Ética.
Com influência sobre um grupo expressivo de deputados de diversos partidos e fortalecido após comandar o processo de impeachment, Cunha também deverá ter ascendência sobre a comissão, cujo presidente deve ser um colega de partido.
Desponta como favorito o advogado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG). Candidato do líder da bancada, Leonardo Picciani (RJ), ele não era apoiado por Cunha, que trabalhava por Osmar Serraglio (PR), do grupo favorável ao impeachment de Dilma.
Após a votação do afastamento de Dilma, porém, os peemedebistas trabalham por uma recomposição, facilitada pelo fato de Pacheco ter votado a favor do impeachment. O advogado, entretanto, foi conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil, instituição que vive em pé de guerra com o presidente da Câmara.
O principal recurso pendente de análise pela CCJ, assinado por Cunha, pede a suspensão do processo de cassação até decisão final da comissão, além da anulação de atos tomados até agora por supostas irregularidades.
Como embasamento, Cunha já conta com decisões favoráveis de Waldir Maranhão que, entre outras coisas, considerou irregular a não concessão de novo prazo de defesa antes da última votação pela continuidade do processo.
Em Sertânia, clima de luto com a morte da filha do candidato a prefeito da cidade, Luiz Abel. Isabella Aurora, estudante de medicina, foi encontrada morta pelo irmão ontem a noite. A causa da morte está sendo apurada. A maior probabilidade é de infarto. Ela morava com o irmão Luiz Filho, Lulinha. Isabella tinha 28 anos, […]
Em Sertânia, clima de luto com a morte da filha do candidato a prefeito da cidade, Luiz Abel. Isabella Aurora, estudante de medicina, foi encontrada morta pelo irmão ontem a noite. A causa da morte está sendo apurada. A maior probabilidade é de infarto.
Ela morava com o irmão Luiz Filho, Lulinha. Isabella tinha 28 anos, era formada em direito e tinha assumido o cargo de escrivã de Polícia Civil, no Recife. Segundo o Tribuna do Moxotó, o corpo aguarda liberação do IML para seguir até Sertânia, onde será sepultado.
Luiz Abel e familiares estão transtornados. Ele é muito ligado aos filhos. O clima de comoção está por toda a cidade. O opositor e prefeito Ângelo Ferreira emitiu nota se solidarizando com a dor do adversário político.
“Foi com muita tristeza que recebi a notícia do falecimento prematuro de Isabella, filha de Luiz Abel e Marta. É uma perda muito dolorosa para os pais, irmão e demais familiares. Meus sentimentos e minha solidariedade neste momento de tão grande e incomparável dor. Que Deus possa confortá-los e enviar forças para enfrentar esse sofrimento”.
Do Blog da Andréia Sadi O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta quarta-feira (28) prisão domiciliar ao deputado afastado Paulo Maluf (PP-SP). Maluf está preso desde dezembro no Complexo Penitenciário da Papuda e, nesta quarta (28), foi internado em um hospital em Brasília. A defesa do parlamentar alega saúde frágil e […]
O deputado Paulo Maluf (PP-SP) ao sair do IML, em Brasília; imagem é de dezembro de 2017. Foto: Adriano Machado/Reuters
Do Blog da Andréia Sadi
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta quarta-feira (28) prisão domiciliar ao deputado afastado Paulo Maluf (PP-SP).
Maluf está preso desde dezembro no Complexo Penitenciário da Papuda e, nesta quarta (28), foi internado em um hospital em Brasília.
A defesa do parlamentar alega saúde frágil e apresentou um pedido de liberdade ou prisão domiciliar ao STF.
Ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf foi condenado pelo STF em maio do ano passado a 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado pelo crime de lavagem de dinheiro.
Em dezembro, o ministro Edson Fachin determinou o cumprimento da pena, levando Maluf à prisão.
Após a decisão de Toffoli, os advogados de Maluf Ricardo Tosto e Jorge Nemr divulgaram nota na qual avaliaram que o ministro “mostrou a sensibilidade dos magistrados humanistas”, ressaltando que o estado de saúde do deputado “é grave, inclusive sem garantia de que tenha de volta as condições necessárias para se locomover como antes”.
Decisão de Toffoli
No despacho, o ministro destacou que documentos apresentados pela defesa de Maluf demonstram que o deputado, que hoje tem 86 anos, “passa por graves problemas relacionados à sua saúde no cárcere, em face de inúmeras e graves patologias que o afligem”.
“Aliás, a notícia divulgada na manhã desta quarta-feira, em respeitados veículos de comunicação da imprensa brasileira, de que ele foi internado as pressas em hospital no fim da noite passada, por complicações no seu estado de saúde, corroboram os argumentos trazidos à colação pela defesa, bem como reforçam, pelo menos neste juízo de cognição sumária, a demonstração satisfatória, considerando os documentos que instruem este feito, da situação extraordinária autorizadora da sua prisão domiciliar humanitária”, escreveu o ministro.
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