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Famílias recebem sementes de hortaliças do Projeto Quilombo Sustentável do CECOR

Por André Luis

Na última quinta-feira (12), o CECOR – Centro de Educação Comunitária Rural realizou mais uma etapa do Projeto Quilombo Sustentável, iniciativa que envolve vinte famílias do Quilombo Catolé, no município de Serra Talhada, com o apoio do ISPN – Instituto Sociedade, População e Natureza.

As famílias acompanhadas pelo projeto receberam as sementes de hortaliças para produção dos canteiros e hortas previstos no projeto, que tem o objetivo de fomentar a implantação de sistemas agroecológicos na região do Semiárido. Foram distribuídas sementes de diversas hortaliças, como coentro, cebolinha, alface, repolho, cenoura, beterraba e pimentão.

 “Além da preservação da nossa vegetação nativa, a Caatinga, o projeto também fomenta o fortalecimento da renda das famílias da comunidade, por meio da produção de alimentos saudáveis para o consumo doméstico e também a comercialização, uma vez que uma das metas é a criação de uma feira agroecológica no distrito de Bom Nome, em São José do Belmonte”, explica a agrônoma Gorete Nunes, que acompanha a implementação do projeto pelo CECOR.

Outras Notícias

Artistas e jornalistas que divulgam bets jogam imagem no lixo, diz pesquisa

Leonardo Sakamoto – UOL Antes de emprestar rosto, voz e credibilidade a uma casa de apostas, artistas, atletas, jornalistas e influenciadores deveriam calcular não apenas o cachê, mas quanto da própria reputação será queimado. Pesquisa More in Common/Ipsos-Ipec mostra que 40% dos brasileiros não confiam ou passam a confiar menos em quem anuncia bets. Outros […]

Leonardo Sakamoto – UOL

Antes de emprestar rosto, voz e credibilidade a uma casa de apostas, artistas, atletas, jornalistas e influenciadores deveriam calcular não apenas o cachê, mas quanto da própria reputação será queimado. Pesquisa More in Common/Ipsos-Ipec mostra que 40% dos brasileiros não confiam ou passam a confiar menos em quem anuncia bets.

Outros 51% avaliam negativamente essas personalidades, contra míseros 10% que as veem de forma positiva. O cachê pode ser gordo, mas vem acompanhado de uma injeção de Mounjaro na credibilidade.

O prejuízo cresce entre os públicos mais valorizados pelo mercado publicitário. Entre pessoas com ensino superior, 48% perdem confiança; entre famílias com renda acima de cinco salários mínimos, o índice chega a 46%.

Nesse grupo, 59% têm visão negativa dos garotos-propaganda. É o grande trade-off das bets: recebe-se dinheiro agora, mas desvaloriza-se o ativo que garante contratos amanhã. É como vender as telhas para pagar a balada e se espantar quando começa a chover dentro de casa.

Para jornalistas, o dano é ainda maior, pois confiança é matéria-prima. Transformá-la em cupom promocional não vira aceitável por ordem do patrão nem com o rodapé “jogue com responsabilidade”.

As bets podem comprar espaço, audiência e sorrisos. Não podem garantir que a reputação sobreviva. E descobrir que a imagem foi vendida barato costuma acontecer quando ninguém mais quer comprá-la.

Jucazinho continua sem acumular água

A Barragem de Jucazinho, localizada o município de Surubim, continua em colapso. As chuvas  registradas nos últimos dias no Agreste não alcançaram a Bacia do Capibaribe, responsável pela alimentação do manancial, o maior reservatório operado pela Compesa para abastecimento humano. A sua capacidade de acumulação é de  327 milhões de metros cúbicos de água  e […]

A Barragem de Jucazinho, localizada o município de Surubim, continua em colapso. As chuvas  registradas nos últimos dias no Agreste não alcançaram a Bacia do Capibaribe, responsável pela alimentação do manancial, o maior reservatório operado pela Compesa para abastecimento humano. A sua capacidade de acumulação é de  327 milhões de metros cúbicos de água  e encontra-se seca desde setembro  do ano passado. Esse é o pior cenário de Jucazinho desde a sua inauguração, no ano de 2000

O sistema  abastece  às Cidades de  Santa Cruz do Capibaribe, Riacho das Almas, Cumaru, Passira, Salgadinho, Casinhas, Surubim, Vertentes, Vertente do Lério, Santa Maria do Cambucá, Frei Miguelinho, Toritama, Caruaru, Bezerros e Gravatá, além de diversos distritos e povoados dos 15 municípios que fazem parte do sistema integrado.

Sua capacidade de produção é de 1.300 l/s, atendendo a uma população de aproximadamente 800  mil  pessoas ao longo de seus 206 quilômetros de adutoras. A expectativa da  Compesa é que o manancial  tenha uma boa recuperação até o próximo mês de julho, quando termina a estação invernosa, para que a operação seja retomada  e o abastecimento das cidades seja normalizado.

Empresa de mármores e granitos investe em comunicação visual

A Decore Mármores e Granitos foi mais uma empresa a aderir a ações de marketing com panfletagem e exposição da sua nova logomarca. A empresa é a pioneira  na região do Pajeú nesse segmento, idealizada pelo casal  Sérgio e Mércia há mais de 20 anos. A divulgação aproveitou pontos de semáforos na cidade e comércio, […]

A Decore Mármores e Granitos foi mais uma empresa a aderir a ações de marketing com panfletagem e exposição da sua nova logomarca. A empresa é a pioneira  na região do Pajeú nesse segmento, idealizada pelo casal  Sérgio e Mércia há mais de 20 anos.

A divulgação aproveitou pontos de semáforos na cidade e comércio, seguindo tendência do marketing. Se as pessoas estão o tempo todo em movimento, se deslocando diariamente da casa para o trabalho e vice-versa, um ponto que tem sido utilizado com esse viés é o semáforo, que exige atenção e paradas obrigatórias.

A empresa é especialista em soleiras, pias, lavatórios, mesas, divisórias, portais, escadas, material para túmulos. É localizada próximo ao trevo na saída para Tabira, com os contatos (87) 9-9604-5725  (87) 9-99381839 (87) 9-99381851.

A responsável pelo marketing, Isabelly Cortês, destacou que as ações dessa natureza visam reforçar a importância história do empreendimento, líder no segmento, para Afogados e região. A empresa foi eleita a melhor de 2018 em pesquisa de opinião realizada pela agência MV4 no município.

O Blog e a História: o prêmio Microfone de Prata

Com a Rádio Pajeú, um dos momentos mais importantes da minha trajetória profissional foi a entrega do prêmio Microfone de Prata, da CNBB, em 2007. Além dele, só o prêmio Ayrton Senna de jornalismo, que a Pajeú ganhou em 1999, junto com emissoras parceiras da Oboré, pela divulgação de informações na área de saúde,  ajudando […]

Com a Rádio Pajeú, um dos momentos mais importantes da minha trajetória profissional foi a entrega do prêmio Microfone de Prata, da CNBB, em 2007.

Além dele, só o prêmio Ayrton Senna de jornalismo, que a Pajeú ganhou em 1999, junto com emissoras parceiras da Oboré, pela divulgação de informações na área de saúde,  ajudando a informar e prevenir.

A escolha dos vencedores era feita através de uma gabaritada comissão nacional, o que valorizava ainda mais a premiação. Fizemos a inscrição e não havia muita pretensão de que o programa Manhã Total fosse vencedor. Eram rádios demais a serem analisadas.  Mas o telefone tocou e o Antonio Celso Pinelli,  que liderava a comissão, informou que o programa era vencedor na categoria entretenimento.

O prêmio, como destaca a CNBB até hoje valoriza trabalhos que destacam valores humanos e cristãos em trabalhos em diversas áreas da comunicação e da arte.

Uma das lembranças é que a data da ida a Belém, com inúmeras escalas, foi o fatídico dia do acidente do avião da TAM que caiu num angar da empresa a não conseguir pousar em São Paulo, matando 199 pessoas: 17 de julho. Lembro do semblante pesado das pessoas em Guarulhos, em uma das escalas. Só fui saber o que era em solo paraense.

Na foto o jornalista Emanuel Pierin, do Paraná, vencedor da categoria  Programa Jornalístico e o Padre Rogério, da Rádio América de Belo Horizonte, vencedora da categoria Programa Religioso.

O programa Manhã Total remonta a abril de 2002 e naquela época tinha na equipe este jornalista, Aldo Vidal, Celso Brandão, Tito Barbosa e James Mendes. O programa está no ar até hoje.

Lembro que no discurso,  que ganhou jornais do Pará e outras publicações à época, destaquei que aquela era uma homenagem ao papel transformador do rádio no interior do país.  O troféu,  símbolo dessa missão, está até hoje no Museu do Rádio.

O blog já existia e acompanhou a odisseia.  Não era tão simples em 2007 o acesso à internet.  Tinhamos que buscar lan houses  para atualizar o que acontecia. Lembro das homenagens que a conta gotas e com a boa vontade da rede ia publicando no blog.

Outra curiosidade foi a de que quase não fui receber a premiação pelos custos de traslado,  hospedagem, alimentação.  O dinheiro da Rádio Pajeú e do Diretor era contado.  Foram a palavra e atitude de Dom Luís Pepeu, diante da importância do prêmio, que garantiram a viagem.  Não seria justo receber tão importante prêmio pelos Correios.

Miguel defende capacitação técnica e crédito a produtores de leite

Sem apoio do governo do estado, a bacia leiteira da região do Agreste atravessa uma crise em decorrência do alto custo da produção. Além da falta de crédito e assistência técnica, os pequenos produtores ainda sofrem com a falta d’água.  Para enfrentar esse problema, o pré-candidato ao governo estadual, Miguel Coelho, defende a adoção de […]

Sem apoio do governo do estado, a bacia leiteira da região do Agreste atravessa uma crise em decorrência do alto custo da produção. Além da falta de crédito e assistência técnica, os pequenos produtores ainda sofrem com a falta d’água. 

Para enfrentar esse problema, o pré-candidato ao governo estadual, Miguel Coelho, defende a adoção de medidas para reduzir os impostos cobrados sobre o setor e ampliar o acesso ao crédito e à assistência técnica.

“A bacia leiteira de Pernambuco foi abandonada pelo governo do estado. Hoje é mais barato comprar o leite de Alagoas do que produzir em Pernambuco, pelo imposto e falta de apoio do estado”, disse Miguel em entrevista à radio 87 FM, de Garanhuns.

Para o pré-candidato, o papel do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) precisa ser redefinido para além da distribuição de água por carro-pipa, oferecendo estudos de melhoramento genético aos produtores.

“Temos a proposta de fomentar os pequenos e os médios produtores com novos créditos, capacitação e qualificação técnica e ter o papel do IPA redefinido não só para poder colocar carro-pipa. O IPA, na verdade, parou de colocar carro-pipa em diversas regiões do estado. E o que resolve não é carro-pipa, mas sistema de água tratada na torneira das pessoas”, afirmou.