Fredson Brito abre oficialmente os Jogos Escolares Municipais em São José do Egito
Por André Luis
O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, participou na manhã desta segunda-feira (7) da abertura oficial dos Jogos Escolares Municipais. A cerimônia foi realizada no Ginásio Municipal Wandelson Barbosa e contou com a presença de estudantes, professores e representantes da comunidade escolar das redes municipal, estadual e particular.
Ao lado do vice-prefeito Zé Marcos de Lima, da primeira-dama Dra. Lúcia, da secretária de Educação Ácidalia Siqueira, do secretário de Cultura, Turismo e Esportes Márcio Rocha e do diretor de Esportes Kaká de Suerda, Fredson deu início às atividades esportivas que acontecerão ao longo dos próximos dias no município.
O ginásio, que passou por reforma recente, recebeu um grande público para prestigiar a solenidade. Um dos momentos mais simbólicos foi a condução da tocha olímpica por estudantes com autismo e síndrome de Down, acompanhados pelo atleta de Muay Thai Yago, filho do professor Wagner César (in memoriam). O acendimento da pira marcou o início oficial dos jogos.
A cerimônia contou ainda com a presença dos vereadores Aldo da Clipsi, Daniel Siqueira, Patrícia de Bacana, Vicente de Vevéi e Gerson Souza, além de diretores escolares e lideranças comunitárias.
Em seu discurso, o prefeito destacou o papel dos jogos como ferramenta de integração. “Mais que uma competição, os Jogos Escolares representam união, superação e o fortalecimento dos laços entre nossas escolas e nossos jovens”, afirmou Fredson Brito.
As disputas acontecerão nos próximos dias, com premiações em diversas modalidades. A realização dos Jogos Escolares integra a política de incentivo ao esporte e à inclusão social desenvolvida pela Prefeitura de São José do Egito.
Agosto chegou ao final e o Governo de Tuparetama por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, encerrou o mês com ações da campanha Agosto Lilás de combate à violência contra a mulher. Durante encontro com as mulheres do Distrito de Santa Rita, a secretária da Assistência Social do município, Raquel Torres, esteve participando da […]
Agosto chegou ao final e o Governo de Tuparetama por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, encerrou o mês com ações da campanha Agosto Lilás de combate à violência contra a mulher.
Durante encontro com as mulheres do Distrito de Santa Rita, a secretária da Assistência Social do município, Raquel Torres, esteve participando da ação, juntamente com as equipes dos programas sociais. Na pauta, orientações e informações em torno da Lei Maria da Penha e sobre a violência doméstica.
No final, foram entregues os certificados às participantes do curso de laços, promovidos pela Coordenadoria da Mulher, que tem por objetivo a geração de renda para as mulheres inseridas nos programas sociais.
Na sede, foram promovidas palestras voltadas às discussões dos temas da campanha, ministradas pela coordenadora da Mulher, Fifita Luciano, pela coordenadora do Cras, Fátima Souza e pela Assistente Social, Julia Mendes.
“Ações como essas reforçam o nosso compromisso com o público feminino. Estamos à disposição para ajudar, orientar e buscar soluções para aquelas que estejam em situações delicadas.”, afirmou a secretária Raquel.
A repercussão da nota da coluna Fogo Cruzado especulando um possível WO em favor do prefeito José Patriota parece ter feito com que as oposições se movimentassem para buscar mostrar o contrário. Depois do PT ter anunciado que Emídio Vasconcelos é o pré-candidato a prefeito da legenda agora foi a vez do Psol confirmar após […]
A repercussão da nota da coluna Fogo Cruzado especulando um possível WO em favor do prefeito José Patriota parece ter feito com que as oposições se movimentassem para buscar mostrar o contrário.
Depois do PT ter anunciado que Emídio Vasconcelos é o pré-candidato a prefeito da legenda agora foi a vez do Psol confirmar após reunião que colocará o nome de Fernando Moraes para o debate.
Ele se une a nomes como Antonieta Guimarães, Zé Negão e Vicentinho, cotados para formação da chapa que vai enfrentar o gestor e candidato a reeleição. No momento, o debate em torno de candidatura de Totonho Valadares esfriou.
Pesquisa do Instituto DataTrends publicada nesta terça-feira (2) para o Blog Alberes Xavier mostra o ex-prefeito Eduardo Melo na liderança pela Prefeitura de Triunfo, no Sertão de Pernambuco. O ex-prefeito detém 46% das intenções de voto do eleitorado no principal cenário estimulado, um desempenho melhor do que o alcançado pelo atual prefeito, Luciano Bonfim, que […]
Pesquisa do Instituto DataTrends publicada nesta terça-feira (2) para o Blog Alberes Xavier mostra o ex-prefeito Eduardo Melo na liderança pela Prefeitura de Triunfo, no Sertão de Pernambuco.
O ex-prefeito detém 46% das intenções de voto do eleitorado no principal cenário estimulado, um desempenho melhor do que o alcançado pelo atual prefeito, Luciano Bonfim, que aparece em segundo com 33%, seguido de Nego Rico, com apenas 1%. Brancos e nulos são 6% e não sabe ou não respondeu, 14%.
Nos demais cenários, Eduardo Melo vence todos os adversários, incluindo o atual prefeito Luciano Bonfim. Na disputa direta com Luciano, Eduardo venceria o gestor por 46% x 31% caso as eleições fossem hoje. Na disputa contra o ex-prefeito João Batista a diferença sobe para 56% x 5%; contra Nego Rico é de 56% x 2%, e contra Lula Baião é de 57% x 3%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº PE-05749/2024. A margem de erro é de 4,83% e o grau de confiança é de 95%.
Por Leonardo Sakamoto / UOL Há momentos em que um debate público revela mais sobre a estrutura de poder de um país do que sobre o tema que está sendo discutido. O embate em torno do fim da escala 6×1 virou um desses espelhos. Em poucas semanas, a pauta se transformou na principal queda de […]
Há momentos em que um debate público revela mais sobre a estrutura de poder de um país do que sobre o tema que está sendo discutido. O embate em torno do fim da escala 6×1 virou um desses espelhos. Em poucas semanas, a pauta se transformou na principal queda de braço política e econômica do primeiro semestre de 2026. De um lado, milhões de trabalhadores que querem simplesmente ter dois dias seguidos de descanso. Do outro, uma engrenagem poderosa tentando convencer o país de que isso seria quase uma ameaça à civilização.
O governo percebeu que havia capital eleitoral nesse movimento e decidiu entrar de vez no jogo, pressionando publicamente o Congresso Nacional pelo ritmo lento na tramitação da pauta. Como o Legislativo empurra as PECs com a barriga, o Planalto deve recorrer a um projeto de lei em regime de urgência. Isso obrigaria a Câmara a votar a matéria em até 45 dias, expondo a posição de cada deputado antes das eleições.
Lobistas do setor empresarial vêm a público reclamar que o assunto é sério demais para ser tratado em ano eleitoral. Ironicamente, é exatamente o contrário. Essa é a razão pela qual a proposta precisa ser votada em ano eleitoral. No Brasil, a vontade da população costuma ser respeitada apenas quando existe o risco de não reeleição de seus representantes.
Se a política se move por cálculo, a sociedade já deixou claro o que pensa. Pesquisa Datafolha divulgada na semana passada aponta que, do fim do ano para cá, o apoio ao fim da escala 6×1 cresceu de 64% para 71%. Entre jovens de 16 a 24 anos, chega a 83%. O tema atravessou fronteiras ideológicas e derrubou a polarização. Entre eleitores de Jair Bolsonaro (55%) e evangélicos (67%), a maioria se mostra favorável à mudança.
Ou seja, apesar de a pauta ter sido sendo pautada pelo campo progressista, tendo à frente nomes como o do vereador Rick Azevedo (PSOL-RJ) e da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), não se trata de uma demanda de esquerda ou de direita. Trata-se de uma exigência de quem trabalha.
Ao mesmo tempo, a proposta que ganha força no debate é bem menos radical do que seus críticos tentam fazer parecer. O foco agora está em uma transição para a jornada de 40 horas semanais com escala 5×2, sem redução salarial e com prazo de adaptação. Nada de revoluções produtivas instantâneas. Trata-se apenas de aproximar o Brasil de um padrão de descanso que já é comum em vários lugares do mundo e que milhões de trabalhadores brasileiros consideram o mínimo necessário para ter alguma qualidade de vida.
Esse apoio massivo ajuda a explicar a reação do setor empresarial nas últimas semanas. Entidades patronais ligadas ao comércio, serviços e indústria intensificaram uma ofensiva pública contra a mudança. Estudos encomendados por organizações do setor passaram a circular com previsões de queda no PIB, aumento da informalidade, expansão do chamado “duplo emprego”, chuva de rãs, ataques de gafanhotos, morte dos primogênitos. O roteiro é conhecido desde a Primeira Revolução Industrial: sempre que se discute garantir direitos trabalhistas, alguém aparece dizendo que o país vai quebrar.
Executivos do varejo entraram no coro. Lideranças empresariais passaram a afirmar que a medida poderia provocar prejuízos e que trabalhadores acabariam recebendo menos. A mensagem implícita é que o Brasil não poderia “evoluir trabalhando menos dias”. Melhorar a produtividade? Fez xibiu. Ninguém sabe, ninguém viu. Assim, a única forma possível de crescimento econômico passa a ser manter milhões de pessoas presas a jornadas que deixam pouco espaço para descanso, família ou vida pessoal.
Mas o lobby empresarial não atua sozinho. Ele conta com um grupo barulhento que aparece nas redes sociais e na imprensa repetindo esses argumentos como se fossem evidências incontestáveis. São os que gosto de chamar de Guerreiros do Capital Alheio. Gente que não é dona de empresa, não decide investimento e não lucra com dividendos, mas se dedica a convencer a classe trabalhadora de que sua felicidade depende diretamente da prosperidade do patrão.
Os Guerreiros do Capital Alheio têm uma missão curiosa: explicar para quem trabalha seis dias por semana que descansar mais seria ruim para ele mesmo. Em outras palavras, tentam convencer quem está na base da pirâmide de que questionar a lógica atual seria uma espécie de ingratidão econômica.
O problema é que essa narrativa começa a perder força quando confrontada com a vida real. Quem vive a escala 6×1 sabe o que ela significa: trabalhar quase a semana inteira para descansar apenas um dia, frequentemente usado para resolver tarefas acumuladas ou simplesmente se recuperar do cansaço. Não se trata de preguiça, como alguns insinuam. Trata-se de saúde física, mental e de dignidade.
O que está em jogo agora é uma corrida contra o tempo. O governo tenta transformar o apoio popular em pressão institucional para que a mudança avance ainda neste semestre. O lobby empresarial, por sua vez, aposta na velha estratégia de produzir pânico econômico para esfriar o debate ou empurrar qualquer mudança para um futuro distante.
Tudo isso revela algo importante: neste momento, parece que o país está dividido apenas entre esquerda e direita, mas, não raro, isso esconde outra diferença de interesses. De um lado, a classe trabalhadora, do outro, os donos do dinheiro — e seus assessores e vassalos. Parte da ultrapolarização política, aliás, vem sendo alimentada justamente por quem não quer que o debate mais importante aconteça: como garantir dignidade a quem, de fato, gera riqueza neste país.
Porque, no fim das contas, a pergunta que fica é simples: se uma sociedade não consegue garantir dois dias de descanso para quem trabalha, exatamente quem está servindo a quem nessa história?
São José do Egito chega ao segundo caso confirmado de Covid-19. Segundo a Secretaria de Saúde, trata-se de de um dos profissionais de saúde no município que estavam com suspeita. A identidade não foi confirmada. O município tinha dois casos suspeitos nessa área. Um, que atua em UBS mas teria contraído em outra cidade onde […]
São José do Egito chega ao segundo caso confirmado de Covid-19. Segundo a Secretaria de Saúde, trata-se de de um dos profissionais de saúde no município que estavam com suspeita. A identidade não foi confirmada.
O município tinha dois casos suspeitos nessa área. Um, que atua em UBS mas teria contraído em outra cidade onde trabalha. Outro caso suspeito, de uma profissional que atendeu o primeiro caso confirmado na cidade.
A cidade portanto tem dois casos confirmados, quatro casos sob investigação e três casos descartados. Em boletim, a Secretaria deverá disponibilizar mais informações.
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