Federal eleito com menor votação em 2018 visita o Pajeú e promete emendas para municípios
Por Nill Júnior
Fernando, quando esteve na TV: 186 votos em 17 cidades da região
Fernando, quando esteve na TV: 186 votos em 17 cidades da região
Eleito com pouco mais de 52 mil votos pelo PHS, menor votação entre os federais, o Deputado Federal Fernando Rodolfo passou pelo Pajeú ontem para agradecer a votação recebida.
Detalhe: Fernando Rodolfo foi eleito sem contar com o apoio de nenhum prefeito ou vereador do estado de Pernambuco.
Chama a atenção a votação do parlamentar em alguns municípios do Pajeú: Carnaíba zero; Solidão, 1 voto; Calumbi, 2; Santa Terezinha, 3; Tabira, 3; Santa Cruz da Baixa Verde, 4; Triunfo, 4; Tuparetama, 4; Iguaracy, 6; Itapetim, 6; Ingazeira, 6; Flores, 7; São José do Egito, 9; Afogados da Ingazeira, 13; Brejinho, 40 e Serra Talhada, 76.
Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM Rodolfo afirmou ter com Caruaru, onde foi votado por quase 29 mil pessoas o mesmo compromisso que terá com Solidão onde recebeu um voto solitário. Inclusive esteve na cidade onde se reuniu com o Prefeito Djalma Alves (PSB) e prometeu apresentar emendas em favor da cidade.
A mesma promessa foi feita para a população de Tabira, onde disse que procuraria o prefeito Sebastião Dias para conversar.
Jornalista com passagem pelo Rádio e a TV, Fernando Rodolfo adiantou sua ida para o PR pela questão da cláusula de barreira.
Acusou o Governador Paulo Câmara de lhe ter perseguido quando estava na TV e reforçou que o gestor pernambucano cometeu estelionato eleitoral ao deixar de cumprir 70% das promessas feitas para o primeiro mandato e aumentado estas promessas para se reeleger.
Reconheceu o valor do seu candidato Armando Monteiro, mas disse que a campanha cometeu erros que levaram à derrota.
Sobre o PR, declarou não saber como ficará a situação de Sebastião Oliveira na sigla, uma vez que o partido agora está na oposição ao governo do estado.
O Delegado Regional Marlon Frota Viana falou também sobre a morte de Edsoneide Nunes, dia 17 de dezembro. Ela morreu após atingida pelo carro guiado por Osman Lima, 58 anos, agente penitenciário, morador do centro. Ele estava em uma Hillux e bateu na moto Titan preta, placa KHM 2313, que vinha em sentido contrário, guiada […]
Crime aconteceu em dezembro do ano passado e gerou grande repercussão na mídia
O Delegado Regional Marlon Frota Viana falou também sobre a morte de Edsoneide Nunes, dia 17 de dezembro. Ela morreu após atingida pelo carro guiado por Osman Lima, 58 anos, agente penitenciário, morador do centro. Ele estava em uma Hillux e bateu na moto Titan preta, placa KHM 2313, que vinha em sentido contrário, guiada por Jefferson Silva, 23 anos, que ficou internado no Hospital da Restauração, após fratura no fêmur. Um vídeo divulgado na imprensa televisiva mostrou Osman bebendo antes do episódio. Celso Brandão perguntou se ele foi indiciado por homicídio doloso, culposo ou acidente de trânsito.
“A gente tem que primeiro explicar pros ouvintes o que é Pacto Pela Vida. Ele tenta diminuir os CVLIs, Crimes Violentos Letais Intencionais. É quando a pessoa tem a vontade de tirar a vida de outra pessoa. É o latrocínio, o roubo seguido de morte, uma tentativa de homicídio. Tudo isso é que caracteriza para a estatística como CVLI”, disse inicialmente o Delegado.
Em seguida, afirmou que o Delegado concluiu que foi um acidente de trânsito comum, que é tratado pela Lei de crimes de Trânsito. “As investigações estão andando, ele – o Delegado Thiago Souza – já antecipou que fez diligências, mas a gente está investigando. Não vou antecipar as diligências, mas está investigando. Se tiver algum indício a gente vai investigar, vai pedir prisão, da forma que o Delegado chegar à conclusão desse inquérito”, disse.
O episódio repercutiu na conhecida conta “Não foi Acidente”, que cobra punição para crimes dessa natureza, que não devem ser enquadrados como acidentes de trânsito e sim como homicídio com dolo eventual. Após a publicação, familiares e até políticos tabirenses que tem ligação com o agente mantiveram contato para falar do perfil de Osman, apresentado como por eles “uma pessoa de bem, sem práticas que desabonassem sua conduta até o episódio de sexta”, classificado como uma “fatalidade”.
O caso teve entendimento diferenciado do episódio envolvendo Hebson Thiago Silva Sampaio, que atropelou e matou duas jovens no dia 19 de dezembro de 2013, no Bairro do Riacho do Gado, Tabira. Ele foi condenado a quinze anos e dois meses de detenção por homicídio qualificado, em junho do ano passado, pelo júri popular no fim da noite desta quinta (7), no fórum de Tabira. No acidente, morreram Andreza Thaylane Ferreira dos Santos, Rosália Medeiros Oliveira, 19 anos.
O acidente aconteceu quando o veículo Montana, de placa MOF-5422, atingiu as duas estudantes que andavam pelo acostamento da PE-320. As jovens retornavam do Campestre Clube ao lado de outros estudantes após ornamentarem o local para a festa de suas formaturas. O Tribunal do Júri se reuniu no novo Fórum de Tabira sob a Presidência do juiz Rodrigo Barros Tomaz do Nascimento. O advogado de Hebson, Luciano Pacheco, defendia que ele fosse condenado por homicídio culposo, quando não há dolo, ou intenção, por tratar-se de episódio de trânsito.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse na noite desta terça-feira (24/03) que a crise causada pelo avanço do coronavírus no Brasil “breve passará”; criticou medidas restritivas tomadas por governadores e prefeitos, sem citar nomes, e convocou o país a “voltar à normalidade”. Para o presidente, os brasileiros devem “abandonar o confinamento em massa”, pois “o grupo de […]
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse na noite desta terça-feira (24/03) que a crise causada pelo avanço do coronavírus no Brasil “breve passará”; criticou medidas restritivas tomadas por governadores e prefeitos, sem citar nomes, e convocou o país a “voltar à normalidade”.
Para o presidente, os brasileiros devem “abandonar o confinamento em massa”, pois “o grupo de risco é das pessoas acima de 60 anos”.
Criticou fechamento de escolas e medidas mais severas de distanciamento social. Achou tempo para ironizar o médico Drauzio Varella, mesmo sem citar o nome dele. A fala ocorreu em em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão.
Ainda disse que se ele contrair o vírus sera como “um resfriadinho, gripezinha”, por sua condição de atleta. Veja o pronunciamento:
A fala vai na contramão e gerou críticas de governadores como Renato Casagrande e Flávio Dino. Também houve panelaço em algumas cidades. A OMS alertou hoje que há risco de “pandemia apocalíptica” caso o vírus se expanda.
Fiquei estarrecido com o pronunciamento do presidente Bolsonaro. Ele autoriza a volta da população às ruas, ao comércio, escolas, sem nenhum argumento técnico. A fala vai na contramão de todos os líderes mundiais, OMS, Ministério da Saúde, governadores e prefeitos de todo Brasil.
Netanyahu, premiê de Israel, tem adotado algumas das medidas mais duras em todo mundo para combater o novo coronavírus, assim como Modi na Índia. Ambos são aliados de Bolsonaro, mas encaram a pandemia de forma totalmente diferente do presidente brasileirohttps://t.co/oB4VK6Ftmx
🇧🇷 O presidente @jairbolsonaro usa 5’ das rádios e TVs pra fazer o que ele mais sabe: culpar a imprensa por espalhar terror na população, quando mostra as mortes na Itália 🇮🇹 Ele criticou fechamento das escolas e disse q. se vier a se contaminar será uma “gripezinha” 😷 pic.twitter.com/iM4GrNhUCx
De Witzel a Flávio Dino. Um oceano de ideologias políticas e visões de mundo os separam. Eles estão do mesmo lado na luta para proteger a população. Assim como todos os governadores do país. Assim como todos os presidentes do planeta. Dos EUA ao Irã. Só Bolsonaro está contra.
Mais cedo nesta terça, o presidente teve reuniões virtuais com governadores das regiões Centro-Oeste e Sul apresentou a proposta que havia discutido com os chefes dos estados do Norte e do Nordeste, de recompor os repasses do Fundo de Participação do Estados (FPE) e de suspender o pagamento da dívida dos estados com a União.
A prefeitura de Tabira através da Secretária de Obras vem realizando a correção dos calçamentos nos bairros do município. Desta vez as obras estão acontecendo na Rua Antônio Cordeiro no bairro João Cordeiro, e na Rua Dom Mota, distrito do Riacho do Gado. “São 500 m de calçamentos que vem sendo restaurados nestas ruas. No […]
A prefeitura de Tabira através da Secretária de Obras vem realizando a correção dos calçamentos nos bairros do município. Desta vez as obras estão acontecendo na Rua Antônio Cordeiro no bairro João Cordeiro, e na Rua Dom Mota, distrito do Riacho do Gado.
“São 500 m de calçamentos que vem sendo restaurados nestas ruas. No bairro Juliana Dantas Pires, precisamente na Rua Manoel Andrelino Nogueira , já começaram também as obras de correção no calçamento”, declarou Mario Amaral, Secretario de Obras.
Presidente participou do encerramento do encontro do MST em Salvador O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (23) que a política mundial atravessa um momento crítico, “com o multilateralismo sendo jogado fora pelo unilateralismo”. Durante o encerramento do 14º Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Salvador, Lula […]
Presidente participou do encerramento do encontro do MST em Salvador
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (23) que a política mundial atravessa um momento crítico, “com o multilateralismo sendo jogado fora pelo unilateralismo”. Durante o encerramento do 14º Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Salvador, Lula disse que a carta da Organização das Nações Unidas (ONU) está sendo rasgada e criticou a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de criação de um Conselho de Paz. Para o presidente brasileiro, Trump quer criar uma nova ONU para ser o dono.
“Está prevalecendo a lei do mais forte, a carta da ONU está sendo rasgada e, em vez de a gente corrigir a ONU, que a gente reivindica desde que fui presidente em 2003, reforma da ONU com entrada de novos países [como membros permanentes no Conselho de Segurança], com a entrada de México, do Brasil, de países africanos… E o que está acontecendo: o presidente Trump está fazendo uma proposta de criar uma nova ONU, em que ele sozinho é o dono da ONU”, afirmou Lula.
O presidente dos Estados Unidos convidou Lula para compor conselho da Paz, que será criado para supervisionar o trabalho de um Comitê Nacional para a Administração de Gaza (NCAG, na sigla em inglês).
Lula disse ainda que está telefonando para vários líderes mundiais para discutir o tema, entre eles o presidente da China, Xi Jinping; da Rússia, Vladimir Putin; o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; e a presidenta do México, Claudia Sheinbaum.
“Estou conversando para fazer com que seja possível a gente encontrar uma forma de se reunir e não permitir que o multilateralismo seja jogado para o chão e que predomine a força da arma, da intolerância de qualquer país do mundo”, pontuou.
O presidente voltou a criticar a ação dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou no sequestro do presidente Nicolás Maduro e da deputada e primeira-dama, deputada Cilia Flores.
“Eu fico toda a noite indignado com o que aconteceu na Venezuela. Não consigo acreditar. O Maduro sabia que tinha 15 mil soldados americanos no mar do Caribe, ele sabia que todo dia tinha ameaça. Os caras entraram na Venezuela, entraram no forte e levaram o Maduro embora e ninguém soube que o Maduro foi embora. Como é possível a falta de respeito à integridade territorial de um país? Não existe isso na América no Sul. A América do sul é um território de paz, a gente não tem bomba atômica”, disse.
Citando os Estados Unidos, Cuba, a Rússia e a China, como exemplos, Lula disse ainda que o Brasil não tem preferência de relação com qualquer país, mas que não vai aceitar “voltar a ser colônia para alguém mandar na gente”.
O presidente também criticou a postura de Trump, que, segundo ele, toda vez que aparece na televisão se gaba de ter o exército e as armas mais poderosas do mundo. Lula disse querer fazer política na paz, no diálogo e não aceitando imposição de qualquer país.
“Eu não quero fazer guerra armada com os Estados Unidos, não quero fazer guerra armada com a Rússia, nem com o Uruguai, nem com a Bolívia. Quero fazer guerra com o poder do convencimento, com argumento, com narrativas, mostrando que a democracia é imbatível; que a gente não quer se impor aos outros, mas compartilhar aquilo que a gente tem de bom”, defendeu. “Não queremos mais Guerra Fria, não queremos mais Gaza”, completou.
Encontro do MST
O 14º Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) terminou com um ato marcando os 42 anos do MST, celebrados no dia 22 de janeiro e que contou com a presença de autoridades, parlamentares, representantes de movimentos sociais e sindicais, além de apoiadores do movimento.
O encontro, que começou na segunda-feira (19), reuniu delegações de todo o Brasil, com mais de 3 mil trabalhadores e trabalhadoras sem terra. Durante os cinco dias, membros do MST debateram reforma agrária, produção de alimentos saudáveis, agroecologia, agricultura familiar, a conjuntura política atual, seus desafios e o papel do movimento neste contexto.
Ao final, uma carta do movimento foi entregue ao presidente. No texto, o MST também critica a tentativa de impedir o avanço do multilateralismo e do imperialismo no continente, citando a invasão da Venezuela e o ataque à soberania dos povos. No documento, o movimento alerta que ações como essa têm como pano de fundo o “saque” de bens comuns da natureza como petróleo, minérios, terras raras, águas e florestas.
O texto reafirma ainda os princípios do movimento: a luta pela reforma agrária e pelo socialismo; a crítica ao modelo do agronegócio, da exploração mineral e energética; a luta anti-imperialista e o internacionalismo; além da solidariedade, em especial com a Venezuela, Palestina, Haiti e Cuba.
“Assim convocamos toda a sociedade brasileira para: – lutar por melhores condições de vida e trabalho e em defesa da paz e da soberania contra as guerras e as bases militares; avançar na luta em defesa da natureza e contra os agrotóxicos. Contamos com a participação de todos e todas que nos apoiam e à classe trabalhadora a se somarem na luta pela Reforma Agrária Popular, rumo à construção de outro projeto de país”, finaliza o documento. As informações são da Agência Brasil.
Por Isabel Cesse/Blog do Magno O Ministério da Educação, procurado hoje pelo Blog do Magno, divulgou formalmente de que não houve qualquer autorização para que sejam instalados novos cursos de medicina no país. A equipe de reportagem do Blog em Brasília buscou informações que confirmassem se o Centro Universitário de Patos (UNIFIP) implantará, de fato, […]
O Ministério da Educação, procurado hoje pelo Blog do Magno, divulgou formalmente de que não houve qualquer autorização para que sejam instalados novos cursos de medicina no país. A equipe de reportagem do Blog em Brasília buscou informações que confirmassem se o Centro Universitário de Patos (UNIFIP) implantará, de fato, curso nesta modalidade no município de Afogados da Ingazeira, num campus a ser construído — conforme tem sido divulgado por meio de outdoors no sertão de Pernambuco.
No Ministério da Educação, a assessoria de Comunicação Social informou que o último edital referente a chamamento público para cursos de medicina a serem oferecidos por instituições de educação superior foi o de Nº 1/2023 e que, depois disso, o MEC não divulgou nenhum resultado preliminar, o que só acontecerá em 30 de maio.
A UNIFIP divulgou que fez o pedido por meio de um edital em 2023 e que tem atendido aos critérios pedidos para instalação da universidade, a ser feita a partir do resultado da seleção. Até aí as informações são verdadeiras. O Blog confirmou que a UNIFIP fez, mesmo, esse pedido. Mas, segundo o MEC, não existe qualquer dado que confirme que essa instituição teve ou terá o pedido avaliado e aprovado. Até porque os trâmites ainda estão correndo e qualquer resultado antecipado é impossível de ser obtido.
A equipe responsável pela área técnica do ministério destacou, na nota, que “a informação sobre a aprovação dessa instituição não procede”, porque no edital foram estabelecidos cronogramas que ainda terão de ser cumpridos e sequer foram avaliados totalmente.
Para se ter ideia, a divulgação do resultado preliminar do edital em relação apenas a dois itens, ainda será feita no dia 31 de janeiro — ou seja, daqui a três semanas. No período entre 3 e 14 de fevereiro será aberto prazo para interposição de recurso por parte das instituições cujos pedidos não tenham sido aprovados. Em 14 de março haverá a divulgação do resultado dos recursos que forem interpostos.
Ainda seguindo esse cronograma, no dia 28 de março será divulgado o resultado preliminar relacionado a outros dois itens que precisam ser cumpridos pelas instituições de ensino interessadas em ter novos cursos de medicina. E estabelecido um prazo de 31 de março a 11 de abril para interposição de recursos por parte das instituições que não tiverem sido selecionadas em relação a estes itens.
O resultado final de todas estas avaliações, que começarão a ser feitas somente a partir deste mês, portanto, só sairá em 30 de maio. “Com esse cronograma, é impossível para qualquer instituição de ensino dizer que já teve aprovado o seu pedido para instituir um novo curso de medicina”, chegou a afirmar uma das assessoras do MEC.
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