Geddel Vieira Lima é transferido de cela na Papuda


G1
O ex-ministro Geddel Vieira Lima transferido de cela no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para atender a orientações médicas. A transferência ocorreu na última quarta-feira (31) e foi autorizada pela juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais (VEP).
Pela determinação da magistrada, Geddel fica no mesmo bloco e na mesma área em que estava antes, na ala de vulneráveis da Penitenciária do Distito Federal I (PDF I). Até então, ele ocupava a cela sozinho.
Agora, fica com outro preso, com “condições pessoais e processuais semelhantes”. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, é alguém com “o mesmo perfil que ele”. O nome do novo companheiro de cela não foi divulgado.
Apesar de cumprir pena na mesma ala em que estão o senador cassado Luiz Estevão e o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), Geddel não está na companhia de nenhum preso considerado “celebridade” do sistema penitenciário.
Questionada pelo G1, a Secretaria de Segurança Pública disse que não poderia detalhar, por questão de sigilo, a situação médica que levou o ex-ministro a ser transferido de cela.
O G1 também procurou o advogado de Geddel Vieira Lima, Gamil Föppel, que não deu retorno até a publicação desta reportagem.
Geddel está preso desde setembro de 2017. Ele é réu no Supremo Tribunal Federal por lavagem de dinheiro e associação criminosa no caso dos R$ 51 milhões encontrados em um apartamento em Salvador.
Na Papuda, Geddel e Luiz Estevão chegaram a ser punidos na ala de segurança máxima após denúncias de que os políticos eram privilegiados com regalias na cadeia.
A “Operação Bastilha” encontrou na cela deles, em 18 de junho deste ano, barras de chocolate, anotações que seriam de Geddel e pelo menos cinco pendrives – supostamente de Luiz Estevão. O processo para apurar este caso não havia sido concluído até a publicação desta reportagem.





Relatório divulgado nesta sexta-feira pela Fundação SOS Mata Atlântica traz monitoramento das águas brasileiras e alerta para a premonição tão indesejada: os rejeitos da barragem Córrego do Feijão, da empresa Vale, que se rompeu em 25 de janeiro, no município de Brumadinho (MG), já atingiram o Rio São Francisco.

Nesta segunda-feira (14), o programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, recebeu Aline Alves, coordenadora de Vigilância Sanitária de Afogados da Ingazeira, para falar sobre o reconhecimento nacional do projeto Farmácia Viva, implementado no município.
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