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Flávio Bolsonaro relembra facada do pai e convoca apoiadores para atos de 7 de Setembro

Por Michael Andrade

Candidato à Presidência afirmou que episódio de 2018 permanece como um marco para a família e chamou apoiadores para manifestações nesta segunda-feira (7).

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) relembrou, neste domingo (6), os oito anos da facada sofrida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora, Minas Gerais.

Em transmissão pelas redes sociais, Flávio afirmou que o episódio permanece marcado na memória da família.

“Hoje faz oito anos da facada do meu pai, que aconteceu lá em Juiz de Fora, no dia 6 de setembro de 2018. Foi um dia muito difícil”, declarou.

O candidato também recordou que, no dia seguinte ao ataque, permaneceu no hospital e relacionou o episódio às manifestações do Dia da Independência.

“No 7 de setembro de 2018, um dia depois de o meu pai tomar a facada, eu estava dentro do hospital. Eu não tive nenhuma oportunidade de ir para a rua, de defender a independência do meu Brasil, de defender a liberdade do nosso país”, afirmou.

Flávio aproveitou a transmissão para convocar apoiadores para os atos previstos para esta segunda-feira (7). Em São Paulo, segundo ele, a concentração está marcada para as 15h, na Avenida Paulista.

O senador também informou que estará em Juiz de Fora na quarta-feira (9), acompanhado de aliados e candidatos do PL.

Durante a transmissão, Flávio mencionou ainda as restrições atualmente impostas ao pai e disse esperar poder reencontrá-lo.

“Assim que eu puder reencontrá-lo, pode ter certeza que eu vou dar esse abraço”, afirmou.

Carlos Bolsonaro, candidato ao Senado por Santa Catarina, também publicou mensagem nas redes sociais sobre os oito anos do ataque.

“6 de setembro ainda dói. Para muita gente, é apenas mais uma data no calendário. Para mim e para minha família, nunca mais foi”, escreveu.

Carlos também voltou a classificar os processos e decisões judiciais envolvendo o pai como perseguição política.

A facada ocorreu em 6 de setembro de 2018, durante um ato da campanha presidencial de Jair Bolsonaro em Juiz de Fora. Adélio Bispo de Oliveira foi preso pelo ataque e posteriormente considerado inimputável pela Justiça.

Fonte: Diario de Pernambuco
Imagem: Reprodução/YouTube/Flávio Bolsonaro

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Outras Notícias

Evandro Valadares tem agenda com Humberto Costa

O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, está cumprindo agenda na capital federal desde segunda (25). Um dos encontros que teve foi com o senador por Pernambuco, Humberto Costa (PT), votado em São José do Egito nas últimas eleições. Valadares pediu e conseguiu um trator de pneu que deverá beneficiar agricultores do município. […]

Blog do Finfa

O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, está cumprindo agenda na capital federal desde segunda (25). Um dos encontros que teve foi com o senador por Pernambuco, Humberto Costa (PT), votado em São José do Egito nas últimas eleições.

Valadares pediu e conseguiu um trator de pneu que deverá beneficiar agricultores do município.

Além do trator, o gestor egipciense, também pediu uma retroescavadeira e um trator de esteira. Humberto garantiu recursos importantes para a saúde e educação de São José do Egito em 2020, já que o orçamento desse ano já foi fechado. O prefeito Evandro Valadares, estava acompanhado dos secretários Henrique Marinho (Educação) e Paulo Jucá (Saúde).

Concurso da Guarda Municipal: candidatos convocados estão na etapa de entrega de exames

Os candidatos classificados na prova objetiva do concurso público, realizado pela Prefeitura de Tabira, para o cargo de Guarda Municipal, já estão participando de mais uma etapa, a entrega de exames médicos. A avaliação tem como objetivo medir as condições gerais de saúde dos selecionados. O processo está acontecendo nos dias 05, 06 e 07, […]

Os candidatos classificados na prova objetiva do concurso público, realizado pela Prefeitura de Tabira, para o cargo de Guarda Municipal, já estão participando de mais uma etapa, a entrega de exames médicos. A avaliação tem como objetivo medir as condições gerais de saúde dos selecionados.

O processo está acontecendo nos dias 05, 06 e 07, como consta no edital do concurso, a partir das 07h, no Centro de Monitoramento e Comando da Guarda Municipal – CMCGM, situado na Travessa José Ângelo, 14, centro, Tabira-PE.

Os participantes deverão apresentar exames como Emograma-Glicemia, Uréia, Creatinina, Chagas, VDRL, HBSAg, TGO, TGP, Tipo Sanguíneo, Eletroencefalograma, Eletrocardiograma, entre outros, que serão avaliados pela Junta Médica e Odontológica da Prefeitura de Tabira.

A prova objetiva aconteceu no dia 14 de outubro de 2018, com 10 vagas abertas, sendo sete para homens e três para mulheres, que irão atuar diretamente na prevenção primária à violência e a criminalidade, potencializando a presença física, evidenciando a percepção da comunidade e garantindo maior segurança à população.

Para Fachin, Senado não pode rejeitar impeachment se Câmara autorizar

Julgamento será retomado nesta quinta O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin defendeu nesta quarta-feira (16) que o Senado seja obrigado a instaurar o impeachment caso a Câmara autorize, por 2/3 de seus membros (ao menos 342 dos 513 deputados), a abertura do processo. Relator da ação que questiona as regras para […]

fachin

Julgamento será retomado nesta quinta

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin defendeu nesta quarta-feira (16) que o Senado seja obrigado a instaurar o impeachment caso a Câmara autorize, por 2/3 de seus membros (ao menos 342 dos 513 deputados), a abertura do processo.

Relator da ação que questiona as regras para processar um presidente da República, Fachin foi o primeiro dos 11 ministros a votar numa ação do PC do B que anular a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que aceitou uma denúncia por crime de responsabilidade contra a presidente Dilma Rousseff no último dia 2 de dezembro.

Depois do voto, a sessão foi encerrada e o julgamento deverá ser retomado nesta quinta (17). Até a decisão final do STF, continuará suspenso o processo de impeachment no Legislativo.

Em seu voto,  Fachin disse que “inexiste competência do Senado para rejeitar autorização expedida pela Câmara dos Deputados” para instaurar o processo.

“O comando constitucional é claro ao indicar, no art. 86, que ‘admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento’, não havendo faculdade da Mesa do Senado, pois, quando recebe a autorização, deve ela instaurar o processo”, afirmou durante o voto.

Conforme a Constituição, somente após a instauração do processo pelo Senado é que o presidente da República deve ser afastado do cargo, por até 180 dias, até o julgamento final sobre o impeachment, também a cargo dos senadores. Segundo Fachin, a suspensão ocorre depois da leitura da decisão da Câmara no plenário do Senado.

A possibilidade de o Senado recusar a instauração do processo, evitando o afastamento da presidente, foi um dos principais pedidos do PC do B na ação em julgamento no STF para definir o rito do impeachment a ser seguido pelo Legislativo.

A questão colocou em confronto as próprias Casas do Congresso: em sua manifestação, a Câmara defendeu que a decisão dos deputados determina a abertura do processo. O Senado, por sua vez, afirmou que a Casa não precisa seguir a decisão dos deputados, entendimento também manifestado pela Presidência e pela Procuradoria Geral da República.

A decisão final será dada pela maioria dos 11 ministros do Supremo. Depois de Fachin, ainda votam os ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski.

Valente na hora de barrar o voto dos nordestinos; frouxo ao assumir as consequências

Por Leo Sakamoto Para surpresa de absolutamente ninguém, Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF, foi preso hoje tentando fugir pelo Paraguai. A cena apenas confirma o óbvio: coragem nunca foi virtude do golpismo bolsonarista. O mesmo personagem que bloqueou rodovias no segundo turno de 2022 para dificultar o voto de eleitores de Lula no Nordeste não […]

Por Leo Sakamoto

Para surpresa de absolutamente ninguém, Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF, foi preso hoje tentando fugir pelo Paraguai.

A cena apenas confirma o óbvio: coragem nunca foi virtude do golpismo bolsonarista.

O mesmo personagem que bloqueou rodovias no segundo turno de 2022 para dificultar o voto de eleitores de Lula no Nordeste não sustentou a pose diante da condenação no STF.

Violou tornozeleira, usou passaporte falso, justificou tratamento médico no exterior, levou até o cachorro — e acabou preso.

Ele se soma à lista de bolsonaristas que, quando a Justiça chega perto, escolhem se pirulitar, como Zambelli, Ramagem e Bolsonaro. Desde 2018, o padrão é conhecido: desafia instituições, grita perseguição e corre.

O discurso da “liberdade” nunca foi sobre democracia. Sempre foi sobre não pagar pelos próprios atos. Governar podia ser projeto. Fugir, ao que tudo indica, é princípio.

Engenheiro de pesca explica peixes mortos na área da barragem de Brotas

Centenas de peixes mortos foram encontrados nesta quarta-feira na barragem e chamou a atenção. Por André Luis Nesta quarta-feira (08.04), centenas de peixes foram encontrados mortos no leito do rio Pajeú, logo abaixo do vertedouro da barragem de Brotas, em Afogados da Ingazeira. O fato, que logo chamou a atenção da população, foi registrado em […]

Centenas de peixes mortos foram encontrados nesta quarta-feira na barragem e chamou a atenção.

Por André Luis

Nesta quarta-feira (08.04), centenas de peixes foram encontrados mortos no leito do rio Pajeú, logo abaixo do vertedouro da barragem de Brotas, em Afogados da Ingazeira. O fato, que logo chamou a atenção da população, foi registrado em vídeo por Evandro Lira, pela TV Samburá e retransmitido no Facebook da Rádio Pajeú. Veja vídeo acima.

Em entrevista a nossa redação por WhatsApp, o engenheiro de pesca, Gilmar Aguiar, que coordenada o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), em Afogados da Ingazeira, e também toca uma empresa de consultoria e projetos em aquicultura, explicou que o fato é comum.

Segundo Gilmar a causa da morte foi falta de oxigenação. “O que eu pude analisar tecnicamente como engenheiro de pesca pelo vídeo que eu assisti, foi que essa mortandade da espécie conhecida por Curimatã, foi consequente a uma baixa oxigenação, devido a barragem não estar mais vertendo”, analisou.

Aguiar chamou a atenção para os pontos de alagamento no local onde os peixes foram encontrados. “Como essa barragem não está mais vertendo, esses pontos de alagamento acumularam uma alta densidade de peixes, a biomassa desses animais aumentou e consequentemente houve uma diminuição do oxigênio. Também a pouca profundidade desses pontos de alagamento fez com que a água esquentasse demais, elevando assim o nível de estresse desses animais que não suportaram e vieram a morrer”, explicou.

Gilmar também disse que a única coisa que poderia ter sido feita para evitar a grande quantidade de peixes mortos seria retirá-los dos pontos de alagamento e leva-los para a barragem.

Questionado se outro evento poderia ter causado a morte dos peixes, como por exemplo um alto de grau de nível de concentração de agrotóxicos no solo que poderiam ter sido levados para a água pelas chuvas, o engenheiro de pesca disse que só uma análise nos animais mortos poderia comprovar isto. “Seria preciso coletar os animais e leva-los para um laboratório para analisar”, mas disse achar muito difícil que outro evento tenha sido o responsável pelo fato.

“Pode ter acontecido, mas eu não acredito. O professor Elton, da unidade de Serra Talhada da Universidade Federal Rural de Pernambuco, que possui vasta experiência no assunto, que também analisou as imagens, não vê outra possibilidade. Pode até ser que tenha, não podemos descartar, mas nessa primeira análise foi isso, a falta de oxigenação”, esclareceu.

Gilmar ainda afirmou: “temos experiência de outros eventos parecidos como este principalmente nesta época de chuvas onde as barragens estão vertendo e percorrendo o leito do rio Pajeú é o que a gente mais vê. E em outros momentos já fizemos outras analises e o que foi verificado foi isso mesmo. A questão da falta de oxigenação que causou a mortandade dos animais”, afirmou o engenheiro.