Em mais uma agenda intensa pelo Sertão Pernambucano, o deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) começou o primeiro dia, neste sábado (24), conversando com aliados, ouvindo as demandas e acompanhando execução de emendas.
O parlamentar esteve em Cabrobó, onde esteve com o ex-prefeito Auricélio Torres e os vereadores João Pedro, Paulo Gonçalves e Glênio Rodrigues.
Para o município, Fernando Monteiro, que destinou recursos para a agricultura familiar, reforçou também a entrega, para os próximos dias, de um trator para uma associação local, mesmo período em que serão perfurados mais 25 poços artesianos em diferentes localidades, possibilitando a ampliação da produção agrícola e da pecuária na região.
Em Santa Maria da Boa Vista, Fernando Monteiro esteve com o ex-prefeito Humberto Mendes e o ex-secretário de Finanças do município, Sidney Carvalho.
Na cidade, as obras de recuperação da PE-550, no trecho que liga Urimamã a Caraíbas, outro pleito dos sertanejos abraçado pelo deputado, estão em plena execução.
A agenda seguiu também por Petrolina, onde o deputado pernambucano viu de perto um dos quatro poços que tiveram recursos destinados por ele já em funcionamento.
Entre eles, o do Sítio Volta da Carolina, do produtor Clésio, que até então cuidava da produção de ovinos e caprinos e que agora vai conseguir produzir o alimento para a sua criação. Este único poço atende a 16 famílias, reforçando a agricultura familiar da localidade e do seu entorno.
do Diário de Pernambuco Nesta terça-feira (11), a executiva estadual do PT se reúne, às 18h, no diretório do partido, na Rua Gouveia de Barros, em Santo Amaro, no Recife. Na pauta, o balanço eleitoral e o planejamento da sigla em Pernambuco. O encontro vai ocorrer na semana escolhida pela executiva nacional para promover mobilizações […]
Nesta terça-feira (11), a executiva estadual do PT se reúne, às 18h, no diretório do partido, na Rua Gouveia de Barros, em Santo Amaro, no Recife. Na pauta, o balanço eleitoral e o planejamento da sigla em Pernambuco.
O encontro vai ocorrer na semana escolhida pela executiva nacional para promover mobilizações em favor da reforma política e da democracia. O período começou no último domingo (9) e vai até 15 de novembro. O PT irá estimular a militância a participar de ações em defesa dos dois temas.
O PT de Pernambuco deverá decidir também como trabalhar em nível local as determinações da executiva nacional, estabelecidas na reunião pós-segundo turno do último dia 3.
As medidas também servem de preparação para o encontro do Diretório Nacional da legenda, dias 28 e 29 de novembro, em Fortaleza, no Ceará. A executiva nacional determinou, entre outras coisas, que o partido deve “priorizar ações de comunicação e relançar a campanha pela reforma política”.
Fragilizado em Pernambuco, onde perdeu as eleições para governador, o partido deverá também discutir a reestruturação estadual da sigla, que não elegeu deputado federal e ainda amargou o título de único estado nordestino onde a presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu no primeiro turno. Com a expressiva vitória estadual de Dilma no segundo turno sobre o tucano Aécio Neves (70,4% a 29,6%), o PT tomou fôlego para tentar recuperar a força perdida.
A presidente do PT pernambucano, deputada estadual reeleita Teresa Leitão, não quis dar muitas informações a respeito do encontro, que disse ser fechado. O cientista político Tales Castro acredita que para recompor o poder da sigla, o PT precisa repensar a sua estratégia eleitoral no estado todo, mudar os atores políticos “porque há fadiga de algumas candidaturas”. “É preciso criar novos quadros”, defende Castro.
Interlocutores – Outro assunto que deve ser tratado pela executiva estadual são os candidatos a “ponte” entre os governos federal e estadual, que começam a surgir em Pernambuco. Na última semana, dois políticos que militaram em favor de Aécio Neves (PSDB) e Paulo Câmara (PSB) tentaram se colocar como possíveis mediadores de um diálogo entre as duas esferas: o deputado federal reeleito Anderson Ferreira (PR) e o senador eleito Fernando Bezerra Coelho (PSB).
No entanto, Teresa Leitão disse que ninguém da executiva estadual foi procurado. Ferreira, presidente do PR em Pernambuco, enfrenta uma crise no partido em nível estadual. Já Bezerra Coelho telefonou para o senador Armando Monteiro (PTB), aliado de Dilma, tentando marcar um encontro ainda sem data.
A nova pesquisa Quaest para o Governo da Paraíba, divulgada nesta terça-feira (22), mostra Lucas Ribeiro (PP) com 49% das intenções de voto, ante 38% no levantamento anterior. Efraim Filho (PL) aparece com 16%, enquanto Cícero Lucena (MDB) registra 15%. O levantamento ouviu 804 eleitores entre 18 e 21 de setembro, tem margem de erro […]
A nova pesquisa Quaest para o Governo da Paraíba, divulgada nesta terça-feira (22), mostra Lucas Ribeiro (PP) com 49% das intenções de voto, ante 38% no levantamento anterior. Efraim Filho (PL) aparece com 16%, enquanto Cícero Lucena (MDB) registra 15%.
O levantamento ouviu 804 eleitores entre 18 e 21 de setembro, tem margem de erro de 3 pontos percentuais e está registrado no TSE sob o número PB-01325/2026.
Os demais candidatos aparecem com Pedro Coutinho (DC) 1%, Camilo Duarte (PCO) 0% e Yuri Ezequiel (UP) 0%. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 7%, enquanto 12% permanecem indecisos.
No meu comentário para a Monteiro FM, destaco porque a eleição deve terminar no primeiro turno, a considerar os números:
Por Marcos Coimbra* Nestes tempos em que a intolerância, o preconceito e o ódio se tornaram parte de nosso cotidiano político, é fácil se assustar. É mesmo tão grande quanto parece a onda autoritária em formação? Quem se expõe aos meios de comunicação corre o risco de nada entender, pois só toma contato com o […]
Nestes tempos em que a intolerância, o preconceito e o ódio se tornaram parte de nosso cotidiano político, é fácil se assustar. É mesmo tão grande quanto parece a onda autoritária em formação?
Quem se expõe aos meios de comunicação corre o risco de nada entender, pois só toma contato com o que pensa um lado. Será majoritária a parcela da opinião pública que se regozija ao ouvir os líderes conservadores e assistir aos comentaristas da televisão despejar seu ódio?
Recente pesquisa do Instituto Vox Populi permite responder a algumas dessas perguntas. E seus resultados ensejam otimismo: o ódio na política atinge um segmento menor do que se poderia imaginar. O Diabo talvez não seja tão feio como se pinta.
Em vez de perguntar a respeito de simpatias ou antipatias partidárias, na pesquisa foi pedido aos entrevistados que dissessem se “detestavam o PT”, “não gostavam do PT, mas sem detestá-lo”, “eram indiferentes ao partido”, “gostavam do PT, sem se sentir petistas” ou “sentiam-se petistas”.
Os resultados indicam: permanecem fundamentalmente inalteradas as proporções de “petistas” (em graus diversos), “antipetistas” (mais ou menos hostis ao partido) e “indiferentes” (os que não são uma coisa ou outra), cada qual com cerca de um terço do eleitorado. Vinte e cinco anos depois de o PT firmar-se nacionalmente e apesar de tudo o que aconteceu de lá para cá, pouca coisa mudou nesse aspecto.
Nessa análise, interessam-nos aqueles que “detestam o PT”. São 12% do total dos entrevistados. Esse contingente tem, claro, tamanho significativo. A existência de cerca de 10% do eleitorado que diz “detestar” um partido político não é pouco, mas é um número bem menor do que seria esperado se levarmos em conta a intensidade e a duração da campanha contra a legenda.
A contraparte dos 12% a detestar o PT são os quase 90% que não o detestam. Passada quase uma década de “denúncias” (o “mensalão” como pontapé inicial) e após três anos de bombardeio antipetista ininterrupto (do “julgamento do mensalão” a este momento), a vasta maioria da população não parece haver sido contagiada pelo ódio ao partido.
A pesquisa não perguntou há quanto tempo quem detesta o PT se sente assim. Mas é razoável supor que muitos são antipetistas de carteirinha. A proporção de entrevistados com aversão ao partido é maior entre indivíduos mais velhos, outro sinal de que é modesto o impacto na sociedade da militância antipetista da mídia.
Como seria de esperar, o ódio ao PT não se distribui de maneira homogênea. Em termos regionais, atinge o ápice no Sul (onde alcança 17%) e o mínimo no Nordeste (onde é de 8%). É maior nas capitais (no patamar de 17%) que no interior (4% em áreas rurais). É ligeiramente mais comum entre homens (14%) que mulheres (10%). Detestam a legenda 20% dos entrevistados com renda familiar maior que cinco salários mínimos, quase três vezes mais que entre quem ganha até dois salários. É a diferença mais dilatada apontada pela pesquisa, o que sugere que esse ódio tem um real componente de classe.
Na pesquisa, o recorte mais antipetista é formado pelo eleitorado de renda elevada das capitais do Sudeste. E o que menos odeia o PT é o dos eleitores de renda baixa de municípios menores do Nordeste. No primeiro, 21% dos entrevistados, em média, detestam o PT. No segundo, a proporção cai para 6%.
Não vamos de 0 a 100% em nenhuma parte. A sociologia, portanto, não explica tudo: não há lugares onde todos detestam o PT ou lugares onde todos são petistas, por mais determinantes que possam ser as condições socioeconômicas. Há um significativo componente propriamente político na explicação desses fenômenos.
O principal: mesmo no ambiente mais propício, o ódio ao PT é minoritário e contamina apenas um quinto da população. Daí se extraem duas consequências. Erra a oposição ao fincar sua bandeira na minoria visceralmente antipetista. Querer representá-la pode até ser legítimo, mas é burro, se o projeto for vencer eleições majoritárias.
Erra o petismo ao se amedrontar e supor ter de enfrentar a imaginária maioria do antipetismo radical. Só um desinformado ignora os problemas atuais da legenda. Mas superestimá-los é um equívoco igualmente grave.
*Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Esta opinião representa expressamente o sentimento do autor
Há 23 dias das eleições 2022, Zeca Cavalcanti, candidato a deputado estadual, pelo União Brasil, dá carga na rua, fecha novas parcerias e faz a sua primeira caminhada pelas ruas de Arcoverde. A primeira caminhada, de uma série que esta programada até o final da campanha, será nesta sexta-feira (09), a partir das 19h, no […]
Há 23 dias das eleições 2022, Zeca Cavalcanti, candidato a deputado estadual, pelo União Brasil, dá carga na rua, fecha novas parcerias e faz a sua primeira caminhada pelas ruas de Arcoverde.
A primeira caminhada, de uma série que esta programada até o final da campanha, será nesta sexta-feira (09), a partir das 19h, no bairro do São Cristóvão.
Zeca já foi prefeito da cidade do Cardeal por duas vezes e deputado federal e reúne centenas de lideranças locais e apoiadores em eventos deste porte, que costuma arrastar multidões. O trajeto deverá ter pelo menos 5km e o ponto de encontro é na conhecida Oca do Buda.
“Vamos mostrar a força do nosso grupo. E nesta primeira caminhada escolhemos a dedo de onde partiremos, pois temos importantes parceiros e lideranças nesta área”, disse ele. O São Cristóvão é um dos maiores e mais populosos bairros de Arcoverde.
Já no sábado (10), pela manhã, Zeca viaja para Goiana, na Mata Norte, onde participará de visita à feira livre da cidade, a partir das 9h30. Ele tem o apoio da Associação de Feirantes de Goiana e da liderança local Tony Banana, conhecido pelo seu trabalho no comércio de frutas.
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