Flores, Brejinho, Ingazeira, Solidão, Calumbi e Stª Cruz da Baixa Verde seguem sem casos de Covid-19
Por Nill Júnior
O município de Serra Talhada já contabiliza 37 casos confirmados de coronavírus. Com 8 casos confirmados, São José do Egito é a segunda cidade mais afetada do Pajeú.
Triunfo soma 7 casos em terceiro lugar. Em seguida aparecem na lista, Carnaíba e Tabira com 6 casos cada.
Na sequência tem Iguaraci que chegou ao 5º caso, Itapetim também com 5 pacientes infectados, e Afogados da Ingazeira, que soma 4 confirmações.
Quixaba tem 2 casos. Fecham a lista Tuparetama e Santa Terezinha que tem apenas um caso cada.
Ao todo 13 mortes já foram registradas em 6 cidades, quatro em Carnaíba, três em Triunfo, duas em Serra Talhada, duas em Tabira, uma em Itapetim (outra em investigação) e uma em Quixaba.
Nas 11 cidades que já possuem casos confirmados no Pajeú, os números chegam a 75 pessoas infectadas com o novo coronavirus.
As cidades de Flores, Brejinho, Ingazeira, Solidão, Calumbi e Santa Cruz da Baixa Verde (foto) até o momento não tiveram casos de Covid-19. Brejinho e Stª Cruz tem um caso “em investigação” cada. O levantamento é de Anchieta Santos.
Candidato afirmou que pretende imprimir “senso de urgência” desde o início de uma eventual gestão no Governo de Pernambuco. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) criticou, na noite desta segunda-feira (31), o ritmo da gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), sua principal adversária na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. As […]
Candidato afirmou que pretende imprimir “senso de urgência” desde o início de uma eventual gestão no Governo de Pernambuco.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) criticou, na noite desta segunda-feira (31), o ritmo da gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), sua principal adversária na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.
As declarações foram feitas durante a inauguração do comitê do vereador do Recife e candidato a deputado federal Rinaldo Júnior (PSB), no bairro do Torreão, na Zona Norte da capital.
Sem citar Raquel nominalmente em parte do discurso, João afirmou que uma eventual gestão sua começaria com ritmo de trabalho desde o primeiro ano.
“Não vou trabalhar só no quarto ano, é desde o primeiro dia. Com senso de urgência”, afirmou. Em outro momento, disse que seu mandato à frente do Recife não concentrou ações apenas no período eleitoral e citou creches, serviços de saúde e o programa Embarque Digital como exemplos.
A fala ocorre em meio às críticas feitas por Raquel Lyra aos 16 anos de governos do PSB em Pernambuco. Durante a campanha, a governadora tem afirmado que seu grupo recebeu o Estado em situação difícil e precisou reorganizar a administração antes de acelerar investimentos e entregas.
João rebateu o argumento separando sua trajetória pessoal das administrações anteriores do partido. “Eu nunca fui governador de Pernambuco por enquanto”, declarou.
O candidato também voltou a abordar as denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio” relacionado a ataques contra integrantes de seu grupo político. João afirmou que os episódios são investigados pela Polícia Federal e mencionou reportagem publicada pela Folha de S.Paulo sobre a apuração.
A existência e eventual responsabilidade por uma estrutura desse tipo ainda são objeto de investigação. Raquel Lyra já negou envolvimento nas acusações e defendeu que os fatos sejam apurados pelas autoridades.
Durante o discurso, João defendeu que a campanha concentre o debate em temas como abastecimento de água, segurança, emprego, alimentação e qualificação profissional.
O ato também contou com a presença do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e dos candidatos ao Senado Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT).
Fonte: Folha de Pernambuco
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Do jornal O Globo Pressionado pelas pesquisas que apontam baixa aprovação ao governo Lula, o PT vai às urnas no próximo domingo para eleger seu novo presidente. Dos quatro postulantes ao cargo, três cobram mudanças no Planalto e na política de alianças para 2026. A exceção é o favorito Edinho Silva, que atribui os problemas […]
Pressionado pelas pesquisas que apontam baixa aprovação ao governo Lula, o PT vai às urnas no próximo domingo para eleger seu novo presidente.
Dos quatro postulantes ao cargo, três cobram mudanças no Planalto e na política de alianças para 2026. A exceção é o favorito Edinho Silva, que atribui os problemas de Lula à polarização política e ao avanço do Congresso sobre o Orçamento.
“O maior patrimônio do PT é o governo Lula. Se não fosse ele, o partido não teria superado as crises que viveu. O PT tem que ter posição, tem que disputar os rumos da coalizão. Mas não defender o governo Lula é um imenso erro”, afirma o ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social.
Três vezes presidente do PT, Rui Falcão diz que deseja voltar ao cargo para resgatar os “princípios fundadores” do partido e garantir sua independência em relação ao governo.
“O partido deve apoiar e dar sustentação política. Mas, para ser forte, precisa ter direito de criticar quando acha que o rumo não está bom. Essa divisão de papéis tem que ficar muito clara, se não o PT vira puxadinho do governo, o que nunca foi”, afirma o deputado.
Candidato mais à esquerda no partido, Valter Pomar se apresenta como opção de ruptura com a política atual.
“O PT está numa encruzilhada. Edinho representa a manutenção da política atual, de conciliação com o modelo primário-exportador e com o capital financeiro. Eu represento a mudança. A política atual já nos levou a uma derrota em 2024, na eleição municipal. Mantê-la vai nos levar a outra derrota em 2026”, diz o historiador.
Romênio Pereira, da corrente Movimento PT, também defende uma atitude mais crítica em relação ao Planalto.
“Nossa bancada tem que votar 100% com o governo, mas o partido precisa ter liberdade para conversar e dizer que é preciso mudar. Sem mudar, vai ser difícil alcançar uma nova vitória em 2026”, afirma.
Na oposição, Miguel larga na frente O neo filiado ao DEM e prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, saiu na frente na disputa sobre qual será o nome da oposição em 2022 ao Governo do Estado. Na política, demonstrar organização, força e apoio é determinante para vencer internamente. Porque sejamos francos, mesmo que não admita, os […]
O neo filiado ao DEM e prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, saiu na frente na disputa sobre qual será o nome da oposição em 2022 ao Governo do Estado.
Na política, demonstrar organização, força e apoio é determinante para vencer internamente. Porque sejamos francos, mesmo que não admita, os primeiros adversários de Miguel são internos. Ele tem que demontrar mais força que Anderson Ferreira e Raquel Lyra. E ontem, conseguiu.
Em um estado com gestores majoritariamente ligados aos staff estadual, entre PSB e partidos aliados, reunir três dezenas de prefeitos, mais uma penca de lideranças oposicionistas não parece um feito capaz de ser replicado pelo gestor de Jaboatão ou pela prefeita de Caruaru.
Em qualquer consulta a nomes da oposição a Paulo Câmara, é fácil constatar a predileção pelo político. A prova dos nove foi o pomposo ato de filiação. O prestígio pelas lideranças de peso reunidas também foi constatado. Fosse uma corrida de cem metros, Miguel estaria pelo menos uns 30 metros a frente de seus competidores naturais.
Até aqui, só tratamos do que Miguel traz para agregar a seu nome. Agora, os desafios. Primeiro, manter a unidade da oposição. É possível que, como em um jogo de xadrez, Raquel e Anderson também busquem movimentar peças no tabuleiro. E não no caminho da unidade com Miguel, mas para também reagir ao ato de ontem.
A princípio, fragmentar os votos entre os nomes da oposição pode não garantir energia suficiente para chegar ao segundo turno. Armando Monteiro saiu praticamente sozinho com apoio do bloco oposicion e ainda assim não conseguiu levar a disputa ao segundo turno. Mas ao contrário do que pareça, só reforça a argumentação. Se unida em 2018 a oposição não chegou ao segundo turno, que dirá dividida?
Outro gargalo está na força do lulismo e fragilidade do Bolsonarismo em Pernambuco. Tanto que Miguel tem dado respostas dúbias sobre a possibilidade de dar palanque a Bolsonaro. Em 2018, Haddad e Lula ajudaram a dar os votos que garantiram a reeleição de Paulo. Em 2022, o marketing socialista vai buscar como nunca lidar Miguel e o pai, Fernando Bezerra Coelho, a Bolsonaro. Mesmo que o debate seja estadual, o eleitor é afetado por esse alinhamento.
Por outro ângulo, a indefinição sobre o nome da aliança PSB/PT e a possível fadiga de material do ciclo socialista favorecem Miguel. Ou seja, há outros elementos em jogo.
Se terá êxito ou não só o conta voto vai dizer em 2 de outubro de 2022. Mas hoje, uma certeza. A imagem de principal nome da oposição tem caído melhor em Miguel do que nos demais nomes colocados no jogo, pelo menos nesse momento. Para reverter essa percepção, Raquel Lyra, Anderson Ferreira e companhia vão ter que remar, e muito…
Pouca presença
Do Pajeú, poucos nomes foram prestigiar a filiação de Miguel. Gleybson Martins, Nêudo da Itã e demais vereadores da oposição de Carnaíba, Zé Mário Cassiano, Dinca Brandino e esposa Nicinha Melo. E só.
Três não dá
Pra onde vai mesmo o apoio de Luciano Bonfim, prefeito de Triunfo, a Estadual? Chegou a anunciar apoio a José Patriota, foi cantado por Jarbas Filho e recentemente, Rodrigo Novaes disse que o passe de Bonfim é dele.
Gestão sem poesia
A falta de apoio da gestão Nicinha Melo à Missa do Poeta não é novidade nenhuma. Bom é ver que mesmo com desafios, a Missa vive, queira ou não o governo. A cultura sempre vencerá a ignorância.
Calculadora na mão
Está claro pelas análises de quem sabe fazer conta sobre a projeção eleitoral no estado que Paulo Jucá e José Patriota terão que buscar votos em outras regiões. E a corrida começou. O Médio e Alto do Pajeú dividido entre eles dá garantia de que só com esses votos, morreriam abraçados.
Corre trecho
Quem percebeu o mesmo, que Pajeú sozinho não faz Deputado, foi Luciano Duque, do PT. Nos últimos dias voltou a São José do Belmonte, foi a Terra Nova e até a Afogados da Ingazeira, terra de José Patriota, onde prestigou a “Copa José Patriota”. Danousse!
Fator Pedro
A corrida por nomes como Lucas Ramos e Clodoaldo Magalhães a um mandato federal tem uma explicação chamada Pedro Campos. Admitem que o irmão de João Campos pode chegar aos 400 mil votos, com uma força da máquina recifense. Pode ser o puxador…
Insistência
Apesar de muitos entenderem que Geraldo Júlio jogou a toalha, inclusive Paulo Câmara em conversas reservadas, Miguel Coelho entende que o Secretário vai aceitar o desafio. “Reúne o apoio unânime do partido e quase todos os partidos da Frente Popular. Vamos esperar o momento certo para fazer essa definição”, afirmou.
Frase da semana:
“Pernambuco não tem dono”.
Do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, em seu ato de filiação ao DEM, provocando a trupe socialista.
A Prefeitura de Brejinho usou as suas redes sociais para celebrar a conquista do Selo Ouro do Selo Nacional Compromisso Criança Alfabetizada, uma iniciativa que reconhece os esforços de secretarias de educação municipais e estaduais na formulação e implementação de políticas públicas voltadas à alfabetização de crianças. O Selo, promovido pelo Ministério da Educação dentro […]
A Prefeitura de Brejinho usou as suas redes sociais para celebrar a conquista do Selo Ouro do Selo Nacional Compromisso Criança Alfabetizada, uma iniciativa que reconhece os esforços de secretarias de educação municipais e estaduais na formulação e implementação de políticas públicas voltadas à alfabetização de crianças.
O Selo, promovido pelo Ministério da Educação dentro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), tem como objetivo reconhecer o trabalho das Secretarias de Educação na alfabetização das crianças brasileiras, celebrando os avanços alcançados ao longo do ano.
Entre os critérios para a concessão estão a adoção de práticas de gestão e estratégias que promovam a redução de desigualdades educacionais e a qualidade do ensino.
“Essa conquista simboliza o compromisso de Brejinho com uma educação de qualidade, reforçando a importância de um trabalho colaborativo entre gestores, educadores e comunidade. Parabéns a todos os envolvidos”, destacou a Prefeitura na postagem.
Os partidos que compõem a Frente das Oposições de Pernambuco – PTB, DEM, PSDB, PODEMOS, PV, PRB e PPS informaram em nota, que, “em respeito e solidariedade à população de Pernambuco, que ainda sofre os efeitos dos graves problemas motivados pela crise nacional de abastecimento que atinge a todos”, resolvem estabelecer uma nova data para […]
Os partidos que compõem a Frente das Oposições de Pernambuco – PTB, DEM, PSDB, PODEMOS, PV, PRB e PPS informaram em nota, que, “em respeito e solidariedade à população de Pernambuco, que ainda sofre os efeitos dos graves problemas motivados pela crise nacional de abastecimento que atinge a todos”, resolvem estabelecer uma nova data para o lançamento oficial dos pré-candidatos a Governador e Senador de sua chapa majoritária.
“Conscientes de que toda a prioridade neste momento deve ser dedicada ao diálogo e à união de esforços para contribuir com a volta à normalidade, decidem transferir para o próximo dia 11 de Junho o anúncio e entrevista coletiva de imprensa com vistas às eleições de 2018”, diz o texto.
Como amplamente divulgado, a expectativa é de que o senador Armando Monteiro Neto (PTB) seja a cabeça de chapa e o deputado federal Mendonça Filho (DEM) saia para senador. O segundo espaço e a vice ficariam em aberto, na tentativa de atrair outros partidos.
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