Notícias

Fernando Bezerra Coelho defende setor canavieiro e percorre cinco cidades entre o Agreste e a Mata

Por André Luis

190116_camutangaO senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) se comprometeu com produtores, trabalhadores rurais e fornecedores de cana a defender um programa capaz de ampliar a capacidade produtiva do estado e manter ativas as usinas. Fernando Bezerra esteve nesta terça (19/01) na Usina Cruangi, na cidade de Timbaúba, que voltou a moer em 2015, após três anos de inatividade.

“O setor canavieiro gera milhares de empregos e responde por boa parte das nossas riquezas. Quero dialogar com toda a cadeia produtiva para encontrarmos maneiras de ajudar, aumentando a competitividade e abrindo cada vez mais postos de trabalho”, disse o senador. Na Cruangi, ele conversou com o presidente da Cooperativa do Agronegócio e Fornecedores de Cana (Coaf), que administra a usina, Alexandre Andrade Lima e com o consultor Gregório Maranhão. Eles entregaram ao senador um projeto de revitalização da atividade em Pernambuco, desenvolvido pela Associação dos Fornecedores de Cana. Mesmo com a seca, Cruangi moeu perto de 290 mil toneladas de cana, gerando mais de dois mil empregos durante a safra.

Visitas – Fernando Bezerra  continuou intensificando as visitas ao Agreste e Zona da Mata, percorrendo as cidades de Camutanga, Ferreiros, Timbaúba, Macaparana e Casinhas. Nesta quarta ele segue para Petrolina, de onde inicia um trajeto pelo Sertão. A agenda começou por volta das 8h, com um café da manhã na casa do prefeito de Camutanga, Armando Pimentel. Os prefeitos Belarmino Vasquez  (Tracunhaém), Adenilson Pereira (Salgadinho), Júnior Rodrigues (Timbaúba) e o deputado federal Marinaldo Rosendo (PSB), acompanharam o café. Depois o senador seguiu para Ferreiros, onde conversou com o prefeito Gileno Gouveia. Em seguida foi a Timbaúba, onde visitou a usina e depois conheceu uma empresa de laticínios que pertence a Rosendo.

190116_3_cruangi

À tarde o senador esteve em Macaparana, para uma conversa com prefeito Paulo Barbosa e o secretariado. No começo da noite, Fernando Bezerra foi ao município de Casinhas. Lá manteve reunião de trabalho com a prefeita Rosineide Barbosa e a equipe administrativa, discutindo projetos para a cidade que tramitam em Brasília. O senador fechou a terça já durante a noite, com um jantar na casa do ex-vereador Walter Borges, aliado histórico da Frente Popular. “É com grande alegria que reencontro tantos amigos nesta caminhada. Acho importante permanecer procurando as pessoas para ouvir as demandas. A atividade pública nos ensina que saber escutar é mais importante que falar”, disse o senador.

Outras Notícias

Siqueirinha diz que faltou estabilidade a Rubis. Esposa de vice rebate: “apaixonou-se pelo poder”

Uma declaração do presidente da Câmara de Arcoverde, Weverton Siqueira, o Siqueirinha, não foi bem digerida por Israel Rubis e gerou reação até de sua esposa, Daise Diniz Rubis. Acusando o prefeito Wellington Maciel de traição e recebendo sem exercer a função de vice ou de delegado, Israel Rubis afirmou que renunciará ao cargo. Ao […]

Uma declaração do presidente da Câmara de Arcoverde, Weverton Siqueira, o Siqueirinha, não foi bem digerida por Israel Rubis e gerou reação até de sua esposa, Daise Diniz Rubis.

Acusando o prefeito Wellington Maciel de traição e recebendo sem exercer a função de vice ou de delegado, Israel Rubis afirmou que renunciará ao cargo.

Ao comentar a decisão, o futuro sucessor direto, Siqueirinha, que preside a Câmara, afirmou considerar “esquisito” o movimento de Rubis. Segundo reprodução do Giro das Cidades, ao se tornar vice e depois deixar a função para voltar a ser delegado Rubis gera uma “instabilidade desnecessária para o município”.

A esposa de Israel Rubis, Daise Dinis Rubis, rebateu o vereador: “quem tem pouca estabilidade e maturidade para exercer um cargo eletivo é o vereador Siqueirinha, que quando esteve como prefeito interino, apaixonou-se pelo poder rapidamente, a ponto de escantear o prefeito e o vice então eleitos, numa tentativa desenfreada de querer ser candidato, em caso de eleições suplementares, caso de fato a chapa fosse cassada”.

Revelou que Weverton chamou Israel na casa dele, na época em que assumiu interinamente a Prefeitura, garantindo que ele permaneceria a frente da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, realizando o mesmo serviço que tinha grande destaque na cidade, tendo mudado de opinião em menos de quatro dias. “Surpreendeu negativamente meu marido, e muito pouco a mim”.

E seguiu: “Enquanto meu esposo estava sendo uma voz em defesa da segurança pública dos Pernambucanos, e funcionários públicos municipais que tiveram gratificações reduzidas e cortadas, salários atrasados, e contra projetos de lei que visavam aumentar a carga tributária para os Arcoverdenses, o Presidente da Câmara estava gravando vídeo com o Prefeito, num clima de que nada aconteceu, com cara de paisagem, esquecendo que até pouco tempo ele trocando farpas com Wellington”.

Já Israel tem feito uma analogia ao cenário de Arcoverde com uma frase do ex-atacante Romário.  “Agora a Corte está completa, o Rei, o Príncipe, e o Bobo da Corte. O Bobo da corte era uma figura que fazia piadas, graças e anedotas, para distrair e divertir o Rei, durante os reinados medievais. Ao que me parece, a famosa frase nunca foi tão atual”, ironizou.

Afogadense em busca de cirurgia ainda precisa de sua ajuda

A cidadã afogadense Marleide da Silva, conhecida como Marleide do Posto de Saúde, moradora do Bairro São Francisco, em Afogados da Ingazeira, conseguiu arrecadar R$ 13 mil reais para sua cirurgia de urgência no quadril. Para o total de R$ 25 mil, ela ainda precisa arrecadar R$ 12 mil, porém Marleide tem que marcar a […]

A cidadã afogadense Marleide da Silva, conhecida como Marleide do Posto de Saúde, moradora do Bairro São Francisco, em Afogados da Ingazeira, conseguiu arrecadar R$ 13 mil reais para sua cirurgia de urgência no quadril.

Para o total de R$ 25 mil, ela ainda precisa arrecadar R$ 12 mil, porém Marleide tem que marcar a operação já no próximo dia 04 de setembro. Ela está correndo contra o tempo.

Amigos e familiares ainda estão em um movimento solidário para conseguir os R$ 12 mil restantes para o procedimento. Quem puder ajudar, contribua com R$ 100,00. Se 120 pessoas doarem, ela consegue o que resta para cirurgia.

Seguem os dados para depósito e o telefone para contato: Caixa Econômica Federal, Agência 1433,  Operação 001, Conta 620-9. CPF: 660.786.014-15. Contato: (87) 9-9931-8668 ou (87) 9-9918-1972.

Meteoro cortou sertão a 72 mil km por hora, diz astrônomo

Nessa intensidade,  tão brilhante, fenômeno acontece no máximo 15 vezes por ano no mundo, diz Marcelo Zurita O astrônomo Marcelo Zurita, da ONG Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon), falou à CNN, nesta quinta-feira (16), sobre o meteoro brilhante que foi visto no céu do Nordeste. O fenômeno, que entrou na atmosfera perto da cidade de […]

Nessa intensidade,  tão brilhante, fenômeno acontece no máximo 15 vezes por ano no mundo, diz Marcelo Zurita

O astrônomo Marcelo Zurita, da ONG Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon), falou à CNN, nesta quinta-feira (16), sobre o meteoro brilhante que foi visto no céu do Nordeste.

O fenômeno, que entrou na atmosfera perto da cidade de Serra Talhada, no Pernambuco, foi registrado às 18h59, de quarta-feira (15), por sete câmeras do portal Clima Ao Vivo, parceiro da Bramon.

De acordo com o pesquisador, embora o evento astronômico seja corriqueiro, é mais raro na intensidade observada por alguns moradores de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Bahia. “Tão brilhante assim é um pouco mais raro. Acreditamos que uns 15 ocorreram anualmente na Terra”, estimou Zurita.

O astrônomo explicou meteoros do tipo são os mesmos que, popularmente, são chamados de estrelas cadentes, mas destacou: “Só que sabemos que eles não têm nada a ver com estrelas. Na ciência, conhecemos como meteoros ou bólidos, que é um meteoro muito intenso que chega de forma explosiva”.

Ele detalhou o que gera esse tipo de evento astronômico. “É um fenômeno que ocorre bem corriqueiramente quando um fragmento de rocha espacial penetra a atmosfera da Terra. Como está em uma velocidade muito alta, acaba aquecendo os gases atmosféricos e gerando esse fenômeno luminoso”, esclareceu ele, que lembrou que, apesar de “bastante comum, é difícil ser visto neste porte”.

Zurita ainda descreveu que, durante a passagem do bólido, “grande parte do material original é perdido, pois acaba sendo vaporizado”.

Com isso, esses meteoros dificilmente atingem o solo de forma a causar algum perigo. “Existe uma chance de que uma parte desse meteoroide resista e acabe chegando ao solo, que é quando chamamos de meteorito, mas na maioria das vezes não atingem o solo”, esclareceu.

“Isso porque o aquecimento nessa passagem atmosférica é tão grande que acaba queimando o material. Todo o fragmento acaba sendo vaporizado. Na maioria das vezes, ele vai cair no solo como uma poeirinha mesmo – o que acreditamos que seja esse o caso”, acrescentou.

Ainda assim, quanto maior o objeto, mais luminoso ele vai ser. Outro fator que conta para a intensidade do clarão é a velocidade, segundo o astrônomo, que, neste evento, foi “muito elevada”.

“Nesse caso, ele foi brilhante porque também foi bastante veloz. A gente ainda está trabalhando nesses dados, mas a velocidade dele foi superior a 20 km por segundo, o que dá uns 72 mil km/h”, informou ele.

Número de pobres cresce “dois Uruguais” no Brasil entre 2014 e 2017, aponta FGV

Por Aliny Gama e Carlos Madeiro/Colaboração para o UOL Entre 2014 e 2017, o número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza no Brasil cresceu 33%, o que significa 6,3 milhões de novos pobres no país –o equivalente a quase duas vezes a população do Uruguai. O dado é de um estudo inédito feito pela FGV […]

Foto: Maria Hsu/Fotos públicas

Por Aliny Gama e Carlos Madeiro/Colaboração para o UOL

Entre 2014 e 2017, o número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza no Brasil cresceu 33%, o que significa 6,3 milhões de novos pobres no país –o equivalente a quase duas vezes a população do Uruguai. O dado é de um estudo inédito feito pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Entre esses anos, o percentual de pessoas vivendo com menos de R$ 233 ao mês (valor-base referente a agosto de 2018) saltou de 8,38% –o menor percentual já medido– a 11,18% da população.

A pesquisa mostra um avanço contínuo na redução do número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza nas últimas três décadas, com destaque para dois momentos: o Plano Real, em julho de 1994, e as políticas sociais implantadas a partir de 2003. Segundo o estudo, a desigualdade subiu por 11 trimestres consecutivos –o que não acontecia desde 1989, quando foi registrado um recorde histórico nesse sentido.

“Esse retrocesso não nos faz voltar a 1995 ou a 2003, mas nos fez voltar a 2011. Foi uma década perdida, o que é muito para desigualdade”, afirma o professor Marcelo Neri, responsável pela pesquisa.

O pesquisador afirma que a queda na renda foi impulsionada pela recessão em que o país entrou. “Esse movimento de pobreza está ligado à crise de desemprego, à alta inflação, mas também [é influenciado] pela desigualdade e pela redução de políticas públicas. Com o ajuste fiscal que o Brasil tem que fazer, a capacidade de fazer políticas de combate à pobreza e à desigualdade fica afetada”, diz.

2014, o fim de uma era

Os dados mostram que o último trimestre de 2014 foi “um marco” para o país, e desde lá só foram registradas quedas. “Ali tivemos a menor pobreza, a menor desigualdade, o maior salário médio, o menor desemprego. Então, de lá pra cá a desigualdade aumentou muito, e o bem-estar ficou estagnado como estava em 2012”, afirma.

O bem-estar social é uma fórmula medida com base na renda média do brasileiro associada ao aumento da desigualdade.

No estudo, Neri percebeu que a renda do brasileiro, pela recessão, teve índices semelhantes em 2012 e 2016. De lá para cá, ela cresceu em média R$ 30. “Há uma retomada –mesmo que lenta– da renda média do brasileiro, mas não há uma retomada do bem-estar na mesma velocidade”, comenta. “Para o bem-estar existem duas coisas que levamos em conta: o tamanho do bolo e a desigualdade. E essa desigualdade aumentou desde o final de 2014”, explica.

Para o pesquisador, o país errou ao não investir em políticas específicas para melhorar a renda dos mais pobres nesse período. “Eu vejo pouco debate ligado a pobreza e desigualdade nos últimos 4 anos. Tivemos uma desorganização na economia, temos um problema fiscal sério; mas até quando você está contando os tostões é momento de lançar políticas aos pobres, não só por justiça social, mas também para ajudar a relançar a economia”, afirma.

 

Sem CPMF, governo busca alternativa para fechar Orçamento

Do Blog do Camarotti Diante da desistência da presidente Dilma Rousseff de apresentar ao Congresso Nacional um projeto para recriar a CPMF, os ministros que integram a chamada “junta orçamentária do governo” buscam uma alternativa para fechar as contas do próximo ano sem perder credibilidade. O governo federal tem que apresentar ao Legislativo o projeto […]

A presidente Dilma Rousseff concede entrevista no Palácio do Planalto - Givaldo Barbosa / Agência O Globo
A presidente Dilma Rousseff concede entrevista no Palácio do Planalto – Givaldo Barbosa / Agência O Globo

Do Blog do Camarotti

Diante da desistência da presidente Dilma Rousseff de apresentar ao Congresso Nacional um projeto para recriar a CPMF, os ministros que integram a chamada “junta orçamentária do governo” buscam uma alternativa para fechar as contas do próximo ano sem perder credibilidade.

O governo federal tem que apresentar ao Legislativo o projeto do Orçamento de 2016 até esta segunda-feira (31).

De forma pragmática, sem os R$ 80 bilhões que poderiam ser arrecadados com o novo tributo, os ministros da área econômica avaliam as possibilidades de criar novos impostos, de promover corte orçamentário e até mesmo desenhar uma solução que envolva essas duas opções.

Outra alternativa ao Executivo seria reconhecer que, atualmente, não existem recursos suficientes para fechar as contas, explicitando o problema.

A repercussão negativa do possível retorno da CPMF em diversos setores da sociedade levou Dilma a desistir, pelo menos neste momento, da proposta da equipe econômica em uma reunião na tarde deste sábado (29) no Palácio da Alvorada. A avaliação interna é que o governo não teria capital político para aprovar o novo tributo no Congresso e, caso insistisse, sofreria uma derrota expressiva.

Conforme o Blog antecipou, a presidente da República tinha dúvidas em relação à proposta da equipe econômica e apresentava resistências à criação de um novo tributo na atual conjuntura política e econômica. Auxiliares políticos da presidente também consideravam que era um erro insistir nesta proposta.

Tanto que, assim que a desistência de recriar a CPMF foi ventilada em Brasília, ministros do núcleo político do Palácio do Planalto comemoraram a decisão da presidente. Havia uma preocupação clara de que se Dilma insistisse em tentar apresentar a proposta de um novo tributo, o PMDB poderia adotar posição contrária, se unindo à oposição para derrotar o governo no parlamento.