Dando seguimento as escutas da população egipciense, o pré-candidato Dr. George Borja esteve na sede da associação da comunidade do Sítio São Miguel, que fica na região de Barra Nova.
O encontro aconteceu na tarde dessa quinta (27), com os moradores locais.
George falou um pouco do que já construiu no seu plano para um futuro governo, mas também escutou os anseios e as demandas de todos os presentes.
As propostas apresentadas foram acolhidas pelo pré-candidato, que se comprometeu com a comunidade, assim como já fez em outras localidades do município de São José do Egito.
Parlamentares e aliados de Flávio Bolsonaro (PL) começaram a organizar a campanha do candidato em Pernambuco para o segundo turno contra Lula (PT). A articulação prevê uso de comitê eleitoral, divisão de agendas pelo interior e realização de carreatas e outros atos até a votação de 25 de outubro. A deputada federal reeleita Clarissa Tércio […]
Parlamentares e aliados de Flávio Bolsonaro (PL) começaram a organizar a campanha do candidato em Pernambuco para o segundo turno contra Lula (PT). A articulação prevê uso de comitê eleitoral, divisão de agendas pelo interior e realização de carreatas e outros atos até a votação de 25 de outubro.
A deputada federal reeleita Clarissa Tércio (PP) informou que seu comitê eleitoral já está funcionando como uma das bases da mobilização no Estado. Segundo ela, o espaço foi reaberto na segunda-feira (5) e utilizará materiais que restaram da campanha do primeiro turno.
A organização deve reunir deputados eleitos e reeleitos até quinta-feira (8) para definir como os aliados serão distribuídos nas atividades previstas em diferentes municípios pernambucanos.
A intenção é montar uma agenda com carreatas, manifestações e outras ações no interior. De acordo com Clarissa, já existem solicitações de participação de parlamentares em várias cidades, o que levou o grupo a planejar uma divisão das agendas.
O deputado federal Mendonça Filho (PL), responsável pela coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro em Pernambuco, também participa da articulação. Ele viajou a Brasília nessa terça-feira (6) e tem reunião prevista nesta quarta-feira (7) com o candidato à Presidência.
O encontro também deve reunir o candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar (PL), o coordenador nacional da campanha, Rogério Marinho (PL), e outros integrantes da equipe. A discussão será voltada aos próximos passos da campanha durante as semanas restantes até o segundo turno.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Mendonça afirmou que pretende participar da mobilização em diferentes regiões, com atenção também ao Nordeste e a Pernambuco.
Aliados do candidato ainda trabalham com a possibilidade de uma nova passagem de Flávio Bolsonaro pelo Estado antes da eleição, mas não há data confirmada. No primeiro turno, Alfredo Gaspar esteve três vezes em Pernambuco representando a chapa.
A campanha do PL tenta ampliar o desempenho obtido no Estado no primeiro turno. Lula recebeu 63,45% dos votos válidos em Pernambuco, enquanto Flávio Bolsonaro teve 31,03%. O candidato do PL venceu a votação presidencial apenas em Santa Cruz do Capibaribe entre os municípios pernambucanos.
O segundo turno da eleição presidencial será realizado no dia 25 de outubro.
Fonte: Jornal do Comércio
Foto: Charles Vieira
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Decisão da Corte Eleitoral é inédita e cria jurisprudência para casos semelhantes a partir das próximas eleições Por seis votos a um, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o mandato e tornou inelegível o deputado estadual eleito pelo Paraná, em 2018, Fernando Destito Francischini, por divulgar notícias falsas contra o sistema eletrônico de […]
Decisão da Corte Eleitoral é inédita e cria jurisprudência para casos semelhantes a partir das próximas eleições
Por seis votos a um, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o mandato e tornou inelegível o deputado estadual eleito pelo Paraná, em 2018, Fernando Destito Francischini, por divulgar notícias falsas contra o sistema eletrônico de votação.
A decisão ocorreu na manhã desta quinta-feira (28) e confirma a condenação por uso indevido dos meios de comunicação, além de abuso de poder político e de autoridade, práticas ilegais previstas no artigo 22 da Lei Complementar nº 64/1990 (Lei de Inelegibilidade).
Francischini ocupava o cargo de deputado federal naquele ano e foi o candidato mais votado para deputado estadual com quase 428 mil votos. No dia da eleição, ele fez uma live para denunciar que duas urnas estavam fraudadas e aparentemente não aceitavam votos no então candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro.
O boato propagado pelo parlamentar surgiu depois que começaram a circular na internet dois vídeos que tentam mostrar suposta dificuldade em votar em Bolsonaro, quando o eleitor chega à urna e tenta, de imediato, apertar as teclas do número 17.
Ocorre que os vídeos evidenciaram erro do eleitor e foram prontamente esclarecidos pela Justiça Eleitoral. Quando a urna eletrônica apresentou a tela para votar no cargo de governador, o eleitor apertou as teclas 1 e 7, para votar para presidente. É visível nos vídeos a palavra GOVERNADOR, na parte superior da tela da urna eletrônica. O Tribunal Regional Eleitoral paranaense (TRE-PR) julgou improcedente a ação movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que recorreu ao TSE e reverteu o resultado.
O julgamento foi iniciado na terça-feira passada (19), quando o relator, ministro Luis Felipe Salomão, além dos ministros Mauro Campbell e Sérgio Banhos, decidiu pela cassação e pela inelegibilidade por oito anos a contar da data da eleição.
Os três entenderam que Francischini cometeu crimes ao utilizar o perfil pessoal no Facebook para promover ataques contra as urnas eletrônicas. O mesmo posicionamento foi acompanhado pelos ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. Ficou vencido o ministro Carlos Horbach.
Condenação histórica
Fachin salientou que a análise do caso merecia toda a cautela necessária por se tratar da expressão da soberania popular, representada pelo mandato parlamentar. Contudo, diante da gravidade da denúncia e da falsa narrativa de que uma suposta fraude estaria comprovada, o recurso deveria ser aceito.
“A transmissão configurou o abuso de autoridade e o uso indevido dos meios de comunicação. Aqui está em questão, mais que o futuro de um mandato, o próprio futuro das eleições e da democracia”, disse.
Em seguida, o ministro Alexandre de Moraes acompanhou na íntegra o voto do relator. Para ele, “ficou caracterizada a utilização indevida de veículo de comunicação social para a disseminação de gravíssimas notícias fraudulentas, com repercussão de gravidade no pleito eleitoral e com claro abuso de poder político”.
Palavras têm poder
Já o ministro Barroso falou sobre o momento crucial pelo qual passa a democracia brasileira, em que há um esforço de restabelecer o mínimo de veracidade e compromisso com o que se fala. Para ele, “as palavras têm sentido e poder. As pessoas têm liberdade de expressão, mas elas precisam ter responsabilidade pelo que falam”.
Ao concordar com a condenação imposta a Francischini, Barroso lembrou que a estratégia mundial de ataque à democracia é procurar minar a credibilidade do processo eleitoral e das autoridades que o conduzem.
“É um precedente muito grave que pode comprometer todo o processo eleitoral se acusar, de forma inverídica, a ocorrência de fraude e se acusar a Justiça Eleitoral de estar mancomunada com isso”, justificou.
Divergência
O ministro Carlos Horbach foi o único a divergir e negar provimento ao recurso. Apesar de concordar com a preocupação acerca dos ataques ao sistema eletrônico de votação e à democracia, o ministro achou importante ressaltar outros argumentos antes da condenação.
“É preciso considerar que o espectador da transmissão era apto a votar no estado do Paraná, não tinha, ainda, exercido o voto, assistiu ao vídeo e, a partir do conteúdo veiculado, convenceu-se a votar no candidato investigado”, ponderou.
Horbach afirmou que o uso indevido dos meios de comunicação não pode ser presumido e requer que se demonstre a gravidade em concreto da conduta, especialmente pela gravidade das sanções previstas.
Anunciado como a redenção para a saúde da população serra-talhadense, o Secretário de Saúde de Serra Talhada Luiz Aureliano foi exonerado pelo prefeito Luciano Duque (PT). A informação foi confirmada pelo comunicador Francys Maya no programa Tribuna Popular. Procurado, o prefeito confirmou em conversa pelo Facebook a exoneração, mas não justificou para saída a baixa […]
Anunciado como a redenção para a saúde da população serra-talhadense, o Secretário de Saúde de Serra Talhada Luiz Aureliano foi exonerado pelo prefeito Luciano Duque (PT).
A informação foi confirmada pelo comunicador Francys Maya no programa Tribuna Popular. Procurado, o prefeito confirmou em conversa pelo Facebook a exoneração, mas não justificou para saída a baixa popularidade do Secretário. Alegou que a necessidade de tratamento na visão acelerou a saída.
Mas não é novidade que a rejeição de Aureliano causou a saída. Hoje mesmo Aureliano se envolveu em polêmica com o Secretário Adjunto, Aron Lourenço. Dizendo discordar da conduta do auxiliar, Aureliano chegou a solicitar sua exoneração. Acabou sendo ele o dispensado.
Luiz Aureliano, que é vereador licenciado pelo PT em Paulo Afonso, na Bahia, foi indicado por um pedido de Humberto Costa a Duque. Chegou com pinta de nome que associava aspectos político e técnico. Assumiu em setembro de 2013.
Mas se envolveu em inúmeras polêmicas. Também não conseguiu cumprir as principais metas na pasta, como implementação do SAMU na cidade. Com a imprensa teve uma atuação tumultuada por ser avesso a questionamentos. Passava a impressão de estar acima de tudo e de todos, sem dar muitas vezes ouvidos nem ao prefeito. Também não era querido pela população. Chegou a ser eleito o pior Secretário da gestão.
Nem quando esteve em entrevista a Geraldo Freire, na Rádio Jornal, no Recife, há alguns dias, escapou das críticas. Um ouvinte chegou a implorar ao comunicador Geraldo Freire : “Fique com ele aí. Não deixe voltar a Serra”.
Exclusivo Em contato com a redação do Blog do Nill Júnior, um familiar do prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, pedindo reserva, confirmou aquilo que o blog já vinha dando como certo: “Augusto não será candidato em São José do Egito”. O familiar informa que Augusto já tinha sido convencido que iria colocar o nome […]
Em contato com a redação do Blog do Nill Júnior, um familiar do prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, pedindo reserva, confirmou aquilo que o blog já vinha dando como certo: “Augusto não será candidato em São José do Egito”.
O familiar informa que Augusto já tinha sido convencido que iria colocar o nome a disposição do grupo governista no município.
“Já tínham convencido ele, Hugo, Dr. Ecleriston e Edilio Lira, até o ex-prefeito de ouro velho Dr. Júnior teria entrado no circuito, ele já estava cedendo. Tinha apoio de todos, até de sua família, que inicialmente era contra”, revelou a fonte.
Segundo o familiar, a tomada do União Brasil de seu grupo político na cidade foi a pá de cal que faltava.
“Ele tá em recife, descasando, deve voltar próxima semana, tava fazendo exames médicos, ficou surpreso com o que fizeram e estão tentando remediar, conheço Augusto, ele tá triste, chorou muito, não tem raiva de ninguém, porem, muito decepcionado com o próprio Evandro, mesmo assim, continua dizendo que apoia o grupo de todo jeito, não quer briga, quer paz e viver em paz”, pontuou o familiar.
Com essa decisão de Augusto, o grupo político do prefeito Evandro Valadares terá que buscar outro nome para disputar a Prefeitura de São José do Egito.
O prefeito de Solidão, Djalma Alves anunciou, durante o encontro pedagógico realizado nesta quarta-feira (7), o aumento de 3,62% do Piso do Magistério para os educadores municipais. “Desde o ano de 2017 quando ingressei na minha jornada como prefeito, procuro cumprir com as minhas obrigações, entre elas, a concessão do piso ano após ano. Inicio […]
O prefeito de Solidão, Djalma Alves anunciou, durante o encontro pedagógico realizado nesta quarta-feira (7), o aumento de 3,62% do Piso do Magistério para os educadores municipais.
“Desde o ano de 2017 quando ingressei na minha jornada como prefeito, procuro cumprir com as minhas obrigações, entre elas, a concessão do piso ano após ano. Inicio o ano com a certeza do dever cumprido pagando o reajuste considerando a carreira dos professores aos ativos e inativos com efeitos retroativos ao mês de janeiro”, disse o prefeito, Djalma Alves.
Com essa medida, a administração municipal reafirma seu compromisso com a educação e o reconhecimento do papel fundamental dos professores na formação das futuras gerações. O aumento do piso salarial representa não apenas um reconhecimento do trabalho desses profissionais, mas também um estímulo para o contínuo aprimoramento da qualidade do ensino em Solidão.
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