Fuga é registrada na Cadeia Pública de Serra Talhada
Por Nill Júnior
Uma fuga de detentos foi registrada na Cadeia Pública de Serra Talhada na noite desta quinta (13).
Um alerta foi feito nas redes sociais para quem mora próximo à Cadeia Municipal.
“Alguns presidiários fugiram e estão pelas redondezas do Bom Jesus, Malhada, Baixa Renda e Borborema”. A polícia foi acionada.
Segundo a Cultura FM em sua rede social, fala-se em cerca de 20 a 25 detentos que teriam fugido. Os presos teriam arrombado as dependências do estabelecimento prisional.
Em abril de 2018, uma rebelião aconteceu no na Cadeia. Os detentos destruíram celas e queimaram colchões do presídio.
Todos os 79 presos tiveram que ser transferidos para unidades próximas até que os reparos fossem realizados pelo setor de engenharia da Secretaria de Ressocialização.
O estelionatário liga para o comerciante se passando por Tota do Posto (Tota dos Postos Brasilino), conceituado comerciante de Afogados da Ingazeira, oferece dinheiro trocado. O comerciante aceita, combinam o valor e por quem a quantia será enviada. Instantes depois o estelionatário volta a ligar pedindo o telefone de quem estaria levando o dinheiro para o […]
O estelionatário liga para o comerciante se passando por Tota do Posto (Tota dos Postos Brasilino), conceituado comerciante de Afogados da Ingazeira, oferece dinheiro trocado. O comerciante aceita, combinam o valor e por quem a quantia será enviada. Instantes depois o estelionatário volta a ligar pedindo o telefone de quem estaria levando o dinheiro para o “suposto Tota”.
De posse do celular (na maioria Mototaxista), o estelionatário liga para o profissional e indica pra ele uma conta bancária para que o mesmo deposite e em seguida ir buscar o dinheiro trocado. Às vezes o falso Tota diz ao portador: “Você tem dinheiro aí? – coloca um crédito pra mim”. Com isso rouba o comerciante e o portador.
O Crime de estelionato vem tipificado no art. 171 do Código Penal “Obter para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento’’.
“Muita gente foi abordada, Dió do Borbão, Carlos Brito, Dedelo, Manuela do Mercado e muitos outros, mais de 30 comerciantes de Afogados foram vítimas dessa tentativa de golpe”, diz Tota.“As vezes o golpe não dá certo porque o comerciante mesmo vem me trazer o dinheiro, como Dió do Borbão”, acrescenta.
Em meio ao calor do golpe, as pessoas dizem que a voz é igual a de Tota. “Chegam aqui dizendo que eu liguei oferecendo dinheiro trocado. Quase todo dia tomo um susto com gente me ligando e perguntando se eu liguei oferecendo dinheiro trocado”, diz Tota. “Na maioria das vezes o cel. era sempre o mesmo, 98842-9716”.
As suspeitas recaíram sobre um jovem que cumpre pena no Presídio Brito Alves, em Arcoverde. que já foi preso por furto em Serra Talhada, Juazeiro, dentre outras cidades. O celular já teria sido apreendido pela direção do presídio.
Documento é parte de outra investigação cujo alvo é Bolsonaro Ao menos dois dos investigados presos nesta quinta-feira (11) na Operação Última Milha tinham conhecimento sobre a existência de uma minuta de decreto para promover um golpe de Estado, que poderia ser assinada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A Última Milha, tocada pela Polícia Federal (PF), […]
Documento é parte de outra investigação cujo alvo é Bolsonaro
Ao menos dois dos investigados presos nesta quinta-feira (11) na Operação Última Milha tinham conhecimento sobre a existência de uma minuta de decreto para promover um golpe de Estado, que poderia ser assinada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
A Última Milha, tocada pela Polícia Federal (PF), apura uma suposta estrutura paralela de espionagem montada na Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que teria como objetivo monitorar ilegalmente adversários pessoais e políticos do clã Bolsonaro.
A “minuta do golpe” é alvo de um outro inquérito, que tem como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro e assessores próximos. As duas investigações tramitam sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Uma das bases da investigação sobre a Abin paralela são os diálogos mantidos entre o militar Giancarlo Gomes Rodrigues e seu superior, o policial federal Marcelo Araújo Bormevet. Os dois eram os responsáveis por operar diretamente o programa First Mile, adquirido pela Abin e capaz de monitorar o posicionamento geográfico de aparelhos celulares sem ser detectado pelo sistema de telefonia.
A PF aponta que as buscas feitas no First Mile coincidem com as conversas trocadas entre os dois, que foram obtidas pelos investigadores. Em dado momento, destaca a PF, Bormevet pergunta a Giancarlo: “O Nosso PR imbrochável já assinou a porra do decreto?”. O militar responde: “Assinou nada. Tá foda essa espera, se é que vai ter alguma coisa”.
Para os investigadores, “as referências relacionadas ao rompimento democrático declaradas pelos policiais é circunstância relevante que indica no mínimo potencial conhecimento do planejamento das ações que culminaram na construção da minuta do decreto de intervenção”.
A observação foi feita no requerimento no qual a PF pediu a prisão preventiva dos dois investigados, bem como o compartilhamento de informações entre o inquérito da Abin paralela e o da minuta do golpe. Ambos os pedidos foram deferidos por Moraes.
Para a PF, os crimes supostamente cometidos na Abin “se situam no nexo causal dos delitos que culminaram na tentativa de abolição violenta do estado democrático de direito”.
Esse foi um dos argumentos utilizados pela PF para pedir a prisão dos investigados. A autoridade policial alegou que a deflagração de uma nova fase da Última Milha poderia fazer com que os suspeitos buscassem destruir provas que ligassem as duas investigações.
Além de Bormevet e Giancarlo, outras duas pessoas foram presas nesta quinta-feira, enquanto uma quinta segue foragida. De modo preliminar, a PF apontou o cometimento de crimes como pertencimento a organização criminosa, invasão de dispositivo informático alheio, interceptação clandestina de comunicações e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. As informações são da Agência Brasil.
Dados declarados à Justiça Eleitoral até domingo (13) mostram Raquel Lyra com R$ 11,9 milhões disponíveis para a campanha ao governo e Marília Arraes com R$ 4,05 milhões na disputa pelo Senado. Após quase um mês de campanha, Raquel Lyra (PSD) e Marília Arraes (PDT) aparecem com os maiores volumes de recursos recebidos entre as […]
Dados declarados à Justiça Eleitoral até domingo (13) mostram Raquel Lyra com R$ 11,9 milhões disponíveis para a campanha ao governo e Marília Arraes com R$ 4,05 milhões na disputa pelo Senado.
Após quase um mês de campanha, Raquel Lyra (PSD) e Marília Arraes (PDT) aparecem com os maiores volumes de recursos recebidos entre as candidaturas aos cargos majoritários em Pernambuco, segundo dados apresentados à Justiça Eleitoral.
Candidata à reeleição, Raquel informou R$ 11,9 milhões em receitas. Desse total, R$ 11,6 milhões são provenientes do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, além de recursos partidários e doações. As despesas contratadas chegam a R$ 7,6 milhões, dos quais aproximadamente R$ 3,6 milhões já foram pagos.
A maior parcela das despesas da campanha da governadora está concentrada na contratação de serviços de terceiros, com cerca de R$ 4,5 milhões. Também aparecem entre os principais gastos a produção de jingles, vinhetas e slogans, com R$ 1 milhão, e material impresso, com aproximadamente R$ 603 mil.
Entre os candidatos ao Governo do Estado, João Campos (PSB) declarou cerca de R$ 4,9 milhões em recursos e R$ 4,5 milhões em despesas contratadas. Ivan Moraes (PSOL) recebeu aproximadamente R$ 660 mil. Renan Hallais (Missão) declarou R$ 102 mil, enquanto as demais candidaturas apresentam valores inferiores.
Na disputa pelo Senado, Marília Arraes lidera em recursos recebidos, com R$ 4,05 milhões. A maior parte, R$ 4 milhões, veio da direção nacional do PDT. A candidata declarou R$ 2,6 milhões em despesas, sendo R$ 1,8 milhão já pago.
A produção de programas de rádio, televisão e vídeo concentra a maior parte dos gastos de Marília, com aproximadamente R$ 1,5 milhão. Impulsionamento de conteúdo, pesquisas eleitorais e materiais impressos aparecem na sequência.
Túlio Gadêlha (PSD) declarou R$ 3,9 milhões para a campanha ao Senado. Eduardo da Fonte (PP) aparece com R$ 3,4 milhões; Mendonça Filho (PL), com R$ 3,3 milhões; e Humberto Costa (PT), com R$ 2,2 milhões.
Segundo a Justiça Eleitoral, candidatos ao Governo de Pernambuco podem gastar até R$ 11,5 milhões no primeiro turno, com limite adicional de R$ 5,7 milhões caso haja segundo turno. Para o Senado, o teto é de R$ 4,4 milhões.
Fonte: Diario de Pernambuco Fotos: Beto Figueiroa e Rafael Vieira
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G1 Quatro dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram a favor de limitar somente para atos ligados ao cargo o chamado foro privilegiado, direito que parlamentares e ministros têm de serem investigados e processados criminalmente apenas na Corte. O julgamento, porém, foi interrompido nesta quinta-feira (1º) pelo ministro Alexandre de Moraes, que pediu […]
Quatro dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram a favor de limitar somente para atos ligados ao cargo o chamado foro privilegiado, direito que parlamentares e ministros têm de serem investigados e processados criminalmente apenas na Corte.
O julgamento, porém, foi interrompido nesta quinta-feira (1º) pelo ministro Alexandre de Moraes, que pediu mais tempo para analisar o assunto. Não há data para a continuidade do julgamento e uma decisão final do STF que venha a mudar a atual regra.
Até a interrupção, já haviam votado pela restrição do foro os ministros Luís Roberto Barroso (relator do caso), Marco Aurélio Mello, Rosa Weber e Cármen Lúcia. A alteração da regra depende de ao menos seis votos dentre os 11 ministros.
Ainda faltam votar, além de Moraes, os ministros Edson Fachin, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Celso de Mello.
Atualmente, qualquer ocupante de cargo de ministro no governo ou mandato parlamentar só pode ser investigado ou processado criminalmente no STF, por atos que tenha praticado em qualquer tempo, mesmo se não relacionados ao cargo.
A proposta em discussão no STF limita o foro somente para os casos em que os fatos investigados estejam diretamente relacionados ao exercício do cargo ocupado pela autoridade e que tenha ocorrido durante o mandato.
Relator da proposta, o ministro Luís Roberto Barroso disse que, com essa nova regra, mais de 90% dos processos e inquéritos sobre políticos atualmente em trâmite no STF seriam enviados a instâncias inferiores.
Relator do processo, Luís Roberto Barroso, que votou nesta quarta, voltou a defender nesta quinta o limite ao foro. Para ele, a mudança não deve ocorrer por uma suposta ineficiência do STF, mas por uma questão de princípio.
“Se alguém tem proteção do foro por prerrogativas fora das situações em que esteja desempenhando função pública, aí passa a ser um privilégio pessoal”, disse o ministro.
Depois, disse que, se o foro privilegiado não fizesse diferença na vida dos investigados, não haveria disputa por cargos no governo para obter o direito.
“Se não fizesse diferença, se não assegurasse impunidade, não haveria disputa por cargos. Manter a jurisdição no Supremo é benção, a meu ver com acerto, porque supõe-se que vai haver mais celeridade na primeira instância. Não há argumento capaz de desfazer realidade óbvia que, por lei, medida provisória, se quer assegurar foro no Supremo e há de haver alguma razão para isso”, afirmou.
O município de Carnaíba completou neste sábado, 64 anos de Emancipação Política. Na programação houve a inauguração do saneamento básico e pavimentação em paralelepípedo das Ruas Padre Cícero, no bairro Bela Vista, Chico Compasso e Antônio Justiliano, no bairro de Carnaíba Velha. O prefeito Anchieta Patriota (PSB) esteve acompanhado da equipe de governo, vice-prefeito, Júnior […]
O município de Carnaíba completou neste sábado, 64 anos de Emancipação Política.
Na programação houve a inauguração do saneamento básico e pavimentação em paralelepípedo das Ruas Padre Cícero, no bairro Bela Vista, Chico Compasso e Antônio Justiliano, no bairro de Carnaíba Velha.
O prefeito Anchieta Patriota (PSB) esteve acompanhado da equipe de governo, vice-prefeito, Júnior de Mocinha, e alguns vereadores da base aliada, como Everaldo Patriota (PSB), Cícero Batista (PSB), Victor Patriota (PSB), Vanderbio Quixabeira (PSB), e Irmão Adilson (PSB).
“Essas obras eram um sonho antigo dos moradores dessas ruas, que a partir de hoje terão mais qualidade de vida, longe da poeira, no verão, e da lama, no inverno”, declarou o prefeito, Anchieta Patriota.
Na Rua Padre Cícero foram construídos 514 m² de calçamento, com cerca de 200 metros de rede, fato comemorado pela moradora, Maria do Carmo, de 55 anos de idade.
Já na Rua Antônio Justiliano, que dá acesso a Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Carnaíba Velha foram feitos 1.620 metros quadrados de pavimentação, com a implantação de aproximadamente 200 metros de rede. A última via inaugurada, a Rua Chico Compasso recebeu 1.030 m² de calçamento.
Além dos moradores das ruas contempladas com as obras, as solenidades foram prestigiadas também por secretários municipais, a exemplo Edval Morato (Fafinha) (obras), Lourdes Leite (administração), José Ivan (agricultura), Maria José (educação), Antônio Venâncio (governo) e Kátia Santos (assistência e inclusão social).
A programação do aniversário do município seguiu à tarde e noite com a realização do jogo festivo envolvendo a seleção de Carnaíba e Afogados, com vitória dos afogadenses por 2×0.
Houve ainda missa em ação de graças, shows musicais no pátio de eventos com Pedrinho Pegação e Genailson do Acordeon & Banda. Neste sábado haverá a realização do Dia do Evangélico, com início às 19h, onde na ocasião, o prefeito, Anchieta Patriota, assinará ordem de licitação para a construção Mercado Público, do Pátio de Feira, Praça de Ibitiranga e reforma da praça do Povoado da Itã.
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